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Como foi minha primeira experiência com a amamentação

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Na #‎SemanaMundialDeAleitamentoMaterno achei que seria uma boa hora para finalmente vir aqui e deixar o meu relato.

Embora minha experiência tenha sido curta – e digo isso com muito pesar – acredito que foi um bom aprendizado também, especialmente do que não fazer ou do que eu faria diferente hoje.

Desde quando comecei a planejar minha gravidez eu já sabia que queria amamentar. Sabia de todos os benefícios para a mãe e o bebê e também de como esse ato fortaleceria nosso vínculo.

Comecei a me informar já nos primeiros meses de gestação e lá pelo oitavo mês comecei a “preparar” os mamilos usando as conchas de preparação por algumas horas durante a noite. Meus mamilos eram normais, nem invertidos, nem planos. As conchas ajudaram a deixá-los mais salientes e no nono mês o colostro começou a aparecer. Aí fui diminuindo o uso, conforme recomendação do meu obstetra.

A Mel mamou logo que nasceu (não tão logo quanto eu gostaria, mas ainda assim, logo) e como ela pegou firme e aparentava estar mamando bem, eu achei que estava fazendo certo. Acontece que ela não estava fazendo a pega correta e já na segunda mamada eu estava com uma pequena lesão em um dos mamilos. Chamei uma das enfermeiras especialistas em amamentação da maternidade e ela me ajudou a identificar o que seria a tal pega correta: boca de peixinho, pegando não somente o bico do peito mas boa parte da aréola também.

Tivemos alta e no dia seguinte meu leite desceu. Muito leite, cheguei a ficar assustada até com o tamanho que meus seios ficaram. O que também me fez perceber uma coisa: com os seios maiores, esticados, cheios de leite, meus mamilos praticamente sumiram! De repente era como se fossem planos. Percebi que era complicado a Mel conseguir pegar certinho. Diante disso, usei a abusei das conchas. Sempre as colocava um tempinho antes da Mel mamar e isso ajudava muito a puxar os mamilos para fora. Além disso, comecei a usar a bomba manual por uns minutinhos diários, com o intuito maior de estimular a produção mesmo e principalmente ajudar a puxar os mamilos.

Alguns dias se passaram e meu peito desinchou um pouco, o que fez os mamilos darem o ar da graça novamente. Aí conseguimos estabelecer contato, como dizem. Um bom contato. Eu estava adorando amamentar a Mel, me sentia muito bem mesmo. Vê-la com aquela carinha de satisfação e de barriguinha cheia após cada mamada era muito gratificante. Era um momento só nosso.

Na época, percebi que a necessidade dela era mamar de duas em duas horas e mantive isso durante algumas semanas. Depois espaçamos para três horas. Mas se ela quisesse antes não tinha problema. O peito estava ali para a hora que ela quisesse. Não sei se posso chamar isso de livre demanda, mas foi a maneira como nos acertamos.

Aí começaram alguns problemas.

A mastite

Tive mastite em um dos seios por causa de uma fissura (ocasionada provavelmente por pega incorreta), tive febre alta e o peito ficou com algumas regiões avermelhadas. Foi aí que o LA (leite artificial) entrou na nossa casa.

Eu teria que ir até a maternidade onde meu obstetra estava de plantão e como a Mel ainda não tinha completado 40 dias, não me senti confortável em levá-la até lá. Fora que eu não sabia quanto tempo iria demorar já que não tinha um horário agendado. Minha sogra veio para ajudar meu marido e no caminho trouxe uma lata de NAN, conforme o pediatra da Mel recomendou, caso ela precisasse mamar enquanto eu estivesse fora.

Mas, eu consegui retirar o leite do outro peito e deixei para que eles dessem para a Mel na minha ausência. Assim, o NAN acabou não entrando em cena nesse dia.

Tomei antibiótico por uns dias e a Mel ficou mamando somente no peito no qual não tive mastite, e com isso, a produção de leite do outro peito ficou um pouco comprometida. Senti que diminuiu bastante. Fora que um peito só não estava dando conta do recado.

O refluxo

Hoje em dia eu tenho minhas dúvidas se realmente era refluxo ou somente um bebê que mamou mais do que podia. Ocorre que a cada mamada era um jato de leite que ela colocava para fora. Especialmente quando a colocávamos na posição para arrotar. Confesso que me sentia muito frustrada em vê-la colocando para fora o que tinha acabado de mamar tão bem. Ela tomou alguns medicamentos e deu uma melhorada, mas com isso comecei a questionar se ela estava se alimentando bem.

A chupeta e a mamadeira de chá

Nós demos chupeta para a Mel com um mês de vida ou menos até. O pediatra quis me enforcar, com toda a razão, claro. Quando ela chorava com cólica ou gases, a chupeta foi a solução que encontramos para minimizar esse desconforto. Ainda hoje não sei como me sinto em relação a isso, se dentro de mim acho que foi certo ou errado. Só acho que com certeza a inexperiência foi um fator importante, outra vez.

Como já contei para vocês aqui, minha mãe ficou conosco durante os primeiros meses da Mel. E como toda pessoa mais velha (a maioria delas), ela também acreditava fielmente que o bebê precisava de chá e água, além do leite materno.

Vocês já devem ter ouvido muito frases como “você tomava e está aí viva, sempre foi saudável, etc” ou “quando você nasceu o pediatra me disse para intercalar o mamá com o chazinho” ou “dá um pouco de água ou chá para essa criança! deve estar morrendo de sede, coitada!”. Já ouviram, né? Certeza. A pressão é enorme.

No nosso caso o chá entrou na jogada por mais um fator: a Mel ficava dias sem fazer cocô. Com isso, minha mãe me convenceu a dar chá de erva doce para ela. Ele realmente ajudava, só que ali naquela mamadeira havia, além de chá, o açúcar! Sim, açúcar. Como ela sempre preparava o chá, eu não tinha ideia que ele era adoçado, até porque sempre expliquei que os bebês não tem esse discernimento de salgado e doce nessa fase. E nem precisam.

Quando percebemos (tarde de mais, eu diria) ela se sentiu muito ofendida, disse que só queria o melhor para a Mel, “coitadinha tomar esse chá amargo e sem graça”... E eu não duvido disso. Dentro das crenças dela e do que ela vivenciou lá na década de oitenta, ela realmente deveria estar agindo dentro dos moldes da sociedade. Mas não hoje em dia, quando sabemos da importância do leite materno, quando sabemos que um bebê não precisa de nada além do leite materno nos primeiros seis meses de vida. Nem água (que já compõe boa parte do LM), nem chá. Muito menos açúcar.

Normalmente confiamos cegamente nas nossas mães e sogras, mas digo uma coisa: se as ideias e os ideais não batem completamente, alguma coisa, em algum ponto, irá sair fora dos trilhos. Não por mal, apenas por crenças e opiniões que divergem mesmo, do que seria o melhor. Hoje eu não me deixaria influenciar. Nem deixaria desrespeitarem uma decisão minha.

Ainda me sinto culpada por não ter sido mais atenta. Acho que sempre me sentirei. Acredito que esse fato, dela ter conhecido o açúcar tão cedo, influenciou muito em toda a forma dela se alimentar. E a introdução da mamadeira logo nos primeiros meses, influenciou diretamente na amamentação.

Assim, com quase três meses, a Mel começou a ficar preguiçosa para sugar no peito. E o meu leite começou a diminuir. Quanto menos ela sugava, menos leite eu tinha. Mesmo eu insistindo na bombinha, para estimular a produção. E aí apareceu novamente a preocupação (a neura) se ela estava se alimentando bem. E a fórmula entrou de vez na jogada.

Hoje, vejo que ao invés de ter me apavorado e introduzido o LA, deveria ter confiado no fato dela estar ganhando peso bem e ter insistido mais na amamentação. Deveria ter exterminado o chá, as mamadeiras e todos os pitacos alheios da nossa vida e ter ouvido somente o que o conhecimento que eu tinha e a minha intuição de mãe me diziam.

Será que minha experiência com a amamentação será melhor dessa vez? Não temos como saber ao certo. Mas sei que quero me esforçar mais, quero me fortalecer mais naquilo em que acredito para não deixar que as pressões externas tenham efeito sobre mim. E isso não só porque dizem que temos que amamentar. Não só porque tenho conhecimento de todos os benefícios do leite materno. Mas acima de tudo, porque quero amamentar. Mais e melhor do que na primeira vez. Sem pitacos, sem intromissões, sem traumas.

O que sei também é que não quero nem ouvir falar na palavra “chazinho”. Se me falarem em dar água ou chazinho, aponto para o peito e digo “tá aqui o chazinho!”. E pode ser que eu diga outras coisas também.

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Leia também: por que amamentar?

comentários via facebook

35 comments

  1. Mi, se eu puder (e vc me permitir) te dar uma dica, é essa: qualquer dificuldade, neura, etc, sobre amamentação, procure o PROAMA do Mãe Curitiba. É gratuito e o atendimento é melhor do que qualquer atendimento prestado em maternidade. As enfermeiras são super queridas, te atendem quando for necessário e estão disponíveis pra ficar com vc durante horas se for preciso. A amamentação dos meus dois pequenos eu devo a elas!
    Da Ana Luiza, o pediatra (1º) disse que eu não tinha leite, uma mentira deslavada. Indicou LA, mas com ajuda da minha sogra e das enfermeiras do PROAMA provamos que sim, eu tinha leite e que não era fraco! rs
    Do Gu, pega incorreta, seios empedrados, mamava rápido, me deixava neurótica, achando que tinha mamado pouco. Corri lá e mais uma vez, conseguimos seguir com a amamentação.
    Um dica para as fissuras: nada de concha, nada de pomada, nada de bicos de silicone. LM nos bicos, deixa ventilar e sol (ou uma lâmpada!). Valeu a pena…
    Sinto muita falta da amamentação!

    Beijos

  2. Sabe que eu li uma reportagem que falava de uma pesquisa que provou que avós são grandes causadoras do desmame precoce, principalmente por esses pitacos na maior boa intenção, mas com falta de conhecimento e atualização..
    Tive mastite tbm, e fui estimulada a amamentar principalmente na mama lesionada! Justamente pra estimular o fluxo, e impedir o engurgitamento! Amamentei até 1e10meses e encarei mta cara feia e “conselhos” de precisar respirar bem fundo!!

  3. Quantos desafios, amiga! Aí em Curitiba tem um bom banco de leite? Eles costumam ter excelentes cursos de amamentação e, como não têm interesse econômico, são mais confiáveis.
    Vc conhece o “De Peito Aberto”, no Vila Mamífera? É ouro puro!!!

  4. HAHAHHAH ri muito com esse final de post!
    Nossa, tua mãe é minha mãe escrita! Mas falava tudo isso que tu disse! e insistia, insistia! afff
    moramos com ela quase um ano até nossa casinha ficar pronta, então as 7 da manhã ela pegava o baby do meu quarto e adivinha o que fazia? dava pão ou biscoito molhadinho no café! AFFFF nem sei com quantos meses o Otávio tinha quando ela começou com isso! só sei que com 5 meses quando comecei a introdução dos sólidos ele olhava tudo com olhos tão arregalados de faminto! rs tadinho…
    mas mamou no peito até os 9 meses. queria mais, ainda tenho leite. mas ele ti da minha cara quando ofereço! =s

    1. Tami, você não tem ideia da pressõa que sofri da minha mãe pra dar chá pra Mel! Tipo, “coitada, vai morrer de sede!!!”. Era de mais pra minha cabeça atordoada de primeira viagem. Hoje eu não me deixaria influenciar, muita coisa mudou.

      Bjão

  5. Achei muito interessante o seu relato e acima de tudo muito verdadeiro. Com certeza seu exemplo vai ajudar a muitas mães a se manterem fortes diante de cada obstáculo que aparecer.

    Lindo seu blog.

    Beijos
    Karin

  6. Oi Michele! Acompanho o seu blog, mas nunca comentei, sorry! Porém agora creio que posso te ajudar de alguma maneira com o seu filho. Eu tenho um bebe de 1 ano e 5 meses, o Felipe. Consegui amamentá-lo até os 9 meses, sendo que até os 6 foi exclusivamente, sem água, chá ou qualquer outra coisa. Claro que início foi difícil como todo mundo, e assim como a Mel ele regurgitava demais, a ponto de sujar 5 trocas de roupa por dia, 10 fraldas de pano, nossas roupas, etc, o que me deixava muito apreensiva. Porém o ganho de peso estava ok, e era um bebê saudável, então nosso pediatra nos orientou a esperar, que passaria naturalmente por volta dos 8 meses. E a ter paciência, e a ficar com ele 20 min após a mamada em pezinho, e a mamar sentado… fazíamos tudo isso, mas sinceramente não adiantava muito. Muitas vezes ele acordava chorando, e era só pegá-lo no colo e vinha aquele jato, e ele parava de chorar. Dava muita dó, mas nosso pediatra segue a linha remédio zero, então seguimos as orientações. Aos 5 meses ele regurgitou sangue, e então resolvemos procurar uma especialista, que pediu um exame especifico (phmetria), que para nossa surpresa e da médica não deu em nada, ou seja, ele não tinha refluxo. O problema dele era imaturidade da válvula do estomago (que todos os bebes tem), e ser guloso demais. E foi melhorando, até que com 8 meses ele ficou bom, e hoje é um menino muito saudável e comilão.
    Resumindo.. 6 meses de amamentação exclusiva é muito possível e fácil, seja firme com a família e você vai conseguir. O Felipe não teve cólicas, mas acho que também a maioria dos bebes não tem (não sei se leu a encantadora de bebes, ela tem uma teoria interessante sobre cólicas que eu segui). E o refluxo, confie no pediatra, se não houver outros indícios de refluxo patológico, o melhor remédio é a paciência.
    Bjos em você e nos filhotes.

  7. Ah, eu tive mastite tbm, só que ele tinha 4 meses. Tomei antibiótico e o médico falou que poderia dar o peito com mastite se ele aceitasse, e assim eu fiz, por isso nao prejudicou a amamentação. Na primeira semana dele eu quase tive também, já estava com febre e fui ao hospital ordenhar na máquina, o que aliviou muito e fez a febre sumir, sem antibiótico.

  8. Oi Michele!
    Parabéns por mais esse relato, essa exposição da SUA Vida Materna…. O que a gente vê por aí, a respeito de amamentação, é que tudo é lindo, perfeito e fácil! Podem até contar uma fissura aqui, outra pega incorreta ali…. Mas no final, todas são perfeitas! Eu me sentia muito frustrada, pois assim como vc, iniciei com a fórmula precocemente ao meu ver, a Beatriz tinha quase 4 meses. Su profissional liberal e voltei a trabalhar quando minha pequena estava com 50 dias, e acredito que isso tenha influenciado totalmente na produção de leite. Antes da volta ao trabalho, ela mamava muito, e em intervalos de tempo que às vezes não chegavam a 1h30min. Depois disso, ela passou a chupar o dedo, a mão, o que pudesse, até eu voltar para amamenta-la. Meus horários nem sempre conseguiram bater com os dela…. Foi aí que entrou a chupeta tb! Enfim…. Me torturei bastante, afinal sou dentista, sei dos benefícios da amamentação como profissional e principalmente, dos prejuízos da chupeta! Mas…. A vida de mãe não tem manual! A gente faz o que pode, e tudo, tudo mesmo, de coração aberto, puro, sem intenção de prejudicar nosso filhote! Não se culpe…
    Um beijo no coração!

    1. Obrigada pelo carinho Vivian!

      Eu não me culpo pela amamentação em si, sabe? Mas por ter cedido ao “chazinho”. Por isso sim, me culpo. Me deixei influenciar de mais. Hoje as coisas são muito diferentes, sou muito mais dona do meu nariz e segura das minhas decisões :-)

      Bjo

  9. Estranho isso de regurgitar. Meu filho nunca regurgitou e foi diagnosticado com refluxo. A Mel não teve refluxo não? Fernando entrou com label e Peridal aos três meses de idade. Era o que o melhorava pois ele não regurgitava mas ficava muito agitado após a mamada e com gases. Eu fiz o exame com seis meses e deu que ele tinha refluxo oculto, o danado vinha na garganta e voltada. Coitadinho do meu filho!!
    Enquanto ao leite, meus seios também eram planos e foi um problema até me mostrarem um molde de silicone que facilitava muito o meu problema. Ele é bem fininho e tem um bico que fica cheio de leite. Eu usava na amamentação toda e foi o que me tirou de umas fissuras bem feias. É essa aqui e com um preço bem em conta http://www.onofre.com.br/protese-mamaria-amamente/33253/05.
    Outra coisa que me ajudou e muito foi a bomba elétrica que aluguei no Cantinho para Mamãe, quando a licença maternidade estava chegando ao fim. Foi muito eu ver que tinha leite sim e dava para nutrir o meu filho.
    Mas o que me atrapalhou nessa conversa de mãe foi a tal mamadeirinha para dormir. Eu tirava meu leite e congelava. Dava um pouco de cada seio e a a tal mamadeirinha com uns 70ml. E ele dormia a noite toda. Mas com oito meses ele preferiu a madeira ao meu bico plano e trabalhoso para mamar. Eu chorava taaanto!!! A minha amamentação foi recomendação médica, pois como tenho nódulos no seio eles não cresceriam na amamentação.
    Michelle, eu tenho certeza que essa amamentação será muito mais prazerosa do que a da Mel, pois você não vai mais se deixar levar por conselhos de antigamente. Eu sempre preferi um bom pediatra a minha mãe e sogra, pois os tempos são outros. Só caí mesmo no conto da mamadeirinha para dormir e mesmo assim, após os quatro meses!

    1. Oi Michele! A Mel tomou esses medicamentos também (tomou Label, se não me engano). E melhorava um pouco. Mas eu sempre tive um pé atrás nesse diagnóstico de refluxo, sei lá porque, afinal, confio muito no nosso pediatra. Coisa da minha cabeça.

      Hoje sou muito mais segura das minhas decisões, não me deixaria influenciar como na vez passada. A gente aprende, né? Graças a Deus, haha

      Bjo

  10. Mi, eu tive um início de amamentação de sair correndo! Pega incorreta, mastite com 20 dias após o parto e novamente 7 meses depois. Doía demais! Só não desisti pq eu queria muito amamentar. Me apoiei na minha cunhada que amamentou minha sobrinha até mais de 1 ano e na minha sogra que amamentou meu marido até os 4 anos!O restante das opiniões, deixei de lado. E foi ótimo! Heitor mamou exclusivamente ao seio até os seis meses, com algum nan caso eu saísse e não desse tempo de voltar, mas foram poucas vezes e eu o amamento ainda hoje, aos nove. E ele ama o tal do peito! Toma suco e pede peito, almoça e pede peito, come fruta e pede peito. E assim vamos nós! É difícil mesmo, mas com certeza vc vai amamentar muito esse meninão que vem por aí!

  11. Olá Michelle,

    Acompanho seu blog desde o início da minha gestação, ele sempre me ajudou muito, foi meu guia de enxoval, me fez pensar e repensar muitas coisas.
    Agora meu bebê está com 7 meses e a história de amamentação aqui em casa graças a Deus é de sucesso.
    Grande parte deste sucesso devo ao GVA – Grupo Virtual de Amamentação do Facebook. Tem várias mulheres lá que voluntariamente ajudam demais nesta questão, são verdadeiros anjos para a amamentação de nossos bebês, conhecem muitos artigos e sempre indicaram uma boa solução para cada dificuldade que tive. Acho que vale muito a pena conferir, pedir orientação e principalmente ler os documentos disponíveis.

    Beijos

  12. Oi Michelle,
    Que legal esse seu post, lendo me identifiquei na hora. Tenho um filhote de 9 anos e estou esperando o segundo, estou com 21 semanas. Também penso como vc em relação a tentar amamentar melhor na segunda vez. Tive fissuras horríveis, amamentava chorando de dor, mas não desisti, mas ouvia o tempo todo mãe, sogra, falando que meu leite estava pouco, que meu bebê precisava de mais leite, essas coisas, e a pressão, a dor, a vontade de ver seu filho satisfeito e principalmente a inexperiência do primeiro filho nos faz ceder. Sabemos que elas não fazem por mal, querem nos ajudar ao nos verem tão aflitas. Mas dessa vez, assim como vc estou mais informada, mais atenta e pretendo conduzir as coisas de uma melhor forma. Meu primeiro filho, para minha felicidade, mamou até 1 ano e meio, mas poderia ter desistido do peito logo, já que foi apresentado à mamadeira tão cedo.
    Desejo que tudo corra bem com vcs. Estou amando o blog, parabéns!!!

    1. Oi Abylene!

      Que legal que as coisas deram certo pra vocês, mesmo com as interferências. A gente se deixa influenciar muito mesmo no primeiro filho. No segundo já estamos muito mais seguras e com um pouco de experiência também.

      Bjo e obrigada pelo carinho

  13. Olá Mi,

    Acompanho o seu Blog diariamente (mesmo sabendo que a atualização não é diária, entro para conferir se tem novos post’s) e adoro a maneira como escreve. Os post’s abordados são escritos para mim… rs. Também tenho uma filha de 3 anos e sou apaixonada pelo assunto “materno”.

    A Mi é linda, parabéns!!!

    Passei pelo mesmo problema que você no quesito amamentação, e parei de dar de mamar quando a Maria Eduarda tinha apenas 2 meses… Tentei de tudo para o leite voltar, mas não aconteceu…

    Também pretendo ter o segundo filho, e fazer tudo diferente! Dava de mamar de 3 em 3 horas, e agora pretendo amamentar sob livre demanda…

    Boa sorte para você na próxima amamentação, conte sempre como está indo…

    Um abraço, Mari.

    1. Oi Mari!

      A parte boa é que todos esses percalços servem de aprendizado, sempre. Numa segunda gravidez/segundo filho, a gente já está muito mais segura das nossas decisões. As interferências não acontecem tão fácil :-)

      Bjo e obrigada pelo carinho

  14. Oie Mi
    amamentação é uma caixinha de surpresa, e com informação e determinação, a gente consegue numa boa. Meu primeiro filho eu só amamentei até os 4 meses. Infelizmente a inexperiência me levou a introduzir LA já na maternidade (ele não pegava o seio corretamente, e feriu o mamilo), e chupeta. Com a minha segunda gravidez fiz tudo diferente. Minha filha não pegou chupeta, e eu não forcei. Dei peito desde a hora que ela foi pro quarto, e neguei todos os complementos que as enfermeiras insistiam para que eu desse. Consegui amamentar 6 meses exclusivo com muito amor, e hoje com 7 meses ela ainda mama só no peito (tentei dar mamadeira, para quando eu tivesse que sair, mas ela não aceitou). Só sei que sem neuras e pitacos, tudo foi muito natural e tranquilo. nunca fiquei na neura que o leite fosse pouco, o peito pequeno demais pra armazenar leite, ou que fosse fraco. Às vezes seguir nossos instintos e intuições é tudo o que necessitamos.
    Bjos e bastante leite para amamentar o segundinnho :)

  15. Olá Michele,
    Primeiramente quero dizer que adoro seu blog! Ele me ajuda bastante, além de ser uma distração. :)
    Assim como você eu tive mastite, quando meu filho estava com apenas 14 dias(ele faz 1 mês hoje.), segui as recomendações da médica, tomei 10 dias de antibiótico de 6 em 6 horas, melhorei mas ainda hoje estou com a placa da mastite. Meu filho não consegue mamar no peito da mastite, porque a placa o impede de abocanhar toda a aureola, então ele se recusa a mamar. Com 24 dias, por causa de uma picada de mosquito, ele teve um abcesso no queixo, e teve que ficar internado na uti neonatal(ele ainda está lá), e aí o LA entrou na nossa vida. Durante o dia quando estou lá, dou o seio, mas nas mamadas de madrugada, período em que eu não posso ficar por proibição do hospital, ele toma LA. Ainda sigo as recomendações das enfermeiras, de fazer uma compressa morna, e colocar em cima da placa, e massagear bem, para tentar desfazer, mas não tem adiantado muito.. O meu medo é eu ter que acabar fazendo uma cirurgia para drenar o leite dos ductos entupidos..
    Obrigada por compartilhar as suas experiências conosco.
    Foi através do seu relato que eu percebi que tinha mastite.

    Um beijo, e felicidades com o novo bebê!

  16. Oi Mi, adorei seu blog, e me identifico muito com ele, tenho uma gatinha que tb é super apegada a mim, estou de 39 semanas da primeira gestação, mas já sinto q ela tá mais dengosa do de costume … parece q o instinto desses animais é infalivel mesmo … kkkk. Beijos e parabéns pela família linda !!!!

  17. Oi, eu tive uma experiência maravilhosa, minha filha mamou até 1 ano e 7 meses, eu só parei porque estava gravida de 3 meses. Ela pegou chupeta e formula na maternidade, pois tive um parto cesaria de emergência e eu precisava descansar. Em casa eu dei a formula pro meu marido dar pra ela enquanto eu tirava um cochilo de 2/3 horas. Eu havia lido que a gente precisa estar descansada para produzir mais leite e é verdade. Usei a concha, o bico de silicone, a pomada lasinoh e compressas frias em gel para aliviar quando estavam muito cheios, eu li um livro inteiro so sobre o assunto, amamentei exclusivamente em livre demanda, odiava usar a bomba, o real estímulo vem do bebe, Deus fez tudo perfeito! Eu usava a bomba pra tirar assim que meus mamilos sararam e pro meu marido dar ou quando a gente fosse sair ( eu só tinha ajuda dele) e ele foi perfeito! Eu nunca congelei leite, tenho 2 jogos de mamadeira na caixa. Sabe q meu medo agora é ao contrário, não não conseguir amamentar meu menino q nasce em dezembro agora, sei lá dizem q menino é mais esfomeado. Tomara que vc tenha uma experiência linda dessa vez! Beijos

  18. Oi Mi!
    Estou fazendo uma busca sobre amamentação pois estou grávida do meu primeiro filho e é sempre bom dar uma sondada no assunto antes pra se manter informada e pegar umas dicas, né? rss..
    Com seu post já consegui até ter uma ideia de até onde posso deixar as “vovós” chegarem com seus palpites!! rsrsrs mesmo sabendo que nao fazem por mal..
    Tenho uma dúvida e gostaria de saber se pode me ajudar.. Minha cunhada teve filho faz pouco tempo tambem, e disse que algo que a ajudou muito durante a amamentaçao foi a tal almofada de amamentar e me indicou essa loja:
    http://www.lilibee.com.br/almofada-de-amamentar-faixas-urso-esportista-malva.html
    você usou ou ja ouviu falar? acha que ajuda o bebê a ficar mais confortável e facilita na hora da amamentação? Estou na dúvida se devo comprar ou nao, mas me parece que hoje em dia muitas mulheres estão usando.. Você acha que vale a pena?
    Desculpa as perguntas, mas sabe como mãe de primeira viagem é, né? rsrs..
    beijinhos e adorei o seu blog, com certeza vou continuar dando uma olhadinha sempre que tiver posts novos!!

  19. Vou ter meu primeito neném daqui 40 dias. E estou muito preocupada com a amamentação… As mulheres da minha família tem essa idéia do chazinho, e eu não quero dar pro meu neném de jeito nenhum. Tenho medo de ele não querer o peito por causa disso. Mas como vou impedir elas de darem o chá, sem parecer ingrata ou grosseira??? Dá uma dica aí! Sim, pq elas acham que estão fazendo um super favor, me ajudando muito e ajudando muito o bebÊ. Se eu disser NÃO, tenho medo de se ofenderem, já que estão de tão boa vontade.

    1. Oi Priscilla,

      Acho que devemos sempre chegar com a informação respaldada sabe? Sobre os benefícios e a indicação do aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade. E sempre com muito tato, claro. Não é tão fácil assim convencer o pessoal :/

      Bjo

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