27 jul 2015

Faça você mesmo(a): varal de fotos com números

Aniversário DIY Festas

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Gostaria de ter feito esse post há um bom tempo atrás, logo que Leo completou 1 ano de idade, em novembro do ano passado. Vocês me pediam bastante para mostrar mais detalhes e eu pensei em incluir alguns arquivos com os números – seguindo o estilo faça você mesmo(a) que a gente tanto ama – para que vocês pudessem fazer os seus, sem precisar usar necessariamente a máquina de corte da Silhouette. Então, vamos lá!

Uma das coisas mais bacanas da festa de um ano do Leo foi o varal de fotos em estilo polaroid, com os meses identificando a idade em cada uma delas. Teve um efeito visual bem bacana e gerou fotos lindas.

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Eu optei pelos instacards que são essas fotos estilo polaroid, mas você pode revelar as fotos para compor o varal no tamanho e formato que desejar (no tradicional 10×15, no 13×18, formatos quadrados diversos e até em fotos maiores). Seja qual for o formato escolhido, dá para usar os números numa boa.

No ano passado eu utilizei o serviço da InstaStore e fiquei muito satisfeita. Foi só logar na minha conta do Instagram e selecionar formato e quantidade de fotos que eu queria. Recebi em casa alguns dias depois.

Existem outros sites que oferecem esse mesmo serviço (é só dar um google pesquisando por “instacards” e você encontra outros), mas esse foi o único que testei por enquanto.

Como fazer?

1. Escolha suas fotos e revele no tamanho e formato que desejar. (como contei acima, eu escolhi os instacards que tem formato de polaroid e utilizei o serviço da InstaStore).

2. Faça o download dos números, que já estão no tamanho certinho tanto para os instacards quanto para outros tamanhos e formatos de fotos. O arquivo contem 13 folhas no formato A4, com cores variadas. É só baixar e descompactar no seu computador. (é só clicar aqui e depois no botão verde escrito download)

3. Escolha a cor que preferir e imprima num papel de melhor qualidade que um sulfite comum (eu recomendo os papéis opaline, couché ou vergê, com gramatura 120, 150 ou 180).

4. Usar uma tesoura para recortar os números dará bastante trabalho, além de precisar de uma dose extra de paciência e habilidade manual. Talvez os números não fiquem cem por cento retinhos, mas é uma opção para quem não possui a máquina de corte. Contudo, existe outra maneira bem fácil e bacana de fazer, que é usando furadores de papel.

Você encontra furadores em lojas especializadas em scrapbook (lojas físicas e virtuais). Eu já comprei furadores na Grafitti, na Real Papelaria e em outras lojinhas aqui em Curitiba. Você pode pesquisar por “furadores de papel scrapbook” e encontrar outras opções online também.

Para essas fotos abaixo eu usei um furador de círculo em escalope de 1.5 polegadas ou seja, o círculo de papel cortado tem 3,5cm de diâmetro. Acho que esse tamanho de furador é o ideal para o tamanho dos números, mas você pode escolher formatos diferentes (coração, estrela, quadrado, enfim, tem inúmeros modelos).

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Abaixo vocês podem ver uma foto em tamanho comum (10×15) com o círculo colado. É bacana usar fita dupla face almofadada ou banana, como chamamos, para ficar em “relevo”. Dá um efeito bem bonito. Mas nada impede que você use outras fitas colantes ou até mesmo cola.

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5. Depois de colar os números em todas as fotos que pretende usar, é só escolher um barbante ou fio bonitinho e montar seu varalzinho de fotos. Eu utilizei mini grampos de madeira e dá para encontrá-l0s facilmente em lojas de armarinhos, scrapbook e também pela internet.

Espero que vocês tenham gostado e que esse pequeno tutorial seja útil para alegrar alguma parede aí na sua casa ou na festa de aniversário dos pequenos.

23 jul 2015

Leonardo e minhas dúvidas sobre a escolinha

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Muitas pessoas me perguntam se Leo já frequenta a escolinha, se irá em breve e como tenho me preparado para esse momento. Na verdade eu comecei esse post há algum tempo já, mas só agora voltei para finalizá-lo.

Leo está com 1 ano e 8 meses e ainda não vai à escola. Fica aos meus cuidados o dia todo, em casa. Não temos babá, nem empregada doméstica, mas temos uma diarista (uma moça muito querida que vem duas vezes na semana) e isso ajuda bastante.

Eu não consigo pensar nesse assunto ou começar esse post sem lembrar que existem pessoas que simplesmente não tem a opção de decidir se o filho ou filha irá ou não para a creche ou escolinha. Seja por necessidade financeira e/ou por não querer abandonar um emprego bom ou uma carreira que foi conquistada com muitos sacrifícios. Mas que, ao final da licença maternidade – de apenas quatro meses, para a grande maioria – precisam entregar seu bebezinho aos cuidados de terceiros. E que sofrem bastante durante todo esse processo, especialmente em relação à amamentação do bebê. Por isso, há de ser dito: quando há opção, o caminho com certeza fica muito menos tortuoso. Eu tive e tenho essa opção e me sinto verdadeiramente agradecida por isso. Eu não tinha um emprego supimpa com um alto salário, nem uma carreira ou um cargo importante, que eu tivesse lutado, estudado muito para conquistar. Por isso, não tive grandes dificuldades em deixar tudo para trás. Para quem não sabe como isso aconteceu – de eu parar de trabalhar fora – contei aqui.

Feita essa introdução, vamos ao que andava se passando na minha cabeça desde o final do ano passado, onde eu, inclusive, assinei contrato, preenchi ficha e fiz foto 3×4 do pequeno – para matriculá-lo na mesma escolinha que a Mel frequenta desde que tinha 1 ano e 8 meses.

Tenho que contar para vocês que até final de novembro, eu estava convicta de que, sim, Leo iria para a escolinha, somente à tarde, assim como a irmã, no ano seguinte. Mas que, também, depois de entregar toda a papelada na secretaria, eu voltei para casa com ânsia por pensar em tudo que vocês irão ler abaixo.

Esses foram alguns dos meus pensamentos e conversas internas, no início deste ano:

Meu Deus, será que eu coloco Leo na escola? Ele só tem 1 ano e 2 meses… Mel tinha quase dois quando entrou… Mas, por que mesmo a gente colocou ela na escola? Ah, porque morávamos na casa de trás, pequenina e sem espaço externo seguro para ela brincar (estávamos em obra) … Ah, foi por isso. Eu já não tinha mais o que fazer para entretê-la dentro de casa e senti que estava impedindo que ela explorasse e vivenciasse coisas diferentes, mesmo que a gente a levasse para o parque ou para qualquer outro lugar para brincar ao ar livre. Senti que ela precisava de mais… e caramba, foi ótimo! Ela amou desde o princípio e eu não me arrependi por nenhum segundo dessa escolha… porque encontrei o lugar certo – em todos os sentidos – para ela e para nós.

Poxa, mas hoje eu tenho o privilégio de trabalhar em casa… será que não consigo mesmo trabalhar e ficar com o Leo? Algumas pessoas que conheço fazem isso… ficam com os filhos o dia todo e trabalham de noite e de madrugada… (que horas será que essas pessoas dormem??? será que elas dormem? será que tomam energético para ficarem acordadas?) Por que eu não consigo mais trabalhar de madrugada? Por que eu sempre estou com sono? Exausta?

Ah… deve ser porque eu durmo muito mal à noite – de quatro horas e cinco horas, com sorte, e com interrupções – Leo anda acordando direto durante a madrugada, especialmente quando está doentinho.

E de manhã? Porque eu levanto às 7h para trabalhar!  Ah, mas Mel acorda logo em seguida e deixo tudo para atendê-la… Logo Leo também desperta e a manhã se segue num misto de cuidar da casa, deles, preparar e dar o almoço para os dois, arrumar Mel para a escola…

E à tarde? Ah, depois de deixar Mel na escolinha, coloco Leo para tirar a sua soneca que, com sorte, durará pelo menos uma hora e meia. E é justamente essa uma hora e meia que terei para escrever novos textos, revisar os pendentes, escrever aqueles que preciso mandar para aprovação, fotografar, baixar as fotos, editá-las, responder as centenas de e-mails que chegam todos os dias, os comentários, as mensagens, atualizar as redes sociais… a criatividade e a inspiração tem que estar aqui nessa uma hora e meia em que ele estiver dormindo. Mas, infelizmente, não funciona assim. Como é ruim escrever na pressão de que a qualquer momento você terá que parar, mesmo se estiver no auge da sua inspiração… Poxa, é verdade… não consigo fazer nem um terço do que preciso em uma hora e meia…

E à noite? Ah, à noite fico envolvida (eu e Alexandre) com o jantar, algumas brincadeiras, muitas coisas inesperadas que acontecem ao mesmo tempo, o banho e por fim, a hora de dormir… vou eu então para o banho e, quando finalmente penso em sentar para escrever, o que acontece? Estou como um zumbi, caindo de sono, pescando em frente à tela do computador… não sai nada… E no dia seguinte, um novo ciclo desse se inicia… e assim vamos… 

Hum… deixa eu ligar lá na escola… Quantas crianças serão na sala do Leo? Doze? Ah, e quantas professoras? Três? Bacana! E quem são? Jura? Eu a conheço bem, ela foi professora da Mel no maternal I também, um amor!

Será que ele vai gostar? Hum… Acho que sim, né? Crianças da mesma idade para ele brincar, espaços novos e seguros para explorar, espaço externo bacana, atividades lúdicas para ele vivenciar…

Mas e quando um amiguinho empurrar ou morder? Ou tomar o cheirinho dele e sair correndo? Ai, coitadinho. Ele é tão pequeno… Vai sentir muito a minha falta, falta de casa, das coisinhas dele, do pai… 

E as coisas que eu vou perder nesse tempo que ficarmos longe? As carinhas novas que ele faz a cada dia, as descobertas, as peraltices… Quero acompanhar tudo isso de perto, não quero perder nada… 

Mas serão umas quatro horas apenas… Teremos a manhã toda, final da tarde e parte da noite… E talvez ele até durma melhor… Por estar mais cansado.

Putz, mas o primeiro ano na escola é punk. Eles ficam doentes direto! Imagina o Leo… Super alérgico, com essa rinite que qualquer coisinha vira rinusinusite… Fora a APLV… Se bem que com isso não precisaria me preocupar porque o cardápio da escola já é planejado para atender as crianças alérgicas… E quanta coisa bacana é feita lá! Leo que é bom de garfo ia adorar…

Mas… será que eu não consigo meeeeeesmo me organizar melhor para conseguir conciliar o Leo em casa e o trabalho? …

Qual seria o impacto dessas quatro horas e meia na escolinha, na vida dele? Hum, não há como ter certeza… Ele iria sentir a minha falta, principalmente… Contudo, eu sei que, por mais que os pais sejam sempre o porto seguro da criança, eles também curtem novas aventuras, descobertas e pessoas. Mas será que ele precisa disso agora? 

E qual seria o impacto de ter essas quatro horas e meia para efetivamente trabalhar, pensar com tranquilidade, ter alguns momentos sozinha, na minha vida?  

E assim se passaram muitos meses. E eu continuo com as mesmas dúvidas e indagações em relação à escola e ao que meu filho precisa, além de nós.

Não tem sido fácil e acho que isso fica bem claro para quem me acompanha aqui no blog. Eu realmente tive que deixá-lo um pouco de lado porque não estava (não estou) dando conta de me dedicar a ele como eu gostaria, como seria necessário. Leo tem demandado muita atenção. Está naquela fase de querer fazer tudo sozinho, inclusive, aquilo que seu tamanho e desenvoltura não permitem ainda. Sobe nas cadeiras para tentar subir na mesa, fica em pé no sofá e ameaça pular, tenta abrir todas as portas e gavetas (até as que possuem travas), enfim, coisas normais de uma criança ativa e saudável. Fora o colinho, o chamego, a companhia para brincar, que ele está acostumado a ter sempre que precisa.

Ainda me preocupo muito com a questão da saúde dele, já que recentemente reconfirmamos, por meio de exames de sangue, que ele é uma criança muito alérgica (especialmente a pó). Porém, sua imunidade está ótima, o que era o meu maior receio desde que ele começou a ficar doente constantemente.

Ter uma babá nunca fez parte dos meus planos, não sei dizer bem o motivo. Talvez pelo fato de gostar e confiar tanto na escolinha que a Mel frequenta. Talvez por achar que não me sentiria a vontade com alguém o dia todo aqui em casa. Talvez por não ter achado a pessoa ideal. São muitos os motivos. O fato é que, acabo preferindo a escolinha.

A maioria das pessoas me diz que eu realmente preciso desse tempo e que ele irá adorar passar umas horinhas com outras crianças, fazendo atividades bacanas que nem sempre podemos vivenciar em casa. Mas ainda não me decidi. Talvez ele vá no início de setembro, em que o inverno já vai deixando de ser tão frio. Até lá, continuo pensando, tentando me acertar com os prós e os contras do home office e, principalmente, curtindo essa pessoinha aqui do meu lado. Vamos ver o que meu coração me diz mais para frente.

17 jul 2015

Diário de viagem: Gramado & Canela – Museu do Automóvel e Super Carros

Vamos ver se agora eu embalo de novo com essa série de posts da nossa viagem a Gramado & Canela, em março desse ano. Ainda faltam alguns passeios (dos mais legais, diga-se de passagem) e hoje quero mostrar para vocês como foi a nossa visita a dois lugares super legais: Museu do Automóvel – Hollywood Dream Cars e o Super Carros.

Museu do Automóvel

Inaugurado em 1997, o Hollywood Dream Cars exibe uma coleção espetacular de automóveis antigos, clássicos das décadas de 20, 30, 40, 50 e 60, além de motos. São aproximadamente 1000m2 cheios de raridades, imagens bacanas de ícones como Elvis Presley, Marilyn Monroe, James Dean e uma decoração super caprichada. Tem loja de souvenirs também, mas olhei rapidamente apenas.

Alexandre é totalmente apaixonado por carros antigos, motos e todo o universo automobilístico, então era meio óbvio que ele adoraria o passeio. Eu gosto muito disso tudo também, mas confesso que mais do que apreciar aquelas belezuras – que brilhavam de tão bem polidos – eu curti mesmo toda aquela vibe dos anos dourados, que eu amo tanto. E ao som de quem? Ao som de Elvis <3 (quem mais aí ama Elvis?). Foi muito bacana e até dançamos, eu e Mel, no meio do salão :)

https://instagram.com/p/0nNb16Rm64/?taken-by=vidamaterna

O Museu do Automóvel fica na Av. Das Hortências, 4151 – Estrada Gramado/Canela e funciona diariamente das 9 às 18 horas. Os ingressos custam na faixa de R$40,00 mas adquirindo um pacote para essa e outras atrações ele sai mais em conta. Crianças menores de 6 anos não pagam entrada. (informações daqui)

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Super Carros

Esse passeio atrai muita gente, especialmente os amantes da velocidade e das máquinas poderosas e mais modernas. Alexandre amou, claro, e até dirigiu o Dodge Challenger <3 (o preço dos passeios depende de algumas variantes: do carro, principalmente, e se você irá como motorista ou passageiro somente. mas dá para negociar um descontinho).

Tem de tudo: Ferrari, Mustang, Porsche, Camaro, Corvette, Lamborghini e até um Cadillac Limousine. Dá para ver todos os modelos e fotos no site. Tem também cinema 9D, simuladores de corrida/velocidade, jogos e duas lojas com produtos oficiais das marcas.

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Alexandre feliz da vida, dirigindo o Dodge Challenger :)

O Super Carros fica na Av. das Hortênsias, 4635, em Gramado. Mais informações em www.supercarros.cc

Para ver os outros posts já publicados sobre essa viagem, clique aqui. E até a próxima parada :)

16 jul 2015

20 meses de Leo

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E aí que amanhã meu bebê completa vinte meses. Vinte. São quatro meses apenas que o separam dos 2 anos de idade e de – oficialmente – se tornar uma criança. Como essa coisa chamada tempo passa voando, né? :’)

Leo está na melhor e na pior fase em vários aspectos, sabem? Aquela fase mais linda de todas (a gente sempre acha isso, em cada uma delas, eu sei) de aprender a falar, das carinhas e reações mais engraçadas, de nos imitar, de descobrir o mundo. E aquela fase de “me bota no chão que eu quero começar a correr e não vou parar nunca mais” quando a gente sai de casa. E quando a gente o pega no colo ou tem que ir embora de algum lugar – especialmente os lugares divertidos – parece que o mundo vai acabar…

Vamos ver se consigo me lembrar dos principais fatos para citar aqui hoje:

– na última consulta médica, Leo estava pesando 12.700g e e medindo 88,5cm.

– finalmente os caninos superiores saíram e passou um pouco daquele incômodo que eles estavam causando. agora são oito dentes em cima e seis em baixo (da última vez que chequei).

– falando em dentes, continua sendo difícil escová-los, mas ele começou a entender melhor o que está acontecendo e tem me deixado escovar numa boa por tipo… dez segundos, rs.

– se desenvolveu muito nos últimos dois meses, tanto em coordenação e motricidade, quanto no emocional.

– fala bastante e a cada dia entendemos mais coisas que ele diz. as palavras bem compreensíveis mesmo, são: mamãe, mamá, dadai (papai), não, sim, vovô, fofó (vovó), amel (Mel), Boo, esse, aqui, igado (obrigado), tau (tchau), gá (dá), agá (água), titi (naninha), deita (deitar), chulé, xixi, cocô, gol (bola), bubu (carrinho), alô, caca (sujeira), banana, au au (cachorro), eca!, croc croc (crocs), nardo (de Leonardo, own) e outras.

– entende bem o que a gente fala. pega as coisas quando pedimos, procura coisas que ele perdeu, mostra aquilo que quer que a gente veja.

– todas as vezes que ele derrama ou derruba algo, ele diz (imitando a gente): “ah, Leo!”

– aprendeu a contar – do jeitinho dele, claro – de 1 a 10. quando vê uma estampa que se repete, de bolinhas, por exemplo, ele aponta uma a uma e vai dizendo “um, doi, trêi, cato, cico, sei, sete, oito, nove, dez” :)

– quatro coisas que ele ama comer: manga, pão francês, ovos mexidos (come só de vez em quando) e carne.

– ama música e dança assim que ouve alguma. quando está sentado e não pode literalmente dançar, ele balança a cabeça, na maior curtição.

– brinca o dia todo com a irmã. de pega pega, de corrida de carrinho, de gatinhos filhotes que engatinham pela casa atrás da gata mãe (hehe), de construir torres de potes plásticos, de pintar com giz de cera, de bola, enfim. coisa linda de se ver.

– é uma criança muito ativa e que gosta de um desafio. tem algo mais alto que ele? bora subir então. e assim a gente passa os dias tirando ele de cima das cadeiras, da mesa, do sofá, de tudo.

– adora sair de casa. por ele, viveríamos na rua, eu acho.

– sempre que chegamos num lugar novo, especialmente ao ar livre ou um lugar para crianças brincarem, ele fica alucinado de tanta felicidade.

– quando fica surpreso ou muito feliz com algo diz “uau!”

– quando alguém quer pega-lo no colo e ele não quer, empurra as mãos da pessoa e diz um sonoro “nãooo!” com direito a beicinho e tudo.

– antes ele ia no colo de qualquer pessoa, numa boa. agora ele vira o rosto e diz não, num primeiro momento. depois, se a pessoa o conquistar ou for alguém que ele já conhece, ele vai.

– tem um certo trauma de qualquer lugar que pareça com um consultório médico ou laboratório, hospital, qualquer coisa assim. quando chegamos no pediatra, que é uma pessoa que ele já está acostumado, começa a chorar antes mesmo de subirmos. acho que foram tantos médicos, exames e pega daqui, segura dali, nesse pouco tempo que ele tem de vida, que ele ficou com medo já. coitadinho.

– saíram os resultados dos exames de sangue que fizemos há pouco e que foram pedidos pela imunologista que passou a nos atender. além de confirmar o que a gente já sabia (que ele é uma criança muito alérgica) descobrimos outras coisas:

1) a alergia ao leite de vaca diminuiu e foi de moderada para leve, o que é ótimo!

2) deu alergia leve à clara de ovo

3) alergia moderada a pelo de gato

4) alergia muito forte para pó de casa e ácaros

5) hemograma normal e imunidade também

– de posse desses resultados, estamos vendo agora por quais caminhos seguir. a maioria das pessoas com quem converso me diz para ter paciência, que essa fase de adoecimentos constantes vai passar. é isso que a gente espera, porque tem sido muito difícil vê-lo doente a todo momento, além de deixar a gente cansado e de certa forma, desanimado. mas vai passar.

– parou de puxar os cabelos da irmã. espero que ele não se lembre mais como se faz, haha.

– gosta de dormir de bruços e se descobre à noite. por isso, agora que está bem frio, sempre coloco pijamas bem quentinhos nele (de soft e até pijama tipo saco de dormir).

– até um tempo atrás precisava ser embalado e ninado para adormecer, mas de uns meses para cá a gente sobe para o quarto dele, encosta a porta, ele só deita a cabeça no meu peito por uns segundinhos e já se joga para o lado, dando a entender que quer deitar no berço. cubro, dou beijinho, faço uma oração e saio do quarto. às vezes ele dorme rapidinho, em outras fica se rolando e ninando a si mesmo por um tempo e daí adormece. e em outras ele joga tudo de dentro do berço no chão (travesseiro, naninha, chupeta, almofada…) uma, duas vezes… arrumamos tudo, fazemos todo aquele ritual lá de cima outra vez e então ele dorme.

– continua gostando de tirar os calçados e as meias do pé. eu amo aquele chulezinho gostoso que os bebês têm e sempre cheirava os pezinhos dele e dizia “hummmmm, que chulé gostoso!“, até que ele começou a fazer isso também. agora ele mesmo cheira os pezinhos e diz “humm, sscschchulé”.

– as bolas ainda estão na lista dos brinquedos preferidos do pequeno, mas agora elas dividem espaço com os carrinhos e com aquele brinquedo de madeira com pecinhas que de movem, chamado montanha russa, sabem? (essa aqui).

– ainda faz a mesma coisa quando vai aprontar algo que não deve: vai, volta, se certifica que a gente está vendo o que ele vai fazer e então parte para o ataque.

– quando preciso lavar uma louça ou terminar de preparar o almoço, por exemplo, e ele quer colo ou que eu brinque com ele, o jeito é abrir uma porta de armário ou um gavetão onde ficam potes e coisas de plástico e deixar que ele faça a festa. vira uma bagunça, mas consigo uns minutinhos para terminar o que precisa ser feito com ele do meu lado.

– foi a sua primeira festa junina, comeu um pouquinho de pinhão, de pipoca e até dançou todo cheio de charme.

– eu amo tudo no meu filhote, mas uma coisa em especial me chama a atenção: o olhar vivo e curioso que ele tem. um olhar cheio de vida, de vontade, de ânsia por experimentar o novo, sabe? e espero que ele conserve isso pela sua vida inteira.