Minha Vida Materna 20 abr 2014

Últimos instagram’s

Alguns momentos das duas últimas semanas, que foram postados no nosso Instagram. Estamos lá como @vidamaterna

Espero que todos vocês tenham um ótimo feriado e uma Páscoa de renovação e amor <3

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5 meses de Leo

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Leonardo completa 5 meses hoje :)

Como de costume, bora registrar os acontecimentos na vida do guri.

- está pesando 7.560g e medindo 69cm, o meu gigante.

- usa roupinhas tamanho 9 meses já e está a caminho das fraldas tamanho G.

- continua sendo um bebê fofo e risonho, normalmente sorri para todo mundo.

- ganhou o apelido carinhoso de “tutuken”. não me perguntem de onde surgiu, porque só meu marido sabe de onde ele tira esses apelidos.

- mudou drasticamente de comportamento durante duas semanas, por causa do salto de desenvolvimento (post aqui) dos 4 meses e meio. foi um sufoco. chororô o dia todo, nada estava bom, acordava muito durante a noite, fiquei um ca-co.

- está tirando mini sonecas durante o dia, coisa de trinta minutos no máximo. ontem chegou ao cúmulo de quinze minutos de sono. quin-ze minutinhos. o que, para resumir, não me permite fazer muita coisa durante o dia.

- já vira a cabeça na nossa direção quando o chamamos pelo nome. quando ouve a minha voz ou a voz do pai, fica procurando até nos encontrar.

- a fascinação pela Mel e pela Boo continua. arrisco a dizer que pela Boo, é maior. ele fica simplesmente paralisado, encantado, olhando para essa bolinha de pelos que mora aqui. especialmente quando ela mexe o rabo. prevejo puxadas do mesmo, em breve. pre-pa-ra Boo.

- o pai ficou sentido que não mencionei que Leo o adora no último post. Ale, o Leo te adora e você sabe disso. até mesmo pelas risadas gostosas que ele dá quando te vê.

- tudo, completamente tudo que ele pegar vai parar na boca. é muito engraçado quando ele mal pega algum objeto e já vai todo alvoroçado, abrindo um bocão. o preferido é um mordedor de girafa, a tal Sophie.

- adora os livrinhos de pano que eram da Mel e alguns outros que ganhamos. o mesmo acontece com um ursinho panda, da Lamaze, que era da Mel também. é o brinquedo preferido dele.

- não anda mais gostando de ficar deitado e fica fazendo força para levantar. a barriga vai ficar tanquinho, de tanto abdominal.

- quando sentado, ele já demonstra bastante equilíbrio. acho que vai sentar logo. ou não.

- começou a mostrar mais interesse pela água no banho, quer sentar e fica batendo as mãozinhas, vendo ação e reação.

- além dos aaaahs, uuuuhs, oooohs, agus, anguis, buuuuu, buuurrr, fala mãmã às vezes, quando chora. pra mim, claro que é mamãe. e ai de quem me contrariar.

- tem se mostrado muito intrigado com etiquetas. vários bebês tem adoração por etiquetas, a Mel era um deles. acho a coisa mais fofa.

- a tal da ferida que aparece no braço, no local onde foi aplicada a vacina BCG, ainda não apareceu. ando preocupada com isso, mas o pediatra disse que tem até o sexto mês para acontecer. o mesmo me disseram no posto onde a vacina foi aplicada. vou aguardar até o próximo mês e caso não dê reação, teremos que refazer a vacina.

- a APLV (alergia à proteína do leite de vaca) foi confirmada mesmo. quero fazer um post com maiores detalhes em breve, mas o que me consola é que não é um estado permanente. é algo que tende a melhorar ou sumir com o tempo.

- as pessoas têm olhado para ele e dito que ele é a cara do pai. outros, que é a minha cara. o que me faz achar que na verdade, ele não é a cara de ninguém, rs. eu vejo uma mistura, assim como na Mel.

- ele ama os meus cabelos. passa as mãos bem devagar, deixa os fios entrelaçarem em seus dedinhos e ainda faz um aaaaaaahhh, demonstrando concentração. normalmente isso acontece quando ele está no berço e eu acabei de colocá-lo ou vou tirá-lo de lá. a coluna dói, mas chego a ficar um tempinho assim, babando na cria.

- depois do salto de desenvolvimento punk dos 4 meses e meio, tem tido dificuldade para adormecer sozinho, sem precisar de colo. eu não acho de todo ruim porque sou chegada em dar colo mesmo, mas estou tentando que não vire um hábito.

- pelo jeito, não será nessa vida que terei o prazer e a alegria de ver meus filhos dormirem cobertos e quentinhos, com aquele edredon fofinho ou aquele cobertor peludo que eles têm. Mel chuta as cobertas, mesmo dormindo. Leo vai pelo mesmo caminho. a solução é enchê-los de roupa e apelar para pijamas quentinhos, de soft. ou levantar de dez em dez minutos para cobrí-los. to mais para a primeira opção.

- uma das maiores diferenças que ele tem, em relação à irmã com a mesma idade, é o fato de acordar bem, de bom humor. mesmo cansada, zumbi, sem dormir direito, quando acordo e olho para ele, e vejo o sorriso sem dentes mais lindo desse mundo, tudo fica melhor. <3


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Sobre aceitar a personalidade de nossos filhos

Meu irmão nasceu quando eu tinha 7 anos de idade. Eu era uma menina muito amada, bem cuidada e, como primeira neta, eu era também o centro das atenções da família. Foram 7 anos de reinado absoluto, sendo a menininha do papai e da mamãe, especialmente, a menininha do papai. Ele, sempre foi um pai maravilhoso e presente, mas, a partir do nascimento do meu irmão, mudou muito comigo. Foi uma mudança gradual, crescente, que poderia ser imperceptível para os outros, menos para mim.

O assunto é complexo e eu poderia passar horas aqui escrevendo sobre os meus conflitos pessoais. Mas, vou me ater a um ponto apenas: a dificuldade que nós, pais, temos em aceitar a formação da personalidade de nossos filhos.

Hoje, percebo que meus pais provavelmente não souberam lidar direito com o meu crescimento, com a minha evolução de criança para adolescente e, consequentemente, mulher. Eles tiveram dificuldades em aceitar que eu teria sim uma personalidade própria, e, provavelmente, diferente daquela que eles haviam idealizado para mim. Porque sim, os pais idealizam como gostariam que seus filhos fossem e isso, vai além de querer que sejam amáveis e educados, por exemplo.

Me lembro de ser muito insegura, de ter medo de errar, de sempre achar que poderia ter feito melhor, e principalmente, de ter medo de ser quem eu realmente era, medo de “aparecer”. Porque eu me sentia censurada em cada passo que eu dava. Sentia que estava fora do ideal de filha que meus pais tinham.

Isso influenciou muito na minha vida toda. Coisas ditas lá trás que refletem até hoje, em quem eu sou. Que ajudaram a me moldar como pessoa e como mulher – para o bem e para o mal. Por isso, percebo a importância – especialmente da figura do pai e das coisas feitas e ditas por ele – para uma menina.

Depois que Leonardo nasceu, tenho notado que estamos mais impacientes com a Melanie. Tenho notado uma certa dificuldade (principalmente por parte do Alexandre) em aceitar que ela está formando sua personalidade, que está crescendo.  E tenho visto algumas imposições e censuras a algumas atitudes dela, que saiam do contexto de “correto” e de “aceitável” que nós temos. E essas atitudes, têm sido interpretadas como “desobediência”. Mas nem sempre são. Muitas vezes são apenas “preferências”.

Isso tem me incomodado um bocado. Me fez questionar até onde podemos interferir e quando devemos realmente interferir no modo como nossos filhos agem. Me fez questionar o que é realmente errado ou certo e nosso direito de julgar isso tudo.

Ficou claro para mim que nós, como pais, temos o dever de educá-la e guiá-la, mas não temos o direito de censurá-la. O fato dela não ser como nós idealizamos em alguns momentos (como isso soa egoísta, não?) não faz com que as atitudes dela sejam “erradas”. São apenas diferentes. E principalmente: são atitudes de uma criança em processo de formação de caráter, em formação de personalidade. Uma criança que está aprendendo a cada minuto com as nossas atitudes e as nossas palavras.

Eu, gostaria que minha filha fosse livre, para ser quem ela quiser, do jeito que ela quiser. Sem julgamentos, sem medo. Que dance quando sentir vontade de dançar, que use o batom que quiser usar, que pinte as unhas de vermelho quando quiser pintar e que nunca se cale quando quiser falar. Porque eu queria ter feito isso. Queria ter sido eu mesma, queria não ter sentido medo de errar.

Quero que ela possa ser plena em todos os sentidos e que se sinta aceita e amada por nós, como ela é. Porque o mundo já é suficientemente duro com as pessoas.

Conversarmos, eu e Alexandre, e fiz com que ele visse as coisas sob outra perspectiva, sob outro ponto de vista. E acredito que ele tenha entendido. E temos nos policiado nesse sentido, desde então.

Ainda assim, lhe encaminhei um texto, que caiu como uma luva nessa situação pai e filha. E é esse texto que vocês leem abaixo.

Ela deve ter uns 4 aninhos. É tão pequena, tão vulnerável. Mas ela não está preocupada com nada disso, cantando sobre baratinhas e aranhas, calçando sapato tipo boneca. Fico com os olhos marejados olhando para ela. Fico com os olhos marejados olhando o pai olhar para ela. Aos 4 anos, ela não faz ideia da importância que esse homem, seu caráter ou suas palavras terão na vida dela por muitos e muitos anos. Talvez nem ele mesmo saiba.

Então, para todos os papais de garotinhas que ainda não têm idade suficiente para expressar o que elas precisam de você, aqui está uma lista de coisas que nós gostaríamos que vocês soubessem:

1. A maneira que você me ama é a maneira em que vou amar a mim mesma.

2. Pergunte como estou me sentindo e ouça atentamente a minha resposta, pois preciso saber que você me valoriza antes de poder entender o meu real valor.

3. Eu aprendo a maneira em que devo ser tratada pela maneira que você trata a minha mãe, independente de você ser casado com ela ou não.

4. Se você estiver com raiva de mim, eu sinto, mesmo sem entender, então converse comigo.

5. Por favor, não fale de sexo como se fosse um garoto adolescente ou vou pensar que é algo nojento.

6. Quando você fala com um tom gentil, eu entendo bem melhor o que você está falando.

7. A maneira que você fala sobre o corpo feminino, mesmo que seja “só de brincadeira”, é o que eu vou achar do meu próprio corpo.

8. A forma que você trata o meu coração, é a forma em que vou permitir que ele seja tratado por outros.

9. Se você me incentiva a descobrir o que me faz feliz, é isso que eu sempre vou buscar.

10. Ensine-me a amar a arte, a ciência e a natureza e eu aprenderei que o intelecto é mais importante do que o tamanho do meu manequim.

11. Deixe-me falar exatamente o que eu quero, ainda que seja errado ou bobo, pois eu preciso saber que você aceita que eu tenha uma voz forte.

12. Quando eu ficar mais velha, se você se mostrar assustado em relação ao meu corpo em transformação, vou acreditar que existe algo de errado com ele.

13. Se você me tratar com carinho, eu aprenderei a abraçar a minha própria vulnerabilidade ao invés de ter medo dela.

14. Quando você me deixar te ajudar a consertar o carro e a pintar a casa, eu vou acreditar que sou capaz de fazer qualquer coisa que um menino também faz.

15. Quando você protege minha feminilidade, eu aprendo que tudo em mim vale a pena ser protegido.

16. A maneira como você trata o nosso cachorro, quando acha que eu não estou olhando, me diz mais sobre você do que praticamente qualquer outra coisa.

17. Não deixe que o dinheiro seja o mais importante, ou eu vou aprender a não respeitar nem o dinheiro, nem você.

18. Me abrace, segure e beije de todas as formas que um pai faz que são boas, puras e corretas. Preciso muito disso para entender o que é um toque saudável.

19. Por favor, não minta, porque eu acredito no que você diz.

20. Não evite as conversas difíceis, pois fazendo isso você me faz acreditar que não vale a pena lutar por mim.

Na verdade, não é complicado. Garotinhas simplesmente amam seus papais. De vez em quando, quando a sua filha estiver rodopiando com aquela saia de babadinhos, lembre que um dia ela vai crescer. O que você quer que ela saiba sobre os homens, a vida, o amor e ela mesma? O que você faz e diz agora vai afetar o resto da vida dela. Papais, nunca subestimem o impacto que as suas palavras ou ações tem nas suas filhas, não importa a idade que elas tenham.

texto escrito por Tara Hedman, psicoterapeuta. daqui.

Eu, quero que minha filha – que meus filhos – sejam apenas… livres. Como todos nós deveríamos ser.

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Desenvolvimento Filhos 14 abr 2014

Alguns fatos e dicas sobre o sono do bebê

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Um dos livros mais bacanas que já li sobre o sono dos bebês foi o Soluções para noites sem choro, de Elizabeth Pantley –  orientadora educacional e mãe de quatro filhos, portanto, experiente no assunto. O livro, que felizmente vai na contramão do “deixe seu bebê chorar até cansar”, tem como intuito ensinar aos pais a ajudarem seu bebê a dormir – sem deixá-lo chorar.

Gostaria muito de tê-lo lido ainda grávida da minha primeira filha, a Melanie. Com certeza teria me ajudado bastante, especialmente naquele começo de incertezas e de muito cansaço. A autora propõe dez passos para ajudar o bebê a dormir a noite toda e ao ler este livro, aprendi algumas coisas e reforcei outras que já sabia. E é sobre isso que quero falar hoje.

Entendendo alguns fatos sobre o sono do bebê

Primeiramente devemos ter em mente que cada criança é única e que quando se fala de maternidade, não existem padrões pré fabricados ou moldados. O que ocorre com um bebê não é exatamente o que ocorre com outro, e vice versa. Mas a maioria das pessoas concorda: os bebês precisam de rotina e, entre outras coisas, serem ensinados a dormir.

Durante o primeiro ano de vida o bebê acorda frequentemente à noite e isso não quer dizer que ele tenha algum problema relacionado ao sono. É apenas um fato biológico. O relógio biológico do bebê começa a amadurecer por volta de seis a nove semanas de vida e não funciona regularmente até os quatro ou cinco meses. À medida que esse ciclo amadurece, o bebê começa a passar a maior parte do dia acordado e a maior parte da noite dormindo, passando pelos mesmos ciclos de sono que nós adultos, porém, esses são mais curtos e em maior número, além de passarem mais tempo no estágio de sono leve e terem mais estágios intermediários.

O ciclo de sono noturno do bebê normalmente é assim:

  • Sonolento; adormece
  • Sono leve
  • Sono profundo durante cerca de uma hora
  • Breve despertar
  • Sono profundo por cerca de uma ou duas horas
  • Sono leve
  • Breve despertar
  • Movimentos oculares rápidos; período relacionado aos sonhos
  • Breve despertar
  • Sono leve
  • Breve despertar
  • Sono REM (período relacionado aos sonhos)
  • Breve despertar
  • Quase de manhã; outro período de sono profundo
  • Breve despertar
  • Sono REM (período relacionado aos sonhos)
  • Breve despertar
  • Sono leve
  • Despertar para a rotina diurna

 

Viram quantos “breve despertar”? Ele é o provável culpado pelos seus (nossos) problemas.

Quando o bebê acorda com frequência durante a noite, ele provavelmente não está com fome, nem incomodado com a fralda. Está apenas cansado e quer dormir, mas não sabe como fazer isso sozinho. Especialmente em condições onde ele adormece sendo amamentado, embalado, com a chupeta, enfim, com alguma ajuda “externa”. Quando acorda, quer aquela condição em que adormeceu novamente para voltar a dormir.

Sobre os bebês acordarem com fome, os especialistas concordam que, até os doze meses, algumas crianças de fato sentem fome durante a madrugada, por exemplo, e que devem ser alimentadas. Depois de algum tempo, passamos a reconhecer quando é fome realmente ou somente uma busca por conforto, especialmente o conforto do peito da mãe ou da sucção.

No livro, existe uma tabela com uma média de horas de sono diurno e noturno para bebês:

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A autora sugere que você anote por alguns dias todas as informações sobre o sono do bebê, diurno e noturno. Com esses dados, você poderá identificar o que pode estar errado.

Selecionei alguns fatos e dicas sobre o sono dos bebês, retirados do livro:

- Todo bebê, mãe e família são singulares. Apenas você pode determinar o que é certo ou errado para todos.

- Até os três meses, em média, os bebês dormem quando estão saciados, ou seja, sem fome. Depois disso, passam a dormir quando se sentem cansados e normalmente acordam quando estão prontos para isso.

- Aceite o fato de que bebês recém nascidos (e até os maiores) acordam à noite. Mas que isso não irá durar para sempre.

- Aquilo que fazemos durante os primeiros meses define o padrão de sono para um, dois anos ou mais. Algumas medidas podem ser tomadas para ajudar o bebê a dormir melhor, de uma forma tranquila e carinhosa, sem envolver estresse e choro. Uma dessas medidas e talvez a mais importante delas, é a rotina.

- A rotina ajuda a acertar o relógio biológico do bebê, mas lembre-se: ela pode e deve ser flexível. Não adianta querer impor regras muito rígidas a um recém nascido. Mantenha um esquema regular de alimentação, sono e atividades para ele. Normalmente se usa um período de 3 horas para isso. Ou seja, de três em três horas. Mesmo bebês que mamam em livre demanda podem adaptar-se à essa rotina, porque ela diz respeito especialmente ao sono.

- Durante os primeiros meses, organize sua vida em torno das necessidades do bebê, evitando saídas noturnas que interfiram no ritual de sono e no horário dele dormir.

- Tanto para as sonecas diurnas quanto para o sono noturno, é necessário que haja uma rotina. Os bebês esperam por isso, já que aprendem por repetição e se sentem mais seguros quando sabem o que virá a seguir. Por isso é importante que os horários sejam respeitados, especialmente os horários de banho e sono noturno.

- A autora alerta sobre o fato do bebê adormecer nos braços da mãe e esta não colocá-lo imediatamente no berço. Porque convenhamos: tem algo mais gostoso que ver eles dormindo, tranquilos, ali, nos nossos braços? Não. Eu mesma já fiquei com Leo no colo por mais de meia hora, só curtindo o momento. Mas, é bom resistir à tentação, porque isso pode se tornar um hábito, para mãe e filho.

- O ideal é que o bebê seja colocado no berço (ou onde ele costuma dormir) quando estiver sonolento e não dormindo. Caso o bebê desperte ou fique agitado, podemos pegá-lo novamente no colo, embalar, dar a chupeta, o cheirinho, enfim, até que se acalme.

- É preciso aprender a ler os sinais do bebê, ouví-lo e observá-lo atentamente. Dessa forma conseguimos diferenciar fome de sono ou cansaço, por exemplo.

- Ajude o bebê a distinguir a noite do dia. Diferencie os ambientes de sonecas diurnas e de sono noturno. De dia, o bebê deve dormir em um local iluminado (não com uma luz ou o sol diretamente em seu rosto, claro!), mas com uma luz natural, do dia mesmo. O ideal é que ele possa ouvir os barulhos normais da casa e inclusive as pessoas conversando. Já à noite, o ambiente deve ser calmo, com luzes amenas e conversas suaves.

- Faça o bebê tirar sonecas regulares durante o dia, mas tente não deixar que elas se estendam por muitas horas. A qualidade e quantidade de sono diurno interfere no sono noturno, e vice versa. Crie uma rotina simples mas previsível para as sonecas durante o dia e de preferência que seja diferente da rotina de sono noturno.

- Algumas vezes, quando o bebê emite sons durante a noite, já corremos para ver o que houve e nisso eles acabam despertando de vez. Aprender a diferenciar esses sons também é muito importante já que resmungos, choramingos, gritos e até risadas podem facilmente acontecer durante o sono, ou nos períodos de breve despertar, como vimos acima. A regra é: bebê com fome, deve ser alimentado. Bebê que despertou, deve ser ajudado a adormecer novamente.

- No ritual de sono noturno, uma das coisas mais importantes é a hora do banho. O banho relaxa, acalma e prepara o bebê para o que está por vir. Com uma rotina imposta, eles já sabem que depois disso irão descansar, seu corpo já espera por isso.

- Durante as mamadas noturnas, evite conversar, acender luzes ou fazer movimentos bruscos, a fim de não despertar ainda mais o bebê.

- As trocas de fralda só devem acontecer durante a noite e madrugada, caso o bebê tenha feito cocô ou a fralda tenha vazado. Do contrário, não mexa nas fraldas do pequeno. Isso só irá despertá-lo. Usando boas fraldas (noturnas, de preferência) essa troca não será necessária.

- Aprenda a identificar os sinais de cansaço: redução nos movimentos e atividades, bebê mais calmo, desvia o olhar dos brinquedos e das pessoas, os olhos ficam “vidrados”, fica irritado, esfrega os olhos e boceja.

- Com o tempo, a gente aprende o que deixa o bebê confortável. Pode ser uma posição específica para dormir, aquele paninho ou mantinha que ele gosta de ter perto do rosto, um som ou música suave, aromaterapia e outras coisas.

- Veja qual o melhor horário para colocar seu bebê na cama e estabeleça um ritual de sono, a partir disso. Esse ritual pode levar em torno de 30 minutos, e inclui o banho e a mamada.

- Sobre dormir a noite toda, precisamos entender que, para um recém nascido, um período de cinco horas de sono consecutivos é dormir a noite toda. Só que para nós, pais, esse período não corresponde à noite toda, pelo menos não da maneira como gostaríamos. Tenha paciência.

Esses são alguns pontos que se sobressaíram no livro, para mim. Nele você encontra ainda muitas dicas para bebês que são amamentados, bebês que mamam na mamadeira, desmame e bebês que dormem na mesma cama que os pais.

Gostei do Soluções para Noites sem Choro por ser mais flexível quanto à rotina do bebê, nesse início, já que cada bebê, mãe e família são diferentes e portanto, têm necessidades diferentes. E apenas os pais podem identificar essas necessidades, o que precisa ser mudado ou não.

Existe a versão para crianças de 1 a 6 anos, que estou lendo ainda e em breve devo falar por aqui também. E em breve um relato de como é a nossa rotina de sono, ou melhor, a rotina de sono do Leo.


por mãe da Mel e do Leo


Higiene & Cuidados 11 abr 2014

Toalhas Umedecidas Fisher Price Bebê

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Há pouco tempo comecei a testar os produtos da linha de higiene e cuidados lançada pela Fisher Price no ano passado. Primeiro, usamos o creme preventivo para assaduras (leia a resenha aqui) e agora foi a vez das toalhinhas umedecidas.

Uma coisa muito legal que acontece, é quando testo um produto e gosto muito dele. E foi o caso dessas toalhinhas. Uma pena que sejam tão difíceis de encontrar à venda. As minhas comprei online, pelo site de uma farmácia que não me recordo agora. Mas é só dar um Google que você acha fácil.

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O produto está disponível em duas versões: recém nascidos/sem perfume e com perfume suave. A versão sem perfume, seguindo o que acontece com a maioria dos lenços dessa categoria, não é tão sem perfume assim. O outro, do pacote vermelho, tem um perfume bem suave. Eu gostei bastante, de ambos.

As toalhinhas têm extrato de rosas brancas e passiflora, são muito macias e emolientes, limpam bem e têm umidade na medida certa. A textura é um mix dos lenços da Johnson’s com os da Huggies, sabem? Tem uma espessura muito boa, nem finos nem grossos demais. Não rasgam quando puxados do pacote e têm um tamanho padrão.

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Os pacotes vem com 50 unidades e têm o sistema de fechamento da maioria dos demais lenços umedecidos: aquela aba que cola (e com o tempo, que descola…). Os lenços saem um a um e o seguinte fica dobradinho dentro do pacote.

Preço médio: R$9,90

Conclusão: Gostei muito dessas toalhinhas umedecidas. São macias, limpam bem e tem espessura e umidade perfeitas. Uma pena que ainda não estejam disponíveis em todos os lugares. Um dos supermercados que comercializam a linha Fisher Price Bebê é o Walmart.





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