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Modelos de cintas pós parto e qual delas escolher

Uma das coisas que sempre vemos nas listas de enxoval, especialmente nas listas do que a gestante deve levar para a maternidade, é a cinta pós parto. Nessa hora muitas dúvidas surgem, principalmente quanto ao modelo.

Primeiro é bom esclarecer que usar uma cinta não é uma obrigatoriedade e sim uma opção. Normalmente o próprio obstetra indica ou não seu uso. Alguns dizem que com a cinta nós tendemos a relaxar e deixamos a musculatura mais preguiçosa, afinal, a cinta está lá para garantir a sustentação. A maioria, porém, recomenda que se use a cinta, tanto para ajudar a musculatura a voltar ao normal quanto para dar aquela sensação de segurança que nós precisamos no pós parto. Afinal, de repente aquele barrigão pesado sai de cena e temos que nos acostumar novamente com nosso corpo.

Na minha experiência pós gravidez da Mel, eu gostei muito de usá-la. Me sentia mais segura (física e emocionalmente, falando aqui de auto estima, claro). Usei desde o primeiro dia, horas depois do parto, e por uns dois meses depois. Só tirava para dormir e para lavar, porque como é um item caro, geralmente compra-se somente uma.

Felizmente minha musculatura da barriga sempre foi muito boa e firme, por isso eu não saberia dizer o quanto o uso da cinta ajudou na recuperação pós parto, mas com toda certeza ela ajudou.

São inúmeros modelos a serem escolhidos e antes de escolher a sua, acho que é importante avaliar o modelo que você se sentiria bem, que se adaptaria melhor ao seu biotipo, ao seu corpo e ao que você espera do uso dessa cinta.

Abaixo, os modelos mais usados.

com busto

Nesse caso você pode aliar as duas coisas, cinta + sutiã para amamentação. Outro ponto positivo é que você não precisará se incomodar com a cinta descendo, enrolando ou saindo do lugar. Dependendo do modelo e do tempo de uso, isso acontece.

O ponto negativo, para mim, é o fato de não poder trocar somente o sutiã e ter que tirar a peça toda. Exemplo: o leite vazou (tipo, muito) e você precisa colocar outro sutiã. No caso desse modelo, você teria que tirar tudo. Por isso não foi o meu escolhido.

estilo calcinha

Eu não me adaptei a esse modelo porque me incomodava um pouco, provavelmente por eu ter as coxas mais grossas. Mas se você já usou cintas assim e se sente confortável, pode ser uma boa opção. É uma cinta pequena, dá sustentação para a barriga e é um modelo mais em conta.

cintura baixa e alta

Nesse caso específico de cintas pós parto, eu diria cintura alta, sem sombra de dúvidas.

com pernas

Acho que aqui entra o seu biotipo e depois, o clima da sua cidade.

Se você, como eu, tem as coxas mais grossas e quadril, talvez seja mais confortável um modelo que não aperte ou marque essa região. Nesse caso, um modelo com pernas ajuda bastante.

Se você, como eu, tem bastante retenção de líquidos e tende a ficar com as pernas inchadas e marcadas ao primeiro sinal de pressão, talvez seja mais confortável um modelo de pernas que vão abaixo dos joelhos.

Porém, se você mora numa cidade onde faz muito muito calor, talvez não aguente usar uma cinta com pernas.

com abertura ou sem

Eu já ouvi os dois lados da moeda. Gente que adorou a abertura frontal, pela praticidade, e gente que detestou por ter ficado incômodo ou machucando (especialmente as pessoas que passaram por uma cesariana).

O modelo que comprei é com abertura frontal de colchetes e em nenhum momento me incomodou. Pelo contrário, achei super prático e confortável.

Sem abertura ou com abertura – entre as pernas.

Independente do modelo escolhido, uma coisa é primordial: a abertura entre as pernas. Dessa forma você não precisa tirar a cinta a cada ida ao banheiro. E acreditem, nos primeiros dias (semanas) é bem complicado de colocar a cinta. Então, evite o trabalho desnecessário.

Existe a opção de abertura higiênica (em que a cinta tem um buraco entre as pernas) e a opção fechada com colchetes. Eu prefiro a abertura higiênica porque é mais prática.

Mas e a calcinha? Não vou ter que tirar a cinta de qualquer jeito para ir ao banheiro? Não se você usar a calcinha por cima da cinta.

Como escolher o tamanho da cinta?

O ideal é ir até uma loja especializada, dessa forma você conta com a ajuda das vendedoras para decidir qual tamanho e até mesmo qual modelo atenderá melhor às suas necessidades.

Eu não tinha ideia de qual tamanho de cinta comprar, então digo que essa ajuda foi essencial. Ainda tive o benefício de levar a minha para ajustar sem custo, caso fosse necessário depois de perder peso.

Dá para comprar pela internet? Claro! Mas mesmo que as lojas físicas da sua cidade não tenham exatamente a marca e modelo que você pretende comprar, vale dar uma passada por lá, somente para tirar essa dúvida do tamanho.

O modelo de cinta que escolhi

Pelos motivos que citei acima (coxas grossas + retenção de líquidos) eu escolhi o seguinte modelo: cintura alta, logo abaixo do busto, com pernas abaixo do joelho, abertura frontal com colchetes e fundo com abertura higiênica entre pernas (essa aqui). E para mim funcionou perfeitamente. Tanto que usarei a mesma cinta depois que o Leo nascer.

De marcas de cintas pós parto eu não posso falar muito, porque só conheço a fundo mesmo a Yoga, que é a marca da minha e de metade das pessoas que conheço. O preço é um pouco mais alto, mas a qualidade e durabilidade são excelentes. Recomendo muito e não, esse post não é um publieditorial. Recomendo porque as cintas são ótimas mesmo.

Comprei numa das lojas aqui de Curitiba, numa das galerias da Marechal Deodoro. No site dá pra ver todos os modelos e endereços de outras lojas.

E vocês? Usaram cinta pós parto? Qual modelo/marca recomendam?

* todas as fotos foram retiradas do site www.yogaonline.com.br


por mãe da Mel e do Leo



Cuidados com a pele: o que tenho usado nesta gravidez

vidamaternablog cópia

Na gravidez da Mel eu já era bem preguiçosa para executar qualquer esforço braçal em relação a passar cremes no corpo. Sou uma negação pra isso. Mas, como sabemos, a pele sofre um grande estiramento durante toda a gravidez, a medida que vamos ganhando peso e que a barriga vai aumentando. Por isso, hidratar a pele é imprescindível.

Aliás, quando se fala em prevenção de estrias e cuidados com a pele na gravidez, o mais importante é:

  1. Manter a pele hidratada com o uso de cremes e óleos.
  2. Tomar muita água.
  3. Usar filtro solar, especialmente no rosto.
  4. Ter um aumento gradativo de peso.

 

Da outra vez usei alguns cremes e óleos (falei de alguns deles aqui) e mesmo tendo engordado mais do que o recomendado, milagrosamente não tive nenhuma estria na barriga, seios ou bumbum, as partes geralmente mais atingidas. Apareceram algumas apenas dos lados da cintura. Ah, e na parte interna das coxas e panturrilhas, daquelas vermelhinhas, mas essas sumiram depois que voltei ao peso normal. Justamente partes do corpo das quais não cuidei tanto, veja só.

Em abril viajei para forabem no comecinho da gestação, e aproveitei para comprar aqueles cremes tão falados e caros por aqui (Mustela) e aqueles que são baratos mas difíceis de achar (Palmer’s).

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1. Mustela Stretch Marks Double Action (Creme para Estrias Dupla Ação)

É um dos cremes mais famosos e comentados quando se fala de prevenção e tratamento de estrias, mas confesso: acho que eu não o compraria aqui no Brasil, por ser tão caro. Comprando fora já achei o preço mais alto do que eu gostaria de pagar, mas queria comprovar o motivo pelo qual tanta gente ama esse creme. Então estou usando desde que voltei de viagem, intercalando com os da Palmer’s.

Com ativos vegetais em sua composição, é indicado para prevenir e tratar estrias já existentes, com a promessa de reduzir tamanho, profundidade e cor das mesmas.

Contém  Elastoregulador lupeol e peptídeo fisiológico para estimular a produção de colágeno e a síntese das fibras de elastina. A Vitamina B5 e o Gluconato de Cobre favorecem a regeneração dos tecidos, contribuindo para o processo de cicatrização. As proteínas do abacate, apaziguantes, e a manteiga de karité, hidratante, conferem uma sensação de conforto.

Minhas impressões sobre ele são as seguintes: Sua textura em gel-creme é super fácil de aplicar e logo é absorvida pela pele. O cheirinho é gostoso e bem suave, nada que incomode o olfato sensível das gestantes. A embalagem, um tubo com 150ml, é bem prática e econômica. O rendimento do creme é razoável, eu diria. A pele fica macia e sequinha, sem aquela sensação de que você passou hidratante, sabe? Por isso não o achei mega potente para hidratar. Daria uma nota 8 neste quesito. Nas estrias já existentes, ao lado da cintura, não notei diferença. Ainda.

Preço médio: 28 dólares comprando fora do Brasil e mais de 140 reais se comprado aqui.

2. Specific Support Bust (Emulsão de Cuidados Específicos para o Busto)

Esse creme promete auxiliar na redução de elasticidade e perda de firmeza durante o aumento de volume dos seios na gestação. Fórmula também rica em ativos de origem vegetal e livre de álcool. Possui ainda calêndula, que pode dar uma sensação de conforto para seios inchados, e extrato de abacate. Pode ser usado durante e após a gestação, sendo indicado inclusive para o uso durante a amamentação. (no meu caso, prefiro estar sem cremes e cheiros nessa hora)

Também tem uma textura em gel-creme que some rapidinho quando aplicado na pele. O cheirinho me parece ser um pouco mais forte do que do produto acima, mas ainda assim, suave. Achei que realmente dá uma sensação de pele hidratada e mais firme, no caso dos seios. Até agora estou gostando bastante e aplicando dia sim, dia não.

Preço médio: 30 dólares comprando fora do Brasil e mais de 130 reais se comprado aqui.

* Uma loja de fora que vende Mustela com um preço bom é a Sweetcare, de Portugal. Já comprei lá e recebi certinho. Demorou uns 40 dias, mas recebi.

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3. Palmer’s Cocoa Butter Lotion for Stretch Marks (Loção)

Fiquei sabendo dessa marca pela Daisy e depois por várias outras pessoas, inclusive por indicação de leitoras aqui no blog.

Toda a linha Cocoa Butter da Palmer’s é indicada para reduzir e prevenir o aparecimento de estrias. São produtos feitos com manteiga de cacau pura, vitamina E, manteiga de karité e Bio C-Elaste ™. A Bio C-Elaste ™ é uma poderosa combinação de colágeno, elastina, Centella Asiática, Óleo de Amêndoas Doces e Óleo de Argan. E mesmo com todos esses componentes a loção não é oleosa, somente um pouco mais consistente do que outras loções que já usei, que normalmente são mais levinhas. Ainda assim, é muito fácil de ser espalhada na pele. A sensação após o uso é de hidratação imediata. A pele fica hiper hidratada e macia.

Se você gosta de cremes e loções que não são totalmente absorvidos pela pele, que a deixam “úmida”, vai gostar muito dos produtos da Palmer’s. O rendimento é absurdo de bom. Um pouquinho do produto é suficiente para uma boa parte do corpo. A fragrância mais acentuada pode ser um problema para as gestantes mais sensíveis aos cheiros, especialmente no primeiro trimestre. Tem o cheirinho clássico de cremes com manteiga de cacau, o que para o meu gosto pessoal, é muito bom. Não contém parabenos.

Preço médio: 6 dólares comprando fora do Brasil e entre 30 e 50 reais se comprado aqui (vende no mercado livre, pelo que vi)

4. Palmer’s Cocoa Butter Massage Cream for Stretch Marks (Creme)

A única diferença entre o creme e a loção é exatamente a consistência. Esse é um pouquinho mais espesso, mas nada que dificulte a aplicação. A pele fica muito hidratada e por bastante tempo. Foi o creme que mais gostei até hoje, para hidratação do corpo. Intercalo o uso com a loção (quando estou com pressa/preguiça) e tem sido ótimo.

Preço médio: 9 dólares um pack com dois tubos de 125ml comprando fora do Brasil e 49 reais se comprado aqui (também vende no mercado livre, pelo que vi)

5. Palmer’s Cocoa Butter Formula Moisturizing Body Oil (Óleo)

Na gravidez da Mel o que mais usei foi o óleo com amêndoas da Johnson’s Baby. Usava todos os dias no banho e acredito que contribuiu bastante para o não aparecimento de estrias, especialmente na barriga. Na viagem comprei o óleo da Palmer’s, estou usando desde então e posso dizer: não gostei muito dele.

A fórmula que também contém manteiga de cacau e Vitamina E, é bem leve e rapidamente absorvida pela pele. Quando em contato com a água, ele fica meio esbranquiçado, acredito que seja pela manteiga de cacau. Deixa a pele macia e sem aquela sensação de pele melecada, cheia de óleo. Para quem quer usar óleo mas não curte a pele pegajosa, ele pode ser uma boa escolha.

Em comparação com o óleo de amêndoas, por exemplo, achei que o óleo da Palmer’s hidrata menos a pele, é menos umectante. Se for para usar um óleo, que seja o que hidrata e amacia mais a pele. Por isso devo voltar a usar o bom e velho óleo de amêndoas.

Preço médio: 7 dólares comprando fora do Brasil (não achei à venda por aqui)

Existem ainda outras opções de produtos dessa linha, como óleo para peles irritadas (aquelas que coçam bastante) e uma versão em pote do creme para estrias que dizem ser o mais potente e concentrado de todos eles. Esse também vi à venda no Mercado Livre, mas não posso garantir a confiabilidade dos vendedores.

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6. Neutrogena Ultra Sheer Dry-Touch Sunscreen SPF 45 (bloqueador solar)

Como já sabemos, a pele da gestante fica mais propensa às manchas porque o estrogênio e a progesterona estimulam a formação da melanina, causando escurecimento, pintas e manchinhas amarronzadas na pele. Por isso é tão importante se proteger do sol.

Li boas resenhas dessa linha de bloqueadores da Neutrogena em blogs de beleza e comprei para usar no rosto durante a gestação. Queria um bloqueador levinho e que não deixasse a pele pegajosa ou com cheiro de protetor solar, e foi uma boa escolha.

Tem proteção contra os raios UVA/UVB e é rapidamente absorvido pela pele. Deixa aquele toque sequinho mas de pele hidratada. A consistência é média, nem fino nem espesso de mais. A fragrância é suave, tem cheirinho de creme mesmo.

Preço médio: 16 dólares o pack com dois comprando fora do Brasil e com uma variação de preço entre 40 e 60 reais se comprado aqui (é facilmente encontrado em farmácias e drogarias)

Esses são os produtos que estou usando para cuidar da pele nesta gestação. Veremos os resultados no final dela. :)

Ps: se alguém souber onde comprar Palmer’s aqui no Brasil, deixe a dica nos comentários, ok?

E você? Quais produtos indica?

Ps: essa loja aqui vende Palmer’s.





Sutiãs e Tops para usar durante a gestação e amamentação: eu usei e recomendo!

Depois de lerem lá no Rocking Diapers que eu usei tops durante a amamentação – e me acertei muito melhor com eles do que com os sutiãs de amamentação propriamente ditos – muitas leitoras gestantes me pediram para fazer esse post.

Na época, eu estava me batendo atrás do melhor sutiã de amamentação e também estava confusa quanto ao tamanho e quantos eu deveria comprar.

Via de regra, você poderá aumentar até dois números do sutiã que usava antes da gravidez. Comigo foi assim e com a maioria das mulheres que conheço também. Mas isso depende de cada pessoa, de cada biotipo, do quanto você engorda durante a gestação, etc.

A dica dos tops foi da querida Thais Bessa e olha, valeu ouro essa dica. Usei meus tops muito mais do que os sutiãs caríssimos que eu já havia comprado. Como esse, por exemplo.

Eram muito mais confortáveis, não atrapalhavam na hora de amamentar (você pode levantá-los ou abaixá-los, como achar melhor). E também secavam super rápido. Claro que as mamas ficam mais expostas, mas em casa você não tem que se preocupar muito com isso, não é?

Os sutiãs com aros, bojos e janelinhas, acabavam me atrapalhando na hora de amamentar. Ficava aquele negócio encostando na carinha da Melanie e atrapalhava o contato. Enfim, não me acertei com eles e só usava em saídas mais longas, por serem mais grossos (escondiam bem os absorventes para seios) e terem mais sustentação.

Vale lembrar também que um sutiã apertado, pressionando o seio no lugar errado, pode comprimir as glândulas e causar ingurgitamento, que são as mamas endurecidas pelo acúmulo de leite.

Sobre a quantidade de sutiãs que você deve ter, acredito que quatro seja um bom número. Principalmente se seu bebê nascerá no inverno e você mora numa cidade fria e chuvosa como Curitiba.

E o mais importante de tudo: o ato de amamentar, além da importância para a nutrição e crescimento do bebê, é uma das coisas mais bacanas que você poderá fazer como mãe. Deu até saudades agora =)

 

* algumas lojas com venda online das marcas e modelos acima: Nova LuaSão Jorge, Posthaus, Hope, Dafiti, Lingerie, Americanas entre outras.

* a maioria dos sutiãs e tops apresentados acima são de poliamida e elastano.

* preços médios pesquisados em junho/2012


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Conchas Para Preparação do Mamilo Promillus (base rígida)

A função das conchas de preparação é projetar os mamilos para frente, para facilitar a amamentação e a “pega” do bebê. São indicadas em casos de mamilos pouco pronunciados, planos, curtos ou invertidos.

Quando eu estava grávida de seis meses, por indicação do meu obstetra, comecei a usá-las por 2 horas todos os dias.

No começo ela incomoda um pouco e deixa os mamilos bem sensíveis. Mas bastam alguns dias de uso para que você se acostume.

Da Promillus, existem dois modelos: a de base rígida e a com base de silicone. Eu optei pela concha de base rígida porque elas fazem uma pressão maior nos mamilos.

Ela tem duas partes que se encaixam e um furo na parte de trás, que é aonde você deve encaixar o mamilo. E a concha é usada por baixo do sutiã, claro.

No início é engraçado porque você se sente a Madonna com aquele sutiã de cone, sabe? Eu pelo menos tive esse pensamento e por isso, não me atrevi a sair em público com elas =)

Durante a gestação: Usei do sexto ao oitavo mês de gestação e ela ajudou muito a projetar os mamilos para frente. Parei no oitavo mês porque a pressão da concha estava apressando o colostro a sair e isso não era necessário naquele momento.

Depois do nascimento: Lá na maternidade, quando fui para o quarto, percebi que por causa do inchaço generalizado do final de gravidez (e do parto!), os mamilos estavam menos aparentes. Na hora saquei as conchas da bolsa e comecei a usá-las novamente.

A Melanie veio para o quarto mais ou menos uma hora e meia depois e acredito que só consegui amamentá-la naquele momento, porque horas antes tinha colocado as conchas. Caso contrário, ela não conseguiria pegar o mamilo. Então, me ajudou muito!

Após a apojadura (descida do leite que ocorre normalmente em três dias após o nascimento do bebê), continuei usando e preferi as conchas aos absorventes para seios. Principalmente em casa.

Quando eu percebia que leite demais estava saindo por causa da pressão das conchas, além de amamentar a Mel, é claro, eu usava então os absorventes.

Ainda sobre as conchas da Promillus, existem também outros modelos, como: Anti Empedramento, Mini Concha, Iniciação da Amamentação, etc, todas com bases rígidas ou de silicone. E também com furos maiores ou menores.

Algumas marcas que também tem conchas para preparação dos mamilos são a Amamente, Nuk, Chicco, Save Milk e outras.

Preço médio: R$25,00 a de base rígida e R$45,00 a com base de silicone

Conclusão: Recomendo muito o uso das conchas de preparação dos mamilos porque me ajudaram muito, durante a gestação e depois do nascimento da Mel. Porém, antes de começar a usá-las, recomendo que você converse com seu obstetra sobre isso, ok?


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Massê Gestação e Massê Amamentação

Essas foram as duas pomadas, ou melhor, os dois cremes que usei para prevenir fissuras e rachaduras nos mamilos. Ambos são da Johnson’s e foram indicados pelo meu obstetra.Antes de falar dos produtos, vale contar que não fiz nenhuma preparação especial para amamentar durante a gravidez. Muitas amigas faziam massagens, estimulações e coisas assim, para aumentar a resistência e elasticidade dos mamilos. Eu, somente algumas vezes usei bucha vegetal durante o banho, mas como nessa época eles ficaram super sensíveis, acabei deixando a bucha de lado.Massê Gestação

É um creme protetor para ser usado a partir do sexto mês de gestação e sua função é prevenir as fissuras e rachaduras nos mamilos. Tem como princípio ativo a Lanolina, é atóxico, sem gosto e praticamente sem cheiro. Comecei a usá-lo no sexto mês de gestação e segui com ele até o nono mês. Usava duas vezes ao dia, de manhã e à noite, após o banho.

Preço médio: R$18,00

Massê Amamentação

Gostei desse creme porque ele possui, além da Lanolina, o d-Pantenol, que ajuda a manter a hidratação e a umidade natural dos tecidos. Porém, um fator me fez usá-lo muito pouco: é um creme que precisa ser retirado antes de cada mamada, o que não se tornava muito prático quando eu estava lá sem saber o que fazer primeiro, com meu bebê recém nascido. O produto cumpre bem a sua função, mas não é prático. Existem outras pomadas que não precisam ser retiradas antes da amamentação e facilitam a nossa vida.

Preço médio: R$20,00

A Daisy falou de duas ótimas pomadas para serem usadas durante a amamentação (e que não precisam ser retiradas antes) neste post: a Lansinoh x Mater Care.


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