04 dez 2012

Sobre a minha escolha pelo parto normal e seus benefícios

Antes de começar a contar pra vocês um pouquinho do porquê da minha escolha, queria deixar algumas premissas aqui:

1. Hoje em dia são muitas as definições de parto: natural, vaginal, humanizado e por aí vai. Eu não gosto muito do termo “normal” porque parece que os outros então seriam “anormais” (?). Acho que o termo “parto vaginal” seria mais acertado. Mas, para a maioria das pessoas, as duas classificações sobre nascimento que costumam ser mais utilizadas ainda são parto normal e cesárea. Por esse motivo, falarei “parto normal” nesse post.

2. Eu não tento convencer ninguém a ter um parto normal. Eu conto a minha experiência e espero com ela, inspirar outras pessoas a tentarem o parto normal, a perderem o medo. Ajudar a desmitificar algumas coisas.

3. Eu respeito (e falo aqui de respeito como ser humano, respeito ao próximo) quem escolhe fazer uma cesárea, porque afinal, cada pessoa tem o direito de fazer suas próprias escolhas. Cada um sabe dos seus medos, dos seus anseios. Cada um sabe da sua vida. Eu respeito, porém não entendo, não compreendo essa escolha (pela cesárea eletiva, no caso).

Para começar, vamos voltar um pouquinho no tempo.

1981 – Minha mãe, com 24 anos, grávida da pessoa que vos escreve. A maternidade escolhida pelos meus pais (a mesma em que anos depois viria a nascer a minha filha) era muito conservadora: parto normal era o habitual e não o contrário como é hoje em dia. Cesárea era coisa cara, coisa de rico. Naquele tempo meus pais não tinham plano de saúde. Caso uma cesárea fosse necessária tinha-se que pagar o olho da cara por isso. O trabalho de parto da minha mãe durou mais de 20 horas. Não se sabe porque, eu desencaixei e tive que ser retirada a forceps e às pressas.

1988 – Minha mãe, com trinta e poucos, grávida do meu irmão. Ela pediu uma cesárea. Achou que seria melhor depois do trauma que viveu no meu parto. Aconteceu que durante a cirurgia ela se sentiu muito mal, a recuperação foi terrível e hoje, se você encontrá-la e perguntar o que ela escolheria, caso fosse hipoteticamente ter um outro filho, ela seria categórica em afirmar: parto normal.

E eu cresci ouvindo essas histórias. Engraçado que durante a minha gestação, quando eu dizia que queria parto normal, as pessoas se chocavam, como se fosse algo muito fora do comum. E infelizmente hoje em dia é assim. O normal é fazer cesárea.

As pessoas tem uma imagem equivocada do parto normal. Aquela dos filmes e novelas em que a mãe morre (ou quase morre) ao dar a luz. Só que os tempos são outros gente. (claro que isso pode acontecer, mas é muito difícil que aconteça com uma gestante saudável que conta com uma boa equipe médica/hospital/maternidade).

Desde que me lembro, eu nunca pensei, nunca cogitei a ideia de ter um bebê por meio de uma cesárea, por meio de uma intervenção cirúrgica. O parto normal (vaginal) sempre foi algo muito instintivo e natural pra mim. Ele nunca me assustou. A palavra parir pra mim era simples e literal: o bebê sair por entre as minhas pernas. Isso sempre me foi muito claro. E olha que eu não lia sobre maternidade, sabia bulhufas sobre os benefícios do parto normal. Era apenas uma coisa que eu carregava comigo.

Eu não sabia se eu ia conseguir, mas sabia que eu queria tentar. Minha mãe sempre me falava que a dor do parto era a pior dor do mundo e eu fui assimilando isso a minha vida toda. Essa dor, ainda que apenas imaginável até aquele momento, não me causava medo. Pelo contrário. Eu queria vencê-la, no mínimo eu queria enfrentá-la, vivenciá-la.

O que me causava pânico porém, era a tal da cesariana. Era imaginar escolher um dia aleatório para me cortarem a barriga e de lá tirarem o meu bebê. Me parecia (e é) invasivo, agressivo, abrupto demais. Não era o certo, especialmente com o bebê. Chorei algumas vezes no final da gestação por medo de acabar precisando de uma cesárea. Porque sim, algumas pessoas não escolhem, mas precisam (por real indicação médica).

Meu obstetra fazia e faz muito (muito) mais cesáreas do que partos normais, mas eu cheguei em seu consultório muito firme na minha decisão. Em todas as consultas eu frisava, tipo um disco arranhado, que iria ter parto normal (eu não dizia que queria ter, dizia que teria – tamanha a minha convicção). Ele, com uma expressão cautelosa, me dizia que SE tudo continuasse correndo como o esperado, eu teria parto normal sem problemas.

Hoje, analisando os acontecimentos passados, eu acho que caso eu tivesse qualquer ocorrência dessas clássicas que os obstetras usam de desculpa para marcar uma cesárea, ele teria tentado me convencer de que seria o melhor a fazer. Ele mesmo me disse que se eu tivesse chegado na maternidade antes (cheguei com dilatação total) e ele constatasse o líquido esverdeado da bolsa (mecônio) ele teria feito uma cesárea. Isso paira sobre a minha cabeça até hoje. Que se eu não tivesse aguentado a barra em casa, talvez a história do nascimento da Mel tivesse sido outra.

Alguns meses depois ele me contou que na minha época, tinha três pacientes que queriam parto normal. Mas apenas eu tive. As outras duas desistiram.

Aliás, uma coisa que eu aprendi sobre os obstetras: a maioria não quer assumir riscos, não quer adentrar o terreno desconhecido. Pra que encarar horas de trabalho de parto e surpresas pelo caminho se ele pode fazer uma cirurgia quase que no piloto automático, com durabilidade prevista e data agendada? É muito cômodo.

Lembro que a primeira obstetra que eu consultei, com 6 semanas de gestação, era uma clássica cesarista. Eu disse logo de cara (isso era comum em to-das as consultas que eu ia) que queria o parto normal. Ela, hesitante, disse: “ah querida, hoje em dia a cesárea tem uma recuperação maravilhosa! ontem mesmo fiz uma em que duas horas depois a mãe estava sentada em posição de índio na cama!”. Pronto. Ela assinou o termo cesarista. Ah, e ela tinha ultrasom no consultório! Reza a lenda que esse é outro fator que identifica cesaristas.

O segundo médico que consultei era um super mega apoiador do parto normal e mais ainda, do parto natural. Mas acabei não optando por ele, por dois motivos: ele tinha muitas, muitas pacientes. Eu tinha medo de ficar na mão na hora H e acabar sendo atendida por um estranho. E ele “exigia” a contratação de uma doula e cobrava mil reais a parte do que o plano de saúde cobria. Como eu já iria pagar a diferença de acomodação na maternidade, não queria arcar com mais essa despesa. Mas também, acho que não caí de amores por ele não.

O terceiro era bem old school, na idade e na forma de ver o parto. Só que ele quis me impor o local onde eu teria o meu bebê. Obstetras que dizem “EU atendo na maternidade X e Y só” querem te impor uma coisa que não tem cabimento. Ele é médico, pode se credenciar, afiliar, cadastrar em QUALQUER maternidade ou hospital. Isso nada mais é do que dizer “eu gosto mais de atender nessas maternidade, logo, sou eu quem escolhe onde seu filho irá nascer”. Nananinanão doutor.

O quarto, meu atual obstetra e quem me acompanhou na gestação e no parto, me despertou uma confiança que os outros três não tinham despertado. Uma calma, uma serenidade, não sei explicar. Eu sentia que ali estava um cara que sabia o que estava fazendo e do que estava falando. E o principal: que ele iria respeitar a minha opinião, embora aquela não fosse sua prática mais comum.

Outro ponto importante foi que ele respeitou a minha opção de maternidade. Me disse onde ele costumava fazer os partos e cesáreas, contou que gostava de lá por X e Y motivos, mas que se eu quisesse ter meu bebê em outro lugar, não teria problema algum. Que era só ele fazer o cadastro. Ponto pra ele, porque afinal, é assim que tem que ser.

Eu escolhi um médico que fazia poucos partos normais e mesmo assim tive um. Ou seja, a escolha do obstetra não é a única determinante de se ter um parto normal. O que determina mesmo é a sua vontade de ter e estar em condições de ter.

Com 38 semanas, eu não segurava mais a ansiedade. Dr Hugo sempre me dizia que a gestação eram 40 semanas e mais duas de brinde (se tudo estivesse bem com o bebê). Que eu realmente só poderia esperar.

Com 39 semanas, nada do bebê descer, nada de encaixe. Com 39 semanas e 3 dias, idem. Liguei pra minha mãe, chorei, disse que não queria uma cesárea.

Com 39 semanas e 5 dias, encaixe, colo do útero afinado e dilatação de 2cm. Veja que em apenas dois dias tudo mudou.

Muitas de vocês já leram meu relato de parto. Para quem não leu, ele está aqui.

Sobre os mitos: não, ter parto normal não me fez ficar com os quadris maiores, nem com a vagina “mais larga” ou flácida (pelo contrário), nem aumentou meu grau de miopia.

Acredito que a maioria das mulheres já conheça todos benefícios de um parto normal. Eles são amplamente divulgados a fim de encorajar esse tipo de nascimento. Mas não custa reforçar alguns deles:

clique para ampliar

 

Meu conselho é: se informe, converse, troque figurinhas, leia relatos, procure bons profissionais e maternidades/hospitais e o mais importante: não deixe de tentar um parto normal apenas por medo da dor (você pode receber analgesia, se preferir). Na cesárea também há dor na recuperação, desconforto durante o operatório e por aí vai.

Todo tipo de nascimento deixa marcas. Na pele, no coração, na alma.

Dor nós enfrentamos a vida toda, todos os dias. Amor e dor andam lado a lado, em todos os aspectos da nossa vida.

A dor é sim imensa, mas suportável. Naquela hora você não é mais você. Você é a fêmea, o bicho, a leoa. É inexplicável.

Essa dor, a dor do parto, é diferente. É uma dor que traz algo novo, que traz a maior felicidade que você já havia tido até aquele momento.

Ela vale cada lágrima, cada gemido, cada grito, cada xingamento. Vale uma vida.

Esclarecimento – acredito que quem lê todos os posts que escrevo tenha entendido a mensagem deste, mas não custa dizer que:

O intuito do meu post foi apenas compartilhar o porquê da minha escolha e claro, quem sabe inspirar outras gestantes, por todos os benefícios que o parto normal tem. Eu, claro, defendo aquilo que acredito.

Porém em nenhum momento eu disse ou quis dizer que quem tem um parto vaginal é mais mãe. Pra mim, o que define uma mulher como “mais mãe” é a maternidade em si, e não como ela trouxe seu filho ao mundo.

Por isso fiz questão de dizer lá no início do post que respeito o direito de escolha das pessoas, mesmo não compreendendo.

O intuito desse post foi narrar o meu ponto de vista do parto, do nascimento. Não da maternidade. E espero que vocês tenham entendido isso.

Essa história de mais mãe ou menos mãe é exatamente como a Mari do Pequeno Guia disse um dia: mais mãe é quem MATERNA mais. Quem pratica mais a maternagem (SE fosse um ranking!)E é isso aí.

66 comentários no blog

  1. MARIANA em

    vou ter normal

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  2. Ana Luiza M G L Masi em

    AMEIIII o texto!!!
    Tive uma cesárea na minha primeira filha, e agora com outro médico, ele me encorajou a tentar o normal.
    A vontade só cresce… pelos benefícios, pra ficar menos tempo internada e longe da mais velha (2 anos), pra pegar ela no colo sem medo… Não quero criar muita expectativa pq sei que é uma caixinha de surpresas, mas fico ainda mais determinada quando alguém fala: “Desencana disso, depois de cesárea não dá….” affffff

    bom, saberemos como será no máximo em 43 dias! \o/

    Bjossssss

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Ana Luiza M G L Masi em

      Oi Ana! Que bom que você gostou :)

      Você já chegou a ler o relato (divertidíssimo) da Roberta, do http://piscardeolhos.net/ ? Ela teve um parto normal depois de uma cesárea. É possível e muito possível SIM. Não deixe que te desanimem!

      Bjo e super boa sorte pra vocês

      Responder
  3. Luciana em

    Meu parto foi normal, rápido e tranquilo. Não troco por nada nesse mundo. A recuperação não chega a ser imediata, porque os pontos incomodam por um tempo, mas é muito rápida. Não é preciso ter medo da dor, ela passa… O verdadeiro desafio vem depois, com os cuidados com o bebê. Isso sim deveria ser motivo para mais conversas, fóruns, etc. Ninguém nos prepara para a dureza que é, para os sentimentos complexos que nos rodeiam… Amor, alegria, sono, raiva, frustração, culpa… Nada se equipara a esse momento. Portanto, mulheres, não se apeguem a um momento apenas, que é o parto. Se preparem tambem para o que vem depois… Aí é que vocês vão descobrir a força que vocês tem…

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    1. Gabi respondeu Luciana em

      Luciana, vc sabia que a episiotomia de rotina (corte na vagina) não é recomendada pela OMS? Muitas mulheres pensam que os pontos são pré-requisito para o parto normal, mas isso não é verdade! Confira: http://www.mulheres.org.br/fiqueamigadela/episiotomia.html

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  4. Renata em

    Amei o seu texto! Quanto sentimento sem extremismos!
    Estou gestante com 31 semanas. Assim como você relatou, o parto vaginal para mim sempre foi muito natural. Talvez pelas experiências de minha mãe, que teve os quatro filhos assim e sempre conta as suas histórias de parto com muita alegria.
    Embora ainda não saiba o que é a dor do parto, também não me assusto com ela. Tenho certeza que Deus não permitiria uma dor maior do que a gente pode suportar justamente no momento do nascimento.
    Mas quando penso ou vejo fotos de cesáreas… aí sim é um frio na barriga sem tamanho!
    Sei que a cesárea quando é realmente necessária salva vidas e é muito bem-vinda. Mas a eletiva?!
    Também tenho dificuldade em compreender essa escolha, ainda mais quando escuto as justificativas das futuras mamães. Na grande maioria das vezes, concluo que falta informação, mas nem todas estão dispostas a se informar.
    Quero que a minha filha nasça no dia e na hora dela, não no dia que eu ou o médico escolhermos! E não estou nem um pouco preocupada se a previsão é que ela chegue no carnaval! Vamos amar viver essa “folia” na maternidade!
    Parabéns pelo blog!

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    1. Michelle Amorim respondeu Renata em

      Obrigada Renata! :)

      O que eu menos compreendo é quando leio algo como “escolhi a cesárea por ser melhor pro meu bebê”. Oi? Como assim?

      As pessoas pensam que o bebê sofre durante o trabalho de parto e o nascimento em si, mas é comprovado que isso funciona como uma preparação para essa nova vida que se inicia. Afinal, eles estão lá, no escurinho, ambiente aquático, coração da mãe fazendo o som ambiente. E olha o que vão encontrar aqui fora?! É muita mudança.

      Bjo e super boa sorte (e boa hora!) pra você

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  5. Ana Laura em

    Gostei muito do seu texto! Já li seu relato de parto quando estava gravida e optei pela mesma maternidade pois ouvi só coisas boas de lá.
    Sempre quis o parto normal, minha mãe teve normal nas três gestações então isso para mim nem era uma opção, era o normal rs
    Chegou meu dia, a bolsa rompeu de madrugada e lá fui eu para a maternidade. Cheguei em dilatação, internei e fiquei aguardando meu Obstetra. Fiquei sete horas em trabalho de parto sem nenhuma dilatação, zero contrações e muita perda de liquido. Nesta hora chamei o médico e autorizei a cesaria. Acho que tive medo de acontecer alguma coisa com meu bebe que já estava quietinho e sem líquidos.
    Não me arrependo: Lucas nasceu lindo, saudável, mamou no peito logo que chegou e até agora, com oito meses, nunca teve resfriado, febre, coriza ou qualquer outra dificuldade.
    Ele é uma benção em minha vida! E a cirurgia não diminuiu essa sensação.
    Mas no meu próximo bebe vou tentar o normal novamente, e espero que desta vez meu corpo trabalhe mais rsrs

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    1. Michelle Amorim respondeu Ana Laura em

      Oi Ana!

      Ah, que legal saber que te inspirei a tentar!

      O que importa é que você esteja ciente da sua decisão, que não deixe de fazer uma opção apenas por medo. Mas como eu disse, cada pessoa sabe e escolhe o melhor para si. Os filhos serão filhos e mães serão mães, com parto ou cesárea ;-)

      Bjo

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  6. Flávia em

    Adorei seu post! acho super importante o incentivo ao parto normal…eu quero fazer normal tb pois minha mae teve eu e meu irmão naturalmente e ela sempre me incentivou expondo os beneficios…
    parto normal é o normal….bjos

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    1. Michelle Amorim respondeu Flávia em

      Oi Flávia!

      Com esse post eu quis apenas compartilhar o meu ponto de vista e experiência com o parto normal. Não quero converter as pessoas, rs, apenas contribuir para um esclarecimento acerca do parto :)

      E que bom que vc tem vontade de tentar!

      Bjo

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      1. Gabi respondeu Michelle Amorim em

        Mi, é claro que este post é um incentivo e isso é muito bacana. Quando estava grávida do João, li seu relato e isso foi muito inspirador!!! Vc me ajudou a decidir a passar o máximo de tempo possível em casa (apenas optei pela companhia de uma doula e uma enfermeira obstetra). Este tipo de texto é um serviço de utilidade pública!

        Responder
  7. Pamela em

    Oi Michele!
    Adorei o seu post! muita sorte sua ter conseguido um parto vaginal com um cesarista… tem um grupo no facebook chamado parto natural que incentiva e tira duvida das mulheres do brasil todo. durante a minha gestação o grupo me ajudou muito. e consegui o meu parto natural, sem nenhuma intervenção numa maternidade do SUS no RJ em julho por causa do grupo. se quiser entrar no grupo pra se informar e numa próxima gestação ter um parto o mais natural possivel (sem intervenções, anestesia, episio e etc) só me falar que peço sua solicitação lá! ;) beijos

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Pamela em

      Oi Pamela, tudo bem?

      Obrigada pela dica. Qual é o grupo? Informação acerca desse tema sempre me interessa :)

      Bjo

      Responder
    2. Pamela respondeu Pamela em

      Oi Michelle, não consegui responder seu comentário… o nome do grupo é “Parto Natural” precisa de indicação, vou deixar seu nome com a moderadora pra ela te aceitar ;)

      Responder
  8. Debora Roncato em

    Parabéns pra vc e pra todas as mulheres que tem coragem!
    Até reli a parte que você fala sobre o instinto pra ter o parto vaginal, porque lembrei que desde a adolesc~encia que sempre disse que nunca teria coragem de fazer parto normal, e isso só se confirmou quando fiquei grávida.
    Tive sorte de ter uma cesárea tranquila, com um profissional maravilhoso que me acompanhou (e que teria feito parto vaginal se fosse minha opção), amamentei na primeira hora de vida, pois aí a leoa entrou em ação e não quis nem saber da dor, queria era a cria no peito, e correu tudo da melhor forma possível. Depois que tudo passou, até repensei, pois minha bolsa rompeu com 39,5 semanas, até comecei a ter contrações, mas logo estava na mesa para fazer a cesárea. Se não fosse o medo, a ansiedade, e a preocupação de não conseguir ou de não ter força para empurrar a bebê…
    Reconheço os benefícios do parto vaginal e admiro dgrandemente as mães que tem a coragem (e a paciência).

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Debora Roncato em

      Oi Debora!

      Muito bacana a forma como você colocou a sua opinião :)

      Eu, em nenhum momento, disse no post que o “parto normal é melhor, escolha ele!”, tipo tentando converter as pessoas, rs. Só compartilhei o meu ponto de vista e a experiência que tive com o nascimento da Mel. Acredito que você tenham entendido.

      O que importa é fazer uma escolha consciente e de acordo com o seu coração, com a sua vida.

      Bjo

      Responder
  9. Mirela em

    Michelle, quando li seu relato de parto, eu estava ensaiando se teria um bb ou não. O fato é que eu já queria normal e o seu relato me encorajou ainda mais. É isso mesmo, a gente quer, tem medo, não sabe se vai dar conta… As pessoas me viam como a louca da paróquia por querer normal. E isso para mim era realização pessoal e mostrar para quem não acreditava em mim, que eu podia sim e não era doida. E eu consegui! Assim que Heitor nasceu, eu chorei. Chorei de emoção ao ouvir o choro dele e chorei pensando: “eu consegui!” Virei atração no hospital, onde no dia seguinte haviam 8 cesáreas agendadas. Todo mundo queria me conhecer pela coragem e ver o bb do “normal”. Cada um sabe de si e das suas limitações, mas eu recomendo muito o normal. E o meu foi induzido, o que dizem que dói mais… Não sei, mas faria tudo novamente. Meu bb tem hoje 38 dias.

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Mirela em

      Oi Mirela!

      Parabéns por essa conquista e o mais importante: por ter feito essa escolha consciente, de coração. Cada um sabe o que é melhor pra si, não é?

      Bjo e muita saúde e alegrias na vida do seu pequeno :)

      Responder
  10. Gabriela em

    Nossa, li esse seu texto e o relato do seu parto e parece que revivi o meu parto. Tenho uma bebe de 4 meses e tive ela em um parto humanizado na água. Foi a melhor escolha, cheguei na maternidade com a bolsa estourada (tb já tinha mecônio) e somente com 2 dedos de dilatação, com a ajuda da doula em 5 horas ela nasceu de cócoras na água. Foi tudo tão no seu tempo que não levei pontos. Foi muito, muito, muito dolorido, mais valeu a pena. Beijos

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Gabriela em

      Oi Gabriela!

      Sabe que eu tenho um certo medo de água? Hahaha, juro!

      Mas que bom que deu tudo certo com vocês! Como eu disse, dor existe em tudo na vida, não é?

      Bjo

      Responder
  11. Maria Carolina em

    Olá,
    Gostaria de esclarecer que não sou defensora nem do parto vaginal nem da cesária e sim sou defensora do direito de escolha.
    Tive duas cesárias, queria muito parto mormal mas, na primeira greavidez minha bolsa rompeu, fui para a maternidade e nem um milímetro de dilatação, tive que fazer uma cesária. Tive uma recuperação ótima, sem problema algum. Na segunda gravidez tive contrações horríveis e depois de 6h30′ tem as malditas contrações resolvi fazer uma cesária. Que fique bem claro que nenhuma das minhas cesárias foram agendadas por mim ou pelo meu obstetra que, por sinal é super a favor do parto normal. Meus bebês resolveram a hora de nascer e tive sinal de parto nas duas gravidezes.
    Só estou fazendo esse relato porque tenho visto ultimamente relatos fervorosos sobre o parto vaginal e humanizado, de como nesses relatos as pessoas diziam que se sentiam fortes, mais mulheres, super mães. Minha gente temos que espeitar as escolhas de todas as mães, ninguém é mais ou menos mãe só porque sentiu dor, só porque teve um parto vaginal. Todas nós somos e seremos super mães independente do tipo de parto que tivemos ou teremos. Mais uma vez afirmo que não sou defensora de nenhum tipo de parto e sim do direito de escolha da mulher. Digo isso porque tenho encontrado mulheres envergonhadas quando dizem que tiveram uma cesária seja ela agendada ou não e isso para mim é inconcebível. Seja qual for o tipo de parto a emoção de termos nossos bebê nos braços é a mesma.
    Beijos

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Maria Carolina em

      Oi Maria Carolina!

      O intuito do meu post foi apenas compartilhar o porquê da minha escolha e claro, quem sabe inspirar outras gestantes, por todos os benefícios que o parto normal tem. Eu, claro, defendo aquilo que acredito.

      Porém em nenhum momento eu disse ou quis dizer que quem tem um parto vaginal é mais mãe. Pra mim, o que define uma mulher como “mais mãe” é a maternidade em si, e não como ela trouxe seu filho ao mundo.

      Por isso fiz questão de dizer lá no início do post que respeito o direito de escolha das pessoas, mesmo não compreendendo.

      O intuito desse post foi narrar o meu ponto de vista do parto, do nascimento. Não da maternidade. Espero que vocês tenham entendido isso.

      Bjo

      Responder
      1. Maria Carolina respondeu Michelle Amorim em

        Olá Michelle,
        Primeiro gostaria de dizer que adoro seu blog, seus posts, acho você linda, sensível e sua Mel uma princesa. Você é minha ÍDOLA.
        Meu comentário foi um desabafo, foi para mostrar o outro ponto de vista pois, já escutei várias vezes que cesária é um absurdo, que é preciso ter todas as dores do parto para sentir intensamente e plenamente o momento mágico que é dar a luz e discordo disso. Concordo com você plenamente é só uma questão de escolha e é isso que não é falado. Que todas nós somos MÃES independentemente do tipo de parto.
        Beijos

        Responder
  12. Alessandra Turola em

    Adorei seu post! Incrível como minha experiência foi muito parecida com a sua. Minha médica não quis deixar minha gravidez passar de 40 semanas (pelo fato de a gravidez apresentar mais riscos depois dessa data, segunda ela) e só topou o parto normal que eu tanto queria com várias “condições”, como encaixe do bebê, peso razoável (um bebê muito grande ela faria cesárea), sem circular de cordão… Acabou que por fim ela marcou minha cesárea para o dia em que eu completava 40 semanas… Acabou que por fim eu entrei em trabalho de parto horas antes da hora marcada para a cesárea e, como você, fiquei aguentando a dor madrugada adentro!! Cheguei na maternidade com a dilatação quase completa e o parto foi super rápido! Agradeço a Deus que as coisas tenham acontecido dessa forma, o parto da minha filha foi maravilhoso e digo mais: nós mulheres fomos “programadas” para isso, é da nossa natureza, não é nada de outro mundo! É realmente uma dor que vale uma vida!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Alessandra Turola em

      Oi Alessandra!

      Que bacana, obrigada por compartilhar a sua experiência com o parto! As coisas acontecem como devem acontecer, não é? :)

      Bjo

      Responder
    2. Gabi respondeu Alessandra Turola em

      Sortuda!

      Responder
  13. Julia em

    Eu não defendo parto “a” ou “b”, defendo o direito de escolha de cada mulher, e acho que isso sim deve ser respeitado, se o filho vai nascer por meio de uma cirurgia ou pelo canal vaginal, é mera formalidade que tem que acontecer pra nova fase começar, apenas isso.
    Sou enfermeira, e mesmo conhecendo os riscos tanto de um como de outro, me decidi pela cesarea, totalmente eletiva, com direito a unha (sem retirar as cúticulas) e cabelo feito no salão antes de ir pra maternidade.
    Eu poderia enumerar um milhão de motivos pra dizer o pq da minha escolha, mas apenas um preenche todas as questões: eu precisava ter segurança e controle de tudo que estava acontecendo.
    Veja bem, meu marido trabalha durante o dia todo, meus pais e minha irmã também, logo, eu passava e passo todos os meus dias sozinha, quem me levaria pro hospital caso eu entrasse em trabalho de parto ou começasse a passar mau no meio do dia? Ninguém!
    Pra ter esse controle todo, pra estar psicologicamente preparada pro nascimento da Yasmin, eu decidi que queria uma cesarea, e assim foi.
    Ao contrário do que muitas pessoas falam, não houve conversinha desnecessaria entre a equipe durante a cirurgia, não fui maltratada em momento nenhum, muito pelo conrário não tenho nada pra falar da Dra. Roseny.
    Minha recuperação foi fantástica, e 3 dias após a cirurgia eu já estava sassaricando pra todo lado, aliás, pra não mentir tive reação à morfina, meu nariz coçava muito, apenas isso.

    Acho importante dar meu depoimento pq hoje em dia formar a frase “cesárea eletiva” é a mesma coisa que falar um palavrão bem feio, é muito mais fácil as pessoas se esconderem atrás de mentirinhas e desculpas do pq não ter tido um parto natural do que assumir que tinha medo sim e preferiu entrar na faca.

    Sabe, eu vejo diversas mães levantando bandeira em prol do parto natural, amamentação até a criança ter 12 anos, cama compartilhada e tudo isso, mas que se esquece de valores pequenos que devem ser passados para o filho, mães que bebem, fumam na frente de seus filhos, mães que não respeitam o tempo de nascimento e já entram de dieta pq se sentem na obrigatoriedade de ficar com a barriga chapada de novo, e nessa o leite seca e a coisa toda desanda.

    Não é pq eu tive uma cesarea, mas pra mim o parto não quer dizer nada, é apenas um meio para um fim, tem muita mãe por aí que bate no peito pra dizer que o filho nasceu de parto natural depois de tantas horas de sofrimento, mas na primeira oportunidade que tem, joga a criança integralmente na escola e só vai ver a pobrezinha no fim do dia, e com o tempo contado, tempo pra dar banho a comida e cama.

    Sei lá, acho que hoje em dia as pessoas são muito extremas, de um fanatismo quase religioso, não importa o tipo de parto, importa a mãe que vc vai ser depois do parto, pq parir é fácil, dificil é passar valores, dar atenção, dizer não quando necessário e tudo mais, mas aí, é assunto pra outra postagem, neh?

    Beijos

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Julia em

      Oi Julia,

      Repetindo o que eu disse pra Maria Carolina ali em cima:

      O intuito do meu post foi apenas compartilhar o porquê da minha escolha e claro, quem sabe inspirar outras gestantes, por todos os benefícios que o parto normal tem. Eu, claro, defendo aquilo que acredito.

      Porém em nenhum momento eu disse ou quis dizer que quem tem um parto vaginal é mais mãe. Pra mim, o que define uma mulher como “mais mãe” é a maternidade em si, e não como ela trouxe seu filho ao mundo.

      Por isso fiz questão de dizer lá no início do post que respeito o direito de escolha das pessoas, mesmo não compreendendo.

      O intuito desse post foi narrar o meu ponto de vista do parto, do nascimento. Não da maternidade. E espero que vocês tenham entendido isso.

      Essa história de mais mãe ou menos mãe é exatamente como a Mari do Pequeno Guia disse um dia: Mais mãe é quem MATERNA mais. Quem pratica mais a maternagem. E é isso aí.

      Agora discordo da forma do nascimento ser mera formalidade. Cesárea, parto normal, tanto faz. É um evento transformador e de uma imensidão sem tamanho. Por isso, deve sim ser bem planejado, de acordo com o que cada mulher sente como sendo o SEU certo.

      Eu não tenho o intuito de catequizar nem de converter ninguém. Só quero compartilhar a minha experiência e o meu ponto de vista, como faço com tudo aqui no blog.

      Bjo

      Responder
  14. Karen em

    Michelle, mais uma vez adorei o tópico… Acho que temos de respeitar as escolhas de cada um, porém sempre bom estar informada! No meu pré natal não tive informações do médico sobre trabalho de parto, toda a preparação que precisei para encara um parto vaginal natural, foi através de amigos e as enfermeira maravilhosas que atendem na Casa de Parto Sapopemba em SP, uma boa dica para um post quando passar aqui por SP, até porque a casa é do SUS (e apesar da simplicidade, atende melhor que todos os hospitais que conheci) e não pode ser divulgada por parte dos funcionários e órgãos legais, apenas por nós blogueiras e mamães antenada! Mais uma vez parabéns!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Karen em

      Oi Karen,

      Que bom que você gostou!

      A ideia era justamente essa: compartilhar aquilo que acredito e a experiência que tive com o PN. Como você disse, as pessoas (médicos) não nos preparam – de livre e espontânea vontade – para o parto normal. Temos que buscar informações sempre. Seja sobre cesárea, seja sobre parto normal ;-)

      Bjo

      Responder
  15. Karla em

    Esses rótulos… Michele, adoro seu blog e o sigo há muito tempo, inclusive li seu relato no outro blog e achei muito emocionante, agora gente, quem opta por cesárea não é sempre alienada, desinformada e influenciável, eu optei pela cesárea totalmente consciente e por nenhum segundo questionei essa decisão depois que meus filhos nasceram, pra mim cesariana é o ideal, assim como o parto normal foi pra vc, não existe motivo pra essa segregação, afinal somos mães, dou minha vida pelo Caio pela Laís pela Clara e pelo Vinícius, assim como eu tenho certeza que vc daria a sua pela Mel, será que a via de parto é no fim das contas tão relevante assim?

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Karla em

      Oi Karla,

      Como eu disse diversas vezes no post e nos comentários, cada pessoa tem direito à escolha. E em nenhum momento eu quis recriminar as pessoas que optaram por uma caminho diferente do que o meu. Como você disse, para você o certo é X, para mim é Y. E ambas as escolhas devem ser respeitadas.

      Com esse post eu só quis compartilhar a minha experiência com o PN e aquilo que eu acredito ;-)

      Mães nascem na mesma hora em que nascem seus filhos, seja por parto normal ou cesárea.

      Bjo

      Responder
      1. Karla respondeu Michelle Amorim em

        Michelle, é só dar uma olhada no desenho que vc colocou no post que dá pra perceber claramente a discriminação contra quem faz cesárea, pintam o PN como se fosse a oitava maravilha do mundo e a cesárea como um bicho de sete cabeças que só trás complicações, pq ñ falam lá que as contrações doem absurdamente e que muito provavelmente será feita uma episiotomia que vai ter pontos tb?
        Ah! E quem disse que os bebes que nascem por meio de uma cesariana ñ mamam rápido? Os meus mamaram minutos depois de nascidos, e tb ñ tiveram desconforto respiratório, nem tive infecção hospitalar, voltei a dirigir 10 dias depois, não tive nenhuma reação inesperada da anestesia, pra mim foi tudo ótimo.
        Por favor, não leve isso pro lado pessoal, não tenho absolutamente nada contra vc, é que, como tudo na maternidade, não existe uma fórmula pronta que pode ser resumida em um desenho.
        Como já disse acima li o seu relato no outro blog e achei muito emocionante, vc estava muito preparada pra passar por tudo aquilo e o final foi recompensador, pq foi oque vc escolheu viver, vc quis e ninguém decidiu nada por vc. Assim como eu não acho justo a OMS decidir oque é ideal pra mim e pros meus filhos.
        Bjos

        Responder
        1. Michelle Amorim respondeu Karla em

          Karla, peço desculpas se o desenho causou a impressão de discriminação. Não foi a minha intenção ao escolher.

          Responder
  16. Ana Carolina em

    Michele: muito bom o seu texto.
    Também escolhi o dr. Hugo pelo respeito que ele demonstra pela gestante, acho que isso é fundamental. É perfeita a sua definição de que desperta “calma” e “serenidade”, que ele “sabia o que estava fazendo e do que estava falando”.
    Minha gestação foi muito tranquila, tudo correndo bem, eu esperava um PN, mas não via problemas em ter uma cesárea se fosse necessário (como foi), desde que não fosse agendada (acho ruim para o bb). No fim das contas acho que a preparação da cabeça da mãe é tão importante quanto o preparo físico.
    Passei um dia em TP, umas 12 horas com contrações mega dolorosas (das que amigas que tiveram domiciliar disseram que só duraram duas horas), e seguiria aguentando a dor por mais um bom tempo (inspirada inclusive no seu relato), mas na segunda ida à maternidade foi constatada arritimia do filhote e eu só tinha 2 de dilatação – nem com fórceps daria para desenrolar o cordão naquelas condições, então lá fui eu pra faca (filhote aspirou bastante mecônio e mesmo assim teve apgar 9/10). Como contou a primeira obstetra que você visitou, correu tudo bem, mas mesmo assim, se eu quisesse engravidar novamente, outra vez tentaria PN.
    Parabéns pelo seu relato! O do parto já tinha sido inspirador, mas esse mostra-se muito sincero, sem apedrejar ninguém. Dá gosto de ler. :)

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Ana Carolina em

      Oi Ana Carolina!

      Muito obrigada pelo carinho! Fico feliz que vocês tenham entendido a essência desse post, que realmente não tinha nenhum intuito de catequizar ou recriminar quem fez escolhas ou teve que trilhar caminhos diferentes :)

      Bjo grande

      Responder
  17. Jéssica Jardim em

    Que lindo, fiquei emocionada!
    Posso dizer que morro de medo do parto natural, mas nunca pensei numa cesárea, acho que só quem deve marcar o dia e a hora do nascimento de um bebê é Deus…Acredito que dessa forma, nos tornamos mais fortes e preparadas para enfrentar outros obstáculos, não desmerecendo as mamães que escolheram a cesárea, mas fomos criadas com essa capacidade, podemos ter a certeza que é tudo por uma boa causa e depois da dor, teremos a maior alegria em nossos braços…
    Mi, mais uma vez, obrigada, não existe uma só vez que esse blog não me estimule, me sinto cada dia mais preparada para essa jornada, estou planejando meu baby e logo mais estarei aqui partilhando das mesmas experiências.

    Beijos

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Jéssica Jardim em

      Oi Jéssica,

      Partilho da mesma opinião que você: que nascemos para isso, que somos capazes sim. Mas no final, é sempre uma escolha bem pessoal de cada uma.

      Obrigada pelo carinho e espero continuar correspondendo da melhor forma possível :)

      Bjo

      Responder
  18. Bel Frazão em

    Olá querida! Adoro seus posts. Desde que cheguei ao blog, tenho lido todos os dias e adoro quando fala das suas escolhas em relação ao parto. Estou na reta final da minha gestação(39 sem)e mesmo não conseguindo nem pensar em cesariana, talvez acabe sendo, tanto pelas dores constantes nas últimas semanas, quanto pela minha idade, 42 anos. Fico triste ao pensar que aquilo que me parecia o realmente “natural”, não é visto bem assim, pela maioria dos obstetras! Mas, ainda estou torcendo para que as coisas se resolvam nos próximos dias! Bjs e obrigada!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Bel Frazão em

      Oi Bel, tudo bem?

      E o baby? Alguma novidade?

      Espero que tudo aconteça da melhor maneira possível para vocês e que ele venha com muita muita saúde :)

      Bjo e obrigada pelo carinho

      Responder
  19. Larissa Galindo em

    Oi Michele, tudo bem?
    Acho que você não sabe, mas eu descobri o Vida Materna através do seu relato de parto no Rocking Diapers. Nos primeiros meses de gravidez eu passei dias/horas pesquisando, lendo e relendo relatos de partos e assim cheguei nos seus blogs!
    Fiquei impressionada com a sua capacidade de chegar aos 10cm de dilitação em casa, sem analgesia, sem doula, sozinha!

    A sua força de vontade e de outras mães que passaram pelo parto vaginal me incentivavam a tentar também!
    Muitas pessoas não concordavam, não aceitavam e chegavam a criticar a minha decisão!

    Mas eu estava decidida e a minha GO me dava total apoio! E inclusive me incentivava a tentar.
    Lembro que logo na primeira consulta ela foi taxativa: ” – Você tem 21 anos, é saudável e essa é a sua primeira gravidez! Nós não temos motivos para não fazer um parto normal. A não ser, claro, que aconteça alguma necessidade!”

    E durante 08 meses eu pesquisava tudo o que pudesse sobre partos, lia depoimentos e relatos, e respondia mal humorada as pessoas que tentanvam mudar a minha decisão.

    Lembro que na consulta do dia 15 de maio e eu a GO combinamos que a partir daquele dia, eu teria que ir toda terça-feira no consultório para ela ter controle de como eu e o Danilo estavamos.

    No dia 22 de maio, a terça-feira seguinte, eu completei 38 semanas de gestação.
    Lembro que naquele dia eu sentia uma vontade incontrolável de fazer xixi, era fora do normal, cheguei a marca de 07 idas ao banheiro em 40 minutos.
    Quando entrei no consultório cheguei a brincar com a médica que Danilo estava em cima da minha bexiga, kkk.
    No ínicio da consulta combinamos em caso de uma emergência quais hospitais eu teria que ir e como deveria proceder! Na hora que ela foi me examinar, tomou um susto! Eu vi a apreensão nos olhos dela. A minha barriga tinha diminuído 2 cm e uma ultrassonografia de emergência deu o veredito: a minha bolsa tinha se rompido, há algum tempo e o parto teria que acontecer naquele dia! (Foi nesse instante que descobri que as idas ao banheiro não eram para eliminar urina, e sim, o líquido ammiótico. Mas como o Danilo estava bem baixo, a cabecinha dele serviu como uma espécie de tampão!)

    Tive que ir as pressas a maternidade e como eu não tinha dilatação e nem entrei em trabalho de parto, o Danilo veio ao mundo através de uma cesáriana de risco!
    Confesso que fiquei decepcionada por não ter tido a oportunidade de tentar o parto normal, o que me conforma é que o Danilo veio ao mundo “no dia que quis”!!! E não em um dia pré-determinado por mim, ou pela médica.

    O pós-operatório foi horrível! Imagina só 2 semanas de dores para: sentar, deitar, levantar, tossir, espirrar, sorrir, …. Isso tudo com um bebêzinho que dependia exclusivamente de mim! Por muitas vezes me senti culpada por não estar 100% para o meu filho!

    E por tantos motivos decidi que caso eu venha a ter outro filho, quero tentar o parto normal e Deus permita que eu consiga!!!

    Nossa falei demais né?? hehehe

    Beijos para você e para a Mel =D

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Larissa Galindo em

      Lari, sabe que você me fez questionar o por que eu não tive doula ou alguém me apoiando no trabalho de parto? Pensei, pensei e pimba: eu não gosto que fiquem me pegando quando estou com dor! hahahaha

      Fico daquele jeito “me deixa aqui com a minha dor” sabe? Acho que por isso preferi passar por aquele momento sozinha :)

      E realmente é muito importante que, mesmo que se faça uma cesárea, o bebê nasça no seu tempo. Obrigada por deixar seu relato.

      Bjo

      Responder
  20. Debora Roncato em

    Oi!
    Entendi sim, tudinho.Inclusive finalizei meu comentário dizendo que admirava as mães que conseguiam essa façanha, pois pra mim, o mais natural, parecia bicho de sete cabeças. Reitero, achei incrível o post e continuo admirando. Inclusive compartilhei com duas amigas que estão grávidas e pretendem ter parto normal e ambas agora estão encorajadas e acompanhando o blog.
    Quem não entendeu que era um relato e não uma defesa, paciência né? (;
    Bom dia!

    Responder
  21. Maria Carolina em

    Olá Michelle,
    Primeiro gostaria de dizer que adoro seu blog, seus posts, acho você linda, sensível e sua Mel uma princesa. Você é minha ÍDOLA.
    Meu comentário foi um desabafo, foi para mostrar o outro ponto de vista pois, já escutei várias vezes que cesária é um absurdo, que é preciso ter todas as dores do parto para sentir intensamente e plenamente o momento mágico que é dar a luz e discordo disso. Concordo com você plenamente é só uma questão de escolha e é isso que não é falado. Que todas nós somos MÃES independentemente do tipo de parto.
    Beijos

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Maria Carolina em

      Muito obrigada pelo carinho Maria Carolina! Espero continuar correspondendo e fazendo jus a ele :)

      Bjo grande

      Responder
  22. Gabi em

    Mi,
    Sua história é linda, inspiradora. Há muito do que se orgulhar!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Gabi em

      Obrigada Gabi! E escreve o do João sim, se vc ainda não escreveu! :)

      Bjo

      Responder
  23. edna tavares em

    oi michelle, tive a minha primeira filha a quase 15 anos e agora estou gravida de 9 semanas e ja estou pensando no parto, na primeira gravidez fiz cesariana pq infelizmente nao tinha lido um relato tão precioso como o seu. Ja esta decidido vou ter parto natural, será q existe algum problele já q eu ja tenho uma cesariana no meu historico quero logo tirar essa duvida . se possivel me adc no meu face “edna max” bj na Mel.

    Responder
  24. Luciana em

    Michelle, fiquei muito feliz em ler o seu post. Me senti totalmente compreendida, me senti igual. Penso exatamente (exatamente mesmo) como você. Sempre tive a certeza de que quero ter um parto normal (e em casa). Isso desde nova. Nunca foi para mim um tabu, sempre foi natural. Estou perto de casar e lendo muito sobre o assunto, pois quero muito ser mãe e, apesar de não ter dúvida pela opção de parto humanizado e vaginal, quero estar bem preparada para isso. Por isso não me canso de ler relatos como os seus. Obrigada por dividir conosco!

    Responder
  25. Jéssica em

    Olá Michelle,li seu post e fiquei ainda mais incentivada em querer o “parto normal”.Desde o dia que engravidei eu disse que queria cesariana.Porem a cada dia que pesquiso, que leio mais sobre partos,mas eu vejo o quão mágico é o corpo humano em se preparar para o parto normal,tanto para mãe e filho.Minha visão e escolha está tomando um outro rumo,bem diferente do que antes.Adoro seu blog e tem me ajudado muito nessa linda fase da minha vida: a maternidade.

    Abraço!!

    Responder
  26. Juliana Benjamin Pavão em

    Por que as mulheres que preferem PN acham que toda mulher que escolhe a Cesárea tem medo da dor??? Não é nada disso,a maioria escolhe a Cesárea pensando no bem estar do bebê,já que complicações no parto normal podem causar Anoxia ou até a morte do bebê.Outra coisa,se você acha o paro normal lindo,ótimo pra você,mas muitas mulheres(como eu) não acham.Eu não vejo nada de lindo em uma mulher de pernas abertas,se contorcendo de dor,enquanto um bebê de 03 quilos dilacera sua vagina.Isso mesmo dilacera…porque a maioria das mulheres sobre lacerações na vagina ou fazem episiotomia.Cada um tem direito a sua escolha,não existe uma verdade absoluta,o trabalho de parto tem seus riscos também(mas,ninguém fala),além de ser imprevisível,podem acontecer milhares de complicações.
    Obs:tenho um filho que nasceu de parto cesárea de EMERGÊNCIA,mas sou super a favor da cesárea,é muito segura pra mãe e para o bebê e a recuperação é muito tranquila.Meu filho nasceu com 38 semanas,apgar 9,muito saudável Graças a Deus.

    Responder
  27. Michelle Tulio Amorim em

    Oi Juliana, tudo bem?

    Não sei se você leu o texto inteiro, mas em nenhum lugar está escrito "que toda mulher que escolhe cesárea tem medo da dor". Acredito que você não acompanhe o blog regularmente e não tenha lido os vários posts sobre parto e nascimento que já escrevi. A escolha, SEJA QUAL FOR, deve sempre ser da mulher.

    E você tem direito às suas opiniões e sobre o modo como vê o parto, indiscutivelmente. Assim como eu tenho, como todos têm.

    E por fim, sobre benefícios e possíveis risco do parto normal x cesárea, sugiro que você procure por informações de qualidade e pesquise mais a respeito.

    Responder
  28. Juliana Benjamin Pavão em

    Michelle Tulio Amorim acredito que já tenho todas as informações que preciso…e essa é a questão:quando uma mulher escolheu Cesárea é porque não tem informação?? não pode ser uma escolha? só uma mulher que quer parto normal está bem informada?? minha irmã é enfermeira e fez duas cesáreas eletivas.Por que será? Será que ela não tem informação??? Ela sempre contava que o que mais ela via era mulheres em trabalho de parto chorando e implorando por uma cesárea. Respeito todas as pessoas e suas respectivas escolhas.Mas,é um saco toda essa apologia ao parto normal e esse tratamento quase criminoso que dão a Cesárea Eletiva.Inclusive acho a Cesárea muito mais "humana" que o parto normal.. ;)

    Responder
  29. Michelle Tulio Amorim em

    Juliana Benjamin Pavão Eu não quis dizer que quem escolhe cesárea não tem informação ou que quem escolhe parto normal é mais bem informada. Pode e deve ser uma escolha, da mulher, somente.

    A informação a que me refiro, é a de que o parto normal e a cesárea (eletiva, nesse caso) oferecem os mesmos benefícios e riscos para a mãe e para bebê. Porque não, sabe? Estudos e as recomendações da OMS estão aí para comprovar.

    Abs!

    Responder
  30. Juliana Benjamin Pavão em

    Michelle Tulio Amorim sei muito bem dos riscos dos dois partos,inclusive as estatísticas de Anoxia neo natal são muito maiores em partos normais e quase nulo em cesarianas.Os dois tipos de parto possuem riscos.O fato é se o parto normal fosse totalmente seguro por que teriam inventado a Cesárea né??? Não haveria necessidade!!! Não é só uma questão de riscos é de quanto a mulher se sente segura,entende. Eu sei dos riscos da cesárea(é uma cirurgia),mas foi muito tranquilo pra mim,então me sentiria segura pra fazer outra(caso engravidasse novamente),essa questão é muito pessoal e o que a gente mais vê é preconceito das próprias mães que fizeram parto normal com as que fizeram Cesárea.Já li cada coisa tipo:quem faz cesárea é egoísta,não é mãe o suficiente,não sabe o que é ser mãe de verdade…essas coisas!!! não tenho mais saco pra ler isso sem me sentir incomodada,falta de respeito com as escolhas alheias!!

    Responder
  31. Michelle Tulio Amorim em

    Juliana Benjamin Pavão Mas com toda a certeza, não foi por aqui que você leu esses despautérios sobre "não ser mãe de verdade", certo?

    Abs.

    Responder
  32. Juliana Benjamin Pavão em

    Michelle Tulio Amorim mas já li "me senti mais mulher" , "mais completa" , "uma heroína" , etc Isso dá margem para outras acharem que quem tem parto normal é de alguma forma superior a quem tem parto cesárea.Sabe,as pessoas não entendem que pessoas como eu não tem esse sonho,não acham parto normal lindo e nem nada disso,pra mim filho é filho ,o "buraco" por onde vai sair é o de menos.

    Responder
  33. Michelle Tulio Amorim em

    Juliana Benjamin Pavão Aqui? Acho que não, hein! A única vez que usei a palavra "heroína" aqui no blog foi num texto sobre ter o segundo filho.

    Mas, ainda que eu tivesse escrito "me senti mais completa", "me senti mais mulher", eu estaria falando de MIM mesma, APENAS. Não de você, nem da Maria, nem da Joana. De MIM mesma, apenas.

    Não dá para ser responsável por como as pessoas se sentem ou irão se sentir ao ler como VOCÊ se sente.

    Como já disse, acredito que você não seja leitora regular ou mais antiga do blog. Se fosse, entenderia a minha surpresa por receber comentários sobre coisas que nunca falei ou que nunca foram tratadas desta maneira por aqui.

    E para finalizar, posso fazer minhas essas palavras:

    "Você mulher, mãe, que teve uma cesariana (necessária ou não) quando teve seu(s) bebê(s), antes de mais nada queria lembrar que nós sabemos que você é uma mãe maravilhosa, competente, amorosa e tão boa quanto qualquer outra mãe boa. A via de parto não nos faz mais ou menos mães, mais ou menos mulheres, mais ou menos seres humanos. Eu tive uma cesariana há 15 anos, um parto normal há 12 anos, e me considero uma mãe boa o suficiente para ambos. E não amo um mais que outro.

    Mas minha amiga, quando você ler uma mulher dizendo “O parto normal me fez mais mulher” ela não está dizendo que a tua cesárea te faz “menos mulher”. Ela quer dizer que o parto fez ela se sentir mais mulher do que ela se sentia antes, ou de que ela se sentia se ela tivesse feito uma cesariana. Ela não está criticando você ou as suas escolhas. Ela está comemorando suas próprias conquistas, só isso! Quando ela diz “quando eu dei à luz, eu me senti muito mulher, muito feminina, muito poderosa” ela não está dizendo que a gente, por ter feito cesariana, é menos mulher, menos feminina, menos poderosa. Ela está falando só dela, não da gente, entendeu?

    Concordo que se ela entrar em qualquer terreno seu, e se dirigir a você como uma pessoa inferior, daí não tem jeito mesmo, a pessoa está sendo estúpida. Mas em geral não é isso que a gente vê. Eu não costumo ver mulheres “cesareadas” como nós, sendo acusadas de sermos mães de pior qualidade. A cesariana no Brasil já é uma realidade, eu e você fazemos parte da maioria esmagadora! Ela, a sua amiga que quis e/ou teve um parto bacana, ela é pequena minoria e apenas está feliz por ter conseguido atingir seu sonho.

    Todos esses movimentos que a mulherada está fazendo pelo direito ao parto natural, direito ao parto em casa, não dizem respeito a você e às suas escolhas. Elas dizem respeito a elas! Em nenhum cartaz ou fala você verá escrito “Proíbam as cesarianas, proíbam as escolhas pelas cesarianas, proíbam as mulheres de optarem pelas cesarianas, não queremos mais cesáreas que salvem vidas“. Essas mulheres querem que todas as mulheres tenham a chance de experimentar o que elas viveram, caso elas assim o desejem. Nunca ninguém desejou que o parto normal, ou natural, ou domiciliar, venha a ser algo obrigatório.

    Por outro lado, uma coisa é certa: quando essas mulheres “xiitas” veem um relato de cesariana onde a mãe disse que fez a cirurgia salvadora porque tinha pouco líquido, ou cordão no pescoço, ou pé na costela, elas comentam mesmo, elas falam que isso não é indicação de cesariana. Você também chiaria se alguém fosse fazer uma cirurgia de varizes preventiva porque um dia vai que aparece uma variz, então é melhor operar. Cirurgias desnecessárias são uma questão importante em termos de saúde pública.

    Só que, amiga, entenda, ela não está dizendo que você é uma mãe inferior! Ela está dizendo que seu médico fez uma cirurgia que não era necessária, só isso. Em nenhum momento ela está te julgando incompetente por ter aceitado a cirurgia proposta pelo seu médico, ainda mais com essa ameaça de que o bebê vai morrer ou sofrer. Em outras palavras, ela apenas está dizendo que sua cesariana não teria sido feita em nenhum país onde a saúde é levada a sério. Só no Brasil se opera com essas desculpas, e daí chegamos nos 94% do Hospital Santa Joana, por exemplo. A questão é de população, não de você.

    Via de parto é apenas isso: via de parto. Não diz nada de qualidade de maternagem. Suas amigas “xiitas do parto natural” sabem que você é uma boa mãe. Também sabem que o parto normal não garante uma boa mãe (e vice versa). Não se ofenda quando você ler um post no perfil da sua amiga dizendo: “Eu quero ter direito à escolha“. Ela está falando apenas dela, e não de você.

    Quando você se sentir enraivecida com essas notícias, posts, relatos e matérias sobre parto normal, natural etc., olhe para dentro de você e tente entender porque é que você ficou tão brava, tão chateada, tão mexida. Eu já fiz esse exercício diversas vezes e descobri coisas incríveis. Não perca essa oportunidade."

    Palavra de Parteira!
    * Ana Cristina Duarte é obstetriz, ativista do movimento de Humanização do Parto e mãe de Julia e Henrique.

    https://www.facebook.com/notes/ana-cristina-duarte/eu-fiz-ces%C3%A1rea-mas-n%C3%A3o-sou-menos-m%C3%A3e/508457359203114

    Responder
  34. Juliana Benjamin Pavão em

    Michelle Tulio Amorim se esse texto se fez necessário é porque existe esse preconceito,concorda?? Sem mais,vou dormir!! Felicidades pra todas nós mamães e nossos filhotes!!!!

    Responder
  35. Fabiana Silva em

    Bom,eu tive dois partos normais.Normais mesmo.do meu filho eu entrei em trabalho de parto ás 10 da manhã e 12:08 ele nasceu.da minha filha eu acordei de madrugada e 25 minutos depois minha filha estava em meu braços.(graças a DEUS que morava perto da maternidade).Nesse momento estou terminando ás 38 semanas de meu terceiro filho e vou no parto normal de novo.(á menos que aja algum imprevisto)eu particularmente sou super a favor do parto normal,mas confesso que não conheço aquela dor insuportável que muitas mulheres relatam.Para mim,em ambos os partos foram dores totalmente suportáveis.Mas,nada contra cesárea,cada caso é um caso e eu respeito a desição de cada uma.

    Responder
  36. Juliana carvalho em

    Bom dia, estava lendo seu post e os comentários nele, estou com 23 semanas de gestação, muitas vezes me pego chorando com medo do que está por vir, já parei diversas vezes para pensar se tento parto normal ou cesárea, já perdi as contas de quantos depoimentos eu li sobre isso, de quantas pessoas eu pedi que me contassem como foi a experiência em ambas, tinha e confesso que ainda tenho muito medo, minha mãe infelizmente faleceu no parto da minha irmã, pois deu eclâmpsia nela, sei que não devo me preocupar quanto a isso, afinal cada caso é um caso, mas mesmo assim tenho trauma, da mesma forma que não ando mais de moto depois de um acidente que eu tive eu tenho medo de ter filho. Hoje eu quero ter parto normal, não tenho absolutamente nada contra cesárea, se for necessário farei, não penso em mim, mas penso na minha filha, quanto a sentir dor, eu acredito que Deus dá o frio conforme a lã, ele não vai te dar mais dor do que você possa suportar, se Deus criou dessa forma ele sabia o que estava fazendo. Vi uma pessoa comentando sobre o fato de que se o PN fosse bom não haviam criado o PCes, da forma que está daqui um tempo para gerar um filho não será mais da forma que é e sim dentro de uma caixa em laboratório. e isso não que dizer que o PN ou PC não são bons pois existe uma forma nova de ganhar um filho. Volta a falar, não tenho nada contra afinal cada mulher decide o que quiser, afinal como a Michelle T Amorim falou isso não te faz mais ou menos mãe. Eu espero que Deus me abençoe e que o PN esteja dentro das minhas condições para eu ter minha filhota. E quanto a sentir dor, a dor física de uma mãe na hora do parto deve ser bem menor do que a dor da preocupação com seu filho. rsrs…. Ninguém é igual a ninguém, tem pessoas que conversei que falaram que PC é bom na hora mas depois a recuperação é complicada, outras falaram que não sentiram nada, tem umas que PN a dor é mais que suportável, outras que jamais pensam em ter PN de novo. Outras já tiveram 2 filhos nos dois casos e cada uma tem opção por uma forma. O importante é pensar nos benefícios para seu filho que está nascendo, e pesquisar entre o PN e PC, a criança não pediu para nascer, e ela deve ser o mais importante na hora dessa decisão. Bom é isso.

    Responder
  37. michele em

    Olá. Obrigada por compartilhar sua experiência conosco. Adorei o texto!
    Estou com 28 semanas, e pesquisando bastante. Também quero muito fazer um parto natural.
    Encontrei um hospital público na cidade onde moro que atende também convênios, e que apesar de ter uma estrutura bem simples, tem uma abordagem bem humanizada! Estou decidida a fazer lá, mas confesso, que ainda sinto um pouco de medo.
    Gostaria de saber uma coisa, que ainda não consegui entender direito… se alguém puder me ajudar, ficaria muito agradecida!!
    No seu relato vc conta que sua mão precisou fazer um parto a forceps. Minha mãe fez 3 cesáreas (apesar de ter tentado fazer normal), pois o médico alegou que ela não tinha dilatação suficiente. Minha cunhada (que teve gêmeas), ficou 14 horas em trabalho de parto até a médica avaliar que ela não tinha mesmo dilatação suficiente e resolver fazer uma cesária.
    O que tenho lido é que a duração do parto natural varia muito de mulher para mulher, e que a história da falta de dilatação costuma ser desculpa de médico que não quer esperar muito tempo. Por outro lado, minha mão fala que se “passa muito do ponto”, (não sei bem que ponto é esse), não dá mais para realizar a cesária e aí o bebê precisa ser retirado a forceps.
    O porteiro do meu prédio tem uma filha que tem um problema neurológico adquirido no parto. Não sei bem o que é nem o que aconteceu, mas ele disse que ela “passou do ponto”, e teve algumas complicações (uso de forceps, falta de oxigenação), que ocasionaram o problema na bebê.
    Então gente, o que ainda não consigo entender…
    1- Essa história da dilatação insuficiente, ou falta de dilatação… existe mesmo? Algumas pessoas apesar de estarem em trabalho de parto não apresentam dilatação?
    2- Essa história de “passar do ponto”, e precisar fazer o parto a forceps… também é verdadeira? Existem mesmo situações em que não se é mais possível realizar uma cesária, nem esperar mais tempo?

    O parto natural humanizado hoje pra mim parece ser a melhor opção, mas ainda tenho algumas inseguranças.
    Converso sempre com meu bebê sobre o momento em que ele vai nascer. O trabalho de parto não é um trabalho fácil, e acredito que é um trabalho em conjunto da mãe e do bebê. Os dois precisam estar preparados, e decididos!! rs rs rs…

    Mais uma vez, obrigada por compartilhar sua história!!

    Responder
  38. Renata Dias em

    Texto inspirador! Sempre sonhei com o pn. Completei 40 semanas e meus familiares estão me ligando, dizendo que meu bebê vai passar da hora entre outras coisas :( . Minnha obstetra está acompanhando de perto. Espero que dê tudo certo.

    Responder
  39. Lania Fernanda Ribeiro em

    Perfeito esse poster

    Responder
  40. Maria Oliveira em

    Olá,
    Tive o prazer de ter a ajuda de uma fisioterapeuta que diminuiu muito minha dor !
    A minha fisioterapeuta Licia Santos SAntana é maravilhosa, super indico a profissional !
    Sempre tive o desejo de ter um parto normal e como todas as mulheres tinha muito medo da dor do parto, mas graças a Deus a Doutora Licia me ajudou muito !

    Responder

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