02 maio 2016

Sobre o corpo depois dos filhos, aceitar o próprio biotipo e o bem que atividades físicas podem trazer para nossa vida

Dia desses fui numa consulta médica e, conversando sobre a perda de elasticidade da pele depois que vamos adquirindo uma certa idade, chegamos no assunto peso. Eu comentei que ainda estava uns cinco (talvez seis…) quilos acima do peso que eu gostaria de estar – que era o meu peso antes de ser mãe. E disse que desejava retornar a esse peso, em breve, porque me sentia melhor comigo mesma. O médico me olhou com a face mais derrotada da vida e disse, ou melhor, disparou sem dó nem piedade: “ah não, não volta, né? esquece isso que não volta o corpo de antes, não. e você está ótima assim, meu bem”.

Mas, percebam: eu não disse que gostaria de voltar ao corpo que tinha antes de ser mãe. Disse que gostaria de voltar ao peso que tinha antes de ser mãe. São coisas diferentes. Até porque, para voltar ao corpo pré maternidade, eu teria que aprender a voltar no tempo também, porque não foram somente os filhos que vieram, mas os anos, os abusos e a falta de um cuidado maior com a alimentação e com a saúde. Isso sem contar as crises de ansiedade e depressão, que ocorreram em diferentes fases da minha vida.

Eu não duvido que existam mulheres que não só consigam voltar ao corpo ou peso pré maternidade, mas que fiquem melhor até. Nesses casos, deve haver uma boa dose de genética abençoada e outra dose enorme de dedicação, esforço e, em alguns casos, de grana também. Euzinha aqui, não fui uma das premiadas/esforçadas/endinheiradas. Snif, snif. 

Falando sério agora: eu convivo relativamente bem com as marcas do tempo e as evidências corporais pós filhos. Estou ciente de que o organismo já não produz tanto colágeno, a pele vai perdendo a elasticidade, aparece uma estria aqui, uma celulite acolá, um vasinho mais para frente e a flacidez na outra esquina. E tudo bem. Faz parte do envelhecimento e faz parte da vida pra gente que não quer ou não pode correr num cirurgião plástico a cada seis meses. Para mim, essas marcas são parte da minha história de vida – como mãe, como mulher.

Mas, os quilinhos a mais, esses eu tenho certeza que poderiam fazer as malas e deixar esse corpinho – se assim eu desejasse (e sim, eu desejo!). Com um pouco de disciplina no que diz respeito à alimentação e às atividades físicas, eles iriam tirar férias em outro lugar. Certeza.

Alimentação e biotipo

Eu gosto de comer (quem não gosta?) e de comer coisas específicas e, infelizmente, engordativas, como pães, bolos, massas, doces e algumas bebidas alcóolicas. Já fiz dietas super restritivas e deram resultado. Mas, sinceramente, me recuso a viver num mundo sem um brigadeiro, um pão quentinho com manteiga e uma taça de vinho de vez em quando. Esse preço eu não estou disposta a pagar.

Por isso, resolvi trabalhar com o que temos para o momento: aceito comer menos e melhor, aceito beber menos e melhor (hahahahaha), posso me exercitar 3 vezes por semana, durante uma hora. Pretendo diminuir a ingestão de carboidratos (não consigo e nem acho que devamos cortá-los da dieta. eu, pelo menos, preciso de um carboidrato amigo, que traga aconchego de manhã cedo), comer mais fibras e alimentos integrais, bem como frutas e verduras e tomar mais água – especialmente para que o meu intestino funcione direitinho. Na verdade, é tudo tão simples, já dizia Danuza Leão.

Não tenho problemas de pressão alta (a minha é baixa até demais), colesterol, glicemia, enfim, por enquanto, está tudo certo. Contudo, essa perda de peso que desejo também é uma busca por uma melhor qualidade de vida. Me sinto muito cansada, com dores de cabeça frequentes, às vezes sem energia e falta força para algumas tarefas simples (tipo subir as escadas carregando meu pacotinho de treze quilos que atende pelo nome de Leo). E vejo que quando me alimento melhor e também coloco o corpo em movimento, isso tudo vai sendo amenizado. Portanto, é uma busca por saúde também, não somente estética e auto estima.

Partindo desse ponto e, ao longo dos últimos anos, tive que ir aprendendo a aceitar e conviver bem com o meu biotipo. Desde a adolescência eu tinha um pouco de complexo (vergonha, até) das minhas pernas grossas, do quadril mais acentuado e da buzanfa mais avantajada. Hoje eu percebo que foi um sentimento plantado em mim, não algo genuíno. Mas esse é assunto para outro post, porque, né… machismo, culpabilização da mulher e escrotismo alheio precisam de um post especial. Portanto, voltemos ao assunto do post de hoje.

Depois de altas dietas – das malucas às bonitinhas, prescritas por nutricionista – percebi que meu biotipo precisa ser respeitado. Não sou alta, nem longilínea. Tenho 1.64 e muitas curvas. Dietas e malhação podem até melhorar algo que me incomode, mas não irão me transformar na Julia Roberts com 1 metro só de pernas. Então, tive que ir aprendendo a gostar do coxão, das panturrilhas mais grossinhas… Não as amo ainda, não posso mentir. Mas temos nos tornando amigas, especialmente nos últimos meses. E o que tem ajudado muito nessa construção de relacionamento saudável entre eu e meu corpo? Sim! A atividade física.

Eu nunca fui aquela pessoa que ama se exercitar. Sempre fui meio preguiçosa e inventava mil motivos para não malhar. E estava tudo ótimo até poucos anos atrás. Engravidei da Mel, ganhei vin-te-e-qua-tro quilos na gestação e os trinta anos bateram na porta em seguida. Perdi o peso todo depois. Quando ela tinha um ano, pelo que me lembro, já estava nos trinques de novo. Mas daí veio o Leo, outros dezoito quilos adquiridos e mais alguns anos de idade. Esse é o ponto que a gente percebe que algo há de ser feito pelo nosso corpitcho.

Antes era muito mais fácil perder peso. Três dias fechando a boca e pronto, tudo sequinho e lindo. Com o passar dos anos, o metabolismo já está mais lento, e parece que tudo, absolutamente tudo que comemos (especialmente os chocolates, pães, bolos e doces) vão parar direto na barriga, na cintura, no culote, nos braços. Falando nos membros superiores, aliás, os braços foram a parte do corpo que tiveram a mudança mais impactante, para mim. Eu tinha os braços magrinhos de dar dó, e agora eles são gordinhos –  e não é porque fiquei mais forte, não. Foi-se o tempo em que podíamos vassourar a vontade no final de semana. Hoje tenho 35 anos, um metabolismo bem mais lento, dois filhos pequenos e uma rotina bem corrida. Então, tento não me cobrar tanto nesse sentido.

Colocando o corpo em movimento

Fiz uns quatro meses de academia (ao todo) durante toda a minha existência. Lembro que ia totalmente desanimada. Fazia o treino e ia pra casa achando que poderia ter feito tantas coisas mais legais! Aquilo não durou, claro. Musculação pode dar um resultado incrível, mas não era pra mim. Aquelas repetições eram muito sem graça, sem cor, sem molejo. Eu simplesmente nunca me adaptei.

No ano passado então, decidi testar algumas modalidades e diferentes tipos atividades físicas. Vou contar para vocês um pouquinho das minhas impressões sobre cada uma delas.

Ah, antes disso, vale registrar quais eram as minhas metas com a atividade física: eu não queria ficar musculosa, não queria virar a musa fitness. Só queria melhorar o tônus da pele, deixar tudo mais durinho, trabalhado de leve, mas sem me exigir demais e dentro das minhas possibilidades de tempo para me dedicar a isso.

Então, nos últimos tempos, eu experimentei:

Pilates

O pilates tem diversos benefícios, entre os quais se destacam o aumento da força física e mental, a resistência, a coordenação motora, a postura, respiração e fortalecimento dos orgãos internos, entre outras. Ele estava na minha lista, juntamente com a yoga, desde a gravidez dos pequenos (onde o único exercício que fiz foi dar pequenas caminhadas). No ano passado, fiz duas aulas de pilates solo. Não cheguei a fazer com o uso dos aparelhos. Achei a aula bacana, realmente trabalhou bastante o abdômen, as pernas, a lombar e coluna. Mas, ainda não sentia que era o que eu queria. Pode ser que eu não tenha gostado muito do professor, pode ser que eu não tenha insistido. Mas simplesmente não rolou.

Pole Dance Fitness

Pensem numa atividade física que eu amei fazer, do fundo do coração. Eu ia lá, alongava, aprendia os movimentos, dançava, sensualizava, trabalhava levantando o meu próprio peso e ia vendo meu corpo e minha energia mudarem. Tudo ia ficando mais durinho, mais alinhado… e, de quebra, eu ainda podia fazer performances para o marido (hahaha). Fiz aulas duas vezes por semana por uns 3 meses, eu acho. Mas parei por motivos de: o local que eu frequentava ficava no centro e o horário da tarde que eu podia fazer, era também horário de trânsito ruim, congestionado. Eu tinha uma hora de aula, mas ir até lá e voltar para casa acabava somando mais duas horas nessa conta. Nos dias em que eu ia, perdia a tarde somente para isso. Acabei não procurando por alternativas de horários, me acomodei e abandonei o pole. Uma pena, porque eu me sentia ótima na época que fazia. Minha elasticidade é o que é hoje em dia por causa do pole dance, com certeza. Quem sabe um dia eu volte.

TRX ou treino suspenso

Essa é uma modalidade que está em alta nos últimos tempos. Nós sempre estamos lendo nas capas de revista “veja como fulana esculpiu seu corpo com o TRX”, não é? Eu fiz algumas aulas e gostei demais. No TRX você trabalha todos os músculos e também utiliza o seu próprio peso em muitos deles (aqui tem um vídeo, para quem ainda não conhece). Trabalha força, equilíbrio, resistência, queima calorias, enfim, tudo de bom. Para mim, é como uma musculação sem ser boring, sabem? Não continuei as aulas porque os horários não batem com a minha rotina, leia-se, não tem horários à tarde, por enquanto. À noite é complicado, porque as crianças chegam da escola no finalzinho da tarde e toda a atenção é para elas, com o jantar, banho, hora de dormir. Se abrir um horário de tarde na academia aqui perto de casa, com certeza irei retornar às aulas.

Zumba

Eu amo dançar e lendo as matérias que  diziam “zumba queima calorias enquanto você se diverte dançando”, fiquei super interessada. Acabei desistindo de fazer uma aula experimental quando uma educadora física me disse que a zumba é mais divertida do que funcional mesmo. Você queima calorias sim, claro. Mas não seria uma modalidade tão efetiva para uma pessoa que só consegue treinar duas ou três vezes por semana. Então não cheguei a fazer mais do que ver vídeos no youtube. Se alguém tiver um depoimento zumbeiro para compartilhar conosco, fique a vontade, viu?

Corrida

Eu ainda sou da turma baby em relação à corrida e torcia o nariz sempre que alguém falava em correr. Até que um dia fizemos uma corridinha leve na rua ao invés do treino funcional de sempre. E não é que eu gostei e me saí bem até – para quem nunca tinha corrido? Depois disso dei mais algumas corridinhas no parque, e, assim como minha professora me disse, eu constatei: o bichinho da corrida morde e a gente começa a gostar de correr. Foi a atividade que deu mais resultado na perda de peso, em termos de tempo. Quero voltar a correr, pelo menos de vez em quando. Enquanto os pés batem no chão, a cabeça fica limpa, livre de qualquer medo ou pensamento insistente. É uma sensação muito boa.

Treino Funcional

Ah, o meu queridinho e o único que me manteve por mais de três meses envolvida e animada. E o melhor: dá resultado em pouco tempo. Fiz as primeiras aulas em meados do ano passado. Na primeira eu me senti muito cansada. Depois de meses (anos!) sendo sedentária, eu não conseguia acompanhar o ritmo. Já na segunda aula me saí muito melhor e a partir de então me apaixonei pelo treino. Faço duas ou três vezes na semana, quando consigo, e tem sido maravilhoso. Quando frequentei as aulas um mês inteiro sem faltar, o corpo respondeu rápido. O abdômen ficou mais rígido, as pernas e bumbum mais trabalhados e durinhos, braços idem. Eu tinha mais força para fazer tudo e até dormia melhor. Perdi mais medidas do que peso propriamente dito, até porque estava dando adeus à gordura e adquirindo massa magra. Gosto muito do funcional porque sendo um circuito, não enjoa e passa muito rápido (a aula dura uns 50 minutos). Trabalhamos todas as partes do corpo, fazemos muita prancha, abdominais diversos, usamos pesos, bolas grandes e pequenas, elásticos, as cordas do TRX, entre outros apetrechos. A aula sempre começa com um aquecimento bacana e termina com um alongamento relaxante, sempre com um som que acompanha bem cada fase do treino. E, ao terminar, você não sai pensando “ai que saco, que bom que acabou”. Sai pensando que não vê a hora da próxima aula e dos próximos desafios. Para mim, tem sido ótimo. Aqui tem um vídeo de aula individual, mas é só para mostrar para vocês alguns dos muitos movimentos e exercícios que fazemos. Para quem como eu, tem pouco tempo para dedicar às atividades físicas, com certeza o funcional é uma boa. Uma ótima, aliás.

Fiquei um mês sem ir às aulas e retornei na segunda-feira (na terça não conseguia andar direito de dor nas pernas, mas, faz parte). Fiz uns vídeos lá para o snapchat mas eles já sumiram, porque só ficam visíveis por vinte e quatro horas (quem quiser me seguir por lá, é mividamaterna) :)

O que eu aprendi e pude assimilar nesse tempo todo de dietas e exercícios, foi que:

  • só dieta não faz milagres.
  • só exercícios também não, porém, há uma grande melhora no corpo em geral e no bem estar.
  • uma alimentação mais regrada – que não quer dizer nem passar fome, nem passar vontade, mas também não enfiar o pé na jaca todos os dias – aliada a alguma atividade física, é sucesso na certa.

Mas isso tudo a gente já sabia, não é?

O que mais me marcou nesse retorno à prática de atividades físicas, foi me sentir livre por estar de bem comigo mesma – ainda que estivesse acima do peso que gostaria de estar. Nesse verão eu pude saracotear por aí usando minhas saias, vestidos e shorts de bem com a vida, sem medo de ser feliz. A diferença é que estava fazendo uma atividade física e todos estavam mais contentes: eu, minhas coxas, minha bunda, até o dedão do pé. Então, recomendo muitíssimo que você que também sente vontade de praticar alguma coisa, vá lá e faça, finalmente. Pode ser até em casa mesmo.

Eu, quando não consigo ir para o treino, faço mini circuitos em casa (baseados nos que a professora nos passa). Coloco uma música bacana, envolvo Mel e Leo na jogada e faço quinze, vinte minutinhos de atividade física. Eles amam quando fazemos “aula de ginástica”. Se não tenho muito tempo ou disposição, tento fazer alguns Burpees (aqui mostra direitinho como fazer e parece difícil, mas não é!). Às vezes apenas dançamos, o que também já é uma queima de calorias, já significa colocar o corpo em movimento. É pouco, mas de grão em grão, a galinha enche o papo, não é? (não esqueçam de fazer um aquecimento antes de praticar qualquer atividade física, viu?)

O que eu queria dizer para vocês com esse post, é que tudo fica melhor quando consigo me exercitar. Nem que seja uma vez por semana, nem que seja em casa, com as crianças bagunçando junto. Faz muita diferença para o meu pique, para o meu sono, para a minha auto estima – sentir que estamos cuidando de nós mesmos traz felicidade também. Por isso vale a pena tentar. Eu sei que dá preguiça, eu sei que temos muitas outras coisas para fazer. Mas sempre teremos – preguiça e coisas para fazer – não é mesmo?

E vocês? Gostam de alguma atividade física em especial?

Daqui um mês eu volto para vermos os resultados.

ouvi dizer que essa é a melhor posição pra tirar foto, hahahaha. ó o braço gordinho.

24 comentários no blog

  1. Camila em

    Eu juro que volto pro treino. Mas o horário está me matando. Não consigo dar conta do trabalho e das aulas :(

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    1. Michelle Amorim respondeu Camila em

      Estamos te esperando! Mas olha, é o que eu disse ali no final do texto: “Eu sei que dá preguiça, eu sei que temos muitas outras coisas para fazer. Mas sempre teremos – preguiça e coisas para fazer – não é mesmo?”

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      1. Luiza respondeu Michelle Amorim em

        Interessantes apontamentos…sempre teremos alguma coisa pra fazer, maaaasssss…as vezes está coisa é pra garantir comida dentro de casa.
        Tem gente que reclama de barriga cheia, só acho.

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        1. Michelle Amorim respondeu Luiza em

          Oi Luiza. É uma pena que você tenha interpretado dessa forma e mais ainda que tenha entendido que houve algum tipo de reclamação no post, sendo que não teve (poderia ter, claro, afinal, temos nosso direito de expressão garantido, por hora).

          O que eu quis dizer no texto – e que está aliás bem explicadinho ali, se você ler sem pedras na mão – é que quando pudermos optar por fazer uma coisa que POSSA ser adiada em prol de nos exercitarmos de alguma forma (em casa, com os filhos junto, passeando com o cachorro, enfim) deveríamos fazer isso, porque só nos faz bem.

          Graças a Deus nós temos o direito à escolha, na maioria das vezes, não é? Nós podemos usar nosso precioso tempo para trabalhar e garantir a comida na mesa, como você disse, ou quem sabe para ler e comentar num blog de alguém que não gostamos. Ou fazer um polichinelo, quem sabe.

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  2. Ana Eliza Martelli Ferreira em

    Primeiro quero só dizer Mi, que você está ótima! Você briga com suas curvas e eu com a falta delas! kkkkkk Queria ter muita abundância entende…. Também estou me exercitando visando minha saúde, acho que o resto é bônus! Bjs e adoro seus textos!

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    1. Michelle Amorim respondeu Ana Eliza Martelli Ferreira em

      Oi Ana! Ah, obrigada! Acho que é assim com corpo, cabelo, tudo, né? O ser humano é complexo, haha

      Bjão

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  3. Marina em

    Estou na mesma!!! E pelo jeito temos o mesmo biotipo, tenho 1,63 e bastante curvas, mas nunca me chateei com as curvas, na verdade sempre gostei das minhas pernas grossas. Mas agora estou um pouco acima do peso, querendo perder uns 3 quilos, braços também incomodando. Estou tentando achar um exercício físico para encaixar na minha rotina: fiz aula de tecido (dança aérea ou tecido acrobático) por quase 1 ano e foi ótimo, mas não estou mais conseguindo encaixar nos meus horário. Fiz uma aula de treino funcional, mas acho que não foi num lugar muito bacana, ainda estou procurando outro lugar. Seguirei acompanhando tua evolução me inspirando!! Beijos

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Marina em

      Eu não chego a me chatear com as curvas, sabe? Mas sim com as curvas não trabalhadas, hahahaha. As coxas mais grossas na verdade não incomodam, é mais uma implicância com minhas panturrilhas mesmo :/

      Tente fazer uma aula experimental em outro local então! Eu estou amando e fico triste quando não consigo ir.

      Bjo

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  4. Brenda em

    Amei o post! To quase desistindo da musculação e indo pro Pilates ou funcional. funcional me ajudou com a ansiedade!

    Depois se puder, faça um relato sobre sua crise de ansiedade. Sofro mto com isso e seria legal ver alguém falar sobre.

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    1. Michelle Amorim respondeu Brenda em

      Oi Brenda!

      O funcional está sendo ótimo para mim. Quando a gente não tem muito tempo nem disposição para mais horas de atividade física, ter algo que trabalhe todo o corpo ajuda muito!

      Sobre a ansiedade, tem um post recente que fiz, não sei se você chegou a ver: http://www.vidamaterna.com/sobre-aquela-nuvem-que-nunca-vai-embora/

      Bjo

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  5. Mariana em

    Nossa, me vi muuuuito nesse teu texto!
    Fiz 5 meses de academia num passado distante, o suficiente para acabar com meu saco para academia por todos os séculos dos séculos. De resto, nada prende meu interesse por mais do que um par de meses, e o tempo, ah, o tempo. Esse sempre é curto!
    Me sentia bem quando corria (apesar de não ser aqueeela corredora) e gostaria de retomar, mas por enquanto a única alternativa que vejo é levantar meia hora mais cedo (ou seja, às 5 e meia, quando ainda é noite no inverno curitibano) e sair para uma corridinha. Hummm… sei não… pouco viável.
    Bjos!

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    1. Michelle Amorim respondeu Mariana em

      Oi Mariana!

      Eu só consegui fazer alguma atividade física depois que Leo começou na escolinha de tarde, em setembro/outubro do ano passado. Aí parei nas férias… e estou retornando aos poucos. Mas vale a pena, sabe?

      Bjo

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  6. Juliana em

    ahhhh o corpo depois da gravidez.. cof cof.
    complica né? mas pra mim a idade que é o pior. maldito metabolismo.
    e os fios de cabelo branco? e o braço bisnaga? Eu nao fazia ideia do que era isso.. santo deus. a magrela que usava 2 calças pra disfarçar as pernas de vassoura agora sofrendo com braço molenga. >.<
    Eu amo atividade física.. e pra mim foi bem dificil ficar sem se exercitar depois que o Leo nasceu.. mas a gente se readapta né? hoje em dia to aprendendo a gostar de mim..sinto meu corpo diferente, mas nao o odeio. acho que aprendi a dar valor a outras coisas mesmo. sem tanta neura.
    tenho comigo que a idade chegando é uma m*rda.. mas pelo menos ficamos mais sábias e menos exigentes. e com mais dor nas costas, diga-se de passagem :P

    Bjos

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    1. Michelle Amorim respondeu Juliana em

      Oi Ju! Ah, o braço bisnaga é terrível!!! Mas, como você disse, a experiência e os anos a mais também trazem sabedoria (e felicidade!).

      Bjo

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  7. Mariane Calderan em

    Vc está ótima, sério! Fiz um ano de treino funcional, eu amava…tive que parar mas a dor mas costas é diária… tenho que voltar. Bjs

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Mariane Calderan em

      Obrigada, Mariane! Eu estou sem ir de novo, cheia de coisas pra fazer e sem conseguir priorizar a atividade física :(

      Bjoo

      Responder
  8. Camilla em

    Ai ai o corpo pós gravidez…. No meu caso a genética ajudou… mas quase 36 anos (JM nasceu quando eu tinha 34)… e eu diria que minha maior reclamaçao seria flacidez abdominal… Nao que eu tivesse um tanquinho (longe disso!!) mas rola uma pacinha marota… mesmo as calças 36 ficando um pouco grandes…
    Mas já desencanei de fazer atividade fisica… No meu ritmo atual de vida nao consigo (e confesso que nao gosto nada!) mas tenho a vantagem do meu trabalho ser bemmm fisico (sou fisioterapeuta!).
    Quem sabe um dia eu resolva fazer alguma coisa… tipo ir correndo até a praia tomar uma cervejinha a beira-mar!!! hahaha (ok ok… nao sou a que mais insentive atividade fisica…). Mas acho super bacana vc ter se animado… e ir atras do que é importante para vc!! :)

    Beijoca

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Camilla em

      Oi Camilla! Mas você de alguma forma então está sempre se exercitando! Aqui rola muita digitação, mas isso só exercita os dedos!!! hahaha

      Bjo querida

      Responder
  9. Marina em

    Tenho uma filha de 6 meses e a solução que encontrei foi HIIT – High Intensity Interval Training. Faço os exercícios da Lucy Wyndham-Read (https://www.youtube.com/user/LWRFitnessChannel). Ela é a personal trainer da Anna Saccone e o corpo dela ficou lindo em pouco tempo fazendo esses exercícios.

    A filosofia é simples e linda: treinos rápidos que usam o peso do próprio corpo e que você pode fazer em casa. É perfeito. Consigo encaixar na minha rotina durante as sonecas da minha filha.

    O melhor é que você pode adaptar os treinos de acordo com seu nível físico e tempo disponível. Ela passa treinos de 5 min que trabalham o corpo todo, e você pode repetir 2 ou 3 vezes. Parece fácil, mas não é. Depois de 7 min de exercício me sinto como quando corria 30+min na esteira.

    Por ser tão rápido e eficiente é muito estimulante. Fica a dica!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Marina em

      Obrigada pela dica, Marina! Já ouvi falar e fiquei curiosa. Quero experimentar :)

      Bjo

      Responder
  10. Wal em

    Oi Michele!! Tenho uma experiência bem parecida com a sua. Também tenho um histórico de entrar na academia e sair alguns meses depois super-desmotivada. Quando minha filha de 04 anos nasceu aí é que não fiz mais nenhuma atividade física mesmo! Trabalhando fora e cuidando de uma criança pequena, ficou difícil. Aí no ano passado comecei a fazer zumba para perder 07 quilinhos que ganhei após a gravidez. Realmente a zumba não trabalha muito o ganho de massa magra e não muda muito o corpo, mas além de divertido e de melhorar muito minha ansiedade, me ajudou com a perda de peso. Perdi 06 dos 07 quilos a mais. Me alimentei melhor nesse período também, mas sem sofrimento e dieta restritiva. Como a flacidez continuava e continua me acompanhando mesmo após a perda de peso, voltei para a musculação, mas como não me dá tanta satisfação, gostei da dica do funcional e vou experimentar. Também não quero ser nenhuma musa fitness, apenas me sentir melhor, mais saudável e de bem comigo mesma. O tempo ainda é uma barreira. Preciso acordar super cedo para conseguir “malhar” e dar conta de trabalho, crianças, etc. , mas resolvi que vale a pena me esforçar um pouquinho mais para atingir o objetivo que quero e me dar esse tempinho também, né? Bjocas.

    Responder
  11. Michelle C. M. em

    Oi, Michelle! Há algum tempo acompanho suas publicações por aqui, e…. nossa! Temos bastante em comum (inclusive estatura e curvas haha)
    Meu filho tem 1 ano e 2 meses… Perdi os 13kg ganhos na gestação mais uns 4 por não ter tempo pra me alimentar adequadamente… Ainda pretendo perder 7kg! O que realmente me aborreceu no “corpo pós maternidade” foi a cintura, que antes era o ponto forte do corpinho violão, nunca voltou ao normal… Barriga também não tinha o que reclamar e agora.. :( Una-se a tudo isso, o bundão – agora flácido. Ohh céus.. kkkk
    Obrigada por compartilhar tantas experiências! É bom passar aqui e perceber que as situações são comuns à maternidade e que, por mais que as vezes pareçamos fracassar, à nossa maneira, fazemos sempre o possível para sermos a melhor mãe/esposa/profissional/mulher…

    Beijos

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  12. Aline em

    Para quem acabou de ter filho você está super bem! Parabéns , e obrigada pelas dicas

    Responder
  13. Andreia em

    Nossa! Muito Obrigada! Era o que eu realmente queria saber!

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