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Livro: Parto Normal ou Cesárea? O que toda mulher deve saber (e todo homem também)

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O post de hoje é uma dica (rápida) de leitura para gestantes e para quem pensa em engravidar e tem dúvidas sobre o parto/cesárea.

Já contei aqui no blog o quanto admiro o trabalho da obstetriz e coordenadora do GAMA – Grupo de Apoio à Maternidade Ativa, Ana Cristina Duarte. Foi pesquisando e lendo seus tantos artigos que cheguei até este livro, que considero um dos melhores que já li sobre o assunto parto e cesárea.

É um livro pequeno, de leitura fácil e muito, muito informativo. Não está disponível em todas as livrarias (sejam online ou não), mas fazendo uma pesquisa rápida no Google você encontra algumas opções de onde comprá-lo. No próprio site da GAMA, inclusive.

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Dentre os assuntos abordados estão o parto e o direito à escolha informada, as evidências científicas, a segurança no momento do nascimento, o plano de parto e como planejar o seu (local, acompanhantes, exercícios, alívio da dor), como escolher um obstetra (ou fugir de um), a cesárea (indicações absolutas, relativas e discutíveis), o parto normal após cesárea, o papel dos homens no parto e como podem ajudar.

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Enfim, é um livro bacana para quem curte o assunto e busca mais informações. Recomendo muito.

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7 comments

  1. Melania, adoro sua pagina, acompanho desde sempre e aprendi muuuuita coisa sobre maternidade com voce! Esse livro foi muito importante para mim durante a gestacao! Voce vai amar ler “A Maternidade e o Encontro com a propria sombra” da Laura Gutman

  2. Com certeza quero ler! Meu primeiro parto foi normal e ótimo e agora já vem mais um! Espero que este venha de parto normal tbm! Mi, agora juro que vou fotografar os sutiãs de amamentação, pois comprei novos, rsrsrs…

      1. Sério… Eu ia esperar mais uns meses, mas a coisa aconteceu na primeira tentativa. Heitor estará com 1 ano e meio! Deus me dê sanidade mental e física para dar conta de 2 bebês, rsrsrs…

  3. Vítima da Cesariana Agendada

    Se pudesse, aconselharia todas as mulheres a optar pelo parto normal, ou pelo menos a passar pelo trabalho de parto antes de uma eventual cesárea.
    Sou uma vítima da cesárea agendada, aquela sem trabalho de parto e sem a menor consideração para com o bebê. Hoje, com 20 anos e depois de alguma leitura em artigos científicos a respeito, concluo que teria sido mais benéfico, e até mais ético, se minha mãe tivesse me abortado.
    Nasci antes do tempo, com 38 semanas, por conveniência de um médico insensível e pelo medo que minha mãe sentia da dor. Um paradoxo, pois ela relata que a dor do pós-operatório que sentiu, após a cesariana, foi muito mais cruel que a dor que sentiu em seu primeiro parto, que foi normal.
    Além de ter nascido com icterícia (o menor dos problemas) e dificuldades respiratórias, tive problemas de aprendizado no colégio e, principalmente, de socialização. Fui uma criança incompreendida, já que meus próprios pais me condenavam duramente por minhas limitações, e sofri de grave depressão, da qual só consegui me libertar há alguns meses com auxílio de acupuntura.
    “Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas (…) a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.” (A lição da borboleta, autor desconhecido)

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