14 ago 2012

O nascimento da Mel – relato de parto

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Meu parto foi muito emocionante e totalmente diferente do que eu imaginava que ia ser. Acho que dizer que foi tudo ‘muito louco’ e inesperado é a melhor descrição. Desculpem se estiver longo, com erros, etc, fui escrevendo conforme fui lembrando e minhas emoções foram vindo.

31.07.2010

Último dia de julho. O Ale estava de serviço o dia e a noite toda (a escala dele é 24h). Tenso. Mel não tinha dado nenhum sinal de querer nascer, estava alta na última consulta e eu mal sentia as contrações de BH. Mas pelo menos leonina minha pequena já era. Passei o dia bem, todo mundo me dizendo que ela chegaria em agosto e não em julho, que eu poderia ficar tranquila (pelo fato de estar sozinha). Depois do banho, lá por umas 22hs, decidi ir dormir mais cedo. Senti que devia descansar. Mas quem disse que consegui dormir? Não dormi nada, nem um minuto. Começou uma cólica chata, forte e constante. O fato de ser constante me fez pensar em cólica intestinal. Não quis ligar pra ele e contar da cólica, pra não preocupa-lo a toa. Lá por umas 5hs da manhã consegui ir ao banheiro, mas a cólica persistia.

01.08.2010

O Ale chegou em casa umas 7hs e foi direto pra cama, quebrado. Eu continuei deitada, sem dormir e com a bendita cólica. Falei pra ele que tinha passado a noite toda com essa dor e ele ficou assustado, mas dormiu em seguida. Lá pelas 10hs, começaram umas contrações diferentes, e eu nitidamente consegui distinguir a diferença daquelas cólicas e das de treinamento. Eram mais fortes, mais “abrangentes”. Começamos a marcar e estava dando de 7 em 7 minutos e foi diminuindo, chegando em 3 em 3 minutos. A dor porém continuava na mesma intensidade, de leve, digamos assim.

Falei com meu obstetra e ele me pediu que fosse até a maternidade que escolhi pra ter a Mel e passasse por uma avaliação. E que conforme fosse eles já ligariam pra ele de lá mesmo. Disse que achava que se tratava de um pré-parto. Ok. Fomos para a maternidade. Eu estava bem até, a dor era suportável e ao mesmo tempo instigante, me deixava ansiosa e feliz, pensando que tinha chego a hora.

15:00hs – O médico do plantão era super gente boa. Minha pressão estava alta 14×9 se não me engano. No exame de toque o veredito: “dilatação de 2cm, colo do útero passando de médio para fino, muito bom”. Palavras do médico. Quando ouvi isso abri o sorrisão e pensei: “é hoje!!!”.

Ele ligou pro meu obstetra e ambos acharam melhor que eu fosse pra casa, continuasse anotando as contrações e quando estivessem mais fortes, ligasse pro meu obstetra novamente. Eu tbm não estava a fim de ficar internada desde aquela hora, preferia ficar em casa. Voltamos e eu fui terminar de arrumar as minhas coisas pra levar pra maternidade e aproveitei e revisei a mala da Mel tbm. Decidimos assistir um filme, pra passar o tempo. Eu não assisti praticamente nada do filme, porque as contrações foram ficando mais fortes e estavam quase que um reloginho, de 5 em 5 minutos.

20:00hs – Conforme a orientação do meu obstetra, ás 20hs fomos na maternidade que ele estava de plantão, para ele mesmo me avaliar. Chegando lá, com a dor já bem mais forte, achei que eu estaria com uns 4cm de dilatação pelo menos, afinal, a dor tinha aumentado e já tinha se passado 5 horas desde o outro exame. Pra minha surpresa e decepção, eu continuava com os 2cm de dilatação, tudo igual. No cardiotoco, a Mel reagia normal durante as contrações, o coraçãozinho dela estava ótimo. A intensidade das contrações é que deixava a desejar, do ponto de vista obstétrico é claro, porque do meu, eu achava que aquela dor já estava ok, não precisava aumentar mais… Então meu obstetra diz: “olha, no pico da sua contração o aparelho marcou 40 e para ser uma contração realmente eficiente, tem que chegar a 70. As suas contrações estão regulares mas não estão suficientemente fortes para desencadear o trabalho de parto.” Tipo, OI? Vcs imaginam o que eu tive vontade de dizer pra ele nessa hora né? … Ele disse que eu estava tendo um pré-parto um tanto arrastado e sugeriu que eu fosse pra casa, continuasse no mesmo esquema, anotando, etc etc, e que retornássemos lá na maternidade ás 7:30, pra outra avaliação.

Fui pra casa totalmente frustrada. Passamos antes num restaurante que adoramos pra comprar uma sopa (a Eslava, nunca vou esquecer por sinal…), já que eu tinha que comer alguma coisa leve (tinha passado o dia com 2 torradas e chá). Chegando em casa, pra tomar a sopa foi bem difícil. Tinha que parar a cada 5 minutos, 4 minutos… Respirava e voltava a comer. Fui tomar um banho e tive que pedir um banquinho pro meu marido, pra segurar a onda durante as contrações. Foi muito bom ficar lá sentada com a água quentinha caindo nas costas, realmente ajuda. Eu não queria mais sair. Sequei o cabelo e resolvemos ir deitar, o Ale estava a quase dois dias sem dormir direito e precisaria dirigir pra me levar pra maternidade.

02.08.2010

0:00hs ás 03:00hs – As contrações começaram a ficar muuuuito mais fortes, mas eu não liguei muito pra isso, afinal, depois de 5 horas eu continuei com os mesmos centímetros de dilatação na última avaliação, então achei que estaria quase na mesma ainda. Eu deitava de lado mas quando vinha a contração, doía demais, doía mais do que se eu estivesse sentada. Então, decidi ficar sentada. Na verdade quando vinha a contração eu ficava meio de lado, ia me virando, me contorcendo, ficava na ponta dos pés e apoiava as mãos fechadas na cama, como se estivesse tentando me erguer. Eu respirava fundo, pensava “PQP, que dor do c***, eu não vou aguentar…”. E aí a contração passava e eu sabia que era menos uma. Incrível como quando vc não está tendo a contração, parece que não está acontecendo nada! Vc fica normal, zero dor. Mas enfim. Minha mãe tinha me falado: “pense na pior dor do mundo, multiplique por 10 ou mais talvez.” Aparentemente eu levei isso ao pé da letra, porque a cada contração eu pensava “não, ainda vai ficar pior, ainda não é hora de ir pra maternidade”. Meu marido hora acordava hora dormia, coitado. A cada gemido mais alto que eu dava ele dizia “amor, liga pro Dr. Hugo”. E eu falava que ainda não, que ia esperar mais um pouco. Vinha pra sala, ficava nas posições mais estranhas possíveis, tentando passar por mais uma contração. Eu batia o queixo, tremia as pernas, como se estivesse morrendo de frio, mas estava suando. Minha gata me olhava como se eu fosse de outro mundo. Acho que minha cara na hora da dor estava dando medo nela, coitada.

Os momentos mais tensos

Depois de aguentar algumas contrações na sala (das mais f****, diga-se de passagem) em silêncio pra deixar o Ale dormir um pouco, voltei pro quarto. Olhei no relógio e vi que eram 3 da manhã, ou seja, eu estava há 6 horas com dor, por pelo menos 3 delas com dor intensa. Achei que era hora de pelo menos ligar pro meu médico. Acordei meu marido, disse que queria que ele ligasse. Foi quando veio “a” contração. Eu não estava suportando a dor e tentei levantar da cama. Nisso, caí no chão e vomitei. Vomitei muito (toda a sopa eslava) e ao mesmo tempo que vomitei, escutei um ploft e senti molhar minha calça inteira. Eu pensei: ou eu fiz xixi na calça ou minha bolsa estourou.

Nessa hora meu marido entrou em desespero e coitado, não sabia se limpava o chão, se segurava meu cabelo ou se ligava pro médico. Com muito custo eu consegui levantar e já veio outra contração, agora muito mais forte e eu sabia que com a ruptura da bolsa era essa a tendência mesmo. Isso me deu medo.

Me arrastei pro banheiro e quando sentei no vaso, vi que o líquido que tinha acabado de sair da bolsa e encharcar minha calça, estava esverdeado. Nessa hora eu entrei em desespero. Sabia que era mecônio, sabia que ela tinha evacuado e que era perigoso. Tentei manter a calma e não disse nada ao meu marido, caso contrário, ele teria me arrancado do vaso semi-nua e me levado daquele jeito pra maternidade.

Tomei uma ducha rápida, me segurando nas parades do banheiro, pra não cair de dor denovo. Enquanto isso meu marido pegava minha roupa e tentava conversar comigo, querendo saber onde estavam as coisas. Eu não conseguia pensar nem conversar, a dor era muito forte e eu suava frio. Estava com medo porque ainda tínhamos que ir pra maternidade, eu estava passando muito mal, não conseguia nem me vestir e estava super preocupada com o líquido da bolsa.

Com muito custo meu marido me ajudou a me vestir e me carregou pro carro. Me vestir entre aspas, porque nem sutiã eu consegui colocar e saí com uma blusinha fininha no maior frio e garoa. Eu estava com muito calor, não conseguia colocar casaco nem nada. Eu confesso que na hora que entrei no carro e sentei, senti um medo enorme de não dar tempo de chegar na maternidade. Eu me sentia ‘pronta’ e comecei a sentir uma pressão muito forte lá embaixo. Vinha a pressão e eu empurrava pra baixo, mesmo sem querer, mesmo tentando não empurrar. Meu marido dirigiu a mil por hora e no caminho ligou pro meu médico. Eu disse que ele apenas devia dizer que a bolsa estourou, que o líquido estava esverdeado e que estávamos chegando na maternidade. Mas não falei pro meu marido o que o líquido esverdeado significava. Eu já não via mais nada e comecei a urrar de dor. Só lembro da música tocando baixinha no rádio. Hotel California, do Eagles.

Chegando na frente da maternidade, na mesma em que eu nasci, meu marido desceu correndo e pediu uma cadeira de rodas. Veio um rapaz e eles me colocaram nela, nem sei como, porque eu tremia demais de dor. Me levaram direto pra sala de emergência e uma enfermeira bobona (coitada, mas na hora me deu raiva) tentava puxar papinho comigo, perguntando o que era meu bebê, como se chamaria, etc. Ela me deu aqueles aventais de exame e eu não conseguia tirar a calça e o tênis. A abobada em vez de me ajudar ficava falando em tom irritante “Michelle! Michelle! Preciso que vc coloque a camisola”. E eu queria dar na cara dela… Acredito que ela estava me subestimando, pensando que eu deveria estar no comecinho do TB e já estava lá morrendo de dor e gritando. Sim, porque nessa altura do campeonato, eu cerrava os dentes e urrava de dor. Nunca senti nem imaginei nada parecido na minha vida. Uma dor e uma pressão indescritíveis.

A plantonista chegou toda sorridente e feliz, dizendo “bom dia Michelle!”. Minha pressão nas alturas, minha cabeça estourando de dor e eu me contorcendo na maca. Mantendo o sorrisão na cara, ela colocou a luva, sentou e se aproximou pra fazer o exame de toque. Esse momento foi engraçado e desesperador ao mesmo tempo. Sabe quando uma pessoa muda completamente de expressão em menos de um segundo??? Foi o que aconteceu. Ela mal encostou em mim e disse atordoada: “Dilatação total!!! Completamente dilatado! Não vai dar tempo do seu médico chegar aqui, já estou vendo a cabeça”. Uma lágrima caindo e um sorriso se abrindo no meu rosto. É minha lembrança mais forte desse momento.

A partir daí, um zilhão de coisas aconteceram ao mesmo tempo e foi correria total. Aquela coisa de filme ou novela mesmo. A plantonista foi ligar pro meu médico e o Ale, super assustado, correu pra fazer o meu internamento. A enfermeira boboba agora estava com cara de desespero e de respeito por mim. Veio com uma camisola da maternidade, me vestiu e me colocou na cadeira novamente. Nisso, o Dr. Hugo, meu obstetra, entrou na sala. Ele veio correndo depois que o Alexandre mencionou o líquido esverdeado no telefone. Eu sabia disso, sabia que era só o que ele precisava saber pra vir voando pra maternidade. Ele me olhou, sorriu e disse: “Michelle. Era pra esperar um pouco em casa, mas não tanto assim!!!!!!”

Me levaram pro centro cirúrgico direto. Mesmo que eu quisesse fazer a lavagem (eu não queria), não dava tempo. Mesmo que eu precisasse da tricotomia (eu estava com a depilação feita, ainda bem), não dava tempo. E a analgesia? Dava tempo? Precisava? Eu dilatei os 10cm sozinha em casa, na raça, sem analgesia. Parecia que não ia precisar. Mas foi necessária. Eu estava quase perdendo os sentidos, quase desmaiando mesmo de dor. Eu queria curtir meu gran finale e estava acabada demais pra isso. Foi quando o anestesista veio, me colocou com muito custo na posição que eles chama de fetal e me aplicou a raquianestesia. Eu tive contração durante a aplicação, por isso digo que o cara era bom mesmo. Dr. Osni. Lembro bem o nome dele. Meu marido, pronto, de roupinha, toquinha, câmera a postos, estava na sala ao lado, louco pra entrar, querendo esmurrar alguém cada vez que eu gritava de dor e não deixavam ele me ver. As enfermeiras, a pediatra, todo mundo correndo de um lado pro outro.

Veio o efeito da analgesia, que no caso da raqui, é quase que imediato, e então eu conseguia respirar e pensar direito, depois de horas de dor intensa. Lembro de perguntar pro meu obstetra se ia ser necessária a episiotomia mesmo e de falar pra ele não esquecer de costurar direitinho e ver se eu ainda estava anestesiada antes de começar, rs. Me colocaram em posição (aquela clássica) e mandaram meu marido entrar.

 

Veio então uma contração, e eu empurrei. Senti meu médico fazer o corte da episiotomia. Mais uma contração em seguida, e eu fiz força novamente. Nesse momento, senti a cabeça dela sair e logo em seguida o corpinho. A anestesia foi aplicada às 04:45 e apenas 12 minutos depois, às 04:57, eu estava com a minha filha nos braços.

Assim que ele colocou ela em cima do meu peito, ela virou a cabeça e olhou bem pra mim, fez um som tipo “aah”. Nesse momento eu vi a carinha mais linda do mundo e só consegui dizer “foi difícil né filha? mas a gente conseguiu”. Eles levaram ela e eu chorei muito. Lembro de só ter ouvido ela chorar uns minutos depois. Eu estava preocupada com o mecônio, se ela tinha aspirado alguma coisa, se estava bem. Meu marido me enchia de beijos e dizia “ela é linda! ela é linda”.

Nesse tempo ficamos conversando, meu médico e eu, sobre como tudo aconteceu, enquanto ele fazia a sutura do corte e esperávamos a saída da placenta, que não demorou quase nada por sinal. Ele brincou que quase nem precisava estar ali, já que eu fiz tudo sozinha. Que a função dele foi não deixar ela cair. O clima era de descontração e de felicidade no centro cirúrgico. Eu me sentia muito vitoriosa e abençoada. De verdade mesmo. Ainda não acreditava em tudo que tinha acabado de acontecer.

Melanie nasceu às 04:57, super bem, graças a Deus não aspirou mecônio nem nada, teve Apgar 9 e 10. Peso 3.180 e 49cm. E linda que só ela.

 

É indescritível o que vc sente quando seu bebê nasce. É indescritível quando vc ouve o choro dele pela primeira vez. É clichê, mas a gente realmente conhece, nesse exato momento, o maior amor do mundo. Esse é meu sentimento pela minha filha. O maior amor do mundo.

Meu trabalho de parto foi difícil e muito, muito doloroso. Como disseram, tive que ser guerreira mesmo. Mas sem dúvida nenhuma, numa próxima gravidez, vamos de parto normal novamente. Só que dessa vez, não vou esperar tanto pra ir pra maternidade. :)

[ reblogado ]

14 comentários no blog

  1. Mistelko em

    O parto da Nati também foi normal. Tinha planos para que fosse de cócoras, mas acabei vencida pela dor e tomei anestesia. Minha bolsa rompeu às 7 da manhã e à 1 da tarde eu ainda só tinha 2 de dilatação. Tomei ocitocina e em 2 horas e meia de dor já estava com 7, mas muito irritada. Pedi a anestesia e não me arrependo, aguentei tudo que podia. Ela nasceu roxinha, enrolada no cordão, e recebeu hapgar 5! Foi um susto, mas deu tudo certo. Beijão

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  2. Sarah Miranda em

    Li seu relato agora, e te achei realmente muito corajosa! E fiquei me imaginando na sua pele… Estou grávida de 4 meses, e o médico acha que é uma menina! Vamos ter certeza no próxima ultra. Ainda estou indecisa pelo parto: normal ou cesária? Estou propensa ao parto normal, pq quero estar disposta e bem quando o bebê nascer! Mas confesso que tenho medo das dores… Por enquanto, estou lendo e conversando com pessoas que passaram pela experiência do parto normal, para fazer a minha escolha com certeza, e sem arrependimentos. Parabéns pelo seu blog, tenho acompanhado sempre! Tem me ajudado muito, nessa fase maravilhosa e tão esperada da minha vida. Um grande beijo, Sarah

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    1. Raquell respondeu Sarah Miranda em

      Oi Sarah. . E aí vi fez parto normal ou cesarea? Estou no mesmo dilema. .

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  3. Renata em

    Michelle,
    O seu relato é de tirar o fôlego, literalmente!!! rs Parabéns pela coragem, determinação e força no nascimento da Mel.
    Termino a leitura ainda mais “inspirada” e encorajada para o parto de minha filha que se aproxima!
    Bjos!

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    1. Michelle Amorim respondeu Renata em

      Obrigada Renata! E uma boa hora pra você! Coragem e força ;)

      Bjo

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  4. Ana Flávia em

    Olá! Estou grávida da minha primeira filha e achei seu relato mais do que lindo! Até chorei… Eu sempre tive a mesma opnião que você! Quero parto normal! =D
    Parabéns pela sua vitória…=)

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    1. Michelle Amorim respondeu Ana Flávia em

      Obrigada pelo carinho Ana Flavia! Boa sorte com o nascimento do seu bebê e bastante força pra você.

      Bjo

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  5. bruna em

    Oi mi estou passando pra agradecer á você pelo blog você é muito clara,to grávida de 37 semanas,tenho um menino e meu primeiro parto foi igual ao seu horas e horas de dor,mais pra mim tinha sido traumatizante e ia fazer cesarea dessa vez.Mais vendo o quanto vc foi guerreira (até mais do q eu) porque no meu caso não teve meconio,estou decidida a fazer o parto normal porém já combinei com meu médico de ter a analgesia.mais uma vez obrigada bjss

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    1. Michelle Amorim respondeu bruna em

      Oi Bruna! Obrigada pelo carinho, fico muito feliz em ajudar de alguma forma. Se você já passou pela experiência do parto normal, vai tirar de letra dessa segunda vez. Com uma vantagem: pode fazer diferente aquilo que te incomodou da primeira. :)

      Boa sorte com tudo,

      Bjo

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  6. Mei Wagner em

    Acho sensacional falar da coisa como ela é… parto normal dói sim! Temos que estar preparadas e este seu relato é mais um incentivo para eu fazer o meu parto normal. Muito emocionante e com certeza ter a filhinha nos braços é a coroação de toda essa saga! Parabéns pelo post e obrigada por compartilhar sua experiência!

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  7. Keila Gonçalves em

    Noossa, encontrei seu blog enquanto procurava uma lista p levar para maternidade, li sobre seu parto do seu segundo filho e acabei lendo muitas outras coisas q me ajudaram bastante, ainda estou com um pouco de medo-ansiedade com relação ao parto, ate pq vai ser normal.. Estou com 34semanas.. Vc eh muito corajosa, parabéns.. Seu blog me deu muita força nessas 3 semanas de extrema ansiedade.. Bjao

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  8. Bruna Botelho em

    Michelle,
    Rir demais com você, muito corajosa e forte, a melhor parte foi quando disse que ia dar na cara da enfermeira kkkkk, parecia eu falando. É uma dor intensa não é, estou de 32 semanas ja esta quase…

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  9. Luciana em

    Oi Michelle, qual é a maternidade e em que cidade?
    Parabéns pela sua coragem!

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