04 fev 2013

Escola, creche ou babá: Optando pela escolinha

Colocar um filho numa escola ou creche nunca é uma decisão fácil para os pais. Especialmente para as mães e comigo não foi diferente.

Durante toda essa semana vamos falar desse assunto: escola, creche e babá. Começando pela minha experiência com a escolinha.

Eu sempre tive uma convicção muito forte de que era muito melhor para a criança ficar perto dos pais até os dois, três anos, e ler inúmeras matérias e entrevistas sobre o assunto cada vez mais confirmava a minha teoria.

Lembro que quando a Mel estava com 1 ano e pouquinho me perguntavam muito “não vai colocar ela na escolinha, não? coitadinha, sem contato com outras crianças, bla bla bla”. Era quase que uma cobrança mesmo. De outro lado, falando agora dos avós maternos da Mel, era o contrário. “Nossa, eu jamais “largaria” minha filha numa escolinha”, era o que eu ouvia da minha mãe.

Confesso que nunca me deixei influenciar por nenhum dos lados, nem os favoráveis à escola nem os favoráveis à Mel continuar comigo em casa. Eu fiz o que senti que tinha que ser feito, na hora que tinha que ser feito. Foi uma coisa muito natural.

A Mel ficou exclusivamente aos meus cuidados até 1 ano e sete meses. Tudo ia bem, dias tranquilos, dias mais tumultuados. Mas de repente eu percebi que ela precisava de mais. Ela queria mais. Mais do que aquilo que eu podia dar naquele momento.

Além do espaço físico muito limitado (lembrem-se que estamos construindo nossa casa nova e morando na casa provisória de trás, para evitar um aluguel desnecessário) aqui também tem muito pó, barulho, muito material de construção, calçadas a serem acabadas ainda e aquela bagunça típica de quem está construindo mesmo. Não era e não é um ambiente muito bacana para uma criança que corre feito o vento e tem muita energia. Fora isso, a cada vez que ela encontrava com os primos, todos quase da mesma idade, eu via que fazia muito bem à ela. Achei que não deveria mais privá-la disso, do convívio com outras crianças e de novas experiências. Era muito egoísta da minha parte. Como pais, nos cabia encontrar um lugar. O lugar perfeito para ela.

Ao decidir por uma escola, ao invés de uma babá que ficasse em casa com a Mel, por exemplo, eu buscava aliar o convívio com outras crianças, a recreação e as atividades pedagógicas e educativas. 

Há um ano atrás, bem nessa época, surgiu uma oferta razoável de emprego pra mim e pela primeira vez eu cogitei a hipótese de voltar a trabalhar fora e colocar a Mel numa escolinha. Num primeiro momento, confesso que chorei de medo só de pensar na cena de deixá-la e ir embora. Mas analisei bem a situação, respirei fundo diversas vezes e me perguntei: “por que não tentar?”. Caso eu aceitasse o emprego e ela não estivesse bem, eu não pensaria duas vezes em largar tudo e voltar a ficar com ela. Isso era bem simples pra mim, minha filha em primeiro lugar sempre.

Começamos então a pesquisar escolas, métodos de ensino, mensalidades (ouch!), e pegar opiniões e dicas de escolas com outras mães e pais amigos. Visitamos umas cinco escolas, baseadas nas seguintes premissas:

Método de Ensino: Eu gosto muito da linha Construtivista e da Montessoriana, mas não era uma prioridade na minha lista. Você tem que analisar qual te agrada mais e então procurar escolas que sigam essa linha.

Período: Normalmente é dividido em Integral, Intermediário ou Semi-integral e meio período. Eu a princípio estava procurando meio período.

Profissionais: Além de verificar a proporção de alunos por professora ou por sala é bacana ver se existe nutricionista, pedagoga(o) ou psicóloga(o). É um apoio não somente para a criança mas para você também.

Nutrição: Essa era uma das coisas mais importantes na minha lista. Eu procurava um cardápio mais natural, com menos ou nada de industrializados e principalmente, um lugar aonde a Mel aprendesse a comer bem de verdade. Afinal, esse sempre foi meu drama materno.

Localização e Segurança: Uma escola próxima de casa é o que a gente sempre procura, ou pelo menos no caminho de casa. O fator quem entra e como entra na escola é muito importante também.

Estrutura física: Eu não queria um escola grande, nem muito pequena e de preferência que fosse até 5 ou 6 anos apenas. Que tivesse área de recreação ao ar livre e salas espaçosas, iluminadas e arejadas, mas tudo muito lúdico e sem perigos como escadas com livre acesso, por exemplo. Se tivessem atividades extras como música, ballet, teatro entre outras seria bem bacana. O fator limpeza e conservação também tem peso nessa escolha.

Mensalidade: Obviamente que esse fator é importantíssimo, a não ser claro que você tenha dinheiro a dar com o pé. Além dela ainda tem o uniforme, material e taxas de matrícula, tudo a ser analisado.

Ambiente harmonioso e acolhedor: Era a coisa mais importante pra mim. Sentir que as pessoas que trabalhavam na escola o faziam por gosto e não só por necessidade de trabalhar. Sentir as pessoas felizes lá, entrosadas. E nessa questão não entra apenas “gostar de crianças”. É preciso gostar de educar, de conduzir, com amor e respeito.

Vou contar pra vocês um pouco sobre as minhas impressões das escolas que visitamos.

Escola 1

Começamos por uma próxima de casa e super bem indicada por uma amiga minha. A escola era relativamente pequena e atendia alguns dos requisitos que citei acima, mas achei que deixava a desejar no quesito estrutura. Por exemplo, a sala aonde a Mel iria dormir era pequena demais, com berços praticamente grudados um ao outro. Existia uma escada grande e de livre acesso às crianças (medo!). O cardápio era ok, mas nada espetacular como eu tinha em mente (e quando digo espetacular não quero dizer comida chique e sim alimentos de alto valor nutricional e uma alimentação planejada e balanceada). Achei as crianças que estavam nas salas pouco estimuladas, parecia mais que estavam passando o tempo só, sabem? O que mais me desestimulou lá foram as professoras mesmo. Nenhuma, eu disse nenhuma, olhou pra gente e nos disse um oi, muito menos para a Mel. Não senti amor lá. Pelo menos não o que eu procurava.

Escola 2

Por insistência do meu marido – que disse que eu estava desdenhando as escolas do nosso bairro (ele não sabia que eu já tinha pesquisado muito e não estava levando em consideração somente a localização e sim muitas outras coisas) – fomos conhecer uma escolinha aqui pertinho. Jesus. Foi um filme de terror gente, juro. A escola estava muito, muito mal cuidada. Não somente na parte estrutural de pintura, por exemplo, mas de falta de cuidados mesmo, de capricho, de limpeza. Mas o que mais viria a me chocar estava por vir. Duas salas lá no fundo com umas doze crianças aproximadamente. Uma escuridão que quase não se enxergava nada. Porém uma coisa de destacava em meio a penumbra: a Galinha Pintadinha. Sim, nossa amiga Popó pessoal.

Vejam. A Mel assiste vários DVD’s, entre eles, os da Galinha Pintadinha. Mas entre isso e pagar por uma escola que usa a tv como “método de ensino” existe muita diferença. Tv ela assiste em casa. Ponto final.

Haviam duas moças cuidando das crianças enquanto elas assistiam a Galinha. E sabemos que cuidar e transmitir conhecimento, ensinar, são coisas diferentes não é? Isso estava muito claro ali. Um dos “alunos” saiu correndo da sala e foi pego pelo braço pela diretora (que estava nos acompanhando pelo tour do terror) que com tom de raiva disse: “Nós já conversamos não é Joãozinho. Volte pra sala que depois vamos conversar de pertinho”. (insira aqui minha cara de pânico).

Olha, foi trash essa experiência. E o valor da mensalidade não era barato não! Era um pouco menor do que a primeira que visitamos e que era infinitas vezes melhor.

Escolas 3 e 4

Resumindo: muito bem recomendadas, métodos de ensino bacanas. Estrutura muito boa, tudo bem cuidado, organizado e bem limpo. Mensalidade um pouco acima do que procurávamos, mas novamente, cadê o amor? Cadê a harmonia coletiva? Não sei.

Voltei pra casa totalmente desestimulada. Resolvi desistir do emprego, resolvi voltar atrás. Eu não conseguiria voltar a trabalhar fora deixando a Mel num lugar onde eu não me sentisse segura. Aí lembrei de outra indicação que me fizeram e fomos conhecer a que seria a última escola a ser visitada.

Escola 5 (a escolhida)

Essa escola me chamou a atenção por ter uma metodologia diferenciada das demais. O método Pikler (esse vídeo demonstra a ideia do método) era aplicado ao berçário e a Teoria das Inteligências Múltiplas as demais turmas, que iam do maternal I ao pré II. Algumas das atividades extras, inclusas na mensalidade, eram musicalização, psicomotricidade, ballet, culinária, artes, teatro, artes marciais, inglês, entre outras. A estrutura toda da escola me agradou bastante. Tinha um tamanho muito bom para a quantidade de alunos, parques com brinquedos bacanas, horta, terra, areia e até uma mini cidade com casinhas do tamanho dos pequenos, cada uma com seu tema. Tudo muito bem cuidado e limpo. Haviam muitos profissionais, todos uniformizados ou identificados. O cardápio era maravilhoso. Tudo feito na escola, desde o pão integral e a bolacha caseira até o requeijão e a geléia. Somente sucos naturais e chás. Tudo elaborado por nutricionista com refeições bem balanceadas e comidinhas que a Mel não comeria em casa, por serem alimentos que não são da nossa rotina, mas nem por isso eu queria privá-la deles. A mensalidade estava na média de outras boas escolas que já havíamos visitado e relativamente dentro do planejado.

Mas o que essa escola tinha de especial para ser a escolhida?

O amor. A harmonia. A alegria conjunta e compartilhada por todos os funcionários e profissionais que cruzaram o nosso caminho naquele dia. Todos nos cumprimentaram, sorriram para nós, nos acolheram. Desde a direção, passando pela secretaria, pelas professoras e o pessoal da limpeza e da cozinha. A Mel foi muito bem recebida, com festa até eu diria. Senti que ela não era apenas mais uma criança ali. Ela era especial e única, como cada criança é.

Nós voltamos lá mais duas vezes antes de finalmente matriculá-la. E em todas essas visitas aquele ambiente amoroso se destacava e ia me ganhando cada vez mais.

Eu senti pela primeira vez meu coração em paz com aquele escolha que eu tinha que fazer. Eu tinha achado o nosso lugarzinho especial com base naquilo que eu acreditava e queria pra nossa filha. Uma educação feita com amor e respeito a individualidade de cada criança.

Felizmente nossa busca não foi tão longa assim e encontramos exatamente aquilo que procurávamos para a Mel. A verdade é que eu não poderia estar mais feliz com a minha escolha e acredito que isso tenha sido essencial na adaptação e aprendizado dela neste primeiro ano na escola.

Então, meu conselho quando se trata de escolher uma escola ou uma creche é o seguinte: siga o seu coração de mãe. Além dos pontos citados acima, como estrutura, localização, método de ensino, nutrição, escolha aquele lugar que te transmitir segurança em todos os aspectos e no qual você tenha liberdade de questionar, de saber, de participar. Afinal, você estará deixando lá o seu bem mais precioso nesse mundo.

IMG_2254

No próximo post vou contar pra vocês como foi o início, a nossa adaptação – a minha e a dela.

23 comentários no blog

  1. Carol em

    Michelle, fico feliz em saber que o seu critério foi o mesmo que usei: o amor! A “nossa” escolinha, a começar pelo anjo que é a dona Lourdes, é realmente especial… A minha Bibi entrou lá com quase 9 meses, e sinto que a escola tem despertado nela os melhores aspectos de sua personalidade, do convívio com os amiguinhos aos bons hábitos alimentares!

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    1. Michelle Amorim respondeu Carol em

      Oi Carol!

      Ah, que bacana! A dona Lourdes é minha ídola, adoro muito ela!

      Bjo

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  2. Andréa em

    Querida Michelle
    Até o ano passado minha filha estudou lá, posso assinar em baixo tudo que você falou da escola onde a Mel estuda, lá existe amor, profissionalismo e muita dedicação para tudo acontecer do jeito que acontece.

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    1. Michelle Amorim respondeu Andréa em

      Obrigada Andréa! :)

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  3. Camila Tavares em

    Amei o post, como sempre! Por aqui tb estamos escolhendo uma escolinha, mas bemmm diferente de vcs, moramos no interior do R.J e só tem duas escolas com maternal na cidade … e não são tão baratinhas… Uma faz parte da igreja Batista e a outra da igreja Católica, graças a Deus são duas excelentes escolas! Mas tb estou levando em consideração TUDO q vc falou… deixar meu tesouro em um lugar q eu tenha paz, tranquilidade e confiança.
    Vou aguardar o post sobre adaptação… estou um pouco receosa em relação a isso…
    Bjus Michelle

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    1. Michelle Amorim respondeu Camila Tavares em

      Oi Camila!

      Ah, que bom que vocês acharam boas escolas! Logo faço o post sobre a adaptação e falo mais da escola ;-)

      Bjo

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  4. Mistelko em

    Busquei uma escola pra Nati pelos mesmíssimos motivos: estimulação, convívio com outras crianças, volta ao trabalho. Meu marido não queria saber de escola de bairro e eu não queria depósito de crianças. Visitei o maternal de uma escola grande daqui de Curitiba e odiei. Bagunça, amontoação, mistura de faixas etárias e de desenvolvimento. Queria um lugar onde minha filha fosse vista, valorizada, ouvida e respeitada. E foi aqui no blog que encontrei esta escola. Me apaixonei pelo site e mais ainda quando visitei. Minha empolgação foi tanta que meu marido me permitiu matricular sem nem ir visitar pessoalmente. Acho que escola tem que ser assim. Vc tem que sentir que ali é o lugar onde seu filho vai receber o que você quer dar pra ele. E onde vc se sente segura em deixá-lo! Beijo Mi!

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    1. Michelle Amorim respondeu Mistelko em

      Eu fico muito feliz que tive um pequeno papel nessa história de vocês e da Nati! :)

      Bjão

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  5. Marcela em

    Michelle, qual escola é essa? Muito obrigada!

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    1. Michelle Amorim respondeu Marcela em

      Oi Marcela! É a Giordano Bruno :) http://vidamaterna.com/giordano-bruno-educacao-infantil/

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  6. Shirley - Macetes de Mãe em

    Que super coincidência, meu post de ontem no Macetes de Mãe foi sobre esse assunto. O título era: babá, escolinha ou avós.
    Eu estou voltando a trabalhar meio período e no outro meio decidi colocar o Léo numa escolinha. Agora também vou entrar na fase de posts e mais posts sobre esse assunto.
    Vou, com certeza, acompanhar os seus.
    A única diferença entre nós é que o Léo está com oito meses e meio. A metade da idade da sua filhota.
    Beijos!

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    1. Michelle Amorim respondeu Shirley - Macetes de Mãe em

      Coincidência mesmo Shirley! haha

      Esse post estava escrito há uma semana e programado para ontem, mas o WordPress tem perdido os meus agendamentos. Como fiquei ontem e hoje fora de casa, na correria, só consegui publicar hoje.

      Acabei de ver no Reader seu post! :)

      Bjo

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  7. Luciana em

    Oi, Michelle. Também estou na busca por escolinhas… O problema da GB é o horário. Eu preciso de uma que comece às 7… Você pode me dizer quais são as outras que você citou? Obrigada, bj.

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    1. Michelle Amorim respondeu Luciana em

      Oi Luciana! Te respondi por e-mail!

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  8. Michelle Amorim em

    Fernanda,

    Esse vídeo não é da escola da Mel propriamente dita, essa do vídeo até fica em outro estado. O vídeo serve apenas para mostrar a ideia do método Pikler.

    Eu conheci pessoalmente o berçário da escola da Mel (que tem como método o Pikler) e nunca vi um bercário mais bonito, limpo, aconchegante e feliz. Tem uma parte com EVA no chão, os brinquedos são de plástico e tudo muito seguro.

    Obviamente as crianças tem constante apoio, mas sem intervenções desnecessárias, a todo momento. E o chão de madeira por exemplo, é comprovadamente mais indicado para todas as fases da criança. Desde sentar e engatinhar até andar.

    Acho que nenhuma escola iria expor as crianças a tamanhos riscos assim, deliberadamente.

    Bjo

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  9. Ju em

    Fernanda,
    minha filha estuda na escola GB do video, e como a Michelle já informou os pisos de madeira são comprovadamente mais indicados, até porque proporcionam mais firmeza para as crianças, e é o preconizado por Emmi Pikler.
    Os brinquedos que aparecem nos videos foram criados por ela e por uma outra educadora alemã, e não sei como é o tipo de brinquedo de madeira que vc vê por ai, mas posso afirmar com certeza, que os brinquedos aqui são ótimos, planejados para as crianças e com certeza não soltam farpas nenhuma. Minha filha está há 3 anos na escola e nunca teve um machucado por conta do brinquedo.
    Aliás desde sempre procuro dar brinquedos de madeira para minha filha, que são muito melhores para o desenvolvimento que brinquedos de plástico com luzes e sons.
    Existe pouco material sobre o tema disponível na internet, mas com uma pesquisa básica no google, é possivel que esses são elementos bem característicos da educação pelo método Pikler.
    E outra você pode ver que a disponibilidade de brinquedos é pequena, não tem um tipo de brinquedo para cada um, e os brinquedos não são brinquedos prontos. Tem um carretel de linha ali, que era o preferido da minha filha, pq ela via um microfone, e cantava nele o dia todo. E a pouca disponibilidade é importante justamente para as crianças desde pequenas aprenderem a dividir, e esperar sua vez, entre outras questões.
    Por fim, acho um pouco arrogante achar que os pais e a escola iriam expor seus filhos a tantos riscos. Existe muita pesquisa, e dados que comprovam que este é um bom caminho. Agora cabe a cada um, saber o que é melhor para os seus filhos…

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  10. Michele Almeida Canhoto em

    Michelle!! Pena essa escola não ter filial aqui em Niterói-RJ!!! Eu trabalhei anos em uma escola bilíngue e sofro muito analisando as escolas por aqui.
    Ou é muito caro, ou é muito longe, ou é muito ruim mesmo! Nada tem me estimulado atualmente.Como sou Arquiteta, espero uma escola com a estrutura impecável, igual a que trabalhei.
    Por enquanto meu Fernando continua comigo, mas sinto que ele precisa de mais.

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    1. Michelle Amorim respondeu Michele Almeida Canhoto em

      Oi Michele! É difícil mesmo achar uma escola que se enquadre em todos os nossos requisitos. Mas não perca a esperança, logo você encontra uma bem boa pro seu pequeno!

      Bjo

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  11. Juliana em

    Oi Michele! Td bem? Já tinha lido seu post qdo vc o publicou, mas retomei a leitura agora, já que estou procurando escolas para a minha filha, que vai fazer um ano. Se vc não se importar, eu gostaria de saber quais são as escolas que vc visitou…estou procurando no Bacacheri, que é o bairro onde moro…já visitei algumas e teve uma que me deu medo tb! Se vc puder me ajudar, fico imensamente agradecida!
    Obrigada

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  12. Diana em

    Olá, essa é a primeira vez que escrevo aqui. Vou responder à Juliana. Michelle, se vc puder encaminhe o meu e-mail à ela. Moro no Hugo Lange e fui em 13 escolas. Desde a primeira visita me apaixonei pela GB e graças a Deus, depois de um mês aguardando vaga, surgiram 2 pra idade dela. Posso te passar detalhes de todas que visitei, se te interessar, Juliana. São no Hugo Lange e Bacacheri.

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  13. Thaiane em

    Alguém pode indicar escolas boas proximo ao tingui – curitiba

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  14. Iara Mello em

    Para mim não há preço que pague o bem estar da minha filha….Meu bem mais precioso.!

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  15. Rosa maria Batista em

    OLÁ DONA LURDES TOU QUEROEND O SEU INDRRECOU.OU SEU NÚMERO TELEFONE. OBRIGADO

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