29 mai 2015

Roupinhas de inverno: o conforto e praticidade dos conjuntos de plush

Bebê Kids Moda

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Melanie tinha três anos quando conheci a Titétis e falei da marca pela primeira vez aqui no blog. Nesses quase dois anos que se passaram, pude ver o crescimento dessas mães empreendedoras que desde o início sempre buscaram aliar qualidade, conforto, beleza e preço justo às suas peças. E eu fico bem feliz com esse reconhecimento e, principalmente, com essa relação bacana que desenvolvemos.

Assim que as temperaturas começaram a cair aqui em Curitiba, me lembrei que os pequenos iriam precisar de roupas quentinhas, tanto para usarem em casa quanto para as nossas saídas e passeios. Na hora lembrei dos Conjuntos de Plush da Titétis e é sobre isso que a gente vai falar hoje.

Eu até já conhecia esses conjuntinhos porque Leo chegou a usar no inverno do ano passado. Contudo, fiquei impressionada com a melhora na qualidade dos tecidos. O plush que já era bom, ficou ainda melhor: está ainda mais macio, mais encorpado, mais bonito e gostoso de vestir. Mel e Leo ficam parecendo dois ursinhos quentinhos quando usam essas peças e a gente não tem vontade de largá-los mais.

Eu gosto especialmente dos conjuntos nas cores cinza, azul marinho e preto. Acho que com essas três cores dá para fazer inúmeras combinações e, com isso, três conjuntos viram seis. É muito bacana! A Blusa Elegance (essa que a Mel está usando na foto lá de cima), também feita em plush, é super coringa e tem uma gola bem charmosa, com quatro botões.

Melanie está usando o tamanho 6 anos (ela completa 5 em agosto) e Leonardo usa o tamanho 2 anos (com 1 ano e seis meses). Prefiro sempre que as roupas fiquem um pouquinho maiores do que perdê-las logo.

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As babandanas já são marca registrada nos looks do Leo. Quem nos acompanha pelo instagram sempre está vendo o pequeno todo charmoso com seus babadores em formato de lenço. Dos bodies eu também sou fã e indico para todo mundo. Ainda não conheci de perto as baby looks e as leggings de cotton, que devem ser uma maravilha também. E tem muitos outros produtos por lá. Vale a pena conhecer, se você ainda não conhece!

www.titetis.com.br  /  www.instagram.com/titetis

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27 mai 2015

Diário de Viagem: Gramado & Canela – Le Jardin Parque de Lavanda

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E a série especial sobre a nossa viagem a Gramado & Canela retorna hoje, com um desafio que o Expedia Brasil me propôs: falar sobre o meu passeio preferido nessa viagem, aquele que, de alguma forma, foi o mais especial para mim.

Essa minha escolha poderá parecer um tanto estranha, a princípio, porque fiz a visita sozinha e debaixo de uma chuva fina – enquanto Alexandre ficou no carro com Mel e Leo, que estavam dormindo. Mas o pouco tempo que passei por lá, desde o momento em que coloquei meus pés no chão molhado do parque, teve um significado diferente para mim.

Parque de Lavanda, conhecido como Le Jardin, foi inaugurado em 2006 e fica na entrada da cidade de Gramado-RS, tendo uma extensão de 3,5 hectares. Lá podemos encontrar plantas exóticas e espécies inéditas de lavanda aqui no Brasil. Hoje o parque tem como foco divulgar a lavanda e seus benefícios terapêuticos, ornamentais e até mesmo culinários. Além das plantas diversas ainda existe uma estufa de produção de flores, uma loja temática e um café super charmoso, que infelizmente – pela pressa – não tive o prazer de desfrutar.

A minha rápida visita ao Le Jardin aconteceu depois de alguma insistência da minha parte, já que além de estar chovendo, estávamos indo embora, de volta à Curitiba, naquela manhã. Acho que esse foi um dos motivos pelos quais esse passeio me marcou tanto: nós estávamos nos despedindo de Gramado, uma das cidades mais lindas que já conhecemos. Uma viagem que nos encantou em todos os sentidos e que valeu muito a pena.

Nós paramos o carro logo na entrada do parque e não havia ninguém além de nós. Alexandre me perguntou, com cara de espanto, se eu ia descer mesmo e enfrentar aquela chuva que caía. Eu disse que sim. Peguei minha câmera apenas, que era tudo que eu precisava naquele momento e fui.

Lembro de ter uma sensação de ansiedade ao subir as primeiras escadas, porque não tinha ideia do que eu iria encontrar a partir dali. Assim que subi e comecei a fotografar tudo, esqueci completamente onde estava. Esqueci até mesmo que tinha deixado os pequenos com o marido lá no carro. Vocês que me conhecem a algum tempo já, sabem da minha paixão pela fotografia. Por isso esses momentos, sozinha com minha câmera, são tão importantes para mim. Especialmente depois que me tornei mãe e que minutos de silêncio e sossego são raros na minha rotina. Depois que subi as escadas e vi aquela imensidão de grama verde, flores, plantas e aquela espécie de neblina que a chuva trazia, eram só eu e minha câmera, era um outro mundo.

Conforme os minutos foram passando, a chuva foi ficando mais forte. E eu, empolgada para registrar tudo mas já sentindo um pouco de frio, saí correndo, ou melhor, saltitando pela grama – como uma gazela, lembram? :) O parque não estava florido como deve ficar na Primavera, eu imagino, mas tinha beleza em cada cantinho dele. O cheirinho da lavanda, o gramado bem cuidado, as pedras e até a chuva caindo, fizeram um cenário perfeito para mim.

O resultado dessa aventura – solitária, saltitante e feliz – vocês veem abaixo.

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O parque está aberto à visitação de terça a domingo, das 9 às 17h30 (os portões fecham dez minutos antes do encerramento das atividades). O ingresso e estacionamento próprio são gratuitos.

Endereço: Rodovia RS 115, 37.700 – Gramado-RS

Vai ficar mais do que 3 dias em Gramado? Confira aqui mais dicas de roteiro.

25 mai 2015

Sobre empatia, julgamentos e as pedras que carregamos nas mãos

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Tenho passado por algumas mudanças profundas nas últimas semanas. Isso acontece de tempos em tempos na minha vida. É algo como receber um balde de água fria na cabeça e acordar, enxergar outra realidade. E, quem sabe, mudar.

Hoje, então, eu queria falar de empatia, de julgamentos, das imposições que nós achamos que os outros nos fazem todos os dias ao explicitarem sua opiniões e o modo como levam suas vidas. 

Tenho visto pessoas comentando sobre a imposição e até a existência de uma maternidade perfeita. Tenho visto pessoas pedindo que as outras parem de julgar o que é certo ou errado. Tenho visto pessoas muito queridas sendo ofendidas por defenderem legitimamente seus pontos de vista, por lutarem pelo que acreditam. E posso começar esse texto dizendo que: a maternidade perfeita existe sim, mas dentro de nós mesmas. É a nossa perfeição, a minha, a sua, a da Maria, a da Joana. Porque só nós mesmas sabemos o que, afinal, é perfeito para nós. 

Mas, acima de tudo, eu posso dizer que nunca poderá existir uma maternidade mais leve, desencanada, livre de tantas culpas e julgamentos – próprios e alheios – enquanto estivermos com tantas pedras na mão. Porque a empatia deve ser recíproca para funcionar, para ser genuína. Deve ser uma via de mão dupla. A aceitação da diversidade de pessoas, de pontos de vista e de crenças pessoais, deve vir de todos os lados. Não somente para aquele lado que acredita sempre estar sendo atacado.

Hoje, quando leio um texto que, a princípio eu possa discordar, tento sempre imaginar o que fez a pessoa pensar assim, o que a colocou naquele lugar. Mas nem sempre é assim. Na maioria das vezes, quando falamos que outras mães nos julgam e nos impõem a maternidade perfeita, o nosso próprio discurso contra isso já vem cheio de julgamentos e pré-conceitos também, já vem com os punhos cerrados. Então, onde está a empatia? Ela só vale para um dos lados?

Pessoas grosseiras, palpiteiras ou que falam as coisas sem pensar, sem muito tato para lidar com algumas situações, sempre irão existir. Se fazem parte do nosso círculo de amizades ou da nossa família, é mais difícil fugir disso. Mas textos, revistas, grupos, sites, blogs, esses a gente escolhe ler, escolhe acompanhar, escolhe participar. E deveríamos escolher somente aqueles que nos faz bem, que agregam algo a nossa vida.

Mas, o que faz bem? Faz bem ler experiências iguais ou parecidas com as suas, porque isso traz segurança e acolhimento. Faz bem ler experiências e opiniões totalmente contrárias, também, porque muitas vezes isso nos faz ver as coisas por outro ângulo, nos faz ter diferentes perspectivas e o melhor de tudo: nos faz pensar fora da caixinha. Ver além do que achávamos já saber por completo. E, às vezes, nos faz mudar totalmente de rumo e agradecer por isso, depois.

Hoje, eu leio mais livros do que revistas, acompanho pouquíssimos blogs e mesmo assim nem consigo ler tudo que é publicado, porque normalmente tenho que escolher entre ler ou escrever aqui para vocês. Dentre esses poucos que eu escolhi acompanhar, alguns têm linhas de pensamento um pouco ou muito diferentes das minhas, contudo, escolho acompanhá-los porque acrescem algum conhecimento à minha vida. Na maternidade (e na vida), acredito que tudo é conhecimento adquirido. As posições e decisões diferentes das suas, também. Porque, afinal, somos diferentes, não é?

O que eu pude perceber nesses últimos tempos, depois de analisar a mim mesma, é que na maioria das vezes o problema está em nós mesmos, não na outra pessoa. Nós vestimos nossas próprias carapuças e numa ilusão, achamos que os outros as colocaram em nosso caminho. Posso usar meu exemplo pessoal, como eu sempre gosto de fazer (afinal, quem eu conheço melhor do que a mim mesma, não é?). Lembro que, há alguns anos atrás, eu me sentia um pouco incomodada quando lia a respeito de alimentação saudável, do não uso de industrializados, da chupeta, das restrições à tv e das tantas atividades e brincadeiras que as outras mães, tão criativas e dispostas, proporcionavam aos seus filhos. Mas, porque isso acontecia? Porque eu me sentia intimidada, incomodada com isso tudo? Era porque aquela pessoa estava me dizendo “faça isso, porque o meu jeito é melhor que o seu / você está fazendo errado” ou porque eu, no fundo do meu coração, sabia que não estava fazendo o meu melhor? Sabia que não estava nem tentando dar o meu melhor

É muito mais fácil se colocar no lugar de vítima, colocar a carga nos ombros das outras pessoas ao invés dos seus. Eu já fiz muito isso. Mas quando agimos assim, colocamos barreiras, nos impedimos de aprender, de sermos mais solidários e receptivos com os outros e com a própria vida.

Tem um ditado que diz que as pessoas julgam aquilo que não entendem. E é exatamente isso. Essa é a resposta para quando você se sentir incomodado pela opinião ou pelos conselhos alheios. Era assim que eu me sentia e é contra isso que tenho lutado todos os dias.

Os palpites são chatos? São. Ouvir aquela amiga ou conhecida (ou mesmo aquele estranho na rua) dizer que você deveria fazer isso ou aquilo, é chato? Claro que é. Mas, quando é que a gente para pra pensar: por que será que essa pessoa está me falando isso? por que ela está querendo me impor algo? Então. É isso. Ela não está. Ela está apenas querendo compartilhar com você aquilo que funcionou com ela ou aquilo que ela crê ser o melhor. Porque a gente gosta de compartilhar. Porque a gente gosta de deixar clara a nossa opinião sobre tudo, porque achamos que conhecemos o melhor caminho. Isso faz parte do ser humano. É assim comigo e com você, provavelmente. O que temos que trabalhar, porém, é a forma como falamos, como expomos os nossos pensamentos. E também, a forma como recebemos as opiniões contrárias às nossas.

As pessoas que gostam de um pitaco e de, sempre que possível, imprimir suas convicções e crenças para o mundo, poderiam sim pegar mais leve. Mas quem coloca os filtros nos nossos ouvidos, somos nós mesmos. Quem tem o poder de fechar ou abrir nossos olhos, na grande maioria das vezes, somos nós mesmos. Não há como culpar os outros por isso.

Quando minha mãe me dizia para oferecer chá e água para a Melanie recém nascida, entre as mamadas, não era porque ela sentia prazer em ser palpiteira ou interferir na minha vida. Era porque, nas crenças dela, dentro do que ela aprendeu há anos atrás, aquilo era bom. O mesmo quando ela me perguntou porque não comprávamos um andador para o Leo. Nas primeiras vezes, eu reagi muito mal a todos esses pitacos. Porque achava que eu, estando mais atualizada, estudando a fundo certos assuntos, não precisava de conselhos. Mas, depois, aprendi a relevar, a filtrar o que servia para mim ou não. E apenas dizia a ela que isso ou aquilo não condiziam com o que eu acreditava ser melhor para os meus filhos, que eu tinha decido por outro caminho. E ponto. Se ela parou de falar? Não, claro que não! Mas eu parei de me incomodar com isso. Porque não posso mudar os outros, mas posso mudar a mim mesma e isso já é um começo.

Outro exemplo são os blogs e pessoas que eu achava serem muito radicais, por exemplo, e passei a ver com outros olhos. Porque aquilo podia não se aplicar à minha vida, naquele momento, mas dá certo, funciona e faz bem para a outra pessoa, para outra família, olha que bacana! E se bobear, ainda acabava por colocar em prática algumas dessas coisas que lá no início, pareciam tão distantes da minha realidade. Esse estranhamento lá do início, pode ser um ciclo de aprendizado. Só depende de nós.

O que é muito diferente, porém, é alguém que escreve de forma ofensiva, que escreve para agredir, para disseminar o ódio a algumas pessoas – como várias páginas espalhadas pelo Facebook, por exemplo. Essas, na minha humilde opinião, não merecem a sua atenção, não merecem o seu tempo. Ou, pelo menos, não merecem o meu.

É difícil ter essa empatia com quem pensa diferente ou até mesmo com quem nos critica? Claro que é! É um exercício diário e exaustivo. As pessoas julgam. Não deveriam, mas julgam. Eu já julguei e você provavelmente, em algum ponto da sua vida, também. É parte do ser humano falho e imperfeito que nós somos. Por isso deveríamos buscar melhorar, aceitar e acolher, ao invés de afastar, de devolver essa onda em forma de mais críticas e julgamentos. De nada adianta pedir que as pessoas parem de nos julgar ou de tentar impor regras para a nossa vida o tempo todo, quando nós mesmos fazemos isso. O negócio é olhar para dentro, para você mesmo, para o seu próprio umbigo.

O seu caminho, aquele que você irá trilhar, quem decide é você. A bagagem que você irá levar, também. Então, aceite, compreenda, mude quando sentir vontade de mudar, discuta quando sentir necessidade de debater algum assunto. Mas, tente praticar a empatia. De verdade. Solte suas pedras. Deixe que suas mãos fiquem livres e não mantenha seus dois pés atrás antes mesmo de começar ou de conhecer algo ou alguém novo. Lembre-se sempre que só vale a pena levar coisas boas nessa bagagem que carregamos e uma delas, é o aprendizado. Até mesmo das coisas que você acha que não precisa. E isso vale para a maternidade e para a vida. 

 

22 mai 2015

Resenha: Babytub Ofurô

Durante a minha primeira gestação, lembro de ter lido e pesquisado a respeito do banho de balde e de todos os benefícios para o bebê – especialmente em relação ao alívio durante as cólicas e ao relaxamento, que leva a um sono mais tranquilo. Contudo, por algum motivo que não sei dizer qual foi, acabamos comprando a boa e velha banheira com suporte, e ela foi usada pela Mel desde o nascimento até pouco tempo atrás (não mais no suporte, é claro!). Ficou guardada por um tempinho e logo passou a ser usada pelo Leo.

Mesmo assim, ainda nutria uma curiosidade grande a respeito do banho de balde. 

Então, um belo dia eu recebi aqui em casa o Babytub Ofurô. No dia seguinte, já começamos a usá-lo e ali começou uma relação de amor entre eu, meus filhos e o ofurô. Gente, que maravilha! Me arrependi amargamente de não ter aderido a essa prática antes, com a Mel pequenininha e depois com o Leo. Mas, antes tarde do que nunca, não é?

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O BabyTub é uma banheira terapêutica especialmente elaborada para bebês e crianças de 0 a 4 anos, visando proporcionar um banho calmo e relaxante para os pequenos. Ele tem um formato interno especial que se ajusta perfeitamente à coluna do bebê e uma elevação para que o bebê possa sentar e ficar bem acomodado. As alças são bem anatômicas e facilitam a movimentação do ofurô. Internamente, além do fundo em relevo (o que evita escorregões) ainda existe a tampa, que permite que a água saia. É feito de material reciclável e não tóxico, não possui arestas cortantes ou que possam machucar. Sua base é antiderrapante e na parte inferior há um centro de gravidade que garante a estabilidade do produto. 

O tamanho é excelente, não toma muito espaço dentro do box e ainda assim atende super bem um bebê pequeno ou uma criança maior, como a Mel, por exemplo, que já está para completar 5 anos. O material é muito resistente e tem um peso razoável, que garante que o balde não vá tombar caso a criança fique em pé dentro dele e se apoie nas bordas. É realmente muito seguro.

Essas fotos foram feitas em um dos primeiros banhos do Leo no ofurô. Eu fui aumentando a quantidade de água aos poucos, conforme ele foi adquirindo confiança para se sentar. Hoje, deixamos a água pouco abaixo da linha dos ombros, assim os bracinhos ficam por inteiro lá dentro.

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O que mais me agrada no Babytub é o fato da água demorar mais para esfriar, o que é essencial agora no inverno. O corpinho inteiro fica ali, quentinho e aconchegado. E, também, do banho seguro que ele proporciona à criança e aos pais. Hoje, se Leo está dentro dele, sei que posso me virar por alguns segundos para pegar um shampoo ou uma toalha, sem ter medo de que ele se afogue ou escorregue ao ficar em pé. É um banho muito mais tranquilo.

Fora isso, eles amam tomar banho no ofurô! Quando entram não querem mais sair e curtem de verdade estar ali confinados confortavelmente na água quentinha, como eu costumo dizer. Normalmente encho o Babytub e dou banho nos dois, só completando com mais água quentinha quando chega a vez da Mel entrar. Como ela é maior, posso encher até o limite de água e ela fica toda emergida e feliz lá. É uma mão na roda e ainda uma grande economia de água se formos comparar com um banho no chuveiro, por exemplo. Hoje revezamos o banho deles entre banho no ofurô, banho na nossa banheira ou no próprio chuveiro, junto com a gente. Mas com certeza o banho preferido do Leo é no ofurô. 

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Muitas pessoas se perguntam se um balde comum não daria na mesma, mas eu acredito que não já que esses produtos são ergonômicos, foram projetados especialmente para o banho das crianças, a fim de que a coluna do bebê se encaixe perfeitamente ao balde. Além disso, são fabricados com componentes atóxicos e seguros para a saúde da criança.

Existem três modelos disponíveis, que são: Baby Tub (de recém nascido aos seis meses); BabyTub Evolution (de recém nascido aos oito meses) e o BabyTub Ofurô (para crianças de 1 a 4 anos). Os valores variam bastante e no site existe a indicação de onde comprar (veja aqui). Dando uma pesquisada online hoje, encontrei o BabyTub Ofurô na faixa de R$230,00, em caráter promocional.

Para finalizar, é um produto ótimo e realmente faz diferença no nosso dia a dia, tanto em termos de praticidade – já que dou banho no Leo e na Mel em seguida – quanto de conforto mesmo,  porque os pequenos ficam super relaxados depois de um banho quentinho no ofurô. Foi uma das coisas mais bacanas que já tive a oportunidade de conhecer através do blog. Recomendo muito!

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