24 ago 2015

Os primeiros dias de adaptação na escolinha

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Leo, com 1 ano e 9 meses, em seu primeiro dia na escola

Há pouco tempo, contei aqui todas as minhas dúvidas acerca da ida do Leo para a escola, e elas eram muitas, lembram? Então. A gente pensou, a gente conversou, a gente refletiu – eu e Alexandre. Ele, na verdade, sempre achou que Leo deveria ir para a escola nessa fase, que iria curtir muito e que tudo ficaria melhor e mais leve para nós todos. Mas, faltava eu me sentir pronta e, principalmente: sentir que Leo estava pronto e que seria algo realmente bom para ele e, consequentemente, para mim.

Então eu, dentro de toda a minha introspecção, pensei, refleti, pesei prós e contras. Conversei com amigas que já haviam passado por esse processo com seus pequenos praticamente na mesma idade que o Leo. E assim se seguiram alguns dias, deitando a cabeça no travesseiro e pensando sobre o assunto.

Eu já vinha analisando o comportamento dele na escola desde a festa junina – em que ele correu pela escola inteira, entrou no meio do palco sem ser convidado e dançou capelinha de melão como se não houvesse amanhã. E em todas as vezes que levávamos a Melanie ou íamos buscá-la – em que ele se jogava, querendo entrar e chorava para sair. Lembrei também de quantas pessoas já haviam me dito, depois de olhá-lo em toda a sua energia e desenvoltura, “ele já é do mundo!”.

Foi percebendo tudo isso, e, também, o fato de ele estar sempre procurando algo para fazer em casa, ou melhor, algo para escalar, para subir, pular, tirar do lugar. Porque, aparentemente, as atividades que eu propunha já não estavam mais sendo satisfatórias para o pequeno. Nem os espaços que ele tinha para brincar e explorar.

Ainda meio em dúvida, decidi então colocá-lo na escolinha, apenas de tarde, assim como a irmã. Lembro que quando a Mel era menor eu a pegava mais cedo, e acredito que farei o mesmo com Leo. Por isso ele não deve ficar mais do que 4 horas e meia por lá.

O que me fez finalmente tomar essa decisão, na verdade, foi perceber que não seria algo definitivo nem algo que eu não pudesse voltar atrás. Não. Caso eu percebesse que ele não estava legal (ou mesmo eu), era só retomarmos a nossa vida de antes e deixar a escola para mais tarde. Porque eu não queria que fosse algo doloroso, nem para mim nem para ele. Mas sim, uma mudança boa, daquelas que assustam um pouco no início, mas trazem felicidade, novos ventos e abrem novos horizontes.

Então nos abraçamos forte, demos as mãos, e fomos para o nosso primeiro dia de adaptação.

Sei que muitas pessoas irão me perguntar em qual escola eles estão, mas, por questões de segurança quando se tratam de informações que colocamos na internet (que todos nós estamos cansados de saber!), mantenho isso offline. Quem tiver interesse, pode se identificar e me mandar um e-mail (michelle@vidamaterna.com), para saber mais detalhes, ok? 

Dia 1, terça-feira – ficamos por uma hora, juntos, eu e ele, em sala

No primeiro dia, deveríamos chegar um pouco depois do horário de entrada e eu ficaria com ele em sala, por uma hora. Nós chegamos, fomos recebidos pela coordenadora querida dos maternais, e seguimos para a sala dele. Fiquei sentada no chão conversando com a professora regente (que também foi professora da Mel no maternal 1, é um amor de pessoa e muito competente), enquanto Leo observava o local, as crianças e a movimentação em geral. Não demorou dois minutos para ele sair do meu colo e começar a explorar a sala. Brincou de carrinho, de fazer papá com as panelinhas e até quis dar suco de mentirinha para nós e um dos amiguinhos. Ficou encantado com as fotos dos pequenos nos armários, que mostram onde ficam alguns objetos de cada um. Na hora do lanche, hesitou um pouco em sentar na cadeirinha para lanchar junto aos coleguinhas, mas, ao ver o prato de bolo de laranja, mudou de ideia e sentou à mesa. Comeu um pedaço do bolo delicioso e tomou suco natural (se não me engano, de abacaxi). Logo depois, todos foram para um dos espaços ao ar livre da escola: um grande quintal com grama, terra, plantinhas, balanço, escorrega, pneus e até corda bamba. Um lugar que me trouxe boas e singelas lembranças da infância, especialmente de quando não era preciso muito para encantar uma criança e fazê-la feliz. Liberdade, ar puro, verde e brincadeiras ativas. Leo estava no céu. Brincou muito, explorou todos os cantos, catou folhas secas do chão, sujou as mãos e o uniforme de terra, numa felicidade que o fez esquecer por uma meia hora que eu existia e estava ali.

Nesse primeiro dia, ele deveria ir embora feliz e com aquela vontade de querer voltar, porque, afinal, foi divertido e bom para ele. Então não esperamos que ele se cansasse de ficar lá.

Uma das coisas que gosto de ressaltar porque faz uma diferença enorme para pais e filhos nesse início na escola, é o fato de estarmos juntos neste primeiro dia. A criança chega em um local estranho, com pessoas estranhas e muitas outras crianças, e se sente segura para dar seus próprios passos, para conhecer as coisas e as pessoas. Porque sabe que a alguns passos de volta, está alguém que ele confia e poderá contar se algo o assustar ou causar medo. Fora que para mães, pais e cuidadores em geral, isso acalenta o coração e tira muitas dúvidas, do tipo: como será que ele irá reagir e se relacionar com as outras crianças? e essas crianças, será que são tranquilas? boazinhas? como será essa interação entre eles? como será a logística em sala, o jeito da professora e das auxiliares com as crianças?  Faz muita diferença mesmo.

Depois disso, nos despedimos, a professora disse com muita alegria que o esperaria no dia seguinte e, sob alguns protestos da parte dele (que não queria ir embora), viemos para casa. Logo que chegamos, só deu tempo de trocar sua roupinha e lavar suas mãos, antes que ele fosse tirar a sua soneca.

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Dia 2, quarta-feira – ficou por pouco mais de uma hora, mas agora sozinho

No segundo dia de adaptação, ele ficaria a mesma uma hora, porém, sem que eu entrasse junto na sala. Chegamos e ele logo quis entrar correndo. Tive que segurá-lo no colo e distraí-lo mostrando alguns desenhos e fotos que ficam na entrada da escola, até que viessem buscá-lo. Eu estava ansiosa por ver qual seria a sua reação. Se ele iria numa boa, se estranharia, se iria chorar e se agarrar em mim.

A coordenadora veio até nós e sem titubear ele se jogou nos braços dela. Do tipo “me leve, quero ir, por favor”. E foram. Eu, feliz com a reação do pequeno, fui para o meu lugar cativo no sofá da secretaria (sofá que já me acolheu por umas duas semanas – ou mais? – na adaptação da Melanie, em 2011, quando tinha a mesma idade do irmão).

O combinado nesses primeiros dias é: chorou, pediu pela mamãe (ou papai, vovó, enfim), eles o trazem para que possamos dar um cheirinho, para que eles percebam que não os deixamos sozinhos.

Nesse segundo dia, no geral Leo ficou bem tranquilo. Só chorou em dois momentos: quando chegou na sala e a porta de vidro foi fechada (porque ele queria ir para o quintal ou para o parque, claro!) e na hora da troca de fralda. Me disseram que ele chorou muito e eu, que sabia o motivo, expliquei para que a profe não ficasse se sentindo mal: Leo já passou por muitos médicos, vacinas, exames, inclusive de sangue, e são coisas que o traumatizaram um pouco. Se ele é deitado num local desconhecido por alguém também desconhecido, ele relaciona com as experiências anteriores que teve. Acha que dali em diante alguém virá com uma injeção. Então ele só precisava de um tempinho para entender que as professoras não tinham agulhas nem nada do tipo, que era somente carinho e cuidado.

Leo brincou no parque e no quintal novamente e o lanche foi ao ar livre também. Comeu três fatias de pão caseiro e tomou muito chá. Fez sua higiene e logo estava de volta nos meus braços. Voltamos para casa e ele dormiu por uma hora.

Dia 3, quinta-feira, ficou por duas horas

Chegamos na escola, Melanie se despediu e entrou com sua professora e nós ficamos aguardando. Logo a profe do Leo veio e quando fui entregá-lo para ela, Leo reclamou um pouco e tentou voltar para o meu colo. Chorou por cinco segundos e foi com ela.

Esse foi o dia mais difícil da adaptação para mim. Eu estava um pouco angustiada, com aquele aperto no coração, sabem? Porque, no fundo, sabia que ele estava ruinzinho naquele dia e também com sono.

A turminha veio toda para a aulinha de movimento deles e, espionando, vi que ele estava no colo da professora e não estava muito contente em estar ali. Ela o levou para a sala, então. Logo vieram me informar que ele fez um cocozão e que ficou super tranquilo durante a troca. Ou seja, a cólica e o desconforto pararam de atrapalhar e ele já estava se adaptando à professora, tendo confiança nela. Eu fiquei muito contente. Nesse dia ele não quis comer na hora do lanche, apenas tomou suco.

Chegando em casa, tomou seu mamá e fez sua soneca da tarde.

Pequenas mudanças no comportamento em casa no início da adaptação: (somente nos três primeiros dias):

  • passou a acordar bem mais cedo do que de costume (às 7 horas, quando antes acordava às 9), um pouco ansioso 
  • passou a tirar uma soneca antes ou depois de almoçar, para então irmos para a escola
  • ficou por dois dias suuuuper grudado comigo, de querer colo e aconchego o tempo inteirinho (depois, percebi que ele estava com cólica e com o intestino preso e quando fica sssim, quer colinho mesmo)

Dia 4, sexta-feira, ficou por três horas

Entrou tranquilo, lanchou bem e tomou a sopa até. Acho que começou a entender melhor como funciona estar na escola e que eles têm momentos e atividades em sala e lá fora, nos parques e quintal. Não chorou, não pediu por mim. Explorou as caixinhas cheias de coisas legais que tem na sala, se sujou de terra novamente, interagiu com os amigos. Começou a fazer amizade com as professoras auxiliares (são duas), além de já estar bem familiarizado com a professora principal, a querida Sonia. Estava bem, feliz.

Nesse dia pudemos fazer algo que a Melanie queria muito, que era ouvir seu nome e do irmão sendo chamados ao microfone. E, mais do que tudo, pode sair de mãos dadas com ele. A alegria dela, de irmã mais velha, foi contagiante. Encheu essa mãe aqui de felicidade.

Logo que saímos da escola, Leo, cansado, adormeceu no carro. E assim terminamos nossa primeira e produtiva semana de adaptação na escolinha.

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Dia 5, segunda-feira, entrou um pouco mais tarde e fica até o horário de saída

Hoje foi o quinto dia de adaptação do Leo na escola. E eu finalizo esse post agora, aqui de casa. Ou seja, fui dispensada, já no quinto dia! Que absurdo, hein, Leo! Brincadeira! :)

Leo entrou como sempre: querendo ir de uma vez. Já reconheceu a professora Sonia quando ela chegou, foi para perto dela, para dar um cheirinho. Eu disse “tchau, amor! beijo!” e ele me jogou um estalado, na palma da mãozinha. O peguei no colo e entreguei para ela. E foram, os dois, para a sala do maternal 1.

Logo em seguida, fiquei sabendo que ele estava super bem e na aulinha de música. E que isso era mais um vitória porque a professora de música era nova para ele, até então. E ele se adaptou bem.

Aí veio a hora fatídica, para mim. Para essa mãe que não queria cortar esse fio, que queria esticá-lo um pouco mais. Por razões bobas, loucas e inexplicáveis. “ele está muito bem, tranquilo, brincando. pode ir embora! caso ele chore ou algo aconteça, nós iremos ligar para você, fique sossegada”. (lágrimas querendo rolar nessa hora)

Mas, gente, como assim? Cinco dias e já posso ir? Foi difícil me desgrudar daquele sofá, só eu sei. Fiquei ainda uns vinte minutos, até que a ficha caísse. Que meu filho querido, amado, foi para o mundo. E que estava bem sem mim, muito bem.

Antes que eu me lavantasse, muito perspicaz e amorosa, a querida coordenadora dos maternais, a mamãe Déia, como os pequenos a chamam, veio para me dizer algo. (ela queria me fazer chorar, certeza. hahaha). Foi mais ou menos assim:

“Michelle, você disse na semana passada algo assim “nossa, estou me sentindo abandonada! Leo não chamou uma vez sequer por mim!”. (eu disse que era brincadeira, mas, tinha um fundinho de verdade…) Então, não pense assim. Eu sei que a gente estranha um pouco, pensa até “será que ele estava bem mesmo ficando comigo?”. Mas, pense no quanto é raro que uma criança pequena como ele se adapte tão bem e tão rápido. Se sinta feliz e orgulhosa porque o seu menininho é uma criança feliz, segura, independente e madura para lidar tão bem com essa mudança, por um simples motivo: por todo o amor e segurança que ele tem de vocês, em casa. Isso é mérito seu. Se sinta feliz e vitoriosa.

E então, com aquele pensamento de “eu devo ter feito algo certo até aqui”, eu encerro esse post. Feliz. Por mim, por ele, por nós. Feliz pela nossa escolha, feliz por confiar nas pessoas amorosas que ficarão encarregadas do meu pequeno, por algumas horas diárias, daqui em diante. E que venham as próximas etapas, os próximos desafios. A gente vai estar pronto para enfrentá-los. Cheios de coragem, talvez um pouco de medo. Mas transbordando de amor, sempre.

Parabéns meu amor, meu Leo, por essa conquista. E obrigada pela oportunidade de acertar de vez em quando.

(continua nos próximos capítulos)

21 comentários no blog

  1. Amabylli em

    Parabéns Michelle, grande conquista! Você é uma mãe sensacional, admirável! Tenho um pequenininho aqui também de 13 meses, um grudinho comigo! Trabalho no escritório de nossa empresa, onde tem o quartinho e todos os mimos para ele, mas me sinto como você disse no post anterior, está difícil dar conta de tudo, casa, comida, escritório, correria bancária, funcionários, e ainda estamos em construção da nossa casinha! Estamos planejando com meu esposo, coloca-lo em uma escolinha de confiança em Fevereiro/2016, também no período da tarde para dar uma aliviada na rotina e para ele também conhecer novos desafios. Com certeza esse post me ajudará muuuuuito, já estou salvando ele aqui para futuro consolo e confiança! PARABÉNS pelo blog, pela pessoa maravilhosa que você é! Sinto muito carinho e amor nas suas palavras, cada vez que leio seus textos, “parece” que estou em meio daquelas conversas gostosas que só mãe entende! Um beijo para Mel e Leo <3

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    1. Michelle Amorim respondeu Amabylli em

      Oi Amabylli! Muito obrigada pelo carinho e boa sorte com seu pequeno por aí! :)

      Beijo

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  2. Adriana Lôbo em

    Minha filha também entrou na escolinha com 1 ano e 9 meses, em fevereiro passado. Ela adorou desde o primeiro dia e a adaptação foi tranquila. O único problema é que depois da escolinha, ela passou a adoecer. Desde março é um sem fim de gripes e resfriados. Já pensei em tirá-la, mas ela simplesmente ama a escola e as tias. Os médicos me recomendaram paciência e muito carinho pra passarmos por essa fase. Boa sorte com o Leo. Abraços!

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    1. Michelle Amorim respondeu Adriana Lôbo em

      Oi Adriana! Com a Melanie também foi assim e acho que acontece com a maioria das crianças, né? Leo ficava doente com frequência, mesmo sem ir à escola. Por isso esperei até que considerasse que ele estava pronto (isso depois de fazer vários exames e constatar que a imunidade dele estava normal). Tem que ter muita paciência mesmo!

      Beijo

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  3. Mirela Costa em

    Ai, Michelle, como a gente sofre… Heitor foi para escolinha aos 9 meses e como adoeceu muito, acabei tirando e retornando com ele para a mesma escola, com 2 anos e 2 meses. E nas duas vezes ele nem olhou para trás. Na escola dele já no primeiro dia a gente deixa e vai pra casa e, se precisar, a escola liga. Só pedem pra gente não agendar nenhum compromisso para que possamos estar disponíveis. E não precisei socorrer em nenhuma das vezes… Acho que no fundo ele sabe que estou sempre por perto. Ele ama a escola tbm. Estou pensando em colocar a Bruna quando ela tiver a mesma idade do Leo, o que será em fevereiro do ano que vem. Mas ainda vou me acostumar com a ideia, pq pelo marido e acho que por ela, ela já estaria lá. Ela se lamenta e chora quando vai comigo levar o irmão e ela não pode ficar…

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    1. Michelle Amorim respondeu Mirela Costa em

      Oi Mirela! A gente sofre pra caramba, hahaha. Mel adoeceu bastantinho quando entrou, com a mesma idade do Leo hoje. Mas ele já adoecia com frequência, mesmo sem ir à escola… por isso esperei até que sentisse que ele estava com a saúde mais estabilizada e também ver os resultados dos exames de imunidade dele, que estavam normais. Acho que no final das contas eles nos mostram quando é o momento (nesses casos em que temos a opção de ficar com eles por mais tempo). Mas vai dar tudo certo pra você e pra Bruna :)

      Beijo

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  4. Lorena Colares em

    Só amor por esse post, o meu pequenininho só tem 8 meses, mas já penso no dia que ele irá pra escolinha e não será apenas meu. Lindo Michele, suas palavras são inspiradoras.

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    1. Michelle Amorim respondeu Lorena Colares em

      Obrigada querida! Beijo

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  5. kelly Marinho em

    Que bom !! Deu tudo certo, viu?
    Sabia que o Leo ia tirar de letra, você nem tanto, afinal pra gente é mais difícil mesmo. Agente sofre mais.
    Mas viu, deu tudo certo e tá tudo bem. Parabéns pra vocês dois. <3

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    1. Michelle Amorim respondeu kelly Marinho em

      Obrigada querida aniversariante do dia! <3

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  6. Brenda Marry em

    Esse Léo, ta cada vez mais sapeca. Minha mãe sempre me disse, que filho se cria pro mundo, pois uma hora ou outra, são obrigados a sair de baixo das asas dos pais (principalmente da mãe), e se jogar nesse mundão. E esse ciclo, de certa forma, acaba de se iniciar pro Léo! Mas esse fio que os liga, jamais sera cortado, e sim, esticado, diariamente!
    Parabéns por mais essa conquista linda do Léo!

    Com amor, Brenda Marry

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    1. Michelle Amorim respondeu Brenda Marry em

      Sim, com certeza, Brenda! Pode esticar até a lua, ia e volta, que não arrebenta não :)

      Bjo

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  7. Ju em

    Que lindos! Parabéns que deu tudo certo! Meu pequeno é maiorzinho, ficou com a minha mãe desde que terminou minha licença maternidade e agora, com 3 anos e 2 meses, estou procurando a escola que o acolherá no início do ano que vem. Acabamos de visitar 2, na sexta passada, e confesso que me senti bastante segura, principalmente ao vê-lo entrar, dar a mão para as tias, brincar, ir atrás das demais crianças. Não sei como será no primeiro dia de verdade – nem para ele, nem para mim! Só sei que não tenho como fugir, porque a ida para a escolinha no ano que vem já não é uma escolha – e sim uma obrigação! Acho que posterguei o máximo que pude, deixando aos cuidados da vovó, mas também mostrei para ele bastante do mundo, tentando já começar o processo. Veremos! Bjs!

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    1. Michelle Amorim respondeu Ju em

      A gente fica com medo, mas as coisas acabam se ajeitando sempre. Boa sorte para vocês!

      Bjo

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  8. Bruna em

    ola Michele, sou fã do seu blog desde que minha filha nasceu. Tb sou de Curitiba e fiquei curiosa pra saber em qual escola q eles estudam (até Pq acho que moramos perto… Já te vi algumas vezes). Acho q vou colocar a minha ano q vem e já fui visitar algumas escolas mas ainda estou com dúvidas! Q bom q o Léo se adaptou bem! Bjos

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    1. Michelle Amorim respondeu Bruna em

      Oi Bruna! Vou te mandar por e-mail, tá? (não lembro se já te mandei! rs)

      Bjo

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  9. Camilla Comar em

    ohh que post lindo! Apesar do Jaiminho ainda ter 9 meses… já venho pensando em como será esse dia… Aqui na España o lance é um pouco diferente… a escolinha é só com 3 anos… antes seria uma creche. Nao sei ao certo que tipo de atividades eles teriam… Mas ainda vamos conseguir esperar entre minha sogra, eu fazendo horários alternativos na clinica e meu marido professor… conseguimos deixa-lo em casa. Mas eu ainda nao estou preparada para deixa-lo… me debulhei em lágrimas com o que a coordenadora te disse… Parabéns para o Léo (todo mocinho) e para vc e o Alexandre por o terem “feito” assim!! Que orgulho!!
    beijao

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  10. Rubiela de Oliveira em

    Ai! Chorei! Que bom que foi assim! Na escola da minha filha não deixaram entrar nem um dia tive que deixá-la! Na minha concepção é a melhor escola pra ela, mas tinha essa desvantagem!

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  11. Milene em

    Fiquei feliz pela sua decisão! Pelo que eu entendi, Leo já estava super pronto para a escolinha. Você que não… Hahah! Boa sorte para vocês!

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  12. Graziele Siqueira em

    Olá Michelle, adorei o seu site e a sua reportagem. Sou pedagoga e fiquei muito curiosa por saber a sua visão sobre a ida do seu filho a escola. Assim como você todas as mães tem "dó" de levar seus filho para as escolas antes dos 6 anos de idade, mas isso deve ser repensado. Quando entrei na faculdade tinha o mesmo pensamento que vocês, mas hoje, depois de estudar todas as questões da piscologia infantil, entendemos que a educação infantil não pode ser considerado um lugar apenas para as crianças ficarem enquanto os pais estão trabalhando porque não existe outro lugar para deixa-las. A escola é um lugar de descobrimento do mundo, as atividades realizadas nela não são atoas, o simples fato da criança desenhar, montar um lego… tem um significado de desenvolvimento especifico para cada uma delas, essas atividades são feitas em casa, mas sem um conhecimento maior dos pais, já que acham que a criança está apenas "brincando". Já foi comprovado cientificamente que quanto mais cedo a criança inicia sua vida escolar, mais facilidade nos estudos ela ira ter no futuro. Em todos os momentos do texto você usou a palavra professora e não tia, como as educadoras da educação infantil são chamadas, parabéns, fico feliz que você tenha esse visão de ensino e não apenas de cuidados (por trocar a fralda, dar banho) que temos com as crianças.

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  13. Patrícia Baptista em

    Oi Michelle!
    Obrigada por compartilhar essa experiência! Meu marido quer muito colocar o Arthur, meu pequeno de 15 meses, na escolinha com 2 aninhos. Eu fico pensando se não é muito cedo. Mas amei ler como tem sido com o Léo, me fez ver de uma forma mais positiva. Abraços!

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