19 abr 2018

Era uma vez uma menina que aprendeu a ser gentil consigo mesma, outra vez.

Era uma vez uma menina que sonhava em ir além.

Era uma vez uma menina que sonhava em ser escritora, jornalista, médica veterinária ou publicitária.

Era uma vez uma menina que foi criada para ser uma ótima mãe e dona de casa, e, de quebra, ter um bom emprego que pagasse as contas.

Era uma vez uma menina que não insistiu e em alguma parte do caminho desacreditou de si mesma.

Era uma vez uma menina que decidiu que tudo bem ser menos do que poderia ser.

Era uma vez uma menina que virou esposa, depois mãe – e que esqueceu de ser ela mesma por um espaço de tempo longo demais.

Era uma vez uma menina que se descobriu forte e capaz como nunca havia imaginado.

Era uma vez uma menina que se redescobriu em seu melhor papel: mulher – e agora, também, mãe.

Era uma vez uma menina que decidiu que nunca seria tarde demais para ir atrás de conhecimento.

Era uma vez uma menina que decidiu que jamais seria tarde para correr atrás de sonhos nem do tempo que passou.

Era uma vez uma menina que reaprendeu a apostar em si mesma, antes de continuar a apostar nos outros.

Era uma vez uma menina – agora com trinta e sete anos – que resolveu finalmente se formar em jornalismo.

Era uma vez uma menina que aprendeu a ser gentil consigo mesma, outra vez.

“porque é preciso ser gentil consigo mesmo para se permitir aprender algo novo”

Ouvi essa frase pela primeira vez assistindo ao filme ” Comer, Rezar, Amar”, quando Liz está em Roma iniciando suas aulas de italiano com Giovanni e pensar sobre isso me trouxe um principais aprendizados nesses meus sete anos de maternidade: nós precisamos desesperadamente reaprender a ser gentis com nós mesmas. Em meio ao caos e a rotina corrida do dia a dia, é preciso reaprender a pensar em si mesma para se permitir aprender algo novo, para se permitir ir atrás de um sonho ou até mesmo para realizar um pequeno desejo. E é sobre isso que vamos conversar hoje.

Olhando nesse momento lá para trás, vejo que tive uma ótima educação, com pais presentes, carinhosos e que me transmitiram valores importantes que ajudaram a moldar o ser humano que eu me tornei. Mas também, vejo que eu não fui criada para acreditar fortemente em mim mesma – muito menos para ter uma voz que ecoasse longe.

Minha mãe sempre foi aquela dona de casa prendada, ótima cozinheira, que tinha os filhos impecáveis, o jantar pronto e a mesa posta quando o marido voltava do trabalho. Não chegou a terminar o ensino médio, casou nova e depois disso, passou a se dedicar inteiramente aos filhos e aos afazeres domésticos – ainda que nunca deixasse de correr atrás daquela renda extra com suas vendas de Avon, Demillus e o que mais estivesse na moda naquele tempo. Já meu pai estudou um pouco mais e, como contador, sempre trabalhou muito para que nada nos faltasse. Isso foi algo que aprendi com eles: que, além de pagar as contas, o trabalho dignificava as pessoas.

Embora eu fosse constantemente cobrada por notas altas e boletins de dar orgulho a qualquer pai e mãe – situações em que eu sempre correspondia às expectativas, pelo menos até meados do segundo grau – o estudo e o aprendizado não eram dos assuntos mais recorrentes dentro da minha casa. Sempre estudei em escolas públicas e terminar o segundo grau conseguindo um trabalho em seguida, parecia estar de bom tamanho para os meus pais. Com isso, fui crescendo sem falarmos muito em futuro, nem em vestibular. Fui crescendo sem almejar o caminho lá na frente, aquele depois da curva, sabem? Fui crescendo achando que ir até a cerca na beira do riacho já seria longe para uma pessoa tão comum quanto eu.

Lá pelos dezesseis anos, fiz cursos de computação – me senti um pouco velha agora, haha – e comecei a estudar inglês por conta própria, além das aulas que tinha na escola, na época. Demonstrava desde muito pequena uma certa facilidade com o inglês, e falar e entender outras línguas sempre me encantou. Aprendi demais com a música, ouvindo, traduzindo, cantando. E, apesar de não ser fluente em conversação, consigo ler livros, entender o que as pessoas falam, traduzir as coisas facilmente. Na mesma época fui introduzida ao universo dos editores gráficos e me apaixonei por Photoshop. Outro aprendizado que foi fruto desse meu lado autodidata de ser.

Me formei no ensino médio e resolvi por conta própria prestar vestibular no CEFET para Desenho Industrial – um curso que hoje deve ter o nome de “design” ou algo assim. Sem ter estudado muito nos anos anteriores – onde eu visava basicamente passar de ano – e sem ter feito nenhum cursinho preparatório, eu obviamente não fui aprovada. Fiz então um curso de Publicidade e Propaganda com ênfase em Marketing, com duração de 1 ano, numa instituição já extinta aqui em Curitiba. Fiz alguns estágios e logo consegui meu primeiro emprego, aos dezenove anos de idade. Mais ou menos nessa mesma época, comecei meu primeiro namoro, que cinco anos depois viria a ser o meu primeiro casamento. Eu tinha um bom emprego, aquele que pagava as contas com folga mas me fazia trabalhar das 8 às 19 horas todos os dias.

Todas as vezes que pensava em voltar a estudar ou cursar qualquer coisa que me interessasse, eu era desencorajada – pelos outros e até por mim mesma, verdade seja dia – sempre com aquela frase que dizia “mas, para quê? precisa mesmo disso?”. Inclusive quando aos vinte e dois anos eu resolvi tirar minha carteira de motorista e ir contra a opinião dos dois homens mais presentes na minha vida naquela época. Pai e marido (hoje ex) me diziam que eu não precisava aprender a dirigir já que eles me levavam aonde eu quisesse ir.

Meu primeiro casamento durou três anos e acabou em um relativamente pacífico – porém doloroso – divórcio. Foi uma das decisões mais difíceis da minha vida: colocar um ponto final em uma vida que não pertencia somente a mim. (não esqueci que fiquei de escrever sobre isso aqui para vocês, tá?)

Dois meses depois, conheci Alexandre e fomos morar juntos logo de cara. Num período de cinco meses compramos um imóvel e ficamos noivos. No ano seguinte nos casamos e um mês depois eu estava grávida da Melanie. Na época eu trabalhava numa corretora de seguros num cargo de gerência e, após quase 10 anos de empresa, acabei não retornando da licença maternidade. Optamos por dar uma apertada no orçamento para que eu pudesse cuidar da Mel de pertinho naquele primeiro ano. Sentindo falta de produzir, foi nesse período que comecei com o blog, que se chamava Sobre Fraldas e Bebês. Nessa fase, meu papel de mãe tinha tomado e qualquer espaço dentro de mim e voltar a estudar não estava em nenhuma lista de prioridades naquele momento.

Começamos a construir nossa casa e foram vários anos em obra – 8, para ser mais exata! – um período que se estendeu muito mais do que a gente gostaria. Nesse meio tempo, engravidei do Leonardo e aquela vida que já era mais corrida com uma criança, passou a ser uma maratona familiar. A faculdade, o curso de fotografia, as aulas de jazz que eu queria fazer… tudo isso foi ficando para trás, afinal, sempre tinha aquele material de construção extra para comprar, pedreiros, encanadores e eletricistas para pagar, móveis para encomendar. Além disso, as crianças sempre vinham em primeiro lugar e tudo que elas precisassem com certeza seria mais importante do que qualquer coisa que eu quisesse fazer por mim mesma.

E assim os anos foram passando, mas eu sempre mantive acesa dentro de mim aquela chama de querer saber mais, de querer aprender melhor o que não havia aprendido bem, de querer explorar o inexplorado. Apesar de ter uma personalidade introspectiva, eu sempre senti a necessidade de entender mais a fundo as coisas, as pessoas, a vida. Sempre tive uma necessidade de compreender e de investigar.

Até um momento em que percebi que eu havia desistido de tentar, porque todo o resto sempre seria mais importante dentro da minha cabeça, especialmente os meus filhos. Havia me resignado com meus estudos terem ido até onde foram, afinal, eu já tinha trinta e pouco anos, estava casada, já era mãe de duas crianças e fazia algo que eu amava com o blog e as redes sociais: um hobby que virou trabalho, que por circunstancias diversas virou hobby novamente e que tem emergido para ser meu trabalho outra vez. Mas aquele bichinho da busca pelo conhecimento nunca adormeceu realmente, continuou lá, meio soterrado, meio abafado, mas ainda assim tentando ser notado.

Então no final do ano passado, quando estava iniciando um novo planner – com 365 novos dias para fazer diferente do que nos anos anteriores – senti vontade de fazer aquelas listas de resoluções de ano novo, sabem? Uma lista que eu chamei de “metas para 2018”. Mas não era qualquer lista, não. Era uma lista escrita com a certeza de que naquele ano eu não deixaria todas as minhas metas somente no papel. Eu as realizaria, eu correria atrás. Fui deixando a tinta da caneta fluir no papel, conforme minha mente ia gerando os comandos da escrita. E fui voltando a acreditar em mim mesma, durante esse processo tão simples e tão poderoso ao mesmo tempo. E não pensem que nunca fiz listas de ano novo! Fiz muitas, praticamente em todos os anos.

Dessa vez, ao escrever aquelas metas, eu senti uma necessidade enorme de retomar as rédeas da minha própria vida. De colocar a mão no meu próprio ombro e dizer “ei, escuta, tá na hora. tá na hora de tentar tudo aquilo que você sempre quis tentar. se você cair, se você falhar, tá tudo bem, acredite. fecha os olhos e faz como você sempre fez em todos os outros âmbitos da tua vida: acredita, ama, se joga e vai.”

E assim as minhas metas para 2018 foram sendo desenhadas com um coração cheio de esperança e uma mente cheia de ideias e mais inquieta do que nunca.

… cuidar mais da nossa saúde, comer melhor, fazer exercícios, curtir mais as crianças, cuidar mais da nossa espiritualidade, ler mais, desconectar um pouco das telas, viajar mais e conhecer novos lugares, retomar o blog… fazer Faculdade de Jornalismo.

Assim que terminei de colocar essa frase no papel, minha decisão havia sido tomada. Naquele próximo ano eu voltaria a estudar. Ia ser corrido? E como! O orçamento ia ficar mais apertado? Ia. Teríamos que cortar algumas coisas e diminuir outras? Sim. Eu tiraria um tempo que até então era das crianças, dos cuidados com a casa, do relacionamento, do trabalho com o blog e de outros projetos para conseguir estudar? Provavelmente. Eu iria dormir menos ainda? Óbvio. Eu iria surtar em alguns dias com tantas coisas para fazer? Que dúvida. Mas eu tinha que fazer isso por mim. E eu fiz.

Depois de pesquisar algumas instituições que ofereciam a faculdade de Jornalismo a distância, analisar as matrizes curriculares de cada uma, valores que estivessem dentro do nosso orçamento, fiz minha escolha e então minha matrícula. Confesso para vocês que antes de fazer minha inscrição para a prova, bateu aquele medo outra vez. Mas escolhi fechar os olhos, contar até três e ir em frente.

A escolha por cursar uma faculdade EAD (com ensino à distância) foi uma decisão minha juntamente com Alexandre, pensando tanto no aspecto financeiro e no melhor aproveitamento do meu tempo quanto em não comprometer de forma tão brusca o meu convívio com as crianças. Sempre penso que se tenho o privilégio de poder educar meus filhos de uma forma tão presente, não devo desperdiçá-lo. Sou muito grata por isso e por todas as decisões que me trouxeram até aqui.

Hoje, quando vejo uma mulher voltando a estudar, fazendo uma segunda faculdade ou pós graduação, um curso de algo que sempre quis aprender ou daquele idioma que sempre quis falar, fazendo aquela aula de dança que a deixa feliz, voltando a se exercitar, encontrando as amigas para um café, lendo todos os livros que sempre quis ler, viajando e conhecendo lugares novos sem a companhia dos filhos – sempre penso: essa mulher está sendo gentil consigo mesma. E, sinceramente, acho que não há nada melhor que possamos fazer por nossos filhos, do que isso: sermos felizes e corrermos atrás do que nos traz ainda mais amor.

24 comentários no blog

  1. Camila em

    Tomar a decisão de voltar a estudar exige muito esforço e muita coragem, principalmente se faz algum tempo que a gente não pisa numa sala de aula. Quando isso é um sonho que a gente sempre teve e deixou de lado, passa a ter mais valor ainda!
    Saiba que fiquei muito feliz por você porque lembro de você ter dito sobre essa vontade (na época não era sobre a faculdade de jornalismo em si, mas o desejo de fazer uma faculdade) quando a Mel ainda era pequena, num dos nossos encontros! Admiro muito sua força de vontade e tenho certeza que você vai amar essa experiência. E se não amar, tudo bem também né? O importante é buscar nossos sonhos, sejam eles quais forem!

    Ser gentil consigo mesma é algo que deveríamos praticar SEMPRE. Comecei a praticar isso quando comecei a terapia em abril do ano passado. Tive que aprender a me julgar menos, me aceitar mais, me conhecer melhor. Foi um ano de grande conhecimento e desenvolvimento para mim! E de muito conflito também porque muita gente não aceita ou não entende esse nosso momento! (Ainda mais se somos como eu e você, que colocamos tudo acima de nós mesmas!)

    Eu sinto que mudei tanto no último ano, me conhecendo e me desenvolvendo, que às vezes não me reconheço! hehe Mas isso é assunto para conversamos durante um café! Ou uma lasanha! hehe

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    1. Michelle Amorim respondeu Camila em

      Está sendo puxado, mas estou amando já :D

      Aprender a julgar menos e aceitar mais (nós e os outros) tem sido essencial nessa vida!

      Bjo

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  2. Michelle em

    Mi, parabéns por se reencontrar! Por seguir seus sonhos e não desistir de si mesma! 👏👏👏

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    1. Michelle Amorim respondeu Michelle em

      Obrigada, Mi! <3

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  3. Claudia Rezende em

    Obrigada! Por suas palavras em um dia de reflexão para mim, e que, se eu precisava de alguma certeza, tive hoje. Um bj e boa sorte pra todas nós!!

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    1. Michelle Amorim respondeu Claudia Rezende em

      Obrigada você pode comentar! :) Beijo grande

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  4. Lia em

    Meus parabéns Michelle! Acredito que muitas mamães se identificaram com o seu depoimento! Eu mesma! Eu também estou me reinventando com a chegada da maternidade, me redescobrindo e procurando ser gentil comigo mesma!

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    1. Michelle Amorim respondeu Lia em

      Obrigada querida! <3

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  5. Ednice em

    Nossa, parece que escreveu minha história…
    Hoje, quando estava escrevendo no meu “morning pages” falei exatamente sobre isso, ter me deixado de lado pelos filhos, pelo casamento, pela correria do dia-dia, da vontade de voltar a estudar… quem sabe também tomo coragem, só que no meu caso é Psicologia :)
    Me senti acolhida agora ;)

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    1. Michelle Amorim respondeu Ednice em

      Que coisa boa saber disso, Ednice! Obrigada pelo carinho <3

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  6. Elaine em

    “Era uma vez uma menina que decidiu que tudo bem ser menos do que poderia ser.” Essa frase tocou forte em mim. Por que vivo sempre no dilema em tentar ser tudo aquilo que poderia ser, contra tentar ser feliz com o que alcancei. Não foi por falta de tentativas, mas é que não aconteceu. Depois que me tornei mãe, ficou muito mais difícil voltar a estudar, mas tento pensar que um pouco mais a frente vou deixar esse comodismo de lado e tentar novamente.

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    1. Michelle Amorim respondeu Elaine em

      Acho que, principalmente depois da maternidade, precisamos colocar em prática o pacote: julgar menos, aceitar mais e ser gentil consigo mesma. <3

      Beijo grande

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  7. Michele Gomes Godoy em

    Me identifiquei muito com a sua história. Acredito que não seja coincidência ter lido seu relato.Tb me chamo Michele tenho 37 anos casada
    e três filhos.
    Tô passando por uma fase realmente complicada tentando me reencontrar querendo fazer coisas que sempre quis fazer mais sempre tô adiando por uma coisa ou outra.Tb fiz a minha lista de metas para 2018 mais confesso que tá bem difícil sair do papel.
    .

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    1. Michelle Amorim respondeu Michele Gomes Godoy em

      O importante é ter em mente que nunca será tarde demais para tentar aquilo que sentimos vontade de tentar! :)

      Beijo grande

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  8. Roberta Vasconcelos em

    Torço muito por você! Vai lá e arrassa!

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    1. Michelle Amorim respondeu Roberta Vasconcelos em

      Obrigada, amore! <3

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  9. Pollyana em

    Perfeito! Também estou vivendo uma fase muito parecida, onde ser mãe e esposa passou a ser prioridade e eu me esqueci de ser MULHER. Hoje isso abriu meus olhos e me faz re-pensar muito. Muito obrigada por compartilhar isso conosco.

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    1. Michelle Amorim respondeu Pollyana em

      Obrigada você pelo carinho! <3

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  10. Ketlin em

    ótimo texto, me identifico muito, nossas histórias são parecidas até mesmo a parte do divorcio kkk, acompanho seu blog desde minha gravidez e sou fã do seu trabalho, por favor nunca pare de escrever aqui kkk pois já foram muitas vezes que busquei e encontrei no “vida materna” desde dicas para aniversario dos filhos, até um conforto, conselho e um texto como este que me diz “tudo bem não ser tudo o que poderia ser”…seja gentil consigo mesma,,, salvo minha semana,,,

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  11. Flávia Rebelato em

    Michele, te acompanho faz muito tempo, muito mesmo. Esse seu texto foi o melhor q vc ja escreveu, amei. Definitivamente vc entrou em uma nova fase, uma fase maravilhosa. Parabens pelo texto e por escrever tao bem! Desejo toda felicidade do mundo e que vc tenha muito sucesso!

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    1. Michelle Amorim respondeu Flávia Rebelato em

      Ahhh, obrigada sua linda!!! <3 Felicidades pra nós todos!

      Beijo grande

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  12. Rebecca em

    Parabéns! Esse reencontrar-se é realmente necessário… Eu tb estou passando por isso. Agora que minha filha já está com 2 anos, voltei a estudar e a praticar uma de minhas paixões antigas e que estava esquecida: patinar.
    O engraçado é que apesar de estar muito mais atarefada e, muitas vezes cansada, essas atividades me reacenderem e me trouxeram muito mais alegria e satisfação para a minha vida, inclusive no relacionamento com minha filha e meu marido.
    Boa sorte!

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  13. Larissa em

    Amei o texto! e sim, vou ser mais gentil comigo mesma!

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  14. Amanda suellen em

    Olá Michele!
    Não conhecia seu blog ainda e fiquei muito encantada com suas palavras e parte de sua historia…..tenho 30 anos e me tornei mãe há 3 meses( um dos meus sonhos) e tem sido um começo maravilhoso e de bastante dedicação…. tranquei a faculdade porém no segundo semestre do ano irei retornar(confesso que estou com frio na barriga) , abri mão do estágio pra poder ficar mais tempo com minha bebê e ter somente a faculdade…..seu texto me encorajou bastante,pois sempre tive um sonho de ser independente financeiramente e muitas vezes eu mesma me distancio deste sonho….. obg por suas palavras inspiradoras !!!!

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