Categories: Comportamento e Educação/ Crianças

Cama compartilhada: sobre a dificuldade de descompartilhar

leo e mel_blog vida materna

Esse assunto sempre gera uma certa polêmica porque existe muita gente contra, muita gente a favor, muita gente em dúvida e muita gente pitaqueira quando se trata de cama compartilhada. Gente que mete o pau se você diz que compartilha, gente que mete o pau se você diz (escreve) que não gosta da ideia. Essa é a verdade, mesmo que as coisas não devessem ser assim. E sabem por quê?

Porque tem gente que simplesmente não consegue dormir apertado, precisa de mais conforto para dormir bem. Tem gente que não se sente bem porque tem medo de machucar, de esmagar a criança. Tem gente que acha que a cama dos pais é dos pais e que cada um deve ter seu espaço preservado. Tem gente que não se incomoda porque dorme fácil, em qualquer lugar e de qualquer jeito. Tem gente que gosta de ter os filhos por perto e curte esses momentos juntos. Tem gente que opta pela cama compartilhada pela praticidade e segurança, para ambos os lados. E todas essas pessoas e essas escolhas devem ser respeitadas.

Cama compartilhada – assim como tantos outros assuntos dentro da maternidade – é realmente uma opção dos pais e de cada família – que sabem o que funciona melhor dentro da sua rotina e de seus filhos.

Eu, do lado de cá, apenas continuo compartilhando com vocês os nossos dilemas, e com isso, vou clareando um pouco os meus caminhos.

Para quem está chegando agora, contei como a Melanie passou a dormir conosco neste post aqui. Vale dar uma lida para saber como a cama compartilhada aconteceu aqui em casa.

*********

Melanie começou a dormir conosco com quase 2 anos de idade. Foi devagar, com uma dormida aqui quando estava com febre, outra ali porque estava muito frio. E assim, descobrimos que havia uma luz no fim do túnel e que podíamos dormir a noite toda. E que pai e mãe não quer dormir a noite toda, não é?

Nesse tempo, além de estarmos todos dormindo melhor (melhor = a noite toda), nós acostumamos com os empurrões e com os chutes, com o ronquinho de cansaço, com o cheirinho dos cabelos dela e os carinhos que ela nos faz no meio da madrugada. Nos sentimos seguros e felizes com ela dormindo ali, quentinha e bem coberta, ao nosso lado. Ela dorme bem e nós também. Ou melhor, a gente dormia bem.

Já tem algum tempo que estamos tentando descompartilhar a cama com a Mel, por três motivos:

– apesar da cama ser grande, estamos dormindo mal. ela cresceu e naturalmente passou a ocupar mais espaço. com isso, dormimos apertados, sem poder trocar muito de posição para dormir. acordamos com dores no corpo todo, quase todos os dias.

– ela tem um quarto lindo, que foi feito com muito carinho só para ela. achamos que é uma mudança boa, natural, assim como o crescimento dela. queremos que ela tenha essa autonomia de dormir em seu próprio quarto.

– sentimos falta dos nossos momentos a dois na hora de dormir. e aqui, vale ressaltar que não estou falando de sexo porque ele pode acontecer em vários outros lugares, além do quarto e da cama. estou falando de momentos como dormir de conchinha, de ler um livro enquanto o outro joga Candy Crush no celular, de conversar sobre amenidades ou sobre aquelas questões que não tivemos tempo de discutir durante o dia.

Assim que nos mudamos para essa casa, conseguimos criar um entusiasmo grande em relação a dormir no próprio quarto. Para nós e para a Mel parecia uma coisa boa, uma mudança para melhor. Ela dormiu por algumas noites feliz da vida na sua própria cama. E aí Leonardo nasceu.

Desde então, ela voltou a dormir conosco.

Todos os dias ela me olhava com aquela carinha que só ela tem e me diz: “mas hoje eu vou dormir na minha caminha, a noite inteira toda, tá, mamãe”. Mas, o que acontecia, é dela ir para cama e acordar lá pelas 2 horas da madrugada pedindo para ir para a nossa. E nós, cansados, com sono (e no momento, com frio!), a levamos do quarto dela para o nosso. E assim criamos um ciclo (sem fim).

Agora ela nem quer ir para a própria cama. Chora muito e diz que quer dormir “na cama do pai e da mãe”.

Eu já sabia que não seria fácil essa transição, se ela fosse feita depois do nascimento do Leo. O que eu não imaginava, porém, é a dificuldade que eu teria em deixá-la ir. Arrisco até a dizer que tem sido mais difícil para mim do que para ela própria.

Gosto de abraçá-la enquanto ela dorme, gosto de acordar e imediatamente ver o seu rostinho colado ao meu. Isso tudo acalenta meu coração quando penso que, desde o nascimento do irmão, ela naturalmente tem tido menos atenção da nossa parte. São momentos só nossos. Chame de culpa ou do que quiser, mas eu prefiro chamar de apego.

Ainda me prendo a situações como “ela vai se sentir sozinha”, “ela vai ficar descoberta nesse frio”, “ela vai crescer e tudo isso vai deixar saudades” – principalmente. E eu sei que enquanto esses sentimentos estiverem presentes dentro de mim, nem eu nem ela conseguiremos ir adiante. Por isso tenho pensado bastante a respeito.

Quando olho para trás e lembro do desfralde e da retirada da chupeta (que aconteceram de maneira leve e sem maiores problemas) fica claro para mim que a minha posição era totalmente diferente dessa de agora, em relação à ela dormir conosco. Eu não estou decidida nem firme como das outras vezes. Estou meio lá, meio cá. E nada dá certo quando estamos assim. Simplesmente porque eles precisam da nossa força e da nossa certeza para ultrapassarem os obstáculos.

Muita gente me pergunta se vamos colocar o Leo para dormir conosco e eu não sei dizer. Provavelmente não, porque ele dorme muito bem no próprio quarto. Mas, não dá para prever o futuro. Até porque mudamos de opinião infinitas vezes na maternidade.

Fazendo um balanço geral desses anos de cama compartilhada, eu avalio o saldo como positivo – para ela e para nós. Melanie ama dormir conosco, isso a faz feliz. E nós curtimos muito esses momentos com ela. Porém, sentimos que chegou o momento de mudar.

Por hora, combinamos de deixar passar o inverno (aqui em Curitiba faz bastante frio) e daí fazer essa transição de vez. Mas assim, sem traumas, sem pressão. Que seja mais uma escolha e não uma imposição. Para que seja algo bom para todo mundo, principalmente para ela.

Esse vídeo foi gravado no final do ano passado, assim que o Leo nasceu.

Preciso saber de vocês. Como foi o descompartilhamento da cama aí na sua casa? Fácil, feliz e natural ou complicado e difícil, como tem sido para nós?

Da nossa novela, aguardem cenas do próximo capítulo. :)

comentários via facebook

21 comments

  1. Tbm estou vivendo esse momento, minha filha sempre dormiu no quarto dela e desde que transformei o berço em caminha e ela passou a ter mais autonomia de ir e vir passou a fugir para a minha cama, até que só quer dormir lá

  2. olá,
    aqui em casa o pequeno tb dormiu no proprio quarto até quase um ano, mas aí com uma gripe ou doença ou manhã mesmo ele pedia pra ir dormir conosco. Nossa solução foi sempre colocar um colchão no chao ao lado da nossa cama e colocar ele lá e quando ele reclama muito um de nós desce e dorme com ele (o colchão é de casal) e com isso conseguimos manter a ideia de não compartilhar a nossa cama, mas mesmo assim conseguimos dar a ele esse chamego de estar perto de nós. Mas confesso que eu adoro dormir com ele no chão, claro que minhas noites não são tão bem dormidas quando estou com ele, então faço isso só no fim de semana, porque eu trabalho durante a semana. Mas é uma delicia mesmo e entendo esse dilema todo de dormir junto pq é um misto de deixar eles ter a independencia dele e curtir esse momento que depois passa e ele vai dizer que não quer dormir consoco porque é brega kkkkk.
    Aqui está funcionando assim.

  3. Oi Mi!
    Deixa eu contar a minha história, sempre tive quarto compartilhado, e no principio o Dudu dormia no seu berço, mais ou menos com 8 meses ele chorava de madrugada, e só queria meu colo, eu levava ele pra minha cama e dormiamos bem. ele foi crescendo e o espaço ficou apertado, com 1 ano, 2 ele já dormia na sua caminha, mas só adormecia comigo na minha cama, e vinha de madrugada pra minha cama, eu comecei a dormir muito mal, e foi um sofrimento pra tirar ele da minha cama, muito choro e chatiação pros dois lados.
    Hoje ele com 3 anos e meio ele dorme bonitinho na sua cama. Eh uma delicia dormir junto com o filhote, mas eu não faria isso de novo, pelo sofrimento que foi depois.
    Outra coisa que acontece é que ele só dorme se eu estiver no quarto, as vezes cansa heim!
    Mi, a Mel já fez o desfralde noturno? conta pra gente!
    Beijos

  4. Realmente é um assunto q divide opiniões. Não sou contra quem faz, mas para mim não daria certo. Eu e marido nunca quisemos fazer. Heitor dorme no próprio quarto e sozinho desde q tinha uma semana de vida. Quando precisava eu ia dormir no quarto dele, mas levar para a minha cama não. Passamos momentos difíceis com ele, mas nos mantivemos firmes e hoje ele só adormece se estiver no berço dele. É só colocar lá e deixar q ele dorme. Com a Bruna estamos fazendo a mesma coisa e tem dado certo. Mesmo se ela demora para dormir, não a tiro do berço. Vou ao quarto dela quantas vezes for necessário, dou o bico, faço um e saio deixando q ela durma sozinha. Mas tem q persistir, pq não é fácil.

  5. Michelle, meu filho mais novo de 5 anos dorme comigo até hj, ele tem seu próprio quarto tbm, então eu colocava ele pra dormir as 21:00 na sua cama e de madrugada ele ia pro nosso quarto, e ficava lá até amanhecer… Agora que tá frio ele pede pra eu colocar ele pra dormir na minha cama que é mais quentinha. <3 Me vejo no mesmo dilema que vc.

  6. Aqui também faz frio (Porto Alegre) e por isso ela vinha pedir pra dormir na nossa cama, mas esse inverno, agora com 3 anos, ela vai pro sofá da sala (!!) e temos q sair correndo atrás com as cobertinhas dela. Esses dias fui cobrir e ela estava gelada! Pensei que, se ela viesse para nossa cama ficaria quentinha.
    Mas também, era difícil de dormir. A gente não dormia a noite toda não, Michele, por que ela destapava a gente e chutava, se mexia, eu ficava com medo de sufocá-la. Mas ainda sinto esse apego que tu refere.
    Verdade seja dita: se ela quiser vir dormir com a gente, vou adorar, mas se não quiser vir, tudo bem também.
    Um beijo, e deixa passar o inverno que tudo vai melhorar brrrrrrrrrr

  7. Aqui em casa nunca tivemos cama compartilhada, algumas noites aconteceram o mais velho era pequeno e fazia mto frio, ou não estava mto bem de saúde, na noite seguinte ia pra sua cama sem problemas! Agora tenho uma mocinha de 1 ano e 1 mês, que tbm dorme no seu berço, mas acorda várias vezes durante a noite e com o frio eu trago ela pra nossa cama, que tbm é grande, mas é esporadicamente.É gostoso sentí-los perto de nós, ficar ali curtindo até qdo dormem, mas acaba que eu não durmo bem e nem o pai….então o nosso lema é cada um na sua cama!!! Força pra vc e que seja como Deus quiser!! bjinho
    P.S: Meu dilema é outro….quero tirar a pequena do peito :(

  8. o Michele ,aqui em casa e muito diferente meu marido trabalha a noite dorme eu ,meu filho de 14 anos e minha caçula de 3anos e 7meses .NÂo durmo sem eles nem que me pague um abaço Eliana

  9. Oi michelle,
    A laura dorme no berço desde os 3 meses, mas o berço fica no meu quarto, qualquer coisa levanto e cubro, fico de olho. Amo colocar ela pra dormir conosco, mas tb dormimos muito mau,entao é raro, mesmo porque como relataram todas as maes esse procedimento vicia e rapidamente hahahah
    Mas é uma delicia dormir sentindo o cheirinho do bebe, segurando a mãozinha, ai ai…

  10. Oi, Michelle!

    Aqui desde bebê ela adormece na nossa cama. Quando ela era bebê, dava o mamá, ela adormecia e levávamos para o berço. E lá ela amanhecia. Quando eu terminou a minha licença maternidade, ela tinha 7 meses e começou a acordar à noite provavelmente por saudade. Como eu também sentia, nem tentava fazê-la adormecer novamente no berço, simplesmente levava para a nossa cama e lá ela amanhecia. Depois virou um misto dessas duas coisas… Sempre fazíamos ela dormir na nossa cama. Às vezes, principalmente no frio, acabávamos não levando ela pro berço e ela amanhecia conosco ou, quando levávamos, algumas vezes ainda nos chamava de madrugada. Eu não me incomodo, mas o marido reclama que dorme mal. Então, como nas férias de verão ela dormiu o tempo inteiro em uma caminha no chão só dela e já estava com quase 2 anos, na volta desmontamos o berço, montamos a “caminha da princesa” e me esmerei para fazê-la dormir direto no seu próprio quartinho. Ela é boêmia, daquele tipo que tem que ser levada no cabresto na rotina do sono, se não vai madrugada a dentro… Então, muitas vezes, tentando me manter firme na decisão, eu que acabava pegando no sono no quarto dela. Muitas vezes de roupão, morrendo de frio, pois saía do banho com ela direto pro quartinho para não dispersar. Foi então que conversei com o marido e combinamos, então, que não teria problema voltar a fazê-la dormir no nosso quarto, o que é mais confortável e aconchegante para todos nós. Porém, nosso esforço seria em nunca deixar ela passar a noite ali. E assim tem sido. Vou dizer que 90% das vezes ela amanhece bem feliz na sua caminha. Agora estou grávida novamente e penso que farei igualzinho, porque é o melhor para nossa família. Já combino com ela que, enquanto ela toma a mamadeira e assiste desenho, o maninho vai tomar mamá no peito da mamãe e depois todos dormirão juntinhos. A única providência que planejo, então, é adquirir uma cama king size, pois ainda temos 2 cachorros que nos finais de semana também compartilham a cama ao amanhecer… kkk
    E, assim, como tu, sei que EU que não estou preparada e aceito isso.

  11. Sem nem conhece-los eu admiro demais a tua família!
    Que eu consiga ser essa mãe maravilhosa como você.
    A Mel é encantadora!
    Beijos

  12. Oi Michelle! Olha, cada dia eu me identifico mais com os seus dilemas. Aqui eu tenho duas meninas, uma de 2 anos e 6 meses e uma de 8 meses. Ambas dormem comigo e com o marido. Fica um adulto de cada ponta e as duas filhotinhas no meio (dormem de mãos dadas a noite toda). Sei que certas “escolhas” nos custam caro quando começamos a ouvir as opiniões dos outros, mas acredito que vale mais um coração atendido. Eu sempre fui adepta da cama compartilhada, na primeira experiência por pura insegurança de marinheira de primeira viagem. Na segunda optei por ter certeza de todos os benefícios. Acredito que minhas meninas são mais seguras e unidas e dá um sentimento de que elas sempre vão saber que tem um espacinho no nosso espaço, seja ele físico ou temporal. Acho que certas coisas a gente não deve deixar de viver só por medo. Assisti um episódio de “Doce de Mãe” em que o personagem do Francisco Cuoco mandava a filha deixar a neta com a chupeta porque era só uma fase, porque ele nunca havia visto um adulto com chupeta na rua e que aquela fase que aparentava ser um problema deixaria saudades depois. Eu aqui optei por dormir desconfortavelmente (ainda que tenha comprado uma cama king size depois do nascimento da caçula), mas sei que vai chegar o dia que a mais velha não vai querer mais dormir na nossa cama, e eu vou sentir saudade dessa época que hoje parece difícil. E depois isso vai acontecer com a mais nova e assim os filhos vão ganhando asas. Não deixe de curtir os filhotes por perto, pois logo chega a adolescência e a gente vai se distanciando. Que os arrependimentos na nossa vida, não sejam por aquilo que deixamos de viver. Beijo

  13. Oi Michelle, aqui é assim: a Sophia dorme na cama dela e de manhã quando acordo ela está na minha! Tem dia que nem percebo ela chegando! E pior, quando o Pedro acorda de madrugada chorando não penso duas vezes, vai pra minha cama, e lá ficamos nós 4! Acordo quebrada, mas fazer o que? Quando a gente tá cansada e com sono essa parece a melhor solução!! rsrs

  14. Amei o vídeo, me emocionei com ela, muito parecida com a minha Nicole que tem 2 anos e sempre dormiu em sua cama e agora até pede quero escovar o dente mamãe e botar a fralda pra dormir na minha cama, um amor, mas porque desde sempre eu coloquei que não consigo dormir com ela na cama pois assim eu não durmo e desta forma, deixando isso bem claro principalmente para o pai dela, ela e nós fomos tomando aquilo como normal e é até hj. bjssss

  15. Na primeira semana de vida de minha filha, a minha posição “jamais dormirá na minha cama” foi por água abaixo…eu estava uma zumbi e fui dar de mamar deitada…adormeci dando de mamar e acordamos, veja só, 4 horas depois!!!! Que sucesso! Aí descobri que ela dormindo na minha cama, dormia muito mais…simplesmente joguei toda a minha teoria fora e fui ser feliz hahahahha. Ela está com 2 meses e meio e agora consegiumos que a primeira dormida da noite – das 22 as meia noite, seja no bercinho. Isso ajuda a gente ter um momento da cama só pra gente, como vc disse. Quando ela acorda meia noite trago pra cama e dou de mamar deitada. Ela não chora mais a noite, e chega a dormir 6 horas seguidas…enfim, pra mim, cama compartilhada nos deu muita qualidade de vida, muito mesmo. E perdi o medo dela “nunca mais querer sair”…acho que no momento que eu e o pai dela sentirmos que ela está mais segura, vamos fazer essa transição…

  16. Olá,
    Tentei deixar meus filhos no berço sozinhos, mas o frio, o choro, e a minha vontade de ficar juntinho impediram.
    Acordo mais disposto junto com eles, pois durmo a noite toda do que longe, e tendo que fazer várias visitas ao quarto pois choram quando se sente sozinhos.
    Não existe alegria maior do que acordar e ve-los acordando sorrindo pra mim. No momento oportuno deverão ir para sua própria cama, mas não tenho a menor pressa nessa transição. Estamos todos felizes dormindo juntos, os quatro, abraçadinhos no maior aconchego.Essa é a minha experiência, não é regra nem quer dizer que está certo ou errado, foi uma alternativa criada por pais de gêmeos.

  17. Ai.. Nem posso opinar, pois estou nessa mesma situação. Só Jesus na causa! Mas tenho que falar sobre esse vídeo! Como resistir? Se meu olho ficou cheio de lágrima… Ah, como é difícil, né mamãezinha?
    Bjs…

  18. Compartilho, amo e não vejo problema algum nisso!!!
    Como vc msm disse, passa muuuito rápido… me sinto realizada e aproveito cada minutinho!! Jamais olharei para trás e direi “eu não vivi isso”… nunca!!! Estou aproveitando cada segundo e é maravilhosamente fantástico curtir todos esses mimos!!
    :)

  19. Aqui eu coloco o colchão do berço dela no chão ao lado da cama. Chamamos de puxadinho. Minha filha esta agora com 6 anos. O puxadinho atende o desejo de companhia e ajuda todos a dormimos melhor….

    Mas sempre explico que mamãe e papai precisam ficar sozinhos as vezes e ela esta diminuindo o uso do puxado rsrs…..

  20. Boa tarde, em minha casa compartilhamos o quarto desde que teve alta do hospital, tive pré eclapsia com 6 meses de gestação e Micaella nasceu com 1,160kg e 23cm, ficou 46 dias na UTI Neo natal. No dia de sua alta uma pediatra que nunca tinha visto na minha frente disse que meu RN poderia morrer dormindo. Nos primeiro dias em casa dormiu no berço pois nasceu em julho, achava o berço mais aconchegante e quentinho poi era muito miudinha. Com oito meses foi para caminha mais encostada na minha e onde dorme até hoje com cinco anos, tem também seu quarto montado dormi algumas raras noites em seu quarto. E como tem bronquite asmática e trabalho fora prefiro que durma comigo. É gostoso acordar e ver aquele rostinho ao meu lado. Acho que para mim vai ser mais doloroso me separar dela do que ela mesma. bjs

comentar resposta para Renata Cancelar