12 nov 2018

Espalhando plantinhas (e amor) pela casa

Quem me acompanha há mais tempo deve lembrar que nós passamos por uma jornada e tanto até nos mudarmos para esta casa. Tudo começou no início de 2010, quando eu estava com uns quatro meses de gestação da Mel. Lembro que relutei bastante quando soube que iríamos construir nossa casa atual, com medo de não nos mudarmos a tempo dela nascer. E foi o que aconteceu, claro. Passamos três anos morando na casa dos fundos, algo como uma edícula grande, que acabou nos servindo bem e evitando que pagássemos um aluguel por aí.

A parte ruim foi acompanhar de perto – de muito perto – toda a obra: o eterno combo bagunça, sujeira e pó, o entra e sai das pessoas que trabalhavam aqui – algumas legais, outras nem tanto, as inúmeras vezes que éramos chamados para ver algo que já havia sido visto cinco vezes, todos os extras que fizeram aquela primeira previsão de gastos parecer piada, todos os perrengues de descobrir, por exemplo, que um belo cano desfilava exatamente no lugar que precisava ser quebrado – e por aí vai. E tudo isso com um bebê pequenininho – e, mais tarde, durante uma segunda gestação. Foi bem complicado, especialmente para mim.

Já tem quase cinco anos que finalmente nos mudamos para cá – numa correria insana três semanas antes do Leo nascer, em novembro de 2013. O tempo foi passando, muitas coisas ainda ficaram por fazer na parte externa, e, principalmente, a decoração foi sendo deixada de lado também – porque, sinceramente, leva-se uma vida toda para decorar uma casa, só pode.

Eu acho compreensível o fato de termos sentido uma necessidade de mudança de foco (e de gastos) depois de, por tantos anos, ter a construção da casa como principal preocupação. Nós desencanamos um pouco, decidimos deixar tudo como estava e fazer outras coisas que sentíamos falta, como viajar, por exemplo. Foi ótimo para todo mundo, menos para a nossa casa, haha.

Percebendo que ela andava meio caidinha – sem viço, sem brilho, sem verde, sem vida – decidi dar uns toques de amor espalhando algumas plantinhas pelos cômodos. Nada demais, nada muito fancy, já que eu não sou a pessoa mais entendida no assunto plantas. Costumo dizer que eu sou boa em manter seres humanos e bichinhos vivos, mas plantas… hum, nem tanto. Ninguém pode ter tudo nessa vida, então sigo buscando no Google coisas como: “como saber se sua planta está feliz?”,  “quais sinais indicam que minha planta está morrendo afogada e/ou desidratada?” ou “folhas amarelas e marrons significam muita ou pouca água?”. Por ora elas continuam bem, verdinhas e vivas, ufa!

O fato é que fiquei tão feliz com o resultado que quis mostrar aqui para vocês. Nossa casa ficou mais aconchegante, mais com carinha de lar mesmo, sabem? E para que eu não esqueça das minhas novas filhinhas, anotei na agenda os dias em que preciso regá-las. Aliás, aceito de bom grado dicas e macetes para garantir que elas continuem vivendo felizes por aqui!

Na sala colocamos uma Peperômia pendurada e uma Palmeira Raphis no cantinho.

Ao lado da escada e da mesa de jantar (que serva mais como mesa de quebra cabeças ultimamente…), agora vive uma Palmeira bem linda.

As demais plantas são pequenas e ficaram espalhadas na churrasqueira – um cômodo que finalmente nós terminamos e que vou mostrar logo logo por aqui. Tem Samambaias Havaianas, Suculentas e uma mini Orquídea.

Esta última, que só fica por ali no dia a dia, para não atrapalhar quem estiver usando a churrasqueira, é a prova viva de que eu realmente não entendo de plantas. Comprei pelo nome de “Holambra” – que veio escrito na etiqueta. Hoje então, li as demais linhas e descobri que “Holambra” é de onde a planta VEIO, não quem ela É, hahahaha. Essa boniteza chama Spathiphyllum ou, em bom português, Lírio da Paz – cuja folha e flor são tóxicas para cachorros e gatos. E eu que tinha acabado de doar meus dois lírios da paz menorzinhos… Contudo, já observei que a Boo não chega nem perto dessa planta, ela gosta mesmo das folhas mais “crocantes e sequinhas” – tipo batata chips. Mas ficarei de olho, claro.

E foi assim que, gastando pouco e sem entender muito bem o que eu estava fazendo, a casa ganhou mais vida e cor. Espero que vocês tenham gostado e me contem quais plantinhas fazem sucesso aí nos lares de vocês. Principalmente se forem plantas fortes e independentes que não precisem de muito para viver :)

E para quem é de Curitiba: tem algum lugarzinho especial que vocês gostam de comprar plantas e vasos? Essas plantinhas e vasos das fotos foram comprados na Esal Flores e na Leroy Merlin.

10 comentários no blog

  1. Mirela em

    Eu morro de vontade de colocar um verdinho pela casa, mas Cléo e Dominique comem tudo, até a artificial que tenho na sala! Ariel gosta de mastigar sacolas plásticas e Bianca acha que só precisa dormir!

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    1. Michelle Amorim respondeu Mirela em

      Eu sou a Bianca na vida então :D :D :D

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  2. Amanda em

    Mi, ficou lindo! Fiz isso há uns 15 dias. Passei na floricultura e trouxe um lírio, uma jibóia e algumas suculentas para alegrar a casa. Pesquisa sobre a jiboia é uma ótima planta para ter em casa, afasta energias ruins e é super fácil de manter. De onde e este vaso que pendurasse no teto? Beijo

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    1. Michelle Amorim respondeu Amanda em

      Oi Amanda! Segundo comentário sobre a Jibóia, vou dar uma olhada se não é tóxica pra gatinhos :D

      Beijooo

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  3. Paula em

    Ei!
    Seu blog é um capricho e sua casa mais ainda… mas eu morri de tanto rir com “comprei pelo nome de Holambra” ahahahahah.
    Gostei de ver a Peperômia dentro de casa. Moro em apartamento e estou em busca de plantas que resistam dentro de casa. Temos uma Raphis também, que se adaptou bem ao ambiente interno.
    Tenho uma planta Jibóia que também deu super certo dentro do apartamento… depois dá uma olhada e veja se gosta.
    Beijo

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    1. Michelle Amorim respondeu Paula em

      Oi Paula! Obrigada pelo carinho! <3 Eu sou apaixonada por essa "Holambra" minha, hahahaha ela é linda!

      Beijoo

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      1. Fabiane respondeu Michelle Amorim em

        Michelle, você podia dar umas diquinhas de como cuidar das “holambras” hahaha, eu acho lindo, porém, mato todas! Ou de sede ou de excesso de água… Abraços!

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        1. Michelle Amorim respondeu Fabiane em

          Oie! Por enquanto ela está bem e segura por aqui, haha. Tenho molhado uma a duas vezes na semana, embora tenha lido que no verão ela precisa ser regada dia sim dia não. Acho que é muito! Então vou observando :)

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  4. Ana Paula em

    Lírio da paz não curte sol intenso e gosta de água. SE o tempo estiver seco, precisa regar dia sim dia não, senão as folhas começam a “deprimir”…

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  5. Ana Paula Magri Moreira em

    Lírio da paz não curte sol intenso e gosta de água. SE o tempo estiver seco, precisa regar dia sim dia não, senão as folhas começam a “deprimir”…

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