29 mar 2018

México: Chichén Itzá, Riviera Maya e Cancun com crianças – as dúvidas mais comuns

Esse é aquele post introdução, pra gente falar um pouco sobre tudo que permeou a nossa primeira viagem ao México com as crianças e principalmente para tirar algumas dúvidas que vocês deixaram nos comentários lá no Instagram. Então, pega sua xícara de café ou de chá (ou a sua taça de vinho se você estiver lendo esse post depois do jantar) e vamos lá :)

Acredito que a minha história de amor com o México tenha começado cedo, lá na minha adolescência ainda – enquanto eu assistia às novelas mexicanas que eu tanto adorava. Coração Selvagem, Maria Mercedes, Marimar, Maria do Bairro, Amor Real – alguém reconhece esses nomes? A latinidade sempre me encantou, desde o idioma, a cultura, a gastronomia, passando pela música e toda a vibe caliente “latin lover” que a gente via nos filmes. (na verdade, a primeira novela latina que assisti foi uma produção venezuelana e chamava Topázio – lá em 1992 quando eu tinha uns onze ou doze anos de idade).

Conhecer o México – ou quem sabe fugir para lá quando as crianças me deixavam louca – sempre esteve nos meus planos, ou melhor, nos meus sonhos, até aquele momento. Então um dia, pesquisando por passagens aéreas para destinos praianos nacionais, fiquei abismada com os valores altíssimos em épocas que seriam possíveis de viajarmos. Do nada me deu um estalo e resolvi pesquisar voos para Cancun, afinal, se a gente queria praia, sol e mar, aquelas águas azuis viriam bem a calhar. Depois de simular algumas datas e meses, fiquei surpresa ao perceber o quanto Cancun e arredores eram destinos possíveis!

Então em março do ano passado, depois de descobrir que “yes, we can go to México!” fui fazendo tudo que contei para vocês naquele post com dicas essenciais para planejar viagens – se você ainda não leu, é só clicar aqui.

A ideia inicial – e teria sido perfeito! – era conhecer Cidade do México e arredores e depois ir mais ao sul para explorar um pouco de Yucatan e Quintana Roo. Mas ficou inviável pra nós, tanto pela questão das datas quanto pelo valor de uma viagem mais longa como esta. Abraçamos então a viagem possível e assim comecei minhas pesquisas sobre os nossos destinos nessa primeira ida ao México: Yucatan e Quintana Roo.

Durante esse post – e provavelmente nos demais também – vocês verão muitos links do blog Dicas de Onde Ficar, do Fred Prezotto porque o cara é fera quando se trata de Cancun e região. Foi tipo minha bíblia na preparação dessa viagem: posts super organizadinhos, detalhados e completos. Então, muito obrigada, viu, Fred?!

Planejando uma viagem a Riviera Maya, Cancun e arredores – as dúvidas mais comuns

Preciso contratar uma agência para planejar essa viagem?

Só se você não amar esse trampo maravilhoso que se chama “organizar uma viagem”. É bom demais poder escolher cada detalhe, gente. Além disso, durante as pesquisas você aprende muito sobre o destino que escolheu conhecer. Por isso eu recomendo fortemente que você perca o medo e se jogue – mas calma, só depois de muita, muita pesquisa e de analisar tudo tim-tim por tim-tim, tá? – do nível de quando você já tiver pesquisado muito, muito mesmo, pesquisar mais um pouquinho só para garantir. Se você nunca planejou uma viagem por conta, converse com os amigos e familiares. Certeza que alguém vai ter ótimas dicas pra compartilhar e te ajudar nessa tarefa levemente árdua porém altamente prazeirosa.

Qual a melhor época para visitar Cancun, Riviera Maya e arredores?

As estações são o contrário das nossas aqui no Brasil: o verão vai de junho à setembro e o inverno vai de dezembro à março, por exemplo. E como a época de furacões ocorre justamente nos meses mais quentes do ano, de julho a novembro – com maior incidência nos meses de agosto, setembro e outubro – essa acaba sendo a baixa temporada por lá. Mas isso não quer dizer que você irá pegar um furacão durante suas férias se for nesse período (o último furacão que ocorreu na região de Cancun foi em 2005). A chance existe mas é muito pequena, tanto que muita gente viaja para lá nessa época e acontece apenas de pegar uns dias de chuva, já que é o período mais quente do ano. De qualquer maneira, já sabíamos que esses não eram meses em que poderíamos nos ausentar.

Depois de saber que nessa região as temperaturas se mantêm altas o ano todo – geralmente fazendo apenas aquele friozinho leve de manhã e de noite nos meses de inverno – definimos então alguns meses possíveis – dezembro, janeiro, fevereiro e março. Analisamos prós e contras e escolhemos o mês de fevereiro para a nossa viagem, numa data que coincidiu com o Carnaval aqui no Brasil. Tivemos sorte com o clima e foram 11 dias de muito sol e calor, com temperaturas entre 27 e 30 graus. Choveu por duas vezes apenas, uma pela manhã quando estávamos em Playa del Carmen e outra quando estávamos em Cancun, no dia do nosso retorno ao Brasil.

Você pode ler mais sobre as temperaturas durante o ano todo e sobre as estações aqui.

Quantos dias são indicados para essa viagem?

Durante as minhas pesquisas, percebi que a maioria dos roteiros indica de 7 a 15 dias de viagem. Tudo realmente depende da sua disponibilidade. Nós conseguimos encaixar a viagem no período de 11 a 23 de fevereiro, ou seja, seriam 12 dias de viagem no total sendo 2 dias de viagem propriamente dita – um para a ida e outro para a volta. Tivemos então 10 dias para fazer o roteiro que escolhemos e se vocês me perguntarem se achei que foi tempo suficiente, eu diria sim e não. Sim porque deu para fazer quase 90% de tudo que havíamos planejado. Não porque algumas coisas ficaram de fora – ou por falta de tempo, ou por estarmos cansados ou por termos achado que as crianças iriam se cansar muito (ou reclamar que queriam estar na piscina). Acredito que dois dias a mais teriam feito diferença nessa viagem, ainda mais que era nossa primeira vez no Mexico.

Onde ficar?

Riviera Maya, Playa del Carmen, Cancun, Tulum, Cozumel, Akumal, espera aí que tá confuso! Sim, no início sua cabeça pode dar um pequeno nó, mas nesse post aqui o Fred explica direitinho a divisão das regiões e especialmente das praias, mostrando onde ficam as áreas de mar mais calmo para banho e as mais agitadas. E pelo mapa também podemos confirmar que Cancun não tem a melhor localização para a grande maioria dos passeios.

Por isso, se você também pretende fazer vários passeios e conhecer lugares entre Yucatan e Quintana Roo, talvez não seja inteligente pagar uma fortuna em um resort all inclusive localizado em Cancun, por exemplo. Você ficaria o dia todo fora e não aproveitaria praticamente nada do que estaria sendo oferecido e pago, é claro! Então o bacana é tentar dividir a viagem com hospedagem em diferentes “bases”, digamos assim.

Nós dividimos a nossa estadia entre Pisté/Chichen Itzá, Playa del Carmen e Cancun. Mais adiante vou contar certinho todo o nosso roteiro.

Agora se você quer mais é curtir praia, sol, piscina, comer e beber bem, e descansar, aí um resort all inclusive é uma boa pedida, porque você aproveita tudo que ele oferece.

O estado de Quintana Roo é todo lindo, especialmente as praias da Riviera Maya. Fica difícil escolher onde se fixar, dá vontade de ficar um dia em cada lugar, confesso. Mas como a gente sabe que essa vida de abrir e fechar mala, fazer check in e check out não é tão simples – ainda mais com crianças – melhor enxugar um pouco as paradas e garantir um pouco mais de tranquilidade durante a viagem.

Hospedagem

Resort all inclusive, hotel de luxo, hotel bacana mais em conta, hostel, Airbnb… felizmente a oferta e variedade de hospedagens nessas regiões é vasta! Com isso dá para escolher o que tem mais a ver com o seu estilo de viagem, com o que você deseja ou com o quanto você quer gastar com isso.

Como já contei para vocês ali em cima, nossa ideia para essa viagem era explorar lugares diferentes, por isso pagar caro num resort all inclusive estava fora dos planos. Hotéis de luxo também saíram da lista porque preferimos investir esse dinheiro de outra forma: em passeios, comida, experiências e comprinhas durante a própria viagem.

No fim das contas, ficamos num hotel lindão colado em Chichen Itzá, num apartamento locado via Airbnb em Playa del Carmen e por fim, num hotel bacana em Cancun. E foi uma escolha bem acertada pelo roteiro que já tínhamos definido. Mas fica tranquilo que cada parte da viagem terá um post com mais detalhes, informações e fotos, tá?

Precisa alugar carro? E precisa de cadeirinha para as crianças?

Caso você escolha ficar somente em Cancun, alugar um carro pode não ser tão vantajoso. Nessa região, o sistema de transporte público é barato e funciona muito bem, especialmente na Zona Hoteleira. E caso você escolha fazer um passeio ou outro, nesse caso acho que a contratação de um pacote com agência (incluindo transporte, ingressos e por vezes até guia), pode valer a pena.

Mas se você quer explorar e conhecer os lugares por conta própria, cabelos ao vento, sem horário de ida ou ou volta – como a gente – aí recomendo muito que você alugue um carro. No início parece algo complicado, mas eu juro, não é tanto assim.

Como contei para vocês no post passado, a gente optou pela Rentcars e desde o início gostamos muito da praticidade do site, da variedade de locadoras, da possibilidade de pagar sem IOF e de parcelar em até 12x sem juros no cartão. E ainda, por poder contar com um ótimo suporte em português, inclusive via telefone. Nós escolhemos um carro da locadora Alamo (um Jetta) e deu tudo certo. Mais uma vez, recomendo que você leia com atenção esses posts aqui e aqui.

Sobre o uso da cadeirinha e sua obrigatoriedade no México, vi alguns blogs dizendo que não havia uma exigência. Contudo, enquanto retirávamos o carro alugado na Alamo, nos confirmaram que a obrigatoriedade existia para crianças menores de 3 anos de idade.

Como a locação de um bebê conforto ou de uma cadeirinha pode ser um tanto cara – cerca de 12 dólares a diária (!) pelo que pesquisei na época, a gente acaba tendo a opção de levar daqui ou então de comprar algo bem baratinho para ser usado durante a viagem (e acreditem, lá a gente encontra cadeirinhas bacanas na faixa de 140 reais).

Pelo sim, pelo não, optamos pela segurança e levamos daqui do Brasil o assento de elevação para que o Leo usasse durante a viagem, assim ele ficaria mais seguro. Por ser leve e pequeno, deu para levar numa boa dentro de uma das bagagens maiores. Não fomos parados pela polícia em nenhum momento nem passamos por nenhuma fiscalização, mas com certeza ficamos muito mais tranquilos ao rodar pelas estradas do México com Leo usando pelo menos o assento.

Como é a alimentação por lá? As crianças conseguem se alimentar tranquilamente?

Essa foi uma das perguntas que mais surgiram quando estávamos no México. A gente tem aquela impressão de que toda e qualquer comida por lá será extremamente apimentada e exótica, mas na realidade não é assim. Temos os pratos que já são naturalmente preparados com pimenta e aqueles em que existe a opção de serem picantes ou não.

Agora o grau de picante leve ou forte para os mexicanos é bem diferente do que para a maioria de nós – que estamos acostumados somente com aquele molinho de pimenta delicioso daquela banca famosa do Mercado Municipal. E eu aprendi isso quando perguntei se era “muy picante” e o rapaz que nos atendia disse “para mí no, para usted sí” (hahahaha). E realmente, quase me saiu fogo pelas ventas com uma gotinha. Mas, com um pouco de cuidado e de parcimônia, toda a comida mexicana pode ser amplamente apreciada. Para quem como eu já ama esse tipo de culinária, dá para ser feliz todos os dias.

Sobre a grande dúvida se as crianças conseguem comer bem no México, a resposta é sim! :)

Além de toda a maravilhosa culinária mexicana com seus tacos, burritos, tortillas, nachos, salsas – guacamole, claro! – dá para comer tranquilo se você preferir algo com mais carinha do nosso dia a dia.

Na maioria dos restaurantes, especialmente os que não são a la carte, encontramos arroz e feijão de vários tipos e preparos diferentes – a maioria com especiarias ou apimentados, mas em um lugar ou outro haviam até os mais comuns e parecidos com o que consumimos aqui no Brasil. Também encontramos aquele franguinho grelhado ou empanado, carnes de ótima qualidade, peixes e frutos do mar sempre muito saborosos.

Ovos, legumes, verduras, saladas e frutas – isso você sempre vai encontrar, com diversos preparos e apresentações também. Além disso, existem sempre opções de massas, sopas e lanches, ou seja, dá para agradar e atender gostos e paladares diferentes, até mesmo o paladar dos pequenos.

Sobre opções para quem tem alergias ou intolerâncias (proteínas do leite, soja, glúten, lactose, etc), não cheguei a pesquisar a fundo porque Leo não tem mais essas restrições. Mas pelo que pude perceber, seria mais confiável um bom restaurante a la carte, onde você pode inclusive conversar com o chef e ser bem específico quanto ao seu prato, ao que você pode ou não pode ingerir. Acredito que nos restaurantes self service haja um risco maior de contaminação (mesmo que cruzada ou indireta), o que pode acabar arruinando a viagem de pessoas que precisam ter esse cuidado com a alimentação. Vale dar uma pesquisada no Tripadvisor selecionando as opções de cozinha “vegana/sem glúten”.

Nos próximos posts, além das recomendações de onde efetivamente almoçamos ou jantamos, vou deixar uma listinha dos restaurantes que gostaríamos de ter ido – e que foram escolhidos depois de muita pesquisa também.

Qual moeda devo levar? Dólares ou Pesos mexicanos?

Você vai usar ambas as moedas por lá, mas sugiro ter pesos mexicanos em maior quantidade se você for percorrer diversas regiões como nós fizemos. Em vários locais, especialmente fora de Cancun, os dólares não eram aceitos. Por isso acho que a dica mais acertada é: compre dólares aqui no Brasil e deixe para comprar pesos mexicanos lá. Compre um pouco ainda no Aeroporto – para pagar o taxi, o uber, o transfer ou mesmo o pedágio se você tiver locado um carro, enfim – e deixe o restante para comprar numa casa de câmbio confiável já no seu destino (ex: Playa del Carmen, Tulum, Cancun, etc). Tem um post bem explicadinho aqui.

E sobre a segurança, o trânsito, as gorjetas, a polícia e o pessoal que aborda oferecendo pacotes, passeios e serviços?

Quando comecei a pesquisar sobre o México e especialmente sobre Playa del Carmen e Cancun, confesso que fiquei assustada com tantas reclamações sobre exigência de altas gorjetas, mal atendimento caso ela não fosse dada, polícia corrupta que tentou aplicar multa (devida ou indevidamente) e se dar bem em cima do turista e principalmente sobre o assédio dos ambulantes e empresas oferecendo passeios, sempre com aquela oferta imperdível que na verdade não era tão imperdível assim.

Mas a verdade é que nada disso aconteceu conosco, ou melhor, não dessa forma.

No México, assim como em muitos outros países, faz parte da cultura e do dia a dia deles esperar pela propina (gorjeta) em regiões altamente turísticas como essas. Normalmente os salários são baixos e com isso aqueles 15% que os garçons recebem faz toda a diferença no final do mês. Sei que nas cidades mais badaladas dos Estados Unidos a gorjeta gira em torno de 18 a 20% – o que para nós que estamos acostumados ao 10% pode parecer um absurdo. Mas tanto em Playa del Carmen quando em Cancun, a propina girou entre 14 e 16% na maioria dos locais onde comemos – e sempre vem detalhada na conta. Claro que isso encarece qualquer almoço ou jantar, mas já fomos encarando a propina como parte do pacote da viagem. Assim dá para prever esses gastos e incluí-los no seu orçamento, inclusive.

Não fomos parados pela polícia – e sim, há muito policiamento, principalmente em Cancun – até porque não haveriam motivos para isso. Sempre rodamos respeitando os limites de velocidade, mesmo quando numa mesma via eles mudavam constantemente de 60 para 70, para 80 e para 100 Km por hora. Vi relatos de pessoas que estavam um pouquinho acima da velocidade ou que haviam ingerido alguma bebida alcoólica e, numa parada policial, acabaram sendo obrigados a pagar uma propina ao policial para serem liberadas. Mas, sinceramente, isso não é algo que acontece exclusivamente no México.

As estradas, ruas e avenidas dessa região de Quintana Roo são super boas e tranquilas, mas o trânsito em geral é muito louco! Muitos motoristas não respeitam as vias preferenciais e literalmente “se jogam” na sua frente, especialmente os taxistas. Trocam de faixa sem dar pisca (e não há nada que me irrite mais do que isso aqui em Curitiba), não são muito de dar a vez, enfim. Realmente tem que ter muita atenção e cuidado ao dirigir por lá. Mas o engraçado é que quase não ouvimos buzinas, nem vimos pessoas estressadas atrás do volante. Como se para eles aquele pequeno caos fosse normal, sabem?

Em todos os lugares por onde passamos, sempre nos sentimos seguros, tanto de carro quanto andando a pé. Obviamente que você turista, esteja onde estiver, há de ser precavido e não dar chance para o azar, cuidando muito bem dos seus pertences, bolsas, mochilas, celulares e carteiras. Ninguém quer ser assaltado ou vítima de golpe, então tem que ter cautela em qualquer lugar do mundo.

E por fim, sobre as empresas de turismo que abordam insistentemente oferecendo aquele pacote imperdível para um passeio que você nem quer fazer, não aconteceu com a gente. Pelo menos não a parte do “assédio” nem do “insistentemente”. Houveram ofertas, conversas e abordagens, mas ao nosso ver, tudo muito normal e comum em uma cidade turística. Afinal, aquele é o trabalho de alguém. Bastava um “no, gracias” e pronto. Acho que vendo por essa perspectiva, não tem por que se aborrecer. (a não ser que aconteça com você o que aconteceu com a gente no Paraguai e o vendedor agarre o seu braço e raspe seus pelos para te oferecer o barbeador do futuro… hahahaha. sim, isso aconteceu de verdade. pobre Alexandre.)

Mas, e o povo mexicano?

Eu ainda não considero que tenha conhecido a raiz do povo mexicano, mas pelo primeiro contato que tivemos em toda essa região mais turística e badalada da Riviera Maya e de Cancun, posso dizer que a grande maioria das pessoas é muito simples, amável e solícita. Nos sentimos muito bem acolhidos em todos os lugares por onde passamos, o que nos fez desejar um retorno a todos esses lugares. <3

No próximos posts: nosso roteiro de viagem + dicas e meus aplicativos de viagem preferidos.

3 comentários no blog

  1. Roberta Vasconcelos em

    oi Mi,
    Obrigada pelas dicas, ainda quero conhecer o México! Queria só deixar um depoimento pessoal que talvez possa servir de alerta para alguém. Sempre aluguei carro pela rentalcars e todos os blogueiros do Brasil indicam. Em viagem na Itália tivemos um problema bem chato com a locadora (não tinham o carro da categoria e ainda cobraram seguro a mais) que pensamos que seria resolvido quando voltassemos, por meio de reembolso. Além de não sermos resarcidos e do atendimento ter sido indelicado, descobrimos que não podemos entrar na justiça contra eles pq não têm escritório no Brasil! Isso é muito sério para uma empresa que tem tanta entrada no nosso mercado. Fica a dica!

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    1. Michelle Amorim respondeu Roberta Vasconcelos em

      Oi Roberta! Puxa vida, que coisa, hein! Obrigada por compartilhar com a gente. :(

      Muita gente confunde a Rentcars (que falei no post) e a Rentalcars (que tem o L), mas achei que ambas eram bem de confiança. A Rentcars é uma empresa brasileira, então me senti mais confiante em contratar com eles por causa disso também.

      Bjo

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      1. Roberta Vasconcelos respondeu Michelle Amorim em

        Obrigada Mi! Não tinha mesmo percebido a diferença. Bom saber que tem uma empresa brasileira, vou consultar da próxima vez!

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