20 mar 2015

A alimentação do bebê após os doze meses

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Leonardo completou 1 ano e 4 meses no dia 17 (cadê o post de 16 meses, hã?) e desde o aniversário dele, em novembro passado, vocês me pedem um post falando do que mudou na alimentação do pequeno desde então.

Antes de mais nada, é preciso frisar que:

* Leo tem sido uma criança tranquila em relação a alimentação, desde que começamos com a introdução dos sólidos, quando ele tinha seis meses de idade. Ou seja, graças a Deus não é um desafio tão grande fazê-lo comer bem. Ao contrário da irmã. Sim, sou mãe de duas crianças completamente diferentes na hora de comer. Um come muito bem e o outro come mal. Qualquer hora preciso falar disso por aqui.

** Leo foi diagnosticado com APLV (alergia à proteína do leite de vaca) aos cinco meses. Relatei como tudo aconteceu neste post, lembram? Sinto que a alergia está mais amena, se é que isso existe. Mas pequenos traços de leite e/ou derivados não têm mais feito tanto estrago como antes. E, por isso, vamos com calma e esporadicamente, tentando introduzir alguns alimentos até então “proibidos” na dieta dele. Infelizmente ele parou de mamar no peito nessa época, por diversos motivos e, por isso, toma fórmula infantil de soja, indicada para a idade. Para quem ainda não leu, o relato da amamentação e os problemas que tivemos está aqui.

Hoje, então, a rotina alimentar do Leo está mais ou menos assim:

8h / 8h30 – mama 180ml do leite de soja

9h – belisca (tipo, muito!) algo do nosso café da manhã, como pedacinhos de tapioca (ou crepioca, que é a onda do momento), pão francês, bolo (desde que sem leite ou derivados) ou ovos mexidos.

10h / 10h30 – come uma fruta – normalmente uma banana ou uma fatia grande de mamão papaia, amassados. Algumas vezes salpico um pouco de aveia em cima.

12h30 – almoço + fruta de sobremesa

O almoço varia muito, normalmente entre:

Arroz branco / arroz integral / arroz aromático de jasmim – o preferido dele é o arroz tailandês aromatizado, que fica bem molinho e tem um sabor maravilhoso. Chama Arroz Aromático Thai Jasmin da marca Blue Ville e eu compro no Mercado Municipal, aqui em Curitiba. O pacote de 1kg custa aproximadamente R$9,00. Sei que outras marcas fazem também, como a Tia João.

Feijão branco / feijão preto / lentilha / grão de bico – ele gosta mais do feijão e de bastante caldo. A lentilha vem em segundo lugar e, por último, o grão de bico, que inteiro ainda não fez muito sucesso por aqui. Quando faço um cremezinho de grão de bico – no mixer – ele come.

Legumes e verduras – cozidos no vapor ou refogadas com um fio de azeite de oliva, cebola, alho/alho poró e ervas diversas como tempero, tudo bem macio. As que mais faço aqui são abobrinha, batata, chuchu, cenoura, batata baroa, couve, espinafre, repolho, abóbora, brócolis e couve flor.

Carne, frango ou peixe – ele come mais dos dois primeiros, mas gosta de todos. Faço as carnes normalmente refogadinhas, com alho e cebola somente, com molho de tomate ou com legumes/verduras.

Macarrão, nhoque, polenta, etc - macarrão ele come mais nas sopas e geralmente uso aquele cabelo de anjo ou conchinha. Nhoque e polenta faço com um molho de tomate ou bolonhesa (gosto de usar tomates pelados ou fazer um molho caseiro).

Alguns alimentos que uso também, para dar uma turbinada nas refeições e/ou um sabor diferente: quinoa, alho poró, salsinha, cebolinha, manjerona, manjericão, sálvia, alecrim e orégano.

Como ele come? Cada comidinha separada? Tudo junto e misturado? É a mesma comida que vocês todos comem?

Então, eu já montei várias vezes os pratinhos dele com tudo separadinho, tipo, o arroz e o feijão, a carne, os legumes e verduras, etc. Ele come, mas, percebi que ele fica mais feliz (hehe) quando faço um pratão, um mexidão, como eu chamo. Coloco o arroz, o feijão com bastante caldo, as verduras e legumes e a carne e amasso um pouco. É assim que ele mais gosta de comer.

Sobre comer a mesma comida do restante da família, por aqui rolam algumas adaptações. A gente (eu e marido) já temos nossos vícios de paladar, como comida bem temperada, por vezes apimentada e usamos muitos condimentos industrializados – o que não é indicado para a alimentação de crianças pequenas (nem para a nossa!), né? Então, ou faço a nossa comida mais suave e tomando certos cuidados extras e assim todos podem comer, ou faço a comida deles separada. Depende do dia, depende da refeição ou do prato em si. Por exemplo, se vou fazer strogonoff, separo a carne para o Leo só com o molho de tomate, antes de acrescentar o creme de leite, etc (por causa da alergia). Se vou fazer uma receita mais picante, tipo um prato mexicano, faço outra coisa para eles. E assim por diante.

Fruta de sobremesa

As frutas pós almoço geralmente são: uma fatia grande de melão ou melancia raspadinhos com a faca; papinha cremosa de manga, pêssego, pêra ou maçã (faço no mixer, assim que ele acaba de almoçar, para garantir que os nutrientes não se percam). Ele também come kiwi e já provou goiaba, mas não gostou.

15h30 / 16h – mama 180ml de leite de soja e come uns dois biscoitinhos integrais (e rouba pedaços de pão francês, tapioca, bolo ou algo do tipo que estivermos comendo no café da tarde)

18h30 – jantar + fruta de sobremesa

Sopas – Faço daquele jeitinho clássico: músculo ou peito de frango em cubinhos, um fio de azeite de oliva, alho, cebola, cheiro verde, legumes e verduras diversas e macarrão. Tudo bem cozido para ficar bem macio. Dou uma amassada nos pedaços muito grandes e pronto.

As frutas pós jantar são oferecidas da mesma forma que no almoço.

20h45 – mama 180ml de leite de soja (fórmula recomendada para a idade**)

(Leo ainda mama uma vez no meio da madrugada, lá por 3 da manhã… zzzzzz)

Durante o dia todo

Água, muita água – Leo não toma suco de fruta, apenas água, por dois motivos: ele AMA água, pede e toma o tempo todo, se estiver a mão. Já dei alguns sucos mas ele não gostou muito. Prefere água e eu também dou preferência por oferecer as frutas mesmo, por serem mais saudáveis quando consumidas in natura (leia mais aqui).

Como foi a transição papinha > comidinha amassada > comida com pedacinhos maiores?

Foi tranquila, porém, isso não quer dizer que não houveram recusas e caretas. Eu apenas tive mais paciência dessa vez, não me desesperei e respeitei o tempo dele para se adaptar. Quando ele sentia pedaços maiores do que ele estava acostumado, como um pedaço de cenoura, por exemplo, ele tirava da boca e colocava em cima da bandeja do cadeirão. Pegava de novo, analisava e então comia. Eu apenas ficava observando e conversava com ele, dizendo o que era tal alimento, que ele podia provar, hummmm, que era muito gostoso. Aos poucos ele foi comendo mais até chegar na mesma quantidade que comia das papinhas.

Enfim, acho a alimentação do Leo bem simples, na verdade. Não sou uma mestre cuca na cozinha, vez ou outra invento de fazer receitas novas apenas. Mas faço tudo com muito amor (e às vezes correndo e improvisando um tiquinho) :)

Outros posts sobre o assunto:

A introdução dos alimentos sólidos na dieta do bebê

5 dias para iniciar a introdução dos alimentos sólidos

Itens de alimentação: os mais úteis e mais usados aqui em casa

 

16 mar 2015

Diário de Viagem: Praia do Rosa

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No finalzinho de dezembro de 2012, um dia depois do Natal, viajamos para a Praia do Rosa. Mesmo tendo se passado tanto tempo desde então, achei bacana registrar aqui como foi essa viagem. Viagem, aliás, feita por nós três apenas, já que Leonardo ainda não estava nem dentro da minha barriga.

Quem mora aqui no estado do Paraná sabe que infelizmente não temos muitas opções de praias legais para ir. Com exceção talvez da Ilha do Mel – que em épocas de alta temporada fica lotada de gente a fim de curtir e badalar mesmo, diferente do que a gente busca quando viaja com crianças – as praias paranaenses são bem comuns, longe de serem praias lindas ou paradisíacas.

Nós temos um caso de amor com as praias de Santa Catarina (quem não tem, não é?). Florianópolis está sempre na lista e nas rodas de conversa quando se fala nas praias do litoral catarinense e nós gostamos muito também. Mas, das últimas vezes escolhemos outros destinos para as nossas viagens e o penúltimo, então, foi a Praia do Rosa.

Localizada em Imbituba, a cerca de 90 km de Florianópolis, a Praia do Rosa tem características bem diversificadas: morros de mata preservada, visual rústico, lagoas e praias que atendem desde quem busca agitação quanto quem quer fugir do agito. Além de ser especialmente frequentada por surfistas. Está na lista das 30 praias mais bonitas do mundo. E realmente é lindíssima.

Nós viajamos no dia 26 de dezembro de 2012, bem cedinho. Daqui de Curitiba até a Praia do Rosa são aproximadamente 394km de carro. Foi uma viagem tranquila, que levou cinco horas, pelo que a gente se lembra. Fizemos apenas uma parada para tomar um café e para Melanie ir ao banheiro também, no Posto Sinuelo.

Essa viagem foi mais uma das nossas decididas meio em cima da hora e acabamos comprando um pacote no Hotel Urbano para a Pousada Capitão Cook: simples, com decoração e movéis rústicos, grande área verde, limpa e aconchegante, numa região tranquila e silenciosa e ainda assim bem central e próxima da praia. O café da manhã era bacana e os funcionários – que são também os próprios donos que moram lá – foram sempre muito atenciosos conosco. Possui estacionamento na própria pousada para os hóspedes. Ao lado do local onde se toma o café da manhã fica uma piscina de tamanho médio, que fez a alegria da Melanie nos dias em que ficamos lá (quando não estávamos na praia, é claro). A pousada também oferece acesso Wi-fi gratuito, mas poucas vezes consegui conectar (acredito que por problemas na TIM – que sempre nos deixa na mão em relação ao 3G/4G…). Além disso haviam os gatinhos fofos dos donos <3

Você pode ver outras avaliações e maiores informações no Trip Advisor.

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Pegamos um apartamento simples com cama de casal, colchão de solteiro extra, tv pequena, ventilador de teto, frigobar, pia e microondas, mesa com duas cadeiras, além do banheiro, é claro. Iríamos ficar num dos quartos do primeiro andar mas por termos medo das escadas com a Mel e pela opção do microondas, mudamos para o andar de baixo.

O que sentimos muita falta foi do ar condicionado. Mesmo com o ventilador de teto ligado mais o ventilador que levamos, ainda era muito calor para dormir. Por isso eu daria a dica para pegar um quarto com ar condicionado. Acredito que a diferença não seja tão grande. Não pegamos um porque não haviam suítes com ar disponíveis naquela data. Ah, as redes disponíveis nas sacadas da frente ou nos fundos dos quartos de baixo são ótimas para curtir a paisagem e descansar. Fiz muito isso :)

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foto retirada do Google images

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Nas fotos abaixo, a vista da sacada, eu descansando com a Mel na rede e ela pituquinha se acabando na piscina.

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Eu particularmente amei cada pedacinho da Praia do Rosa. A única coisa que vale ser ressaltada é a existências de muitos morros e subidas, o que eleva o grau de dificuldade das caminhadas e percursos feitos a pé quando você tem uma ou mais crianças, bolsas e itens de praia para carregar. Lembro que ficávamos muito cansados mas que valeu a pena cada esforço pela beleza do local.

A primeira praia que visitamos foi a linda Praia do Luz. Sério, acho que fazia tempo que uma praia não me deixava deslumbrada como aquela. Nós ficamos lá por uma hora mais ou menos e não levamos nada além dos chinelos, água e da câmera fotográfica. Fomos somente para passear mesmo e foi maravilhoso.

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A Praia do Rosa é maravilhosa, cheia de vegetação nativa em volta, lindas paisagens, mar de águas tranquilas e ainda assim bom para a prática do surf. Nos arredores existem bares, lanchonetes e restaurantes desde os mais simples até os mais gastronômicos. O Centrinho do Rosa, como eles chamam, é muito charmoso, com ruas pequenas e lojinhas de encher os olhos (e que fazem a gente querer levar tudo). Adorávamos passear por lá quando anoitecia e trouxemos boas lembranças: algumas máscaras e um conjunto de pratos de decoração.

A Lagoa do Meio foi com certeza o nosso local preferido da viagem toda. Ambiente totalmente familiar e águas próprias para crianças: temperatura boa, rasas e sem ondas. Uma piscina natural mesmo. Minha dica, porém, é que você vá de manhã para lá, porque de tarde a água já não está tão limpa quanto nas primeiras horas do dia. Com a movimentação de pessoas por lá é normal de acontecer, mas achamos que de manhã é tudo melhor e mais bonito.

Há poucos metros da lagoa fica o mar, o que faz do lugar um dois em um maravilhoso. Existem pessoas que fazem a locação de cadeiras e guarda sol, o que facilita bastante já que precisamos percorrer um pedaço relativamente grande do caminho a pé, até chegar na lagoa. Carregar menos coisas quando estamos com crianças pequenas faz muita diferença.

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Em relação a alimentação nessa região, eu não me recordo mais de todos os locais que almoçamos ou jantamos, mas um dos restaurantes que gostamos muito e que é bastante recomendado também é o Urucum. Tem uma vista linda, atendimento bacana e comida muito boa. Os preços são mais salgados, mas com certeza valem pela experiência no geral. Nas fotos abaixo, a vista estonteante da janela do restaurante, Mel tomando seu suco de laranja e minha casquinha de siri.

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A Lagoa de Ibiraquera é igualmente linda e maior, portanto, um pouco mais movimentada. Por lá acontece o mesmo que na Praia do Ouvidor: algumas pessoas vão de carro até a beira do mar, mas são poucas.

Nós optamos por deixar o carro no “estacionamento” (na entrada da praia e da lagoa, onde todo mundo estaciona), não fomos com ele até a beira do mar. A distância não era grande, então foi tranquilo andar esse pequeno percurso. Por lá também fizemos a locação do kit cadeiras + guarda sol.

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Nesse dia almoçamos em outro restaurante muito bom e com preços mais atrativos que o outro que citei lá em cima: o Tartaruga.

E, por fim, visitamos a Praia do Ouvidor que é muito bonita, com rochas em volta que a fazem parecer um paraíso. Mas, como fica um pouco mais isolada e não existem bares e lanchonetes ali por perto, o pessoal vai de carro até a beira da areia e isso acaba tirando a beleza (e o sossego!) do lugar. Nos finais de semana, principalmente. Contudo, nós gostamos da experiência. A única praia que não fomos e só passamos foi Praia Vermelha.

E essa foi a nossa viagem para a Praia do Rosa, que ficou no nosso coração e nas nossas lembranças como um dos lugares mais bonitos que já visitamos. Vale muito a pena conhecer.

12 mar 2015

Toalhas Umedecidas Babysec

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Se a gente for parar pra pensar, com certeza um dos itens que mais usamos com nossos filhos são lenços e toalhinhas umedecidas, não é? Por isso, sempre estou testando e conhecendo novas marcas e opções.

Um dos últimos produtos que testei nessa linha, foram as toalhas umedecidas da Babysec e hoje conto para vocês como foi a nossa experiência.

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As toalhinhas têm um tamanho padrão – como a maioria dos lenços existentes no mercado – são hipoalergênicas, testadas dermatologicamente e sem álcool etílico. Também contêm Aloe Vera em sua composição, o que garante uma limpeza suave, sem agredir a pele do bebê.

São macias e flexíveis, além de serem úmidas na medida certa. Achei que limpam bem sem precisar de muito esforço ou de uma infinidade de toalhinhas. A não ser, claro, nos casos daqueles super cocôs. Aí, não tem jeito.

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A embalagem plástica tem fecho por adesivo – que garante a umidade e conservação do produto – e vem com 50 toalhinhas. O sistema puxa-fácil faz com que elas saiam uma a uma, e isso é bacana porque além de evitar o desperdício torna as coisas mais práticas na hora das trocas. A fragrância é um pouco mais acentuada do que estou acostumada, mas é um cheirinho agradável.

São toalhinhas de qualidade, bem macias e flexíveis, que limpam sem agredir a pele do bebê. Gosto de produtos que contêm Aloe Vera porque garantem que a pele não fique ressecada após a limpeza.

Para saber mais, acesse o facebook da marca: Babysec

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11 mar 2015

Protetor Solar Infantil: produtos que testamos neste último verão

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Nos meses de dezembro e janeiro em que o verão e o sol estavam bombando por aqui (e provavelmente por aí!) pudemos aproveitar mais com os pequenos duas coisas que eles adoram: praia e piscina. Leo nem tanto porque ainda é pituquinho, mas a Mel, com 4 anos e meio agora, ama demais estar na água e brincar na areia.

Hoje quero mostrar para vocês os filtros solares que usei nos pequenos e a experiência que tivemos com cada um. Esse post era para ter saído no final de janeiro, época em que a maioria das pessoas sai de férias e tal, mas não consegui. Me perdoem.

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Desde que tive acesso aos protetores e bloqueadores importados – seja porque alguém trouxe para mim ou porque comprei fora – eu não me animava muito em testar os filtros que geralmente encontramos por aqui. Por já ter outros em uso, não tinha motivo para comprar mais. Então acabei usando os mesmos por um bom tempo.

Felizmente esses acabaram, me tiraram da zona de conforto e tive enfim a oportunidade de testar os protetores da Sundown (que há alguns meses atrás enviou uma bolsa bem bacana, aquela laranja que mostrei esses dias aqui, cheia deles). E foram super aprovados.

Essas minhas embalagens já estão antigas até. Hoje elas possuem outros desenhos.

Uma coisa que eu me perguntava: qual a diferença das versões Kids e das versões regulares? Pelo que li no site, o Sundown Kids conta com ativos de soja e camomila, que ajudam a minimizar o risco de alergia da pele sensível e delicada das crianças.

Sundown Kids Color FPS 60 cheirinho de Tutti Frutti e Sundown Kids FPS 60

Quando viajamos no comecinho do ano, tanto na praia quanto na piscina, esses foram os protetores que mais usamos na Melanie (o da embalagem rosa, do meio, principalmente). E ele protegeu muito bem a pele dela, mesmo no dia em que a pequena abusou um pouco e passou muitas horas brincando na água e na areia.

Mel tem a pele branquinha mas pega cor super fácil, ao contrário de mim, por exemplo, que fico vermelha. Então, para a pele dela, esse protetor foi ótimo. Tem uma consistência super boa, um misto de loção e creme, é fácil de espalhar e logo é absorvido pela pele. O rendimento é bacana e tem um cheirinho muito bom de tutti frutti.

Como a gente usou: aplicávamos meia hora antes de ir para a praia e reaplicávamos a cada 3 horas, mais ou menos. Não sai na água, dura super bem (o fabricante garante uma duração de até 6 horas, mas por vias das dúvidas eu reaplicava a cada 3).

Sundown Kids Color FPS 30 cheirinho de uva e Sundown Kids FPS 30

Esses nós usamos em casa, para a pequena brincar na piscina e em dias não tão quentes, em que o sol estava mais ameno. Também era sempre fim de tarde, então achamos que um filtro 30 seria suficiente. Quanto ao restante, eles têm os mesmos benefícios dos amiguinhos de cima, exceto pelo cheiro que as versões da embalagem branca não possuem (esses têm fragrância normal de protetor solar mesmo).

Entre todos eles, o Sundown Kids Color FPS 60, com cheirinho de Tutti Frutti ou Uva foram os meus preferidos. E o bom é que são facilmente encontrados.

* o Sundown Kids Color Cheirinho de Uva não saiu na foto porque acabou. E no Kids Color Cheirinho de Tutti Frutti está escrito “Mel” porque mandei para a escolinha, para os dias de atividades ao ar livre ou brincadeiras na água/piscina.

Preço médio: varia muito – dependendo da versão, FPS e local – entre R$35,00 a R$48,00.

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Banana Boat Kids SPF 50+ Spray

Eu gosto muito da linha de proteção solar e bronzeadores da Banana Boat, por isso comprei esse em versão grande quando viajei. Normalmente usamos esses em spray/aerosol apenas para a reaplicação (por ser mais fácil, especialmente quando já tem areia envolvida…), depois de entrar na água ou suar muito. Mas prefiro os protetores em creme ou loção mesmo. Acho que penetram melhor na pele.

Quem acabou usando esse protetor para reaplicação foi Alexandre, quando estávamos na praia já depois de algumas horas de sol. E acabou que ele ficou com as costas e os braços bem vermelhos :(

Na verdade eu gosto de protetor spray para o couro cabeludo e as partes externas das orelhas, sabem? (couro cabeludo?! sim, couro cabeludo também queima minha gente. especialmente naquelas repartições do cabelo, sabem? caso você resolva abusar um pouco do sol sem usar chapéu ou boné, como eu já fiz – e não recomendo)

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Neutrogena Pure & Free Baby Sunscreen SPF 60+

Esse foi o único protetor solar que usei para proteger a pele do Leonardo até hoje. Usamos pela primeira vez quando ele tinha onze meses, se me lembro bem. E depois disso, quando fomos para a praia, no começo do ano.

Esse filtro é muito muito bom e acho uma pena que nunca o tenha encontrado a venda por aqui. Comprei dois frascos quando fui fazer o enxoval do pequeno em Miami. Estava procurando por algo mais específico para bebês mesmo e esse chamou a minha atenção por ter ingredientes menos agressivos para a pele delicada dos bebês.

Com uma textura bem leve, de loção mesmo, é fácil de espalhar e rapidamente absorvido pela pele. Não causou alergias nem irritações e protegeu muito bem. Tem um cheirinho bem suave, praticamente imperceptível.

Se você tiver a oportunidade de comprar esse protetor quando viajar ou de pedir para alguém trazer, vale muito a pena. Esse é o protetor que sempre levo na bolsa de passeio do Leo também e até a irmã já usou numa boa (em saídas que acabei esquecendo o protetor dela).

Preço médio: 11 dólares (na época eu comprei no Amazon)

Outros protetores e bloqueadores que já usamos e foram aprovados:

Bloqueador Solar Coopertone Baby FPS50 (essa resenha é de uma leitora, mas usei esse mesmo protetor há uns anos atrás com a Melanie e adorei)

Banana Boat Baby SFP 80 (ou 99, agora) (esse sempre foi um dos meus preferidos)

Aveeno Baby Sunblock Lotion SPF 55 (também usei por algum tempo e é muito bom)

E vocês? Têm dicas de protetores e bloqueadores solares que protegeram bem os seus pequenos? Compartilhem nos comentários :)