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Mudanças que ajudaram a minimizar as alergias respiratórias do Leo

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Com poucos meses depois do seu nascimento, descobrimos que Leo era uma criança alérgica. Primeiro, aos três meses de idade, foi a descoberta da APLV (alergia à proteína do leite de vaca). Logo em seguida, confirmamos a rinite alérgica e alergia à clara do ovo também. Além disso, ele tem dermatite atópica, ou seja, pele ressecada e sensível em algumas regiões e eczemas comuns em pessoas atópicos.

Mais tarde, com exames de sangue mais detalhados, descobrimos que a alergia mais alta era a pó de casa, ácaros e afins. Pelo de gato também apareceu como alergia leve, e nos causou uma preocupação extra e sofrida, porque, como vocês sabem, temos uma gatinha, a Boo.

O cenário recorrente por aqui era: algo que desencadeava a reação alérgica > crise de rinite > sinusite. Depois ficou um pouco pior, quando a bronquite também apareceu. Para completar o pacote alérgico, uma asma leve. Ou seja, uma criança com rinite, bronquite e asma (exatamente como o pai – que sofreu bastante com tudo isso até os nove anos de idade – confirmando a hereditariedade para essas coisas também) além das alergias alimentares.

Sendo assim, desde o final do ano passado, tomamos várias providências a respeito da saúde do Leo, porque, sinceramente, eu não aguentaria mais um mês daquele pesadelo de febres, noites sem dormir, choro, médicos, exames, pronto atendimentos lotados com intermináveis esperadas e, claro, muitos antibióticos que eu preferia que ele não tivesse tomado. Era tudo muito sofrido e estressante, principalmente para mim e para o Leo. Partia meu coração ver meu menino tão ativo e cheio de alegria, sempre mal de saúde, com dificuldade para respirar e para dormir.

Mas, graças a Deus as coisas melhoraram. Então fiz uma lista do que ajudou a minimizar as alergias e contribuiu para uma melhora considerável na saúde dele. Como sei que muitas crianças passam pelo mesmo, quis compartilhar com vocês.

Exames detalhados

Leo fez uma bateria de exames de sangue, os comuns e outros específicos e detalhados na parte de alergias. Fez também raio-x de cavum, seios da face e pulmão. Foi difícil, doeu nele e em nós, mas foi muito necessário para clarear o que precisava ser tratado e mostrar por quais caminhos deveríamos seguir. Conseguimos concluir com segurança que não se tratava de um problema de imunidade (que estava ótima) mas sim, de estarmos tratando de uma criança muito alérgica.

Consulta e acompanhamento com especialista

Depois dos exames, consultamos com um otorrino (o Dr. Caio Soares, do IPO), para que ele desse uma olhada nos resultados e visse a situação da adenóide principalmente, que estava num tamanho normal. Lá, ele me deu uma explicação muito clara sobre como as alergias influnciavam no fato do Leo ficar doente a toda hora. Fiquei sabendo da existência dos cornetos nasais, que são projeções ósseas alongadas e revestidas de mucosa que ficam na parede lateral da cavidade nasal. Têm a função de umidificar e remover impurezas do ar que inspiramos. O “inchaço” dos cornetos inferiores aumenta seu tamanho. Na maioria das vezes essa hipertrofia acontece por inflamação crônica da mucosa nasal desencadeada por processos alérgicos, irritantes nasais, medicamentos, alterações hormonais e sinusites. Esta obstrução acarreta o início da colonização por germes e fungos que estão presentes na região, mas não encontravam condições favoráveis ao seu crescimento. Daí vem a febre e a infecção.

Desde o ano passado, também, Leo está sendo acompanhado por uma pediatra pneumologista e imunologista, a Dra. Marilene Moreira Nelsen, que é muito conceituada aqui em Curitiba. Além de atenciosa e muito querida, ela fez algumas mudanças nas medicações contínuas que Leo tomava (xarope antialérgico, spray para a rinite e outro para a bronquite e asma) e todas essas mudanças foram super acertadas. Também indicou fazermos algumas vacinas mais abrangentes – que não entram no calendário oficial do governo e são dadas em clínicas de vacinação particulares.

Devemos voltar em breve e fazer uma nova leva de exames de sangue, para ver como as coisas progrediram nesse tempo. Ah, continuamos com o uso das homeopatias também.

Lavar o nariz com fluidificantes nasais com mais frequência e fazer nebulização com soro fisiológico

Eu já tinha usado várias desses descongestionantes nasais, das mais diversas marcas e modelos (gotas, spray, spray contínuo, etc) e também testei o soro fisiológico morninho aplicado com a seringa. Os sprays geralmente indicados não davam conta do recado e com a seringa Leo não se habituou. Por indicação da pneumo então, passamos a usar os descongestionantes mais potentes, que tem uma vazão maior. Hoje eu uso o Maresis e ele tem um bico redutor que ajuda muito a suavizar os jatos e também evita o desperdício. É uma solução isotônica de cloreto de sódio 0,9%, estéril, sem vasoconstritor e livre de conservantes. Também fazemos nebulização somente com o soro fisiológico. Manter o nariz limpinho e livre do acúmulo de corizas – que acabam sendo o alvo perfeito para a proliferação dos germes e bactérias – tem ajudado muito.

Quarto livre de ameaças

O quarto do Leo já estava “semi nu”, agora está “pelado”. Sem cortina, sem tapete, sem aquelas bolas lindas que ficavam em cima do berço dele, sem móbile, sem muitos brinquedos ou enfeites que possam acumular pó, sem nada (o quarto era assim antes).

Uso de capas antiácaro no colchão e travesseiro

Essa foi uma dica de ouro de uma leitora querida chamada Ingrid e nossa, como eu agradeço! Com toda a certeza foi um dos fatores que mais contribuíram para uma melhora nas alergias do Leo. Eu comprei capas antiácaro 100% algodão (para colchão berço americano e travesseiro adulto 50×70) no site da Allergocenter, que foi a empresa que a Ingrid me indicou. Coincidentemente a loja fica em Curitiba e a entrega foi muito rápida.

Conforme a descrição no site, as capas trazem os seguintes benefícios:

As capas antiácaro 100% algodão têm uma ótima aceitação pelos usuários, são macias, confortáveis e impedem o crescimento de fungos e bactérias. Sua membrana interna em PVC impede a passagem dos ácaros criando um ambiente mais adequado aos portadores de asma e rinite, desencadeadas por estes microorganismos, além de aumentar a vida útil e higiene dos colchões. Envolve totalmente o colchão para máxima proteção com fechamento a zíper.

As capas têm a finalidade de impedir o contato das pessoas com os ácaros e seus dejetos. Estes microorganismos são responsáveis por 80% das crises de rinite e asma e tem como principal habitat o colchão, nossas capas possuem laudos de suas membranas internas, que comprovam que seus poros são menores que os ácaros e seus dejetos e desta forma impedem sua passagem.

Retirada dos tapetes e limpeza minuciosa da casa

Com a chegada do inverno, que é bastante gelado aqui no sul, compramos um tapete daqueles super peludos e gostosos, que dão vontade de abandonar o sofá para ficar somente no chão, sabem? Só que ele piorou demais a rinite do Leo. Era meio óbvio, né? Assim que recebemos os resultados dos exames de sangue e a alergia a pó se mostrou muito alta, trouxemos o tapete da sala para o nosso quarto e lá, que é o local da casa onde Leo passa boa parte do dia, voltamos a usar tapete infantil de PVC (esse aqui).

A limpeza da casa continua minuciosa com o uso de aspirador de pó e principalmente pano úmido, dando uma atenção maior para o quarto e banheiro do Leo, sala e cozinha, que são os lugares que ele fica mais tempo. Como a casa é grande e não dou conta de tudo, tenho uma pessoa que vem às terças e sextas para me ajudar.

Lavagem das roupinhas apenas com sabão de côco e com mais enxágues

No primeiro ano de vida do Leo nós lavamos as roupinhas dele somente com sabão líquido para roupas delicadas (mostrei os produtos que mais gostei aqui). Porém, depois de algum tempo em que ele começou a se sujar mais, fiz algumas experiências em lavar as roupinhas dele com sabão líquido comum e uso de amaciante no enxágue. Péssima ideia. Os eczemas apareceram nas dobras dos braços e atrás dos joelhos principalmente, e causavam coçeira. Tentei voltar para os produtos bebê e indicados para roupas delicadas, mas mesmo assim as dermatites continuavam. Somente quando voltei a lavar toda a roupa dele, inclusive a de cama e banho, com sabão líquido de côco e programar a máquina para fazer mais enxágues, é que as alergias de pele melhoraram.

Como ele vai para a escolinha agora, brinca muito no quintal e no parque (onde tem areia, terra, grama) e volta parecendo um integrante do bloco dos sujinhos, precisamos esfregar as roupas com sabão em pedra neutro (ás vezes deixar de molho com algo mais potente), enxaguar bem e depois colocar para lavar com as demais peças na máquina. Esse esquema tem dado certo e quero testar agora esse Lava Roupas 100% côco vegetal – sem adição de detergentes e conservantes sintéticos, corantes ou fragrâncias – também da Allergocenter.

Substituir os produtos de higiene, especialmente para o banho

Como a maioria de vocês sabem, o blog começou tendo como carro chefe as resenhas de produtos. Conforme o tempo foi passando, eu já sabia mais ou menos o que dava certo para eles ou não e por isso as compras diminuíram muito nesse sentido. Mesmo usando produtos confiáveis e até orgânicos, Leo continuava com muitos eczemas na pele, em especial nas dobras dos braços. Foi então que a pneumologista me alertou sobre isso e recomendou que nós usássemos com Leo apenas shampoo neutro (o mais neutro possível) e sabonete líquido indicado para peles atópicas. Vou mostrar direitinho para vocês todos os produtos num post específico, mas já quero deixar a dica dos produtos que mais fizeram diferença para a pele do Leo: o Sabonete Líquido Restoraderm Cetaphil e a Loção Hidratante da mesma linha. Apesar do preço bastante alto e aliado a outros produtos que foram substituídos, melhorou cem por cento as dermatites dele.

Suspender o uso de fragrâncias e aromatizadores

Ainda uso todas as noites no quarto do Leo o Umidificador Drift da Hathas (que mostrei aqui) porém, sem o uso dos óleos essenciais, apenas com água. Também não uso mais difusores de ambiente, sprays aromáticos nas roupas antes de passar, nada disso.

Cuidados com os pelos da nossa gatinha, a Boo

Temos uma rasqueadeira que andava meio de lado já que a Boo tem o pelo relativamente curto (ela aparentemente é uma mistura das raças siamês e balinês) mas voltamos a usá-la direto depois dos exames terem acusado alergia moderada ao pelo de gato. Foi muito difícil ver o resultado ali, na minha cara, sabem? A Boo faz parte da minha vida desde dezembro de 2006, um mês e meio depois que ela nasceu. É como se fosse minha primeira filhinha, tamanho amor e apego que temos uma pela outra. Por isso doeu tanto – chorei uma noite inteira – quando o pediatra nos disse que teríamos que afastá-la do Leo por uns tempos (mandá-la para a casa dos meus pais, sogros, ou algo assim). Mas decidimos que tentaríamos outros meios antes. Sinceramente eu acho que ela morreria longe de mim, de nós. Por isso, além dos banhos regulares, passamos a escová-la de duas a três vezes por dia e só com isso já tivemos um resultado excelente. Boo passa a maior parte do tempo dormindo na nossa cama e reveza entre passeios lá fora de casa e sonecas no escritório ao meu lado enquanto trabalho. Não entra no quarto do Leo e quase não fica próxima dele (ela foge quando ele chega perto. garota esperta!). E assim podemos todos viver felizes para sempre.

Pergunta que sempre nos fazem: com a ida para a escolinha, ele passou a ficar mais doente? 

Como Leo ficou doente com frequência depois de um ano de idade, eu achava difícil que ela ficasse mais doente do que isso, sabem? E foi o que aconteceu. Ele teve apenas uma inflamação na garganta no mês passado, mas as crises alérgicas diminuíram muito nos últimos meses, mesmo com a ida para a escola (ele vai somente de tarde).

Ter uma criança alérgica em todos os sentidos – como o Leo – não é nada fácil. Eu sofria demais ao vê-lo sofrer e desejava muito que ele melhorasse.

O tempo então, tem me mostrado que as coisas podem melhorar, sim. Que podemos fazer ajustes e adaptações, tanto na nossa casa quanto na nossa vida. Que os pequenos vão crescendo e adquirindo mais defesas para o seu organismo. E que todo esforço e dedicação valem muito a pena para ver aquela pessoinha especial respirando melhor, sem febre, sem tosse. Apenas com um sorriso no rosto (mas não o dia todo, porque aí essa vida ficaria fácil demais, né?) :)

Com relação a APLV e a alergia ao ovo, vamos falar num outro texto, logo logo, tudo bem?

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16 comments

  1. Oi Michelle, acompanho seu blog desde o começo e gosto muito, também tenho um filho APLV, ovo, raízes e algumas frutas, também foi muito difícil pra gente, hoje ele tem 2 anos e 5 meses e ainda mama no peito, eu também faço a dieta de exclusão para pode amamenta-lo, ele não aceitou as fórmulas e o pediatra não me autorizou dar fórmulas a base de soja a ele, no próximo poste sobre as alergias, poderia escrever sobre isso, como foi a introdução de fórmula, se ele reagiu, se já esta acostumado, me ajudaria muito, muito obrigada, beijos na família!

  2. Oi Michele,

    nossa fiquei super feliz em ter ajudado. Fiquei até surpresa em ver meu nome lá heheh…Que bom, pra mim fez toda diferença também e fico feliz em ter ajudado mais um lindo pequeno a melhorar, junto com todas as outras ações que vc fez,. é claro.
    Melhoras pra ele e continuamos na luta contra essas alergias que tanto incomodam.
    Ah, vou usar sua dica do Otorrino, esse que vc citou é bom mesmo? Pq ele já faz tratamento com alergologista, mas não tenho nenhum otorrino bom.
    Bjs

  3. Michelle,
    Que sintonia hein? Acabamos de conversar sobre isso ( uma amiga e eu). Mesmo quadro da minha filhota: alergia a clara de ovo, dermatite atópica.
    Quanto ao quartinho dele, é uma pena que tenha ficado tão pelado, era lindo!!! Mas é para a saúde dele, a gente controla as visitas ao pinterest, né? Casa tem que ser clean mesmo, sei que a sua casa é uma gracinha e que ama coisinhas, mas é pela saúde dele. Destralhei um monte aqui em casa e ainda tenho q destralhar mais. Te indico o livro da Marie Kondo ” A mágica da arrumação”.
    Mas nem o granado ele pode? Já experimentou lavar roupa na mão? Sei que é uma trabalheira, mas arrume alguém para esse fim. Tenho nojinho de máquina de lavar, mesmo com enxague duplo. Conheci uma mãe com a filha com alergia a mosquito ( tem muito por aqui) que só lavava a mão, depois do trabalho mesmo. Ela me indicou a pomada genérica da polaramine no caso de picada ou dermatite, custa apenas R$5,90. O tratamento da menina é com vacinas também, e a pomada para alguma dermatite. Melhor que se entupir de corticóide.
    Barata e formiga é uma coisa que ninguém admite que tem na casa, já que quase nunca se vê, mas altamente alergênicas. Leo já fez pesquisa sobre isso? E picada de mosquito? E de abelha?
    Qualquer trabalho hoje vai valer a pena amanhã. A vacina é a melhor solução, meu marido fez desde criança o tratamento e até hoje ainda uns casos com rinite e a clara de ovo.

  4. oi michele nao sei se ai tem mas te aconselho essa solução isotônica: physiomer

    eles tem uma linha adulto, uma linha pra recem nascidos…e alem disso tem uma linha ipertônica che é pra quando a criança esta muito congestionada!

    eu ja usei varios tipos e foi a melhor que ja usei!

  5. Oi Michelle! Realmente não é fácil essa vida de alérgico … eu e meu marido somos e, por consequência, nossos pequenos também. Nossa alergia afeta só as vias nasais, menos mal, mas gera muitos cuidados também.
    Aqui também usamos o Maresis e para a limpeza da casa, eu uso Lysoform, você conhece? É muito bom, mas ele tem cheiro, então tem que ser passado quando o alérgico não está em casa, eu, por exemplo, uso na minha casa mas eu mesma não posso manuseá-lo. Mas como tem que passar um pano depois para tirar o excesso do produto, não fica cheiro residual. Foi a pneumologista dos pequenos que me indicou, depois, se você quiser, veja com os seus médicos se vale a pena tentar.
    Abs,

  6. Tadinho do Leo, Mi. Nossa, é muita coisa pra uma criança só!
    Que bom que vocês conseguiram amenizar isso. As suas dicas são super importantes pra outras mães que passam por isso, e são muitas!
    Beijos!

  7. Olá Michele, conheci seu blog há pouco mais de um mês, estou adorando… eu adoro “inventar” artes tb, meu filho de 2 anos tb é super, hiper alérgico, rinite, sinusite, dernatite atopica e etc; adorei as dicas, algumas coisas já faço, mas vou pesqyisar o protetor de travesseiro. .. super bj e obg por compartilhar!

  8. Adorei as dicas, a maioria eu já praticava. Tenho uma filha com as mesmas alergias que Léo e sei o quanto é difícil vermos nossos filhos sofrendo com essas alergias, mas aos pouquinhos vamos encontrando formas e alternativas para minimizar esse sofrimento. Obrigada por compartilhar sua experiência conosco! bjssssssssss

  9. Michelle,

    Eu também tenho alergias respiratórias, mas as minhas não apareceram na infância. Surgiram na adolescência e eu sofri bastante com falta de ar durante a noite pois demorou pra chegarmos ao diagnóstico de rinite alérgica. Por um tempo minha mãe achou que a falta de ar era por causa da minha escoliose.
    Na época fiz tratamento de homeopatia, o que foi muito bom pra mim, mas chegou uma fase em que o médico me disse que eu já não tinha mais pra onde ir na homeopatia, então ele achou por bem que eu buscasse outras alternativas. Batalhei um pouco, usei muitos sprays que não surtiam muito efeito, cheguei a usar broncodilatador por um tempo. Há pouco tempo atrás aliei alergista e otorrino e o negócio ficou melhor. O alergista que vou hoje é maravilhoso. Faço tratamento com vacina (eu mesma faço as aplicações, por se tratar de subcutânea), aliado ao spray Omnaris. Foi o único spray que deu certo comigo. Se eu usar tudo direitinho, dificilmente tenho crises. Só continuo dando uns espirros quando vou varrer a casa ou mexer com roupa (colocar pra lavar ou arrumar o armário), mas logo depois passa, não vira crise. Nos dias mais secos gosto de usar o spray rinosoro jet para umidificar, mas também já usei o maresis.
    Por mais que você tente a casa nunca ficará livre de poeira. é inevitável. você limpa agora e daqui a algumas horas uma boa parte de poeira já se instala novamente. Mas vamos na luta heheh
    As capas de travesseiro e colchão realmente são muito boas. Uso há algum tempo também.
    Não tenho alergias alimentares e nem de pele. Mas se um mosquito desses de lugar de mato (cachoeira, sítio…) me pegar, o local fica muito inchado e quente. Uma vez, ao olhar, pensaram até que era furúnculo.

    Gostaria de saber o que você colocou no lugar das cortinas no quarto do Léo. No meu quarto tenho persianas, mas são de tecido. Não me afetam hoje, mas fico pensando o que vou colocar no quarto do meu filho quando eu engravidar, pois sei que quando um dos pais é alérgico, as chances da criança ser são bem grandes.

    beijo!

    1. Oi Monique! Aqui em casa é duro manter tudo limpo porque ainda temos a obra do lado externo. Tem sido muito difícil :(

      No quarto do Leo, depois que tirei a cortina, não coloquei nada no lugar. Como eram somente para dar um toque na decoração, não fez falta, sabe? A janelas tem aquela persiana embutida no lado de fora :)

      Bjo

  10. Oi Michelle! É confortante saber que não estou sozinha nesse barco. Seu blog e relatos ajudam nossos corações de mães a ficar mais tranquilos.
    Muito obrigada!

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