Washi Tape: ideias de como usar e onde comprar

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Washi o que?

Washi Tape – também chamada de Deco Tape ou fita adesiva japonesa – é uma fita adesiva de alta qualidade, feita de papel de arroz. Há alguns anos ela vem ganhando cada vez mais espaço – nas decorações e no coração de quem ama um fru fru ou aquele detalhe a mais.

São fitas lisas ou estampadas, uma mais linda do que a outra. Normalmente elas têm uma largura padrão de 1,5cm, mas existem as mais largas também.

O bacana é que ela é fácil de ser usada e descola numa boa porque não deixa resíduo de cola. Caso você faça a aplicação de forma errada, caso fique torto ou você mude de ideia, dá para retirar sem rasgar a fita ou o papel, se for o caso.

A leve transparência das fitas também permite fazer sobreposições, enfim, dá para inventar bastante moda com elas.

O preço não é assim dos mais baratos (comprar de fora sempre compensa mais), mas dá para encontrar preços mais camaradas aqui no Brasil mesmo.

As formas de uso são as mais variadas possíveis, já que tendo uma washi tape na mão a criatividade aflora. Desde usá-la para fechar os pacotinhos de lanche das crianças até revestir os interruptores da casa. As possibilidades são infinitas (dá uma olhada aqui).

Hoje quero mostrar para vocês algumas ideias bem legais de como usar as washi tapes na decoração de festas.

Antes de decidir o tema e a decoração do aniversário de 4 anos da Mel, eu estava com uma ideia de uma festa inteirinha feita com washi tape – e vendo as fotos vocês vão entender como isso é possível.

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Onde comprar?

Vou deixar aqui para vocês links de lojas que já comprei e/ou amigas compraram. E não tem só washi tapes não. Tem muita coisa legal para encrementar as festas (carimbos, pacotinhos, potinhos, canudos de papel, tags de madeira, baker’s twine – que são aqueles fios coloridinhos, sabem? – tem de um tudo!)

Lojas nacionais

A. Craft

Veio na mala

Tom & Sophie

Festá Ideias

Que achado!

Lojas gringas (todas do Etsy)

The Sewing Post

Pretty Tape

Basil and Fluffy 

Rabbit and the Duck

The Washi Shop

Loolliipop

Le Box Boutique

Se vocês tiverem mais indicações de onde comprar podem deixar nos comentários, tá? E bora colorir essa vida com washi tapes :)


por mãe da Mel e do Leo



Minha Gelatina: uma opção saudável de sobremesa para as crianças

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Vamos falar a verdade: por mais que a gente se esforce, nos dias de hoje tem sido cada vez mais difícil cultivar bons hábitos alimentares. Entre nós, os adultos, e especialmente entre as crianças. A oferta de alimentos pouco ou nada saudáveis é grande, dessa forma cabe a nós, os pais, fazermos as melhores escolhas quando se trata da alimentação dos nossos filhos.

Lembro que quando Melanie completou dois anos de idade e eu estava preocupada com o consumo de doces e açúcar em geral – pensando também lá na frente – o pediatra nos disse que podíamos passar a oferecer gelatina como sobremesa e nos recomendou a Minha Gelatina, da Dr. Oetker.

Mas, no que ela difere das demais gelatinas existentes no mercado?

A Minha Gelatina foi desenvolvida especialmente para as crianças já que possui polpa de frutas e legumes, corantes naturais, vitaminas e minerais. O açúcar utilizado é o orgânico, produzido sem qualquer aditivo químico.

São três opções de sabores: Uva (polpa de uva e beterraba), Morango (polpa de morango e cenoura) e Abacaxi (polpa de abacaxi e cenoura). A que faz mais sucesso por aqui é a de uva, a preferida da Melanie.

Eu sempre gostei muito de gelatina e na gravidez e no pós parto – onde a pele precisa mais do que nunca de elasticidade – optei por consumir a Minha Gelatina. Quando provei pela primeira vez confesso que me surpreendi positivamente com o sabor, bem diferente do que eu imaginava por conter também polpa de legumes.

Gosto muito também de prepará-la para os pequenos, nas festas de aniversário. Na última, em que comemoramos os quatro anos da Mel, fiz os sabores de uva e abacaxi e ambas fizeram muito sucesso. Não sobrou nem um potinho sequer e até os adultos comeram.

Para saber mais, acesse:  www.oetker.com.br/cremedesserts

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por mãe da Mel e do Leo



O início da relação entre irmãos

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Pouco tempo se passou, mas Melanie e Leonardo já desenvolveram uma relação profunda e multifacetada nestes onze meses de convivência. E se a gente fosse resumir as fases, até este momento, seria mais ou menos assim:

Melanie, a zelosa

Assim que nasceu, Leonardo inspirou curiosidade e cuidado na irmã mais velha. Nos primeiros dias ela se mostrava intrigada com aquele ser humano tamanho mini e entendeu logo de cara que se tratava de algo pequeninho e frágil. Queria ajudar a todo momento, até porque eu fazia questão de incluí-la em tudo, para que ela se sentisse necessária. E deu certo. Pelo que me lembre, não precisei me preocupar quando ela estava por perto, naquele início. Mel era sempre muito cuidadosa e por que não dizer, receosa de chegar perto do irmão.

Sempre me chamava prontamente quando ele estava chorando e sempre tentava confortá-lo de alguma forma, cantando ou falando coisas que ele obviamente não entendia, mas que com certeza sentia: “não não Leo, não chora, já vai passar”, “eu to aqui Leo, eu to aqui com você” ou “a Mel chegou Leo, não precisa mais chorar”.

Melanie, a rebelde

Muitas pessoas nos perguntam se houve muito ciúme da parte dela e posso dizer que não houve tanto quanto a gente esperava. Houve sim uma fase de ciúmes, mas que não foi caracterizada por hostilidade ao novo bebê que chegou e sim a nós, os pais.

Leo tinha três meses quando ela começou a se mostrar mais rebelde e desobediente. Ficou mais manhosa, demonstrando uma carência depois de ter percebido que aquele tiquinho de gente – que nada fazia além de mamar e dormir – ia crescer e se transformar numa criança, como ela. Mel teve aquele típico click de “não quero crescer” e agia como bebê.

Mas ela nunca foi agressiva com o ele, nunca bateu nem nada do tipo. Por isso tentamos levar tudo de maneira mais light, sabendo que era uma fase que logo acabaria. Além disso, tínhamos que ter muita paciência e entender que ela estava se sentindo ameaçada, claro. Sei que por uns dois a três meses tivemos momentos punks, de muito choro, gritos e teimosia. Mas passou.

Melanie, a carinhosa

Conforme Leo foi se desenvolvendo – aprendendo a sentar, a engatinhar como louco pela casa e a ficar em pé – Melanie foi percebendo que ele era alguém com quem ela podia interagir. Alguém com quem ela poderia brincar, dar risada, se divertir. Que ele era alguém que estava ali para somar, para trazer coisas boas e legais. E, partindo daí, ele foi se tornando o xodozinho da irmã.

Várias vezes ao dia ela olha para ele e diz: “o Leo é tão bonitinho / ele é tão fofinho /  ele é meu pequenininho” e coisas fofas do gênero. E finaliza dando um cheirinho, um abraço e muitos beijinhos.

Melanie, a defensora

Muitas vezes, quando a gente dá alguma bronca no irmão (de leve, né, porque ele é café com leite ainda), ela já vem em defesa dele, toda advogada. Se saímos do carro e não o tiramos imediatamente, ela diz “coitado do Leo! vai ficar no carro sozinho”. Ou quando ela ouve que ele acordou e não fomos pegá-lo na hora, ela diz “mamãe/papai! tem que pegar o Leo! ele tá chorando, coitadinho!!!”

Melanie, a delatora

“Quem foi que derrubou todos esses farelos no chão?! / Quem soltou esse pum?! / Quem foi que comeu metade do meu papel?!”

“Foi o Leo, mamãe!!!” – e aponta para o irmão, sem cerimônia nenhuma, sem pensar duas vezes.

Ou então, o pequeno mal começa alguma travessura e já ouço coisas como “mamãeeee, o Leo tá mexendo na persiana!!!”

Melanie, a trolladora

Como não poderia deixar de ser (!) existem muitos momentos Felícia nesse relacionamento.

Se estamos em outro cômodo da casa e de repente ouvimos risos (vindos da Melanie), pode contar que ela está sacaneando o irmão. Já a peguei no pulo do gato muitas vezes, trollando ele das mais diferentes formas: colocando cobertores e mantas na cabeça do guri, subindo em cima dele como cavalinho, colocando os pés no pescoço ou nos ombros dele, pegando os brinquedos que ele estava na mão, empurrando tipo “chega pra lá” e por aí vai. É de deixar qualquer pessoa maluca.

O mais engraçado é que Leo ri de tudo isso. Ele RI, dá gargalhadas. Foram poucas as vezes em que ele chorou por causa das trollagens da irmã. Amor bandido esse.

A gente fica bem contente de olhar essa relação e perceber que ela realmente o ama e é feliz por tê-lo como irmão. De verdade. É algo lindo e com valor inestimável, algo que somos abençoados em ver todos os dias.

Ontem mesmo ela estava ao lado dele, chegou mais pertinho, o abraçou e disse: “eu amo o Leo, mamãe”. Assim, espontaneamente. É de derreter o coração, né?

Veremos como serão os próximos anos. Já dá para apostar no estilo “entre tapas e beijos”, mas espero que sejam mais beijos :)


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Vida de Mãe 23 out 2014

Câncer de mama: mitos, verdades e a importância do diagnóstico precoce

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Antes da gente falar sobre os mitos e verdades sobre o câncer de mama e da importância do diagnóstico precoce, deixa eu contar uma historinha para vocês.

Há alguns anos atrás, antes de realizar a mamoplastia de aumento nos seios – depois de ganhar mais de vinte kilos na gestação da Mel, eles já não eram mais as mesmos por aqui – precisei fazer alguns exames, os chamados exames pré-operatórios.

Neste caso específico, lembro de ter realizado exames de sangue e uma mamografia – que é um exame de diagnóstico por imagem, que tem como finalidade estudar o tecido mamário. Esse tipo de exame pode detectar um nódulo, mesmo que este ainda não seja palpável.

Fui fazer os exames bastante curiosa, porque nunca havia feito. Normalmente os médicos solicitam a mamografia para grupos de risco específicos – mulheres com histórico familiar da doença e/ou idade avançada. Embora hoje em dia o exame seja solicitado cada vez mais cedo, visando o diagnóstico precoce mesmo.

Achei um pouco desconfortável, mas sabia que era necessário. Fui para casa com o protocolo, bem tranquila, para pegar o resultado dias depois.

No dia seguinte, eu estava dirigindo e recebi uma ligação da clínica onde havia feito a mamografia. A atendente me disse que eu deveria voltar lá o quanto antes, para refazer o exame de uma das mamas. Nessa hora fiquei meio em choque. A gente sempre pensa no pior. Na verdade me passaram mil e uma coisas na cabeça, em segundos.

Questionei o motivo e ela apenas me disse que a médica responsável por analisar os laudos havia solicitado, mas que não tinha autorização ou conhecimento para me dar informações além destas.

Fiquei muito, muito preocupada. Me culpei por não dar a devida atenção ao assunto, por não lembrar de fazer o autoexame com regularidade. É algo tão básico, tão simples – tocar o próprio corpo e conhecê-lo – que fiquei bastante decepcionada comigo mesma. Achei que eu tivesse deixado passar alguma coisa.

Retornei à clínica na mesma tarde e refiz o exame, com cara de poucos amigos. Voltei para casa e chorei, tive muito medo.

Quando me ligaram para ir buscar os resultados, Alexandre foi comigo. Desci do carro com aquela postura derrotada, sabem? Já esperando pelo pior. Peguei o envelope e voltei para o carro, que estava parado no estacionamento.

Abri, bastante receosa. E lá estava: eu não tinha nada, nem um nódulo sequer.

A médica me pediu que repetisse mamografia apenas para ter certeza de que aquilo que ela viu no exame se tratava mesmo de calcificações, muito comuns no período pós amamentação.

Mas o que isso tudo me ensinou? Que a gente deve se cuidar, em primeiro lugar. Conhecer nosso corpo, dar atenção a ele e à nossa saúde.

Eu ainda enrolo um pouco quando me pedem algum exame, confesso. Depois dos filhos a gente passa a se cuidar menos, por falta de tempo, por falta de pique ou de vontade mesmo. Mas é algo que tenho tentado mudar. A gente deve cuidar de si mesma para poder cuidar dos outros, não é?

Ter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos e amamentar ajudam na prevenção de várias doenças, inclusive do câncer.

A realização do autoexame é importantíssima, já que o diagnóstico precoce é uma das principais armas na luta contra o câncer. Muito embora ele não substitua o exame clínico realizado por profissional de saúde qualificado para essa atividade e a mamografia – vale ressaltar. O indicado é unir tudo isso: autoexame + exame clínico + mamografia (anual ou quando solicitada pelo médico), certo?

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Mais informações:

www1.inca.gov.br/wcm/outubro-rosa/2014/ 

www.tuasaude.com/12-sintomas-do-cancer-de-mama/

www.coracaoevida.com.br/saude/cancer-de-mama-mitos-e-verdades/

www.boasaude.com.br/artigos-de-saude/4983/-1/fatores-de-risco-para-cancer-de-mama.html





Sobre a rotina atual da Mel, retirada da mamadeira e desfralde noturno

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Desde que Leo nasceu ele se tornou o personagem principal do blog, não é? Também, bebê novo no pedaço e ainda com a fofura toda que ele tem, ficou difícil deixar de falar dele por aqui. É uma novidade atrás da outra. Mas, nem por isso a Melanie deixou de crescer e se desenvolver nesse período, claro.

Posso dizer que nesse ano ela deu um salto enorme em relação ao seu aprendizado e a sua autonomia. A cada dia que passa ela se mostra mais esperta, curiosa e com uma imaginação de dar gosto.

Nos últimos tempos tenho recebido e-mails e mensagens pedindo para que eu falasse mais sobre a rotina dela, sobre o que mudou depois do nascimento do irmão e sobre temas específicos como o desfralde noturno, a retirada da mamadeira, entre outros. Então é sobre tudo isso que vamos falar hoje.

Logo que a Melanie nasceu, tentamos estabelecer uma rotina para ela, principalmente para horários de mamar, comer, tomar banho, tirar as sonecas e dormir. Tudo ia muito bem até que alguns péssimos costumes foram sendo criados perto dela completar 2 anos de idade, como adormecer no sofá vendo desenhos (DVD), por exemplo.

Depois que começou a ir para a escolinha, a rotina dela foi mudando aos poucos. As mudanças foram para melhor, em sua grande maioria, mas uma coisa começou a gerar problemas: a soneca fora de hora. Acontecia assim: Mel acordava lá por 9h e seguíamos com nossa rotina normalmente. Após o almoço ela ia para a escola e eu a buscava algumas horas mais tarde. Depois de fazer um lanchinho rápido ou tomar alguma coisa, ela desabava no sofá da sala num sono daqueles e no pior horário possível: sempre entre 18h30 / 19h. E não, nunca tivemos a felicidade de ter uma criança que dorme cedo assim e vai até o dia seguinte.

Acordávamos a pequena para jantar, tomar banho e tudo mais e o que acontecia então? Ela tinha horas e horas de bateria recarregada e ia dormir muito tarde – segundo os padrões recomendados para crianças. Por fim, acabamos optando pela cama compartilhada, por inúmeros motivos que já citei em posts anteriores (aqui e aqui).

Leonardo nasceu e a rotina da nossa pequena foi alterada mais uma vez. Alterada, não. Bagunçada mesmo.

Os horários de banho, comer e dormir foram os mais prejudicados, já que ela normalmente tinha que esperar o irmão ser atendido primeiro. Virou uma onda de jantar tarde, de não querer ir para a cama e dormir perto da meia noite. Então quando finalmente eu terminava minha labuta diária e noturna com o Leo, ainda tinha uma criança cheia de energia ao nosso redor, querendo atenção, querendo brincar, correr e pular. Não estava dando certo.

Aquela rotina caótica começou a me incomodar muito. Não estava fazendo bem para nenhum de nós, muito menos para ela, que ia dormir muito tarde e acordava tarde consequentemente, alterando todos os horários de alimentação, remédios, enfim, toda a rotina da família.

A primeira providência então foi nos dividirmos nas tarefas, como deveríamos ter feito desde o início: eu assumi os cuidados com o Leo – até porque era eu quem o amamentava – e Alexandre assumiu os cuidados com a Mel. Tive horas de dificuldades, claro, para me virar sozinha com um bebezinho. Mas com o passar dos dias as coisas melhoraram porque conseguíamos assim maximizar o tempo. Enquanto um dava banho, o outro dava o jantar e assim por diante.

Melanie continuou dormindo conosco até poucos tempo atrás. Ultimamente eu vinha querendo (de verdade) fazer essa transição para o quarto dela, porque achava que seria uma mudança boa, que traria crescimento e autonomia.

Tudo correu bem, graças a Deus (e a muita paciência e compreensão da nossa parte) – como contei para vocês aqui – e hoje ela dorme feliz na própria cama.

Aos 4 anos de idade, a rotina da Mel (e um pouco da nossa, também) é mais ou menos assim – nos dias em que tudo dá certo – e esses dias são minoria, diga-se de passagem:

8h30 – acorda e toma o mamá (cerca de 200ml e ainda na mamadeira. é um apego, um costume mesmo. mais abaixo falarei disso.)

9h30 – toma café da manhã

10h / 11h30 – brincamos, ela assiste algum DVD, me ajuda em pequenas tarefas da casa como guardar as coisas que estão fora do lugar e também com o irmão

11h30 / 12h – troca de roupa e se arruma para ir à escolinha

12h15 – almoço

Durante a tarde ela fica na escola, por um período de 4 horas e meia, mais ou menos. Lá ela tem o lanche (fruta, suco natural, pão com geléia ou patê, bolinho, tudo feito na escola) entre 14 e 14h30 e depois a sopa, aproximadamente às 16h45. Se ela acorda mais cedo do que 8h30, como de costume, acaba tirando uma soneca na escola, de meia hora, antes de irmos buscá-la.

18h – 19h30 – depois que chegamos em casa, a primeira coisa que ela faz é pedir para comer e tomar alguma coisa. faz um lanchinho rápido (torrada. pão, biscoito, maçã, cereal com leite, enfim, essas coisas). Daí vai brincar um pouco – sozinha, com o irmão, com a Boo e comigo, claro, enquanto tento colocar a casa em ordem, preparar o jantar, etc. Enquanto dou a sopa do Leo, ela fica assistindo algum DVD ou desenhando/pintando. Alexandre chega em seguida e brinca com os dois enquanto termino o jantar (o que não faço todos os dias – naqueles muito corridos inventamos algo rápido para comer, ele traz ou pedimos comida)

20h – jantar (quase sempre ela toma sopa, por preferência dela mesma)

20h30 – Mel vai para o banho com o pai enquanto eu dou banho no Leo

21h – depois de colocar pijama, pentear e secar o cabelo, eles leem algum livro ou montam quebra cabeça, brincam de dominó, desenham, assistem algo, enfim, atividades mais calmas – enquanto coloco o Leo para dormir. (nem sempre eles respeitam essa minha “regra” e por vezes fazem a maior algazarra aqui embaixo, enquanto eu estou lá em cima fazendo o pequeno dormir. só ouço as gargalhadas e um correndo atrás do outro…)

21h30 – toma o mamá, faz xixi, escova os dentes e vai para a cama dela. normalmente eu a levo para a cama, fazemos uma oração, muitos beijinhos e te amos e ela dorme em seguida.

Sobre toda essa rotina noturna da Mel, a maior dúvida de vocês era sobre a hora dela ir para a cama, certo? Então, aqui em casa, isso pode acontecer de quatro jeitos:

1. jeito fácil mas não indicado: Ela já está meio cansada (da escola, de brincar com o pai e o irmão, etc), deitada no sofá, assistindo algum de seus desenhos ou filmes preferidos. Adormece ali mesmo e em seguida a levamos para o quarto dela. (nesse caso ela dorme sem escovar os dentes e sem fazer xixi – o que quer dizer fralda molhada ou despertar no meio da madrugada. super legal e certo. só que não.)

2. jeito bom mas poderia ser melhor: Ela já está meio cansada (da escola, de brincar com o pai e o irmão, etc), deitada no sofá, assistindo algum de seus desenhos ou filmes preferidos. Chega a hora de ir para a cama e ela diz que quer assistir o desenho até o fim ou só mais um (conhecem essa história, né?). Combinamos então que acabar o desenho, ela vai para a cama. O desenho acaba, ela levanta, desliga a tv, escova os dentes, faz xixi e pede para a levarmos até o quarto dela.

3. jeito lindo que aperta nosso coração de orgulho: assim que termina o mamá, escova os dentes e faz xixi, ela pega o travesseiro, a boneca/urso/apego da vez, seu cobertorzinho e diz que quer ir para a cama, porque está muito cansada. Own.

4. jeito hardcore que deixa todo mundo ensandecido: ela teima conosco, briga, chora e diz que não está com sono e que não quer ir para a cama. mesmo já estando tarde e ela estando cansada. algumas vezes compramos essa briga (fazendo com que ela vá para a cama mesmo assim), outras não (deixando que ela fique mais um pouco).

Desde que passou a dormir no quarto dela, o modo como essa rotina mais acontece são as opções 2 e 3. #benzadeus

**********

Enquanto escrevia tudo isso, percebi que é uma rotina muito boa, para nós e para ela. Mas não é uma rotina que veio pronta. Levou quatro anos para ser construída, tijolo por tijolo, com muita paciência. E ela nem sempre acontece da maneira como a gente gostaria (com crianças é impossível seguir à risca qualquer coisa nessa vida). Eu sempre estou atrasada com horários, com a comida, sempre estamos na correria. Mas ter essa base de rotina ajuda muito (já é um caos com ela, imagina sem!)

Mudanças a seguir:

Retirada da mamadeira: já era para termos retirado, junto com a chupeta (falei disso aqui), mas acabamos relaxando nesse aspecto. A mamadeira e o ato de mamar deitada é prejudicial aos dentes, pode causar otite, enfim, fora as questões da idade mesmo. Por isso estabeleci que até o final de dezembro ela terá que deixar a mamadeira. Da mesma forma como fiz com a chupeta e com a cama compartilhada, tenho conversado com ela, preparando-a para o que virá. Ela poderá tomar seu leitinho quente antes de dormir e pela manhã, mas não mais na mamadeira.

Desfralde noturno: Melanie desfraldou diurnamente com 2 anos e 6 meses (textos sobre isso aqui e aqui). Como o irmão nasceu alguns meses depois e a rotina ficou bem mais puxada, o desfralde noturno foi ficando esquecido, assim como a retirada da mamadeira. Esse ano nos demos conta: “opâ, espera aí. ela está para completar 4 anos de idade. já passou da hora de tirar essa fralda da noite!”. E então começamos a prestar atenção em como a fralda amanhecia (seca, molhada, muito molhada), no que e no quanto ela ingeria de líquidos depois das 19h.

Foram várias semanas de observação e percebemos que mesmo que ela tomasse seu leitinho às 21h, se ela fizesse xixi antes de deitar, a fralda amanhecia sequinha. De sete dias, apenas em um deles acontece um escape bem pequeno.

Desde que completou 4 anos e também passou a dormir na própria cama, percebi que a consciência corporal dela aumentou muito. Tanto que ela acorda no meio da madrugada, se sente vontade de fazer xixi. Quando não chega a despertar por conta disso, começa a se debater para todo lado na cama. Logo vejo pela tela da babá eletrônica e já sei que ela quer fazer xixi. Vou até lá e sem acender as luzes (o quarto tem uma pequena claridade, mesmo de noite) a levo ao banheiro. Depois ela volta a dormir. No máximo pede água. Dessa forma, já estamos por um triz de deixá-la dormir sem fralda.

Na verdade os maiores desafios por aqui, com a Mel, sempre foram e são em relação à alimentação dela e em me virar em dar à ela a devida atenção quando estou sozinha com os dois. Mas esses são assuntos para outros posts, que esse texto já ficou longo demais. :)


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