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A desconexão que desconectou demais, a inércia e o Gilliard

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O blog tem sido pouquíssimo atualizado nos últimos meses e eu venho buscando respostas (ou seriam desculpas?) para justificar essa ausência. Até mesmo o instagram, a rede social que eu mais amo, tem tido poucas postagens – mesmo que eu continue amando fotografar e registrar os momentos da nossa vida.

Mas, o que houve, então? A vida anda corrida demais? As vinte e quatro horas que todos têm não estão sendo suficientes para mim? Os ingredientes necessários para que um bom texto saia estão escassos? Eu poderia dizer que sim. Mas a verdade é que os reais motivos são outros. E eu somente os percebi há pouco tempo. Por isso quis escrever sobre eles aqui, externar, botar para fora, desenferrujar os dedos e me forçar a voltar para o lugar que eu tanto amo. Então, vamos enumerar as razões que consegui identificar sobre essa ausência – dessa forma me justifico para quem sempre me acompanha com tanto carinho e de quebra consigo me entender melhor.

Quando você decide desconectar e acaba desconectando demais. Pois é, acontece. No ano passado falei sobre a necessidade que tive de desacelerar o ritmo (aqui), de passar menos tempo online, de me dedicar mais ao que acontecia aqui desse lado da tela. E acho que foi nesse momento que acabei me perdendo um pouco, relaxando mais do que deveria, talvez. Saí da rotina, perdi um pouco do embalo, do meu timing, da minha produtividade, da minha energia para realizar as coisas. Essa desconexão, por sua vez, me levou direto ao próximo estágio: a inércia.

Quando você anda e parece não sai do lugar, sabem? Todos os dias eu pensava “poxa vida, preciso escrever, preciso atualizar o blog”. Mas acabava me ocupando de todas as atividades necessárias e possíveis, menos essa. Meu “problema” também, é que eu penso demais. Mas assim, demais mesmo. Ô bichinho introspectivo que eu sou. Então, os textos foram ficando cada vez mais em terceiro, em quarto plano… E o próximo estágio – para mim, o pior de todos – chegou: a falta de fé em mim mesma.

Quando você deixa de acreditar em si mesmo, o que acontece? Nada. Nada acontece. A vida não acontece, o trabalho não acontece. Tudo continua existindo, mas sem germinar, sem florescer, sem dar frutos. Lembro de várias vezes pensar em escrever sobre algum assunto específico (textos que provavelmente seriam daqueles preferidos de vocês, sabem?) e acabava me boicotando. Eu pensava “ah, mas hoje em dia tem tanto blog, instagram e canais no youtube de gente boa, de gente bacana e com conteúdo bom a oferecer… porque o que eu tenho para compartilhar seria relevante? o que isso acrescentaria na vida das pessoas? não seria mais do mesmo, apenas? … “. Provavelmente sim. Talvez não.

Depois, me dei conta. Existem mais de sete bilhões de pessoas nesse mundo. E a gente escolhe (e consegue!) acompanhar algumas poucas delas, apenas. Seja por afinidade, por identificação, por carinho, por curiosidade ou até mesmo pela oportunidade de ver as coisas sob outros pontos de vista, de pensar fora da caixa. Para cada uma das pessoas e blogs que eu acompanho – e dá para contar nos dedos – tenho um desses motivos. Da mesma forma, as pessoas que me acompanham também, seja aqui no blog ou nas redes sociais, têm suas razões para isso. E esse é o motivo que me faz ter vontade de tentar retomar esse projeto que é parte tão importante da minha vida. Por mim e por essas pessoas.

Além da desconexão, da inércia e da falta de fé em mim mesma, outro agravante sempre acaba sendo adicionado ao pacote: aquela nuvem que passa, lá em cima sou eu… já dizia Gilliard. (nunca esqueço de uma vez que estávamos na praia, eu e minha melhor amiga, na época dos meus dezoito anos, e queríamos tostar no sol. mas uma nuvem chata ficava indo e vindo, e encobria o sol. até que eu, sempre eu, hahaha, cantei a música do nosso amigo Gilliard. minha amiga, então, indignada, disse: mas que M, sai daqui Gilliard chato do c******!!!” – e assim, passamos a tarde rindo disso. Desde então, para mim, nuvens inconvenientes chamam-se Gilliard. :D

Um dos posts mais comentados aqui do blog foi aquele onde falei abertamente sobre como a ansiedade e a depressão afetam a minha vida, desde a adolescência. A cura ainda não veio e, sinceramente, não sei se acredito que ela possa vir um dia. Às vezes penso que é como uma rinite, sabem? Uma alergia que pode ser controlada com medicação, a fim de que o indivíduo possa ter uma qualidade de vida melhor. Mas curar de vez, nunca cura. Talvez eu esteja apenas sendo pessimista, talvez eu esteja precisando fortalecer minhas esperanças. Não sei. Mas, no fim das contas, continuo combatendo, continuo lutando nessa batalha. Por vezes eu consigo vencer a nuvem, consigo equilibrar o desequilíbrio químico que ocorre  lá no meu cérebro (e no de todas as pessoas que também lutam contra isso, aliás). Mas, em outras, o Gilliard chato pra c***** acaba me nocauteando, esse desalmado. Sim, hoje em dia eu tento levar as coisas da maneira mais leve que eu puder, porque depressão e ansiedade já são assuntos e fardos muito pesados por si só. Então eu tento rir de mim mesma quando minha mente teima em não colaborar com a minha existência. E assim prosseguimos.

Mas sinto que já deu, sabem? Quero voltar. Quero retomar. Quero correr atrás das coisas que ficaram pelo caminho, outra vez. Não sei como irei me sair, muito menos se terei sucesso nessa missão. Mas sei que quero tentar. Uma das metas é escrever, escrever, escrever. Mesmo que nem sempre saiam os textões tão amados aqui no blog. Mesmo que Gilliard queira me sabotar, me fazendo acreditar que falar sobre a rotina dos meus filhos ou sobre como eu faço meu babyliss não terá relevância para as pessoas. Mas terá sim, para pelo menos uma pessoa (nem que seja eu, hahahaha), aposto que sim. Porque, poxa vida, gente. Eu tenho tanto para falar. Então xô, Gilliard.

E vocês, vêm comigo? <3

ps: publicar esse texto a 1 da manhã e sem me cobrar que seja um super duper texto faz parte dessa retomada.

ps2: esse texto foi escrito ao som da trilha sonora “autumn acoustics” do Spotify e, para quem usa, recomendo demais da conta. muito muito muito amor essa playlist.

comentários via facebook

47 comments

  1. Michelle, você é importante, você é relevante e sim, nos sentimos sua falta.

    Por sua causa retomei o gosto pela fotografia, comprei uma lente nova e vinha todo dia ver suas fotos pra tentar pegar alguma dica. Isso, quando eu estava bem pra baixo, nada que eu queria dava certo. A fotografia se tornou o hobby que me obrigou a ver quantos momentos maravilhosos eu estava vivendo em família e não percebia.

    Volta e meia venho ler seus posts antigos pra tentar descompartilhar a cama heheheh e assim eu vou te seguindo, porque por mais que apareçam novas blogueiras e novas dicas, as suas são muito sensíveis e muito relevantes.

    Beijos

  2. Mi
    Vc é ótima! Qnta falta nos faz! Estava durante o dia pensando em ti e fico super feliz com sua retomada! Nós suas leitoras estaremos sempre aqui loucas por seus textos, textinhos ou textoes que ta to nos agregam em nossas vidas, vc nem imagina!
    Um beijo

  3. Oiii Mi!! Adorei o desabafo e quer saber?! Ficou fácil e dá vontade de ler, às vezes qundo tu corrige e ajeita não fica tão chamativo quanto este. Sabe, sinto a mesma coisa, os motivos e projetos sao totalmente diferentes mas os motivos são os mesmos. Me senti abraçada ahhhj e sim, São pouquíssimos blogs que sigo. ?

  4. Mi , sabe , falamos todos dia mas
    todos os dias independente eu entro aqui. para ver se vc escreveu, ver se tem foto no insta, entrei esses dias pra ver o nome das lonas q vc indica, ver o componente do shampoo que nao presta pras crianças, vi seus relatos sobre partos e medicos … Você é importante. Seu trabalho é ótimo. O mundo precisa de você. Nós queremos e precisamos das suas palavras. Vem com fé que estamos te esperando. todos os dias.
    ????

  5. Michelle, pode ter certeza que faz falta para nós! Estou muito feliz em te ver disposta a retomar! Isso aí, sempre é tempo de recomeçar! Grande beijo.

  6. Mi, embora a gente não se conheça pessoalmente, saiba que já sinto vc parte da minha família.
    Sempre leio os seus textos e sempre visito o seu blog e instragram.
    E ainda comento com o meu marido os textos que leio aqui e acalmam a minha alma, principalmente quando vc diz que “Com três anos tudo passa” …. rs!
    Quando a coisa aperta lá em casa, logo digo: ” A Michele disse que com três anos melhora …”
    Por isso tenha certeza que vc é sim importante pra muita gente e que sempre estaremos aqui do outro lado! ;)

    Bjs

  7. Eu não sou mãe e eu comecei a te seguir no instagram a pouco mais de um mês.
    Eu não sou mãe e por algum motivo um ou outro blog sobre o assunto me chama atenção. Acho que o que me atrai nesses poucos blogs do assunto que eu vejo é ver mães de verdade, mães que tentam dar o seu melhor mas que admitem que as vezes é muito difícil, porque criar um ser humano não deve ser fácil. Fora que você continua sendo uma pessoa com sonhos e vontades só suas além da família.
    Eu já estive no buraco da depressão e tomei remédio por algum tempo. O começo dos remédios é muito bom, parece que tudo se arranjou como mágica até que você percebe que está existindo no piloto automático. Nada ta ruim e ao mesmo não ta bom também. Eu abandonei os remédios, o que realmente não é o certo a se fazer, mas saber que eu não estava no controle da minha vida me parecia pior. E por esse primeiro momento eu simplesmente resolvi viver aqueles sentimentos que a depressão trazia. Sabe quando você tá muito feliz e pensa “olha que linda é a vida e esse sentimento”? Eu fiz a mesma coisa só que com a tristeza. Uma vi em algum filme (acho que foi Elizabethtown) uma frase mais ou menos assim “quando estiver triste, tire 5 minutos e viva aquele sentimento profundamente e depois deixe ele ir embora.”. Eu aceitei viver aquela depressão como em um filme dramático exagerado e depois eu fui correr atras de me reerguer. Corri atrás da fé que eu tinha perdido. Corri atrás de me redescobrir e até de me dar a oportunidade de me mudar, de me transformar nas características que eu admirava nas pessoas. E foi graças a internet que hoje posso dizer que se não fosse a depressão e a ansiedade eu não teria realizado nem metade das coisas que já fiz na vida. Se não fossem elas, eu ainda não saberia quem eu sou. Eu não acho que todos os casos são iguais, mas eu acredito que as respostas do nossos problemas estão escondidas na nossa própria vida, muito mais perto que a gente imagina. “A gente é igual roda, só se equilibra em movimento”.

  8. Voolta siiiim, Mi! Volta com tudo!
    E cada vez mais admiro! E cada vez mais fico impressionada como me identifico com você! Leio em seus textos, coisas tão minhas, que sinto que não estou sozinha perdida em meus pensamentos.
    Ter sua amizade, mesmo que virtualmente me faz um bem danado.
    Beijo!

  9. Inércia, ansiedade e depressão… acho que cada uma de nós vive um pouco disso, mesmo que seja só em alguns momentos da vida.
    Eu nasci ansiosa. Mas de uns tempos pra cá venho sentindo a inércia tomar conta de mim. Tem dias que me sinto como um ratinho naquela rodinha, me arrastando pela rotina da semana.
    Agora que estou tentando engravidar, tento deixar a ansiedade de lado o máximo que posso, mas meu marido tem estado muito ansioso e mesmo que ele não me encha de cobranças, eu acabo me sentindo cobrada.
    No trabalho, quando comecei a tentar engravidar, resolvi desistir do cargo de chefia, que ocupo, para ter a possibilidade de trabalhar com uma carga horária menor. Mas ninguém quer ficar no meu lugar. E eu fico muito frustrada, por pensar que não vou poder ter o tempo que queria para cuidar de mim na gravidez e depois passar mais tempo com meu filho quando ele estiver aqui. Simplesmente porque as pessoas parecem não ligar pro seu momento… elas pensam cada uma em suas vidas e só. Aí bate o arrependimento de já ter ajudado tanta gente, e agora ver que ninguém quer me ajudar. Não que essas pessoas tenham obrigação, mas tem gente aqui que já está com os filhos crescidos (com mais de 18 anos), mas alegam indisponibilidade.
    Gosto muito do seu blog! continue escrevendo! Além de todas as dicas que você dá, esses textos que fazem refletir também ajudam muito, porque é nessa hora que percebemos que não estamos sozinhas!
    beijo

  10. Você é muito importante! O seu blog foi o primeiro blog que falava da rotina com filhos que eu comecei a seguir, assim que me descobri grávida (minha filha nasceu dois meses depois do Leo, em dezembro). Sigo mais uns dois blogs, mas para mim você é a melhor! Vai dar tudo certo! Você faz diferença para muita gente, e eu sou uma dessas pessoas… Você faz falta…
    Ah! E eu amo ler os posts sobre as festinhas dos seus filhos, copio muitas ideias rsrs. Muito obrigada por estar de volta!!!
    ???

  11. Michelle,

    Volte sim! Volte com tudo. Volte bem devargazinho. Volte como quiser, mas volte.
    Não importa que existam milhões de outros lugares que já tenham falado sobre o assunto, porque quem entra aqui sempre esperando ver um post seu provavelmente não gosta da maneira como o assunto foi escrito nas outras milhões de vezes.

    Beijos!

  12. Michelle, acredite, vc faz diferença na vida das pessoas, vc nos inspira com seus textos, com sua rotina lá no Snap, com suas fotos no Insta… não abandone isso… Sério, comecei a seguir uma Youtuber, blogueira, não sei o que ela é direito, com milhares de seguidores, mas ela fala fala e não acrescenta NADA na sua vida ? Você tem uma personalidade forte, uma mulher forte com uma família linda ! Acrescenta e muito na nossa vida. Estamos com saudades ???? Continue com seus textos, acredite, tem muita gente esperando por eles ????

  13. Os assuntos podem ser repetidos, muitos blogs podem abordá-los, mas cada pessoa é única e a forma como você passa ou reage frente as situações é única também e aquela pessoa em específico está conectada com o seu ponto de vista. Nada é por acaso, você escreve muito bem querida!

  14. Bom Mi,pra mim é complicado falar de você,ou do blog,pqsabe aquelas pessoas que casam idéias,gostos assim de primeira??foi assim que aconteceu com o blog,com a gente..parece que te conheço a milhares de anos..tipo vou ali ler o que minha amiga Michelle postou..( ok sou louca)…mas acho importante você ter se afastado e ter voltado na hora certa pra você,principalmente pelo fato de você não se obrigar a postar nada só por postar,pq o que suas leitoras mais admiram em você além dos cabelos? é o seu conteúdo de qualidade e sua linda família…então volta sim,pra alegrar,pra nos afagar com seus textos e fotos incríveis… você é querida!!

  15. Tb faço parte do time que de alguma forma são tocadas com ” com a rotina dos seus filhos e o jeito que vc faz o babyliss”… Estou na torcida por mais textões, e textinhos tb, o importante é voltar e estamos te esperando …. Beijooo

  16. Michelle,
    Eu te entendo, está acontecendo a mesma coisa comigo..quero voltar a trabalhar, descobri a minha paixão pela confeitaria mas…é uma área q tem q estar muito de cuca fresca sabe? Não dá para confeitar com a panela de feijão chiando, cabeça a mil, criança aprontando…acabo fazendo pelas madrugadas…mas no dia seguinte o pique se vai.
    Se achar q deve pegar mais leve, o faça. Você tem algumas parcerias mas não tem o blog profissional, sabe? Por isso q busca o conteúdo enquanto a maioria faz as sempre as mesmas coisas.
    Enquanto a maioria dos posts sobre decoração, festas e lugares bacanas de Curitiba ( já farei uma viagem por aí, para um encontrinho no raposa caramelo!!!) são super válidos, acho bacana demais a sua sinceridade: maternidade não e fácil não, mas e um ato de amor.E o equilíbrio á a palavra chave.
    Acho bacana as discussões sobre dois filhos e o relacionamento dos dois, como nós mães encontramos equilibrio para cuidar dos filhos, estimular encontrinhos q acho q terá um retorno bacana. Post ou resposta no snap de algumas dúvidas. E falar um pouco sobre você, como descobriu q seria blogueira, a vontade de escrever…já pensou em um livro, ou melhor anti livro daqueles tipo a maternidade q você nunca irá ver alguém falar??? A Mariana fez um trabalho tão bacana, acho q vc tem tudo para ficar neste estilo de blog sabe? As meninas do mothern, com suas críticas baseadas na relação com filhos, tem tanto q pode ser estimulado. Você tem uma voz, não se cale pela inercia, Giliardes e esse lado perfeccionista não, viu?

  17. Sabe Mi, acho importante esse tempo de reflexão e ausência do mundo, com tanta tecnologia a nossa disposição acabamos “pirando” e não aproveitando o q realmente importa. Como dizia em uma novela, “cada sorriso é um flash”, estamos sempre prontas para registra e isso nos faz perder o momento em si. Tenho acompanhado alguns blogs e snaps de maternidade e percebo muito isso, as redes sociais estão se tornando mais importantes do que o relacionamento com os filhos, marido, amigos (nunca achei q esse fosse o seu caso). A palavra chave mais uma vez é equilíbrio!!! Bem vinda de volta, senti (todas nós leitoras sentimos) falta de vc, dos seus textos e fotos que me (nos) encanta.
    Bjo grande.

  18. É claro que tu deves voltar, escrever sobre qualquer coisa, nós aqui tbm somos pessoas comuns vivendo e aprendendo como fazer, e a forma como tu escreves nos acaricia o coração e nos mostra que não estamos sozinhas num mundo de tantos blogs e redes sociais que só mostram a perfeição. Vamos adorar ter mais e mais textos!!! Bjs

  19. Nossa! Como me identifiquei com tudo o que você falou…sem dúvidas, faz muita falta entrar aqui e não ver seus textões maravilhosos! Fico toda empolgada quando vejo que o blog foi atualizado. Então: por favor, volte sempre! Rsrsrs Tenho certeza que assim como eu, muitas outras pessoas esperam ansiosamente por bons momentos de leitura por aqui! E sobre adiar, adiar, adiar…na minha última sessão com a psicóloga ela me falou algo que tentei colocar em prática e deu até certo: substituição. Quando substituímos o vazio e os pensamentos chatos por atividades, por mais simples que sejam (tipo arrumar um armário), ajuda muito…tenho caminhado em passos curtos para ver se também espanto “Gilliard” da minha vida. Enfim! Amo seu blog. Poste mais vezes, please. ;) Bjs.

  20. Nossa eu senti muita falta dos seus textos. Gosto muito da forma como escreve, sinto que estou ouvindo uma amiga e além disso me ajuda tb. A maternidade é um pouco solitaria as vezes e ler seus textos fazem me sentir abraçada. Que continue a ter a força que precisa pra continuar seu caminho e seus planos. sei que consegue!!!bj

  21. Continua sim Michelle, seus textos são relevantes e cheios de uma profundidade única. Por mais que vários outros blogueiros falem de assuntos idênticos, a ótica é bem diferente e eu gosto muito do seu jeito de escrever.
    Nem sempre dá para comentar aqui, mas acompanho suas postagens por e-mail e amo demais. bjsssssss

  22. Amei, que você voltou. Pensei que estivesse largado de vez.
    Super amo suas postagens,tiro inúmeras dúvidas. É o único blog de mãe que acompanho no momento.
    Gosto da sua escrita,das suas fotos de tudo .

  23. Sabe o que eu pensei depois de ler o seu texto? “Ah, vou comentar, lindo texto (como tantos!) e super apoiar esse retorno, ainda que devagar, pois sentimos falta (sem nunca deixar de, de tempos em tempos, dar uma espiadinha por aqui, para ver se tinha algo novo)”. Aí, o que eu pensei logo depois? “Ah, não vou comentar, ela já sabe o quanto faz falta para seus leitores, o texto já tem tantos comentários…”. Assim que percebi que estava me sabotando, com esse pensamento danado de que eu sou só mais uma e nada do que eu faça além do meu mundinho família/trabalho pode ser relevante para alguém, decidi que devia, sim, comentar, e dizer que é exatamente por isso que é tão importante dividir os sentimentos: sempre vai ter alguém passando por uma situação parecida, que vai se identificar e sentir um alívio enorme ao perceber que não está sozinha nessa! Parabéns pelo texto e pelo retorno! É muito bom ver o blog movimentado e ainda com notícias de viagens (aguardamos as super dicas de BsAs com os pequenos!)!

  24. Nossa, eu sinto por diversas vezes a mesma coisa. Amo ler seus textos, eles me inspiram, te sigo a muito tempo… Eu amo escrever tambem, e sinto que tenho uma missão no mundo, mas são tantas outras coisas pra dar conta, tanta gente que não acredita em mim, ou que espera outra coisa de mim… Fiquei por meses sem escrever no meu blog http://www.filhosparaoceu.com.br … Você me encorajou a voltar… por mais que existem outras milhares de pessoas que falem sobre o que eu escrevo… mas acho no fundo que as experiencias são unicas e que quando compartilhamos somamos pra nossa vida…Continue a nos inspirar!!

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