23 jan 2013

Sobre a depressão pós-parto e o impacto do início da maternidade nas nossas vidas

Faz tempo que eu estou para escrever esse post. Desde antes de começar com esse blog, para falar a verdade. Desde o Rocking Diapers.

Confesso que quando terminei de escrever bateu aquela insegurança de colocar no ar, afinal, são milhares de pessoas que leem o blog todos os dias e quer queira ou não, estou me expondo bastante. Mas daí lembrei dos pedidos para que eu falasse sobre isso por aqui e também, de que meu objetivo com o blog é exatamente esse: compartilhar experiências. Pode ajudar alguém, certo?

Hoje eu vejo que ainda não tinha escrito não por vergonha, ou por não me sentir confortável para falar do assunto e sim, porque ainda não tinha a compreensão das coisas que tenho nos dias atuais. E porque o post é longo também.

Para que eu consiga manter o raciocínio ao escrever esse post, vamos partir das seguintes premissas.

1. Primeiramente é bom deixar claro que esse é um relato pessoal e muito sincero de como as coisas aconteceram comigo. Eu não sei nem se eu chamaria o que eu tive de depressão pós parto. Acho que eu chamaria de impacto da maternidade.

Dos sintomas descritos aqui, eu tive os seguintes:

  • Sensação de culpa e de responsabilidade por tudo
  • Choro constante
  • Incapacidade de se divertir
  • Perda do bom humor
  • Sensação de não conseguir lidar com as circunstâncias da vida
  • Enorme ansiedade em relação ao bebê
  • Falta de concentração e dificuldade para tomar decisões
  • Perda de peso e dores de cabeça

 

2. A maioria das pessoas tem um julgamento muito errôneo do que é a depressão (seja pós-parto ou não). É preciso entender que não é uma escolha “ah, legal, acho que vou ter depressão”. Essa doença pode ter causas hormonais, genéticas ou estar ligada à acontecimentos na vida da pessoa ou até traumas de infância. O intuito do post não é dar explicações científicas, já que isso podemos buscar na internet ou ler na Veja. Só achei importante mencionar esse julgamento errado (e muitas vezes velado) que as pessoas fazem sobre quem tem ou teve depressão.

3. Não se sabe ao certo o que desencadeia a depressão pós-parto, mas de acordo com um estudo, realizado na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, essa depressão pode ser causada por uma falha de um receptor no cérebro. Sentir isso é normal e mais comum do que você imagina. A maioria das pessoas apenas não gosta de falar ou prefere não admitir, justamente pelos julgamentos errados pelos quais terá que passar, ao admitir a doença.

4. Eu sempre fui uma pessoa muito, muito ansiosa. Sempre tive aquela ânsia de acertar, de fazer melhor, de agradar, de que tudo saísse perfeito. E sempre sofria a cada vez que a vida me mostrava que as coisas não são como a gente quer. Agora você imagine uma pessoa ansiosa assim dentro do contexto da maternidade. Obviamente eu era uma ótima candidata à depressão pós parto.

5. Quando você fala em depressão pós parto, muita gente pensa numa mãe que está rejeitando seu bebê. Vi um vídeo sobre DPP esses dias dizendo que era uma raiva, uma ira contida dentro da mãe… Oi?  Olha, pelo menos comigo, a DPP nada teve a ver com rejeitar a minha filha, pelo contrário. Eu dedicava todo o meu amor e todas as minhas forças só para ela. Tanto que esqueci de mim mesma.

Como tudo aconteceu comigo

No final da gestação eu me lembro de ter sentido uma necessidade de quietude, de ficar no meu cantinho, de me resguardar. Fiquei bem melancólica, mas era um sentimento bom, na época. Era uma nostalgia gostosa, daquelas de poesia.

A Melanie nasceu com muita saúde e tudo correu como eu esperava, em relação ao parto. Voltamos para casa e ali começou a minha jornada, como mãe.

Lembro que chegamos e a Mel estava dormindo no bebê conforto. Eu, muito ativa como sempre, tratei de ir arrumar o que estava fora do lugar, colocar as roupas pra lavar, ver o que íamos ter para o jantar, enfim. Segui nossa rotina normalmente.

Passaram-se duas horas e a Mel continuava dormindo. Eis que de repente me deu um click: “meu Deus, ela está dormindo até agora, sem mamar, sem trocar a fralda, eu esqueci dela, coitadinha, meu Deus!”. E chorei. Chorei. Chorei.

Esse foi o exato momento em que eu caí na real. O exato momento em que percebi que agora eu tinha uma pessoa que dependia de mim para absolutamente tudo e que eu teria que continuar exercendo minhas outras funções de mulher, esposa, profissional e ao mesmo tempo, e acima de tudo, as de mãe.

Ali percebi a condição definitiva em que eu me encontrava. E senti um peso enorme em cima dos meus ombros. Era uma escolha que eu tinha feito, mas ainda assim, uma responsabilidade muito grande, que de repente se apresenta para você.

Acho que esse foi o meu Baby Blues. Foram cinco dias assim, muito emotiva, chorando por tudo, de alegria, de medo, de frustração, enfim. Quem já teve Baby Blues sabe. E passou.

Meus avós faleceram, de morte natural, os dois no mesmo dia (história linda, apesar de triste) quando a Mel tinha uns 15 dias. O sonho da minha avó era ser bisa, e ela morreu antes de conhecer a primeira neta. Isso me abalou bastante. Lembro que as pessoas perguntaram como eu estava e meu pai disse “acho que ela está com depressão pós-parto”. Logo meus parentes disseram: “nossa, mas ela não está contente com a filha? ela está rejeitando a Mel?” … Novamente, as pessoas julgam sem saber.

Na amamentação tudo ia relativamente bem, meu marido me ajudava bastante e eu estava me saindo muito bem para uma mãe de primeira viagem. Eu me dedicava exclusivamente e 24h para o meu bebê e estava orgulhosa por estar conseguindo ser aquela “super mãe” que eu queria ser, e olha só, sem ajuda de ninguém. Eu, ingenuamente, pensava.

Passei praticamente os quarenta dias do resguardo cuidando da Mel e da casa sozinha. Minha sogra ligava, minha cunhada, minha mãe, minhas amigas, e eu sempre dizia que não precisava se incomodar, que eu estava dando conta de tudo. Capaz que eu ia precisar de ajuda né gente?

Eu simplesmente não conseguia imaginar ir dormir no meio da tarde ou tomar um banho mais demorado e deixar minha filha com outra pessoa. Isso pra mim era impossível, naquela época. Eu não conseguia. Eu precisava estar ali, sempre, e ainda conseguir fazer as coisas que eu fazia antes. Eu me impus isso de uma forma que nem eu entendo hoje em dia. Era uma cobrança pessoal muito cruel mesmo.

Deixei de fazer as pequenas coisas das quais eu gostava, como ouvir música, ler um livro, assistir um seriado, escrever no blog. Tudo porque eu precisava me dedicar exclusivamente à minha filha. Era o que eu sentia, totalmente equivocada, na época.

Meu leite começou a diminuir e então me dei conta de que eu não estava me alimentando direito. Tinha dias em que comia duas torradas com chá. Juro. Claro que não dava tempo de comer, pois eu cuidava sozinha de um bebê recém nascido e mantinha a casa impecável. E aí me dei conta de que eu não estava bem. Que eu estava dando conta sim, da minha filha e da minha casa, mas não de mim. Eu tinha esquecido completamente de mim. Não ligava, não me importava se eu estava sem dormir ou sem comer, porque afinal, minha filha estava sendo muito, muito bem cuidada. Na minha cabeça era somente isso que importava. E aos olhos dos outros eu parecia muito feliz e segura das minhas atitudes.

Um momento muito marcante para mim foi quando um dia, olhei para o meu marido e vi que ele seguia sua vida normalmente, sem maiores mudanças na sua rotina e me senti totalmente excluída. Ali percebi que eu não tinha mais a minha rotina, a minha vida de antes, e o principal, a minha liberdade de ir e vir a hora que quisesse e para onde quisesse. Quando isso se materializou na minha frente, aí veio minha depressão e acho que até crises de pânico eu tive.

Nesse momento também eu conheci aquela coisa chamada “culpa de mãe”. Eu senti culpa por sentir falta da minha vida e da minha liberdade, sendo que eu tinha um bebê lindo e saudável ali nos meus braços, uma benção. Parecia que eu era uma ingrata.

Hoje eu sei que isso é perfeitamente normal e não é porque você é ruim ou ingrata que sente isso. Você é um ser humano, oras. A sua vida muda, vira de cabeça pra baixo e você tem que se adaptar num piscar de olhos? Claro que não! Sentir falta da sua vida de antes é ok, é normal. Não há nada para se culpar aí.

Você é um ser humano, lembre-se. Ter se tornado mãe não anula sua condição de pessoa que tem sentimentos e necessidades. Ter isso em mente é muito importante.

A gente pensa que ser mãe é não sentir mais certas coisas ou abdicar de nós mesmas, mas não é. Isso até pode funcionar por algum tempo, mas depois a gente cai e cai feio. Experiência própria.

Eu comecei então a sentir um medo terrível de ficar sozinha com a Mel e ela chorar. Sim, eu tinha medo dela chorar. Como se ela chorar fosse sei lá, algo gravíssimo e desesperador. Meu marido saía para trabalhar comigo aos prantos dizendo “eu não quero ficar sozinha…”.

Aí enfim chamei minha mãe. Coisa que eu deveria ter feito muito antes.

Ela veio e me ajudou MUITO. Fazia canja pra mim, me lembrava de comer (!), me ajudava com o serviço da casa, levantava à noite para atender a Mel para que eu pudesse dormir, era minha companhia para conversar e tomar um chá. Eu já não me sentia tão sozinha e perdida. Mas ainda sim, me sentia deprimida. Sentia falta de sair, de ver a vida acontecer, de ver pessoas. Sentia falta do meu trabalho, sentia falta de mim.

Quando minha mãe veio da primeira vez, ficou onze dias direto conosco. E eu fui ficando dependente da presença e da companhia dela. A cada vez que ela ia embora, eu chorava como se não houvesse amanhã. Ter ela ali comigo, me ajudando com a Mel, era meu porto seguro. Eu não me sentia triste ou com medo com ela aqui.

Foram três meses nessa rotina. Ela vinha, ficava quase uma semana na nossa casa, ia embora, ficava dois dias na casa dela e voltava. Eu sentia que quando ela estava com a gente, eu podia respirar, caso contrário, sentia como se estivesse me afogando em alto mar.

Minha mãe percebeu que eu tinha ficado dependente dela e achou que, como a Mel já ia fazer quatro meses, já era hora de eu assumir totalmente o meu papel, de enfrentar os meus medos. E com isso ela foi diminuindo suas vindas aqui.

Eu ligava desesperada, chorava e ela se mantinha firme. Na época eu achava que ela estava sendo carrasca comigo, mas hoje eu vejo que não. Ela estava me dando limites, estava sendo mãe.

No primeiro dia que passei sabendo que minha mãe não viria mais com tanta frequência, como antes, eu me adaptei. Olhei para a Mel e disse: “Somos nós duas agora, eu e você. E tudo vai dar certo”. E deu.

Passou o medo, passou o pânico, passou a melancolia e eu fui aprendendo a ser mãe. E acima de tudo, fui aprendendo a incluir a Mel na nossa rotina e não ao contrário.

As lições que eu tirei dessa minha experiência com a depressão pós-parto e o início da maternidade foram:

Não idealize. Não existe um modelo de mãe a ser seguido, que seja garantia de sucesso. Na maternidade, nada é previsível nem garantido. Tenha apenas uma certeza: você está fazendo o seu melhor.

Aceite ajuda. Se sua sogra quiser te visitar e ajudar com a louça suja na pia, deixe. Se sua amiga quer te visitar e ficar um pouco com seu bebê para que você possa tomar um banho de mais de três minutos, deixe. Se o seu marido quiser contratar uma diarista, deixe. Se permita ser ajudada. Você não será menos mãe ou menos mulher por isso, pelo contrário. As pessoas se oferecem para ajudar porque querem ajudar, porque sabem que qualquer mãozinha será bem vinda para que tem um bebezinho pequeno em casa.

Cuide-se. Posso garantir que a gente cuida muito melhor de um filho se estamos bem consigo mesmas, bem de saúde, bem alimentadas e mentalmente descansadas. Não esqueça de você, como pessoa, como mulher. Você é mãe mas continua tendo unhas, cabelo e pele. Ter um tempinho para você mesma só faz bem, se você sentir essa necessidade.

Tenha paciência, dê tempo ao tempo. O bebê é um novo integrante da família e com isso uma nova rotina irá se estabelecer baseada nas necessidades dele. Mas depois as coisas vão se ajeitando. Não tenha pressa para que tudo passe a funcionar como antes, isso leva um tempo. Tudo aquilo que nos parece difícil no começo, passamos a tirar de letra depois.

Não se culpe. Você não deixou de ter sentimentos e emoções próprias só porque se tornou mãe. É normal se sentir frustrada, perdida, irritada, triste, cansada. É normal sentir falta da liberdade de antes. Liberte-se dessas culpas que não agregam nada de bom na nossa vida. Pegue mais leve com você mesma.

Saia mais para passear com seu bebê. Eu sei que sair com bebê pequeno é complicado, mas tente sair mais de casa, ir passear. Eu quase não saí nos primeiros meses e me arrependo muito. Vá dar uma volta no parque, na casa de uma amiga, dar uma volta no shopping. Acompanhada ou sozinha mesmo.

Procure ter companhia. Seja da sogra, da sua mãe, de uma amiga ou amigo, do seu irmão, do seu marido. Mesmo que tenha que ser por telefone, por e-mail. Conversar, principalmente nesse início da nossa jornada como mãe, é essencial para não se sentir sozinha, para desabafar, para não pirar e para se sentir parte do mundo ainda.

Procurar ajuda profissional pode ser bom também, tudo depende da intensidade dos seus sintomas de depressão pós-parto. Muitos casos necessitam de medicamentos ou terapia. Converse com seu médico e juntos analisem o que pode ser feito.

Esqueça um pouco sua casa. Se ela não estiver impecável, não faz mal. Você está deixando a limpeza e organização de lado por um motivo muito nobre, o seu bebê. Não se cobre tanto nesse sentido.

Saiba que tudo passa. São fases, temos que passar por elas e obstáculos nós enfrentamos todos os dias da nossa vida. Encontre a sua força, aquela lá dentro de você. Na maternidade estamos constantemente aprendendo, apanhando, tentando fazer diferente. E é isso que faz a vida valer a pena. Além claro, daquela pessoa especial que você colocou no mundo :)

Eu passei pela depressão pós-parto, a venci, tenho orgulho disso e a cada dia que passa compreendo um pouquinho mais o que é ser mãe.

Mas o aprendizado, assim como o amor, nunca, nunca acaba. ♥

153 comentários no blog

  1. Camila em

    Lindo o se relato.Sincero e comovente.

    Embora meu pós-parto tenha sido muito tranquilo e até poético eu diria, ainda sim passei por momentos onde me culpava por sentir certa saudade da época em que marcava hora no salão e simplesmente ia…rsrs. Me achava desnaturada, mas li muuuito sobre o assunto ( quando ele dormia,lógico!), tanto livros como blogs com relatos como o seu e rapidamente isso passou.

    Meus parabéns por ter vencido essa fase. beijão e que Deus abençoe sempre sua familia. ;)

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    1. Michelle Amorim respondeu Camila em

      Obrigada Camila! <3

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    2. Elaine respondeu Camila em

      Oi pode dar dicas de leitura? Obrigada!

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  2. Cris em

    Michelle, muito sincero o seu relato. Muitas das coisas que vc descreveu eu senti também, principalmente a sensação de solidão nos primeiros meses. No meu caso, ainda tinha a culpa por ter deixado meu emprego – uma escolha muito consciente – junto com aquela sensação de que a vida nunca mais seria como antes. E realmente a vida não é como antes… E assim como vc, também só depois de um bom tempo tive a maturidade de ver as coisas por outro viés. E uma coisa te digo: acabo de ter o segundo filho, e é muito, muito diferente, muito melhor em vários aspectos. Um trabalhão, sem dúvida, mas uma delícia poder passar pelos primeiros meses sem tantas dúvidas e culpas.
    Um beijo e parabéns pelo relato!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Cris em

      Oi Cris!

      Ah, que bom saber isso do segundo filho! Dá um ânimo a mais :)

      Bjo

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      1. Ramona respondeu Michelle Amorim em

        Nossa uma história linda eu tenho passado a mesma coisa uffa sinto muita dor de cabeca é vertigem eu já tive síndrome do pânico e depressão antes é horrível

        Responder
  3. Gabi Sallit em

    Amiga, sinta meu abraço apertado. Todas as dificuldades nos tornam mães melhores. Obrigada por se dar tanto! A sua filha, sendo amada assim, faz mundo ser melhor para o meu filho tb. Isso não tem preço!
    Bjs de carinho!

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    1. Michelle Amorim respondeu Gabi Sallit em

      Own Gabi, obrigada querida! <3

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  4. Marcela em

    Eu faço parte das pessoas que imploraram por um post sobre esse assunto!
    Estou em busca de uma luz no fim do túnel em meu horizonte nessa fase tão complicada desde a chegada do Caio e quero agradecer de coração por suas palavras: Muito obrigada mesmo!!
    Espero que em breve eu possa me livrar dos medicamentos e tudo mais que essa coisa me trouxe!
    Bj

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    1. Michelle Amorim respondeu Marcela em

      Oi Marcela!

      Que bom que você gostou do post! Essa fase passa e quando falamos sobre isso ajuda a ir embora mais rápido. Boa sorte pra você, tenha fé que logo logo você estará fortalecida para enfrentar tudo.

      Bjo

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    2. Maísa respondeu Marcela em

      Até hoje estou na medicação, mas muito bem! Nunca ví um texto tão EU! Como já fiz tratamento de síndrome do pânico, tive váááárias crises (com muita diarreia, suor excessivo, perda do apetite…) pensei que iria morrer… Como disse a colega acima, não me sentia merecedora de um serzinho tão linda e perfeita! Chegou um dia que me olhei no espelho e pensei, “como faz p colocar essa criança na barriga?” kkkkkkk (hj dou risada né? Mas antes…Só Jesus!)
      Bjoooo

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  5. Andressa em

    Parabéns pelo relato! É muito bom saber que quando nos tornamos mães, a vida muda totalmente! Parece que para nós é difícil e para os outros fácil! Sofri muito no inicio com esta “perda de liberdade”, afinal a vida da mulher muda muito, mas o tempo é o melhor remédio para tudo, inclusive para nos mostrar como é ser mãe!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Andressa em

      Oi Andressa,

      Ter paciência e dar tempo ao tempo é tudo nessa nossa vida de mãe!

      Bjo

      Responder
  6. Tássia em

    Parabéns pela iniciativa de falar sobre o assunto, desmistificando algumas coisas sobre a DPP.

    Obrigada!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Tássia em

      Obrigada Tássia! :)

      Bjo

      Responder
  7. Juliani em

    Mi…
    É complicado essa vida de recém mãe né!
    Eu tive um Baby Blues bem forte, chorei duas horas seguidas nos primeiros dias com o Eduardo assim por nada, um medo, angustia.
    Sempre tive muito medo de ter Depressão Pós Parto justamente pois eu já tive depressão, graças a Deus eu não tive. Mas ao contrário de você eu sempre aceitei ajuda de todo mundo.
    Como moro com meus pais, minha mãe sempre estava perto, quando ela ou minha irmã se ofereciam pra cuidar um pouco do bebê eu não pensava duas vezes. O fato de eu ter sempre companhia com certeza ajudou.
    Sobre esse peso da responsabilidade é terrível né! E a gente ainda sente culpa por sentir falta da nossa vida!
    É muito bom você escrever sobre isso Mi, pois ainda tem muita gente que não sabe nada a respeito e pensam que Depressão Pós Parto é necessariamente quando a mãe rejeita o bebê. Acho que muitas mulheres sofrem caladas, e nunca comentam pois é um assunto que não se fala.

    Adorei seu relato e suas dicas!
    Beijos

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Juliani em

      Oi Juliani!

      Obrigada, que bom que você gostou!

      Realmente o assunto DPP é meio tabu ainda. Ninguém gosta de falar que tem ou teve DPP justamente pelos julgamentos errados que as pessoas fazem. Nessa hora a gente precisa de apoio e não de ser julgada, né?

      Que bom que deu tudo certo pra você! :)

      Bjo

      Responder
  8. Adriana em

    Minha nossa, por um momento achei que você falava de mim.Eu me sentir exatamente do mesmo jeito, os mesmo sintomas, sentimentos, as mesmas emoções. Uma única diferença. Tive problemas com amamentação. Foi a gota d’água. Me desmoronei. Depois de três meses esperando minha tristeza passar sozinha e nada acontecer. Procurei a ajuda da minha obstetra. Cheguei no consultório em prantos.
    Lembro-me que na época ela tentou me explicar que muitos dos meus anseios e inseguranças eram normais. Mas naquela época foi difícil entender.
    Agora vejo que ela e você tem razão. A maternidade pra mim foi uma escolha e uma benção. Mas implicou em muitas mudanças. Abri mão da carreira, da liberdade, das sagradas horas de sono e tudo mais que maternidade exige. No momento de adaptação é normal sentir culpa ou saudade da vida anterior.
    Enfim minha filha tem 2 anos e nesses dois venho aprendendo a ser mãe. Não é fácil, tudo é novo, estranho ás vezes. Mas acho que estamos no caminho certo.
    No mais parabéns pela sua coragem de falar sobre assunto. Eu sei bem como é a reação das pessoas quando comentamos a respeito. Ainda existe muitos tabus.

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Adriana em

      Oi Adriana!

      Eu acho importante falar sobre isso, justamente por ser um assunto meio tabu da maternidade. Como disse ali em cima pra Juliani, as pessoas julgam quem tem ou teve DPP de uma forma errada. Primeiro que ninguém deveria julgar ninguém né? E nessa hora precisamos de apoio, não de julgamentos.

      Fico feliz que você tenha gostado do post. Espero que ajude bastante gente :)

      Bjo

      Responder
  9. Karen em

    Parabéns pelo relato Michelle!
    como as demais mamães acho que uma boa parte dos sintomas descritos são normais! O bebê nasce e a gente nunca mais é a mesma, parece um luto natural daquilo que se foi com a chegada da felicidade e amor do que chegou ;) E, concordo plenamente com o que disse ‘tudo passa’ lembro de ter ouvido esta frase na casa de parto que o filhote nasceu, acompanhada de um abraço… Senti a mesma coisa em suas palavras! Continue com os posts da vida materna tmbm que com certeza terá apoio de muitas mamães, afinal cada um a sua maneira passou/ará pelas mesmas experiências… Abraços! Karen

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Karen em

      Oi Karen!

      Obrigada! Nessa minha vida de mãe aprendi que tudo realmente passa, as fases difíceis passam e vem um boa, outra ruim novamente, assim como é a vida. Mas a gente dá conta sim, afinal, é muito “amô” ;)

      Bjo

      Responder
  10. Luciana em

    Nossa, muito legal o post, amei!
    Também tive Baby blues e até hoje, não sei ao certo se tive DDP, o fato é que sempre coloquei na minha cabeça que era só uma fase e que ia passar, isso me ajudou muito…Lembro-me que o meu retorno ao trabalho, o convívio com os colegas me fez resgatar um pouco da minha “vida de antes”,foi importante neste meu processo de ser “mãe”.Hoje me sinto feliz e realizada com a maternidade, seguindo os desafios, que são constantes, mas com mais garra e alegria! Bjs!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Luciana em

      Oi Luciana,

      Obrigada! A gente vai aprendendo a lidar com as situações conforme o tempo vai passando, não é? Também me sinto muito feliz e realizada com a maternidade, mesmo com todos os desafios que ela apresenta todos os dias :)

      Bjo

      Responder
  11. Simone em

    Michelle, obrigada do fundo do coração pelo seu relato. Estou grávida de quase 35 semanas e sempre adorei seu blog, mas esse post em si foi muito especial. Já tratei de compartilhar com as minhas amigas grávidas!

    Também sou muito ansiosa e perfeccionista e já vi uma grande amiga, e uma grande mãe, sofrer muito nesse pós parto. Por isso, acho que relatos sinceros como o seu ajudam e muito a gente se preparar, se perdoar…

    Parabéns! E, como leitora, agradeço profundamente.

    Beijos!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Simone em

      Oi Simone,

      Obrigada pelo carinho. Fico muito feliz que vocês tenham gostado do post.

      A gente nunca estará preparada para tudo, mas já ter certas coisas em mente ajuda muito a não se frustrar, a não ter expectativas fora da realidade.

      Boa sorte na sua jornada!

      Bjo

      Responder
  12. Ana Paula em

    Michelle, eu chorei ao ler o seu relato, pois muito do que aconteceu com você, aconteceu comigo também. Também tive a ajuda da minha mãe por algumas semanas e sempre que ela ia embora eu chorava, ficava desesperada, achava que não ia conseguir cuidar do meu Victor. Eu não dormia durante o dia enquanto ele dormia porque tinha medo de não acordar pra cuidar dele. De tão nervosa que fiquei meu leite secou por um dia.
    Também me senti muito culpada por não ter mais a minha liberdade de antes. Mas aí as coisas foram mudando, o tempo passou e eu descobri que podia ser uma ótima mãe, do meu jeito.
    Parabéns pelo post pode ter certeza que vai ajudar muitas mães que passaram por isso ou estão passando.
    Abraços, Ana

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Ana Paula em

      Obrigada Ana, que bom que você gostou.

      Meu pós parto foi muito marcado pelo medo, medo de tudo porque tudo era desconhecido até aquele momento.

      O importante é termos consciência de que as coisas podem não acontecer como imaginamos e não idealizar muito. E o mais importante de tudo: não se cobrar tanto. :)

      Bjo

      Responder
  13. Shirley - Macetes de Mãe em

    Tive vontade de chorar e, pelo menos, duas vezes no seu texto. Eu me identifiquei demais com muitas coisas, começando pela parte de se cobrar perfeição, de se cobrar se realmente está fazendo as coisas certas. Aqui em casa, o agravante foi que meu filho desenvolveu muuuuiiiito cedo APLV, então os primeiros 2 ou 3 meses (já nem lembro direito), foram um verdadeiro inferno, pois ele sofria muito e nós não sabiamos porque. Hoje ele está com oito meses, melhor, mas ainda longe de estar bem, então, ainda sinto um pouco daquela insegurança do início, da gente não saber o que está acontecendo de verdade. Para finalizar… sou fã do seu blog, adoro o jeito sincero que escreve e acho seus textos excelentes. Parabéns pelo ótimo trabalho. Abraços

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Shirley - Macetes de Mãe em

      Muito obrigada pelo carinho e pelas palavras Shirley!

      Acho que se eu tivesse lido um texto desses antes de ter minha filha, as coisas poderiam ter sido diferentes. Eu teria aceitado ajuda antes e não só quando já estava mal. A gente se cobra demais mesmo sabendo que perfeição não existe, ainda mais na maternidade! É uma caixinha de surpresas, né?

      Bjo grande

      Responder
  14. Aline Dias em

    Muito legal seu relato. Sou mãe de primeira viagem e me identifiquei varias vezes lendo seu post. Parabéns e saiba que escrever com sinceridade sobre assuntos as vezes tão difíceis é de grande valia. Muito legal mesmo! :D

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Aline Dias em

      Obrigada Aline!

      É complicadinho mesmo se expor assim, mas como você disse, é de grande valia para quem está se preparando para ter um bebê ou quem está passando ou já passou por isso.

      Bjo

      Responder
  15. Sandra Mara em

    Chorei ao ler seu relato pois me sentia exatamente cm vc. A diferença e q aceitei ajuda,mas o coraçao apertado a falta d liberdade, a culpa e a raiva ao ver q a vida do meu marido nao tinha mudado tanto qto a minha foram parecidas. Ainda to me adaptando mas eu chego la.

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Sandra Mara em

      Oi Sandra!

      Aceitar ajuda é uma das coisas mais importantes que eu aprendi. Nos faz sentir menos sozinhas.

      Força aí que logo você estará totalmente adaptada.

      Bjo

      Responder
  16. Flávia Rebelato em

    Adorei o relato Michelle, eu sou assim tb, tenho certeza que com a chegada do meu bebe nao vou ficar tranquila com a nova rotina. Tento ter controle de tudo e é isso que incomoda as maes perfeccionistas. E o marido vivendo a vida dele, vendo gente e a gente enclausurada em casa, isso é complicado apesar de todo amor infinito que já nasce quando sabemos que estamos grávidas. Mudei de ideia com seu relato e os comentários, pensava em fazer tudo sozinha, super eficiente e nao aceitar ajuda nem da minha mae, agora vejo que é fundamental…vou pedir ajuda e companhia…obrigada pelas otimas dicas de vida!!!
    Bjos sou fa do blog e sua.

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Flávia Rebelato em

      Oi Flavia!

      Não se cobre tanto e desde já. Tente não idealizar, como eu disse no texto. Eu idealizei que seria uma “super mãe” e isso não existe. Pelo menos não daquela forma.

      Aceitar ajuda é essencial, nos faz sentir menos desamparadas e nos dá o direito a um descanso, mesmo que pequeno. Ajuda demais mesmo.

      Obrigada pelo carinho e boa sorte com tudo!

      Bjo

      Responder
  17. Carla Balenda em

    Parabéns! É incrível como vc descreveu exatamente o que senti há 3 anos, hoje meu anjo lindo esta com 3 aninhos e 4 meses, procurando opiniões de protetores solares, o da Lá Roche em especial, “futuquei” seu blog e me emocionei muito ao lembrar daqueles inesquecíveis, maravilhosos e EU descrevo um pouco assustador, pois me vi em uma situação em que eu nunca tinha estado na vida e “sozinha” apesar da família toda ao redor, a maternidade é SURPREENDENTE e só quem passa por ela sabe! Deus abençoe sua Mel e a vc!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Carla Balenda em

      Que bom que você achou o blog, seja bem vinda :)

      A frase de ouro que aprendi nesse meu tempo como mãe é que “tudo passa”. É como um mantra!

      Bjo

      Responder
  18. Lorena em

    Uauuuuu, passei por quase tudo isso. Achava que só eu tinha q cuidar da Luísa, eu sofria muito. Não aceitava ajuda tb, e tb nuca pedi. Adorei saber que vc passou por isso e tb saiu dessa. Abraços, adoro tudo aqui.

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Lorena em

      Obrigada pelo carinho Lorena! Bjos

      Responder
  19. Patricia Gomes em

    Nossa, pensei que só eu passava por isso,foi muito importante pra mim ler esse relato! Na minha primeira gravidez não passei por nada, mais agora na segunda, minha bebe tem 3 meses e a solidão é imensa, a vontade de voltar a minha vida social então,nem se fala!! Perdi a alto estima,perdi os amigos ( sim,se afastaram!) e tudo o que faço para me distrair são os blogs e comunidades de maternidade !! E quando comento sobre essa depre com alguém,as pessoas não entendem, desde a gravidez eu ando assim, e é como se a sociedade proibisse agnt de ter tristesas pq temos um filho! Minha filha é tudo pra mim, mais não queria ter me anulado tanto ! Adorei o post!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Patricia Gomes em

      Oi Patricia!

      Que bom que você gostou do texto.Infelizmente é assim mesmo. Se somos mães não temos o direito de ficar tristes ou deprimidas por alguma coisa, ou sentir falta de alguma coisa, de nós mesmas. Mas precisamos mudar isso. Mãe continua sendo ser humano, com sentimentos, vontades e frustrações.

      Bjo grande

      Responder
  20. Carla em

    eu, por mim, aceitaria e aceito a ajuda da minha mãe, o problema é q meu marido (e a familia dele) acham que é a minha mãe que vai criar ela, então os meus pais praticamente não podem conviver com o nenê
    e outra, eu tenho muito firme o que quero e como quero, baseada no meu modelo (minha mãe, que é enfermeira) e leituras, conversas , blogs, etc mas a familia dele e ele acham q tudo q eu faço está errado
    tipo, se eu dou comida é “o que? já vai comer de novo? tá sempre comendo” sendo que eu apenas sigo a rotina da escolinha
    mas se eu me passo no horario ou penso que ela caprichou na última refeição e posso adiar a proxima eles vem me cobrar “ela não tá muito tempo sem comer? vai deixar ela com fome?”
    sendo que quando vamos pra casa deles eu tenho q levar tudo! suco, iogurte, fruta.. nem bolacha tem na casa deles…
    essa cobrança externa é que me cansa, pois eu tenho que me manter centrada apesar de tudo
    isso que eu ainda tenho esse medo de ficar sozinha com ela, muito medo dela chorar, entro em panico, mas por outro lado prefiro ficar sozinha pra fazer as coisas do meu jeito, no meu tempo… vai entender…
    obrigada por tudo que tu faz por nós, mamães aflitas
    bjo

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Carla em

      Oi Carla!

      Um dos motivos que me fez recusar ajuda no início foi exatamente isso. Queria fazer as coisas do meu jeito e não queria pitacos alheios. Mãe dá MUITO pitaco. E aconteceram mesmo coisas que eu não queria que acontecessem por influência da minha mãe. Por exemplo, ela insistia (e insiste até hoje) que recém nascido tem que tomar chá nos intervalos das mamadas e pasme, com açúcar!!! …

      Infelizmente ser ajudada tem o lado bom e o lado ruim. Mas ainda acho que compensa a ajuda, ainda mais se a pessoa conseguir respeitar suas escolhas como mãe.

      Bjo

      Responder
  21. Adriana em

    Nossa Michelle, fiquei emocionada como seu relato, eu passei por esses mesmos sintomas, que no meu caso foi por conta da minha vontade de querer me virar sozinha em tudo e não querer incomodar ninguém, graças ao meu marido que contratou uma pessoa maravihosa para me ajudar, consegui superar! ´Parabéns, cada dia passo a te admirar mais, primeiro pela sua coragem se expor e segundo por sua humildade de admitir que somos seres humanos e consequetemente sujeito a erros. Um grande beijo!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Adriana em

      Oi Adriana!

      Eu aparentava estar tão bem que meu marido nem desconfiou que eu estivesse precisando de ajuda durante o primeiro mês. Tive o baby blues, mas passou e eu segui a vida. Mas daí veio o baque.

      O importante é que a gente tenha consciência de que isso acontece e é normal porque somos seres humanos antes de sermos mães :)

      Obrigada pelo carinho!

      Bjo grande

      Responder
  22. Elaine Canha em

    Eu tive muito medo de ter depressão pós-parto pois já havia tido depressão durante dois anos. Fiquei muito ansiosa e com uma culpa terrível de deixar minha bebe com minha mãe pra sair com meu marido. Hoje desencanei!

    Beijos

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Elaine Canha em

      Oi Elaine!

      A gente vai aprendendo a lidar com as situações que a maternidade nos apresenta né? Que bom que deu tudo certo pra você :)

      Bjo

      Responder
  23. Adriana em

    Parabens pela coragem! Edificou-me muito!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Adriana em

      Obrigada Adriana! :)

      Bjo

      Responder
  24. Cristina em

    Michelle!!
    Minha filha tem hoje 16 anos!! Parece que foi ontem e lendo seu texto, também me vi no seu lugar!
    Não concordo também com a denominação dessa avalanche de sentimentos como DPP, achei que impacto da maternidade é perfeito!!
    Nunca rejeitei ou me arrependi de ter a minha linda Marília, na verdade, me sentia não merecedora de uma criança tão linda.
    Percebi que não seria mais capaz de protegê-la de tudo, que ela estava aqui, no mundo, comigo e totalmente dependente de mim!!! Isso foi APAVORANTE!!!
    Também me abandonei e evitava sair com ela… não queria que ela respirasse poluição!!!
    Mas o legal disso tudo é que realmente passa!
    Tinha medo de sentir o mesmo quando engravidasse novamente, mas o Caio veio 2 anos depois e não senti nada!!! Você já conhece seus limites, seus medos e tem uma vaga ideia do que te espera rsrsrs (eles nunca são iguais!!)
    Parabéns pelo blog e pelo post!
    Bjs

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Cristina em

      Oi Cristina!

      Que bom que você gostou do texto e obrigada pelo carinho!

      Bjo

      Responder
  25. Muriel em

    Poxa…não sabia Mi de tudo isso. Quando eu tive o Guga tudo era assustador e eu fiquei muito depressiva no começo. Fico aliviada em saber não ter sido a única. Nossa vida muda de uma maneira tão grande que eu não estava preparada. Mas hoje vejo que o Guga e o Caio vieram no momento certo e que hoje sou melhor como ser humano graças a eles e meu marido. Parabéns pelo relato e pela coragem de expô-lo!!!!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Muriel em

      Oi Muriel!

      Obrigada pelo carinho! A gente se sente assim porque nos cobramos muito também, os outros nos cobram.

      Ainda bem que tudo passa e só as coisas boas vão ficando e nos tornamos pessoas melhores :)

      Bjão

      Responder
  26. Luciana em

    Oi, Michelle.
    Engraçado como esse é um assunto sobre o qual ninguém fala, até que uma outra pessoa fale antes. As pessoas falam num amor incondicional, “nunca te vi, sempre te amei”, mas isso não é real e só serve para aumentar a nossa culpa e a nossa angústia por sermos diferentes… Não tive DPP, mas aquele amor imenso e instantâneo não aconteceu comigo. Levei um tempo até parar de chorar, até começar a realmente amar e entender a minha filha. Tudo tem seu tempo e é muito importante você não querer se apressar.
    Um beijo!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Luciana em

      Oi Luciana!

      É um amor que já existe mas precisa ser “trabalhado”, eu acho. Como uma flor que precisa ser regada e tomar sol pra florescer :)

      Bjo

      Responder
  27. marina em

    Estou passando exatamente pelo que você passou… com a diferença que meu bebe tem 9 meses e tive hemorragia uma semana depois que ele nasceu… ler seu texto foi reconfortante. Tudo passa. O mais importante é que busquei ajuda e estou me tratando. Obrigada por compartilhar sua experiência. Beijos

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu marina em

      Oi Marina!

      Procurar ajuda é muito importante. Tudo passa sim, temos que aprender a viver um dia de cada vez e não nos cobrar tanto, não é?

      Boa sorte com tudo :)

      Bjo

      Responder
      1. Suzana Lima respondeu Michelle Amorim em

        Oi amda bom dia vim aqui contar um pouco da minha história tive meu bebe em dezembro de 2013, ele nasceu de 8 meses e 15 dias pois fui fazer um pré natal e minha pressão estava alta ai meu obstetra resolveu antecipar a chegada do meu filho, deu tudo certo ele não precisou da uti neonatal mais eu fiquei muito ansiosa na hora do parto. Quando tive alta fiquei muito feliz em ter tido meu filho porém a visita de uma cunhada me abalou muito pois ela me fez a seguinte pergunta Suse vc pensa em ter outro filho? Eu perguntei o porquê da pergunta e ela respondeu pois o médico disse que seu parto foi de risco, ai foi a gota pra eu pegar a depressão pos parto que foi diagnosticada quando meu filho tinha 2 meses mais só vir buscar ajuda qquando ele já Estava com 4 meses foi quando eu tive pensamentos negativos em relaçao a nos dois nao aguentava mais perdi muito pesso 11 kilos nao dormis so chorava muito comecei o tratamento com medicaçao estava indo tudo muito bem msid mru esposo por sermos cristão disse que era coida do cspeta e jogou os mrdicamentos fora e passou alguns meses retornaram tudo vou hoje novamente no médico para uma avaliação sei que amo meu filho que hoje está Com 1 ano e 5 meses mais os pensamentos mnegativos em relação a ele voltaram, Michelle minha amada o que vc me diz em relaçao a isso? Desde já agradeço e peço desculpa pelo diário rsrs. Fica com Jesus vc e sua família.

        Responder
  28. Brenda em

    Oi, Michelle!!!
    Adorei seu relato. Também passei por DPP e ainda não sei se estou 100%, mas posso dizer que estou beeem melhor.

    Agora isso aqui:
    “Quando minha mãe veio da primeira vez, ficou onze dias direto conosco. E eu fui ficando dependente da presença e da companhia dela. A cada vez que ela ia embora, eu chorava como se não houvesse amanhã. Ter ela ali comigo, me ajudando com a Mel, era meu porto seguro. Eu não me sentia triste ou com medo com ela aqui.”

    Me identifiquei demais.
    Minha mãe ficou aqui nas 3 primeiras semanas e quando ela foi embora, fiquei abaladíssima. Chorava sem parar, de soluçar pensando que eu estava perdida, pq ela que me fazia dar risada e me senti super sozinha.

    É difícil mesmo, mas como vc mesma disse, tudo é aprendizado, né?

    Força para todas nós!

    Beijos!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Brenda em

      Oi Brenda!

      Ainda bem que mesmo as coisas difíceis que passamos tem um lado bom: o aprendizado. E a gente vai amadurecendo também e aprendendo a lidar com a maternidade :)

      Bjo

      Responder
  29. Helaine Folgosa em

    Olá!

    Nossa, senti um aperto na garganta durante todo o tempo que li seu texto. Me vi em cada linha. Durante minha gravidez, que foi muito tranquila, sentia muito medo de não dar conta, me sentia filha demais pra ser mãe. Comecei a me ver como uma “menina” mimada, apesar de ter 34 anos. Com isso me cobrei em amadurecer da noite pro dia e ser uma mãe perfeita.
    Nos nove meses de gestação eu sonhava com o momento do parto, a hora q eu veria e pegaria o meu filho no colo pela primeira vez. Devido a um erro na anestesia, precisei ser sedada e não vi qdo o Arthur nasceu. Quando consegui ver as fotos do parto (mais de 2 meses depois) meu filho estava chorando em tooodas elas e eu coloquei na minha cabeça q era porque ele sentiu minha falta. Foi a gota d’água.
    Me tornei outra pessoa. Uma pessoa q não era eu… deixei de ser mulher, profissional, esposa… Eu q sempre fui vaidosa, fiquei mais de 3 meses sem fazer a unha!
    Depois de muito sofrimento, angústia, culpa, ataques de pânico e muita resistência da minha parte procurei tratamento com um psiquiatra e comecei a terapia.
    Hoje meu filho está com 3 anos e 4 meses e nem sei dizer o quanto o amo. Foi uma fase difícil demais! Mas como vc disse, passa! E Graças a Deus, a minha já passou. E eu estou retomando a minha vida, meu casamento e me tornando uma pessoa muito melhor.

    Obrigada por compartilhar sua experiência! A gente se sente menos sozinha e mais acolhida.

    Um beijo,

    Helaine Folgosa

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Helaine Folgosa em

      Obrigada pelo carinho Helaine! Que bom que você conseguiu superar! :)

      Bjos

      Responder
  30. Fabiana em

    Mi, eu sei muito bem o que é essa sensação de pânico, impotência, cobrança e solidão. Passei por isso quando tive a Ana Luiza e foi ainda pior quando o Gustavo nasceu. Sentia um peso enorme, uma carga, odiava ficar sozinha.
    Procurei ajuda… do Dr. Hugo, da minha sogra, das minhas amigas e, aos poucos, tudo voltou ao normal!!
    Beijos

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Fabiana em

      Oi Fabi! Que bom que tudo passou (e passa!) né? Acho importante falar para que as pessoas se sintam mais acolhidas e entendam que é normal ter esses sentimentos :)

      Bjoo

      Responder
  31. Mirela Costa em

    Michelle, cheguei a me emocionar lendo este relato, pq tive a mesma coisa, com a diferença que minha mãe ficou todo o primeiro mês do Heitor. Mas eu o rejeitei sim num primeiro momento. Eu não queria cuidar dele. E eu não entendia o pq, afinal ele foi super desejado, a gravidez foi mega planejada… Mas aconteceu. Por sorte meu marido fazia tudo, dava banho, cuidava do umbigo e etc… Eu fui dar o primeiro banho quando ele já tinha 11 dias! Chorei 15 dias por tudo… Por culpa, por medo, chorava com ele quando ele tinha cólica, chorava por ter sentimentos que não imaginei que fosse ter, chorava por não cuidar dele e achar que ele ia gostar mais do pai do que de mim, porque meu corpo não era aquele de antes. Mas passou e desde que ele fez 1 mês e minha mãe se foi, meu marido tinha que trabalhar e eu cuido dele sozinha desde então. E sei que tudo isso é normal… Permitam-se sentir tudo isso, pq é normal!

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Mirela Costa em

      Poxa Mirela, que bom que você conseguiu superar essa fase! A gente tem muito medo, medo de tudo e se cobra muito também. Ainda bem que vamos amadurecendo e aprendendo a lidar com a maternidade :)

      Bjo

      Responder
  32. Sthefanni Pelagatti em

    Acho que foi mesmo de Deus eu ler toda essa sua história de superacao. Tenho um bebê de 9 mêses e minha história foi muito mias complicada que a sua porque na verdade minhas crises comecaram antes e durante a gravidez,até o momento n tive coragem de dividir isso com ninguém,esses dias tem me sufocado por lembrar das coisas que n sairam do jeito que planejei,e o pior eh que cheguei até rejeitar meu filho,quando ele completou 20 dias meu esposo decidiu se separar de mim pois n suportou o que eu estava vivendo, e foi ai que piorou a situacao… Como minha história é muito,muitoo longa,n da p descrever tudo aqui…Eu só agradeco a vc por compartilhar esse momento nos fazendo crer que tudo passa,embora eu me cobre tds os dias pelo amor n dedicado o eu filho nos primeiros meses eu acredito que aos poucos vou me encontrar novamente e as coisas vão comecar a se encaixar,embora pareca que eu nunca mais vou conseguir conquistar nada,é como se eu tivesse com meus pés amarrados… Sofro hoje pq sempre fui assim como vc…dedicada,organizada… e td acabou aindo do meu controle a partir do momento que tive que terminar meu pré-natal em outra cidade por motivos de saúde. Gracas a Deus deu td certo no parto e estamos aqui eu e meu filho p contar mais uma história de superacão…

    Responder
    1. Michelle Amorim respondeu Sthefanni Pelagatti em

      Oi Sthefanni!

      Poxa, que bom que meu relato te ajudou! Tenha certeza de que isso, e tudo aliás, passa. O que fica é o aprendizado e isso vale muito.

      As coisas nem sempre acontecem como desejamos, mas isso não quer dizer que não sejam válidas ou venham se tornar boas no futuro. Mantenha a esperança e o otimismo sempre. E boa sorte com tudo!

      Beijo grande

      Responder
  33. rosane em

    oi tenho uma bebe linda de sete meses as tenho depressão pos parto estou 4 meses em tratamento minha bebe foi tão desejada mais agora me pego pensando que não quero mais ser m~e e isso me doi tanto .

    Responder
  34. Isabel Spies em

    Oi, adorei seu relato, me identifiquei com muitas coisas. Tenho a Luísa de 2 anos e quando ela nasceu, foi exatamente assim, esqueci de mim e me sentia mto culpada por sentir falta da minha vida de antes, do meu trabalho e de toda a minha rotina. Agora na segunda gravidez, minha bolsa rompeu e a Letícia nasceu prematura com 29 semanas. Estamos a 50 dias na Uti neonatal. É tudo tão estranho! Não poer trazer ela pra casa nos primeiros dias foi dificil, mas depois me acostumei. Dificil é ter que ir todos os dias ao hospital, num ambiente onde vemos crianças em estado grave todos os dias. Difícil é lidar com nossa ansiedade e com os pensamentos ruins que nos atacam diariamente, é lidar com as pessoas perguntando quando ela terá alta e não podermos dar nem uma previsão. Na próxima semana ela deve vir pra casa e espero conseguir cuidar dela com todo amor de mãe, mas sem esquecer que eu sou eu, além de mãe.

    Obrigada por compartilhar sua história.

    Responder
  35. Gabriela em

    Olá, enfrentei uma gravidez sozinha, pois meu namorado quando soube da gravidez não gostou e sentia que ele ficava comigo por ficar, por obrigação por eu está grávida, me irritei e com 4 meses de gestação, falei para ele que não precisava daquilo que podia se afastar que eu e minha filha não precisávamos dele, engano meu, pois é difícil passar por tudo sozinha, mas durante a minha gestação, mesmo sentindo falta dele, me dediquei ao trabalho e em montar o quarto e enxoval da minha bebê, a todo momento pensava que ele poderia me procurar arrependido, o que não aconteceu, somente 1 semana antes do parto ele entrou em contato pois queria assistir o parto e ficar comigo na maternidade, eu deixei, afinal ele é o pai. Ao sair da maternidade me sentia feliz com minha filha, 2 dias depois estava no banho e desabei a chorar, chorava de soluçar e não sabia ao certo o motivo, pois eram tantos, acho que segurei por 9 meses as lágrimas por enfrentar tudo sozinha, e tudo desabou quando a criança nasceu. Hoje completa 8 dias que ela nasceu e eu ando chorando muito. Cuido dela e a amo cada dia mais, porém é ela dormir e eu choro, choro por não ter o pai dela aqui comigo me ajudando nas madrugadas que passo acordada, por não ter o apoio dele, por saudades do meu trabalho e dos meus amigos, enfim, tudo é motivo para meus olhos se encherem de lágrimas. Tenho rezado muito para que Deus me ajude e lendo o seu texto vi que tudo é uma fase e tenho fé que vai passar…

    Responder
  36. Jaína Sábel Bousfield em

    Senti exatamente as mesmas coisas.
    Parabéns por admitir e deixar claro que isso NUNCA teve nada com o amor que sentimos pelos nossos filhotes.
    Beijo

    Responder
  37. Cristiane Torino em

    Obrigada pela partilha…

    Tenho uma filha de 3 anos, para mim foi fácil, o que está difícil para mim agora, é a chegada da segunda filha, estou com uma bebebzinha de 1 mês e meio r não estou conseguindo me adaptar a ficar com as duas….fico com medo da maior sofrer pela falta de atenção…e da menor não ter a atenção que a maior teve na mesma época…

    Obrigada.

    Responder
  38. Suelen em

    Me identifiquei muito com tudo que vc disse,eu tenho uma bebê de 5 meses e queria ter coragem simplesmente pra cuidar dela sozinha sabe…Acho que também passei por essa infeliz depressão pós-parto.Mas hoje me sinto tão feliz por cuidar bem da minha filha e ver que ela é super saudável,é o meu melhor presente!

    Responder
  39. Paula em

    Nossaaaaaaa! Amei o teu blog…e este assunto de depressão pós parto, era tudo o que eu precisava ler…É bom saber que não estou sozinha… Confesso que pra mim está sendo bem difícil…mas depois de ler tantos e tantos depoimentos, fica mais fácil de saber como enfrentar os próximos dias!!
    Que Deus abençoe muito vocês!

    Responder
  40. Daniela Valduga em

    Nossa, compartilho da mesma experiência e emoções! Com exceção da ajuda da mãe (eu não tive essa sorte), os sentimentos foram os mesmos! Beijos

    Responder
  41. Jéssica em

    Nossa, até me emocionei, pois estou passando por isso, minha filha vai fazer 3 meses e agora que começou tudo, ja tinha crises de panico antes, com pouca frequência, nunca me tratei, mas fazia tempo que não tinha, mas por esses dias me deu duas crises fortes e acabei caindo na depressão, por muitos medos, medo de ficar louca e incapaz de cuidar da minha filha, vivo angustiada e sem vontade de me cuidar, e isso me intristece pois sempre fui vaidosa, mas acredito em Deus e sei que é só uma fase que irá passar!!!

    Responder
  42. chandra de castro em

    Nosssa adorei seu depoimento me ajudou muito.pq tenho uma filha de 8 meses e estou pasando por uma depresao nao contei nada pra ninguem choro muito escondido. Tenho me
    do de ficar sozinha. Nao tenho vaidade nenhuma. Nao gosto de sair de casa.nao dormo.qdo o bebe dorme eu fico olhando. Mais depois q li este blog eu fiquei mais animada….. Obrigada por me ajudar..

    Responder
  43. maura b santos em

    nossa seu relato me ajudou muito pois estou passando por isso nesse momento.estou melhor mas ja estive muito mau.

    Responder
  44. maura b santos em

    esse seu relato me ajudou muito pois estou passando por esse poblema,e é desesperador.o seu texto me acalma e me faz ter esperança que tudo vai dar certo.beijos

    Responder
  45. Luciana em

    Oi Michelle, amei seu post, estou passando por essa fase meu bebê já tem dois meses e ainda sinto medo de não dar conta de cuidar dele, sem contar com outras coisas sentimentos ruins, tenho medo de ficar louca, me dar um aperto no peito uma ansiedade que não tem mais fim. Meu marido tem me ajudado bastante e tem sido muito paciente graças a Deus. Mais é bom saber que não estou sozinha. E sei que isso é só uma fase e ai passar. “Tudo passa”.
    Bjus e fica com Deus!

    Responder
  46. Vanessa Pablo em

    maravilhoso esse post! parece a minha própria estória! realmente se soubesse muitas coisas teria evitado,mas também não teria aprendido,obrigada pelo relato e parabéns pelo blog, ele é ótimo com certeza ajuda muitas mães de primeira viagem como eu…e muitas mães de segunda também rsrsrs

    Responder
  47. Nalva Alexandre em

    Nossa!!parece que foi eu que escrevi ,a minha filha está com sete meses e tenho as mesmas sensações.O seu depoimento vai me ajudar bastante.Obrigada

    Responder
  48. Maura Botelho em

    O seu blog me ajudou muito, pois eu vie ali minha vida retratada, e foi com a ajuda do seu blog que entendie o que eu estava passando. hoje eu estou mais calma obrigada por tudo.

    Responder
  49. Helen lani em

    Estou passando por tudo isso, toda noite choro e me culpo porque eu não pensei melhor sobre a maternidade! No meu caso vieram duas princesas e me vejo perdida porque tenho que dar atenção a elas e abdicar tudo o que tinha antes! Fase difícil essa! Espero que passe logo.

    Responder
  50. Barbara Bernardes Piovesan em

    Tive depressão pós- parto e venci…. lindo o que vc escreveu..

    Responder
  51. Amanda Fortunato em

    Nossa, amei o texto!! Muito obrigada por compartilhar sua experiência conosco, era oque eu precisava ouvir hoje… Um abraço.

    Responder
  52. Michelle em

    Emocionei-me ao ler, pois me deparei com minhas experiências, principalmente na parte do auxílio da sua mãe. Minha mãe fez igualzinho. Momentos muitos difíceis. É preciso ter paciência e estar cercada de amor para superarmos. Minha filha tem hj 1 ano e 9 meses, e infelizmente, estou com hipotireoidismo e ainda tenho alguns sintomas depressivos como: falta de vontade, desânimo, cansaço, sonolência, vontade de chorar, etristeza. Essa semana vou procurer ajuda médica. Minha filha é linda e abençoada, nunca me deu trabalho. São só meus hormônios brigando entre si, e psicológico ainda bem abalado. Mas, vou sair dessa.Só quero voltar a ser quem eu era, e agora com minha princesa ao lado. Peço que Deus me dê forças.

    Responder
  53. Europa Festas em

    Pura vdd, minha bb esta com 12 dias e eu me vi no texto. Tenho orado e pedido a Deus serenidade. Abç

    Responder
  54. Ana Paula Pitombeira em

    Lindo o seu texto, chorei horrores…obg, grande ajuda…

    Responder
  55. thalita dayane em

    bom primeiramente te agradeco pelo texto me ajudou bastante
    pois 3 filhos e nunca me senti’assim na minha tercera filha eu me simwnto uma pessoa muito nervoza’que acho que isso e deprecao pos parto’mais vou me espelhar no texto como se fosse minha vida bjs o brigada

    Responder
  56. Laís Melo em

    Nossa, eu chorei muito, estouvadamente por isso tudo, só que tem dia que estou bem e tem dias que estou mal isso é mt ruim

    Responder
  57. Ju em

    Li seu relato e me identifiquei pacas! Eu também tive depressão pós-parto e quem fez o “diagnóstico” antes de todo mundo foi meu marido. Acho que ele, mais do que qualquer outra pessoa, via como eu estava agindo diferente, como eu estava arredia e com medo. Eu creio que minha depressão foi desencadeada pelo problema que tivemos com a amamentação e a enorme perda de peso do meu bebê. Ali, naquele momento em que a pediatra disse que ele tinha emagrecido AINDA MAIS e que ERA PERIGOSO, meu mundo acabou. Tudo escureceu e eu pensei que, até aquele momento, eu não estava levando a sério “ser mãe”. “Ser mãe” era muito, mas muito mais sério do que eu estava pensando. E foi aí que me fechei. Pensei: ninguém toca em mim nem no meu bebê. Eu também não tive repulsa pelo Felipe em momento algum, graças a Deus, mas sentia um medo enorme de ficar com ele e ele chorar, arrotar, vomitar… tinha medo de tudo. Tudo aquilo que, até aquele dia (ele com 10 dias) tinha se configurado para mim como algo normal e que eu iria aprender a lidar aos poucos. Mas, com aquele episódio, me senti culpada de já não ter saído da maternidade uma mãe que sabia de tudo. Como podia meu filho estar emagrecendo e eu não ter visto? Eu iria deixar ele morrer então? Não desejo essa angústia para ninguém: se culpar por algo que foge ao seu controle. Meu marido tentava ajudar, mas eu não queria. Cunhada, sogra, irmã, ninguém podia chegar muito perto. Comecei a ter a síndrome da limpeza. Não queria nem que conversassem perto dele para não infectá-lo. Felizmente tive apoio do meu marido, que sozinho pesquisou sobre depressão pós-parto na internet, e da minha mãe – que também dedicou grande parte do tempo dela indo ficar comigo e me ouvir com meus chiliques. Não tenho lembranças muito boas da licença maternidade, a não ser daquele rostinho maravilhoso que eu não cansava de olhar. Quase não sai de casa também. Não via gente de fora e me senti emburrecida, além de horrorosa por não ter tempo de cuidar de mim. Não tinha tempo e nem queria – e isso era o pior. Eu não achava que merecia e nem precisava sair de dentro dos pijamas. Unha, cabelo? Bobeiras… Ai tudo virou uma bola de neve. O sentimento de estar feia foi ficando cada vez maior e fui me fechando cada vez mais. As poucas vezes em que sai foram dolorosas, sempre com muita tensão e com medo. Hoje vejo que perdi muito e por isso tento aproveitar todos os segundos possíveis e imagináveis. Eu realmente tento entender, cada dia mais, o que aconteceu comigo – por que reagi daquela forma e o que eu poderia fazer para não acontecer de novo. Queremos muito outro bebê e, mesmo tendo passado o que passei, não tenho medo de passar por isso de novo porque agora estou me sentindo mais forte e segura por conseguir falar sobre o assunto. Lição aprendida? Realmente aceite ajuda, em tudo: com os afazeres da casa, com o nenê para você tomar um banho descente, com as “marmitinhas” que as vovós nos mandam, com o marido que quer trocar a fralda… Afinal, ninguém vive sozinho….

    Responder
  58. Adriana em

    Estou chorando copiosamente! Meu filhinho está. Ok 2 meses e me sinto exatamente assim, e meio sem acreditar que vai pássaros que vou ser capaz de me adaptar! Agora passei a sentir esperança! Obrigada!!

    Responder
  59. Valéria De Souza em

    Nossa! Me identifiquei muito com sua história e chorei muito tb!

    Responder
  60. Adm Kse em

    Obrigada Michelle por compartilhar conosco suas experiencias. Meu bebê fez 1 aninho dia 7 agora,esta muito serelepe. Hoje me senti entediada, fui procurar algo pra ler e me deparo com seu relato. era tudo que eu queria ler, e me sentir com a sensação que eu dou o meu melhor, e que pra ser mãe não precisa de cartilha, e sim de paciência e amor. fica com Deus, que ele proteja e abençoe a você e sua família.

    Responder
  61. Denise Ferraz Santos em

    Nossa e como se eu estivesse lendo minha própria história tenho um bebê de quarenta e cinco dias e é assim que estou me sentindo.

    Responder
  62. Mary Linden em

    Me senti menos culpada vendo que outras pessoas tbm passam pela mesma situação.Eu tive minha filha de cesareana e tive q ficar na casa da minha sogra,eu praticamente so cuidava da minha bb. hj eu to na minha casa e nao esta sendo facil dar conta de tudo.Apesar de tudo minha filha graças a Deus nao me da tanto trabalho e muita tranquila e esperta. obrigado por nos ajudar nessa nova fase com suas experiecias. bjo grande,q Deus te abençoe.

    Responder
  63. Tatiana em

    Desculpem mais não vi nenhum caso igual ao meu, sempre achamos que o nosso problema é maior que o dos outros e é assim que me sinto. Meu bebe tem um mês e vinte e um dias e depois que ele fez um mês além do tédio, tristeza e sentimento de solidão sinto pânico de dormir, é horrível pois passo as noites em claro e só pensar em dormir já me dá um frio na barriga e acelera o coração, o pior é que tenho sono mais minha mente não me deixa dormir,já fui até a psiquiatra e ele passou remédio manipulado por conta da amamentação o que não adiantou de nada, tentei tomar algo mais forte e tirar o peito mais meu bebe gritou tanto que só piorou as coisas . Enfim passo o dia sofrendo pensando na noite, amo meu bebê mais não estou feliz, esperei dois longos anos para engravidar e agora estou vivendo esse dilema, é agoniante, não quero só dormir dopada quero ter prazer em dormir com era antes. Fiz uma sessão na psicoterapeuta e me pergunto tempo todo se isso vai passar pois estou definhando, estou indo na igreja evangélica também pois tenho medo de ser espiritual, mais já estou sem forcas pra pedir a Deus uma solução. Desculpem o desabafo se alguém tiver uma palavra confortante ou tiver alguma idéia pra me ajudar estou aceitando quase tudo…por favor dispenso casos negativos pois já estou negativa demais

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  64. I. em

    Li chorando esse post. Exatamente como me senti com a chegada do meu primeiro filho, há dois anos e meio. Não tenho família por perto, nem a minha nem a do meu marido, nenhum familiar num raio de pelo menos 600 quilômetros. Depois que meu filho nasceu, meu marido e eu jamais saímos para jantar a dois, cinema, nada. Isso tortura nosso relacionamento, não sei bem o que sobrou de nós. Ele é médico, trabalha muito, normalmente, não temos fins de semana em família. Por todo esse contexto não saí da fase depressiva ainda. Estou grávida novamente e sinto os sintomas da depressão potencializados. Amo meia filhos, mas não existo como esposa, profissional, mulher. Mulher sem pele, sem cabelo e sem unha – adorei essa definição. Beijos!

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  65. Cleide Maçaneiro em

    Já tivesse outro filho penso em ter outro mais tenho medo de ter repressão pois tive a minha primeira gestação

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  66. Luciana Santos Do Nascimento em

    É mt bom saber q outras pessoas passam pelo mesmo q nós. Estou mt cansada e tb sinto mt falta da minha vida de antes e mesmo amando meu filho me pergunto si fiz certo em engravidar. Não me sinto capaz de ser mãe mesmo já tendo uma filha de 11 anos onde tb tive depressão pós parto

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  67. Fabiana Nogueira Lazzari em

    Meu Deus!!!Como vc me ajudou!!Achei que era so mente eu que me sentia assim.Minha filha já tem 1 ano e 3 meses .eu ainda sinto falta da minha vida de antigamente .Das baladas. Dos jantares com meu marido.Eu cuido da minha filha sozinha.As vezes penso que vou enlouquecer. Amo minha filha .As pessoas (meu marido)fica pensando que é uma fescura minha.Mais a vida dele continua normal não mudou nada.Agora a minha.Não trabalho,somente em casa.Quero voltar a trabalhar. Ele diz que não convém devido a idade da nossa filha.Me sinto desvalorizada ficando somente em casa Sinto que essa pessoa aqui que tcl não sou eu.

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  68. Alexandra Alves da Silva em

    Adorei vai me ajudar muito recentemente ganhei a minha bebê faz 7 dias últimamente estou sentindo frio e sinto muita vontade de chorar
    Eu sei que é passageiro
    Eu vou ficar bem
    Um grande abraço

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  69. Carine Medeiros Dos Santos em

    Estou sentindo as mesmas coisas em relação a minha mãe com certeza esse seu depoimento vai me ajudar muito, é bom saber que somos normais que outras pessoas também passa pelos mesmos problemas.

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  70. Erika em

    Sinto as mesmas coisas, e me sinto muito culpada por isso, nao tenho ninguem pra me ajudar , nem mesmo conversar , meu marido nao me entende e me julga se eu reclamo de alguma coisa , ja me falou ate que parecia que eu estava arrependida de ter tido minha filha, mas nao e nada disso desejei muito ser mae , so me sinto muito cansada, e bom saber que eu nao sou a unica que sinto essas coisas, porque todo mundo so fala as coisas boas de ser mae , e nao assumem as adversidades que enfrentam , obrigada por escrever esse post , me ajudou muito.

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  71. Verônica Gonçalves em

    Nossa Michele parecia q vc estava contando minha história!!! Há 4 anos passei por isso, e agora estou grávida novamente de 32 semanas e as angústias e medos já começaram a aparecer. Hoje meu medo é de como será a aceitação da minha filha mais velha, se vou conseguir integrar a mais velha a minha rotina com a bebê, e como será minha atenção em relação a ela. Confesso q tem dias q a angustia bate e choro muito, acho até q vou procurar ajuda com florais e homeopatia.
    Agradeço suas palavras, pois consegui ver q não estou sozinha nessa. O preconceito com depressão na gestação e após o parto é enorme, e saber q outras sentiram e sentem o mesmo q eu me deixa mais confortada.
    Parabéns e enorme beijo.

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  72. Kelly Yanase em

    Perfeito saber q não estamos sozinhas e q tudo passara! Cansaço, estresse e tudo valera a pena no final

    Responder
  73. Deyvid Marlucy em

    Também tive, mas me dei conta disso td quase depois de um ano, justo eu que sempre tomei antidepressivos e fiz tratamentos psicológicos e psiquiátricos caí nessa, e nem me dei conta! hj vejo meu problema de fora e vejo como Deus me amparou e preparou meu marido também para passar por td comigo, tive alguns problemas emocionais sérios nos meus últimos meses de gestação e jogava a culpa td nesses problemas, mas hj vejo q realmente era uma depressão, minha familia mora em outra cidade tive ajuda somente nos primeiros dias e depois fiquei sozinha cuidando da casa, roupa, comida e tive muito medo de estar sozinha com minha bb, me sentia culpada por não estar feliz, e pensava tenho q levantar e cuidar dela, eu a amava não a rejeitei mas me sentia incapaz e muito cansada pra td, chorava muito, meu leite secou com 3 meses da minha bb, emagreci 10 kilos me sentia exausta, incapaz de sentir uma plena felicidade na vida materna, nada me deixava feliz, e fingia estar bem o tempo todo NÃO FAÇA ISSO ASSUMA QUE VC PRECISA DE AJUDA, ISSO SÓ PIORA AS COISAS… passou com a graça de Deus e tendo apoio somente do meu marido e do lindo sorriso da minha filha! Infelizmente tive muitos julgamentos por estar sempre de cara feia pra td tendo tds motivos pra sorrir, ninguém sabe a dor de uma alma deprimida! Que Deus possa sustentar tbm quem está passando por isso e envie cuidados familiares e apoio!

    Responder
  74. Vinicius Shinohara em

    Olá,tenho tds estes sintomas exatamente igual eu me sinto ,eu queria não sentir mais sinto ,eu sempre critiquei k tinha depressão hoje me vejo passando porriso ,me sinto só
    Obg o conteúdo desse blog e muito bom

    Responder
  75. Margareth Napoli em

    Quanto tempo sua pequena tem hoje ? Passa pela mesma situação …

    Responder
  76. Ágda Guiga em

    Me fez bem ler teu relato..obrigada por compatilhar, é preciso bastante coragem para se expor assim, eu, muitas vezes, não falo com medo do julgamento alheio. :( Gostei daqui, vou acompanhar suas atualizações. Beijos!

    Responder
  77. Alarice Simone em

    Obrigada por ter compartilhado sua experiência conosco. Me ajudou bastante a entender que tudo é passageiro e é uma fase.

    Responder
  78. Carininha Newton Isaac em

    eu ando passando por isso esse post me ajudou muitissimo

    Responder
  79. Aerdna Arierref Nidnal em

    Muito bom saber.

    Responder
  80. Katia em

    Estou passando por um momento difícil meu bebe é lindo esta com 2 meses e 13 dias…amo muito ele mas sinto uma melancolia uma vontade de chorar duariamente….fiquei muito tempo sozinha quando meu marido ia trabalhar e as vezes ficava 72 horas fora eu chegava implorar para ele não me deixar sozinha, mas ele tinha que ir e eu tinha que entender…mas isso me fazia chorar dia e noite. Chamei minha mãe para ficar uns dias comigo pois a solidão estava acabando comigo…ao ler seu depoimento me senti aliviada e vi que tantas outras também passam por isso e que é momentâneo logo vou superar. Gosto de ser mãe mas como você disse sinto falta de ter minha vida minha vaidade meu tempo e acabo me sentindo culpada por estar pensando nisso sendo que estou vivendo um momento único na minha vida. Pensei que aos 35 anos estaria madura o suficiente para a maternidade e não iria passar por sensações desagradáveis. Mas sei que vai passar.

    Responder
  81. Carmem Batista Da Silva em

    tenho medo de ficar em casa com minha filha mas estou tentando ficar aos poucos e dou aula as vezes prefiro dar aula do q ficar em casa com ela. e tenho dpp
    sera q isso passa logo? vcs sentiam isso q eu sinto

    Responder
  82. Ana Carolina Mori em

    Muito válida você compartilhar essa sua experiência..
    Obrigada

    Responder
  83. Ana Paula em

    Michele, Ao compartilhar esse momento tão delicado vc me ajudou muito, porque foi exatamente o que vivi e senti atê Maria fazer 5 meses!!! Foi um momento de luto para mim! Agora com sua ajuda consegui retomar minha vida e estou muito feliz e curtindo a maternidade ? Obrigada!!!!

    Responder
  84. Elaine Dadielle em

    Nossa muito obrigado por relatar o que vc passou muitas pessoas assim como eu precisam ler esse seu relato . Sou mãe de um rapazinho de 7 anos quase 8 e estou gravida de 3 messes e eu já estava com a cabeça com um turbilhão de pensamentos . Sofrendo por antecipação e muita ansiedade . Sempre que eu achar necessário vou ler esse seu relato para não cair nessa tal depressão pós parto . Obrigada mais uma vez .

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  85. Cristina Silva em

    Meu filho tem 3 anos… Mais percebi que depois que ele nasceu começou as preocupações, como não tem família por perto fui me sentindo, cada vez mais sozinha, como não me cuidei hoje estou com depressão! Mais lendo esses depoimento tenho cada vez mais a esperança de ficar boa!

    Responder
  86. Lívia em

    Sabe quando vc está no seu limite precisando conversar com alguém que te entenda mais não tem essa pessoa, pois é, acho estranho pq tenho mãe, pai, marido e nenhum deles me entendem e isso vai me deixando mais para baixo.
    Meu bebe completa dia 23 de dezembro 3 meses, até a algumas semanas atrás estava só um pouco irritada, mais agora misturou todos esses sentimentos que vc citou e estou começando a ficar preocupada pq estou me isolando. Tudo que vc disse com algumas exceções é isso de fato que acontece. E estou em debate com meu marido, foi exatamente aquilo que vc disse, sinto que minha vida mudou e da dele ta tranquilo, fico com muita raiva.
    Quero me sentir feliz e não me sinto e é isso que me encomoda mais.

    Beijos e boa sorte pra todas nós guerreiras.

    Responder
  87. Rosa em

    Olá, acabei de ler seu post e fiquei muito emocionada, estou procurando uma luz no fim do túnel, pois minha filha já está com cinco anos e desde o primeiro ano de vida dela, tenho vários sintomas, ansiedade, irritação, cansaço excessivo, consegui amamentar apenas 2 meses, meu leite secou, mais o que mais me preocupa é que não tenho a paciência com ela que acho que deveria e estou com uma queda de cabelo enorme, já fiz vários exames e não tenho nenhum problema fisiológico, seu post me ajudou a talvez entender o que está acontecendo comigo e procurar outro tipo de ajuda. Obrigado e parabéns por está superação.

    Responder
  88. Ju Bruno Portes em

    Nossa adorei me ajudou muito vou procurar ajuda estou assim e me sentia mas culpada por esta assim.

    Responder
  89. Juliana de Bem em

    Olá Michelli! Foi muito importante ler seu relato num momento de tanta fragilidade para mim. Tenho um lindo menino de dez dias e estou insegura, tenho medo de não suprir as necessidades do meu garotinho. Talvez agora eu fique mais tranquila. Obrigada por compartilhar sua experiencia.

    Responder
  90. Patati em

    Muito legal seu relato, eu sofro muito com ansiedade e alterações constantes de humor, e agora então que parei a pilula a coisa ficou ainda pior. Eu não acredito que eu caia na neura de casa impecável e achar que dou conta de tudo sozinha porque nunca fui assim de qualquer forma e outra coisa que acho que vai me ajudar é que sou muito racional e consigo ver claramente as coisas e tomar as decisões necessárias mesmo que eu esteja muito envolvida emocionalmente, agora o que eu tenho medo é realmente a depressão, o sentimento de tristeza em função de ter um novo ser totalmente dependente de mim, esse lance de responsabilidade e de medo de que algo aconteça com o bebê. Outra coisa que sei que vai me afetar demais, feminista como sou, é ver eu me acabando para agregar mais essa responsabilidade a minha rotina e ver meu marido alheio a tudo. Espero que seja diferente, mas conhecendo meu marido como conheço já sei que vou sofrer muito!!! kkkkkk. Obrigada por compartilhar sua experiencia, muito bacana mesmo, eu aprendo muito com os outros e com as experiencias alheias, com o tempo fui desenvolvendo uma forma de empatia muito peculiar onde consigo realmente a aprender com a experiencia alheia, embora hoje eu perceba como isso é raro de se aprender e sei que seu relato vai me ajudar muito <3

    Responder
  91. Carol Cunha em

    Precisava muito ler algo deste tipo, mas sinto uma melhora momentânea. Meu caso é o seguinte, cuidei do meu bebê somente com a ajuda do meu marido quando ele nao estava trabalhando. Quando meu bebê completou quatro meses tive que voltar a trabalhar e minha sogra veio pra minha casa pra cuidar dele até completar um período pra eu poder ser dispensada do trabalho.Foram três meses desgastantes pois minha sogra é muito invasiva e eu sofria muito por deixar o meu filhote em casa. Enfim fui dispensada e estava "pronta" pra ficar so em cada cuidando do meu bebê. Se passaram sete meses e hoje é que eu estou sentindo sintomas estranhos como tristeza, me sentindo sozinha como se pudesse falar sobre isso com ninguém, chorando muito e depois vem a culpa de estar sentindo tudo isso já que amo o meu filho demais e faço tido por ele. Hoje ele tem 1 ano e 2 meses , tudo que eu faço pro ele, nunca sai sem ele, salão de beleza fui uma vê só. As vezes penso em voltar a trabalhar mas não tenho ninguém pra ficar com ele e teria que coloca-lo em uma creche, mas quando penso nisso sofro mais ainda, eu sinto como se tivesse agindo mal e fico com dó de deixa-lo tão pequeno. Será que eu estou com depressão????

    Responder
  92. Gisele Arruda em

    Parece minha historia!!! Estou passando por isso minha bebe tem dois meses….

    Responder
  93. Roberta Nunes em

    Perfeita aforma em que vc descreveu esse momento.

    Responder
  94. Elaine Oliver em

    Muito bom o texto

    Responder
  95. Camila Amaral em

    Amei, parece que sou eu relatando.Meu bebê está com 4 meses tenho todos esses sintomas ainda. Não é fácil,mas vai passar.É bom saber que acontece,estava me sentindo muito mal, obrigada pelo depoimento

    Responder
  96. Debora Olivza em

    Muito bom !!!! Passo por isto e fico feliz que é " normal " não vejo a hora de passar alguns meses

    Responder
  97. Ane em

    Nossa parabéns pela sinceridade e por ter conseguido vencer tudo isso. Minha filha tem 3 anos e ainda sinto algumas coisas, o choro escondido bastante,a sensacao de culpa, e ainda de não me sentir uma boa mãe :(.No meu caso os julgamentos e as palavras das pessoas e que me machucam bastante, com isso me sinto péssima. Parece que estou fazendo tudo errado. Meus cabelos também caíram muito. Me sinto totalmente incapaz de cuidar da minha filha sozinha. Oque me deixa preocupada e triste demais. As vezes sinto que isso não é pra mim, espero que isso mude. Gostei do seu relato, e espero aprender um pouco mais com tudo isso.

    :*

    Responder
  98. Celia Maria Adriano Santos em

    Esta historia de vida é muito importante, espero que ajude a muitas mamães que precisam ouvir, parabéns Michelle Deus te abençoe

    Responder
  99. Conceição Duarte em

    Mto louco mas acontece

    Responder
  100. Daniela Ribeiro Reis em

    Muito lindo seu post, descreveu o meu momento. Meu bebê acabou de fazer um aninho e amo ele mais que tudo nesse mundo, mas ainda me sinto depressiva, me sinto feia, me sinto exausta todos os dias, as vezes não me reconheço. E o pior é que ninguém a minha volta entende esse sentimento, é muito dificil explicar, só quem realmente passa pode entender mesmo. Parabéns por ajudar outras mamães nesse momento delicado!

    Responder
  101. Cristina Levorato em

    Muito bom…tenho sofrido..muito bom saber que não estou só.

    Responder
  102. Thaís em

    Que Deus abençoe sempre o ser humano iluminado que você é. Estou apaixonada por seu blog! Mil vezes parabéns!

    Responder
  103. Andreia Alves fonseca em

    To passando por tudo isso e ta sendo muito difícil. mas me sentir melhor sabendo que passa

    Responder
  104. Jaqueline Couto Amancio em

    Michelle parabéns por vencer creio que nunca estamos só e nessas horas é so Deus..e graças a Deus vc saiu dessa situação que angustiante.. também sinto muito medo e me cobro muito mas creio que eu ja esteja me recuperando reprendo e falo que no nome de Jesus vou conseguir..e creio que so Deus msm para nos tirar esses medos..porque o medo não e de Deus.

    Responder
  105. Adriana Ramos em

    Nossa parece que eu estava lendo o meu relato

    Responder
  106. Dani'ela Ribeiro em

    bem assim mesmo..exatamente como me senti…toda mãe passa por isso.

    Responder
  107. Rafael Azevedo em

    depois que tirei minha filha do peito so fiquei tristes tem ja 2 mes mais parte meu coração até hoje to triste de mais

    Responder
  108. Jarlene Castro em

    Parece que foi eu que escrevi esse relato. Tô sentindo a mesma coisa medo, pânico, alegria, tristeza….

    Responder
  109. Patrícia Lubas em

    Gratidão por compartilhar sua experiência .

    Responder
  110. Nicole Bauer em

    Quem esta com todos esses sintomas durante a gestaçao ?

    Responder
  111. Pri Alves em

    Lindo seu texto. Obrigada.

    Responder
  112. Susana Figueiras em

    O melhor postura, retrato que encontrei até agora…um empurrão a ajuda que ando procurando.

    Responder
  113. Gísian Brandão em

    Sempre sonhei com o momento em que seria mãe, e engraçado que quando esse momento em fim chegou, passei exatamente pela mesma situação, me vi em cada linha do seu relato, e também sobrevivi, e como isso nos transforma e nos faz mais sensíveis não? eu arriscaria dizer até, que nos fez mães melhores, comparado com o melhor que podemos dar de nós mesmas. Parabéns pelo relato e pela força.

    Responder

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